RIO — Cauã Reymond dá vida ao caçador de recompensas André na série “O caçador”, que estreia nesta sexta, após o “Globo repórter”. Traído por quem ele menos esperava, ele assume a função após ficar três anos preso, por querer lutar por justiça e provar sua inocência. Mas, na vida real, o ator tenta fugir do papel de caça que insistem em lhe atribuir:
— Eu trabalho seis dias por semana, inclusive aos sábados e domingos, 12 horas por dias. É bem pesado, é sério. Eu não tenho muito tempo. Eu realmente me sinto hoje em dia casado com o trabalho e com a minha filha (Sofia, do relacionamento com Grazi Massafera). Que horas eu vou ser caçado? — questiona Cauã em conversa com a Revista da TV no intervalo das gravações da série.
O ator conta que, inclusive, chegou a ter que acordar às 4h para gravar uma cena da série em Copacabana que deveria ser rodada no nascer do sol. Mas isso não foi um problema para ele...
— Amo o que eu faço, mesmo. Tá, é chato. Eu tinha ido dormir tarde na noite anterior, porque a gente vinha de um mês de gravações noturnas e é difícil mudar o sono. Mas botei uma música para tocar, tomei uma ducha fria para dar aquela acordada e não vacilar na direção por causa do sono e fui para o set amarradão, porque eu gosto muito do meu trabalho — destaca.
Na trama, André protagonizará cenas quentes a mulher de seu irmão, Alexandre (Alejandro Claveaux), Kátia (Cleo Pires), com quem ele tem um caso.
— A verdade é que eles tinham uma relação anterior a Alexandre, muito forte, que já vem da juventude. É um ciclo vicioso no qual os personagens estão inseridos. O envolvimento deles é bem doente — comenta Cauã