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    RIO - Fenômeno na televisão britânica, "Bodyguard" prepara-se para uma invasão mundial. A mais popular série de TV no Reino Unido desde "Downton Abbey", o drama da BBC One fará sua estreia mundial em 24 de outubro na Netflix. Confira, abaixo, curiosidades sobre a série e seu elenco.

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    1) Ex-astro de 'Game of Thrones' é protagonista

    Mais conhecido por viver Robb Stark em "Game of Thrones", o escocês Richard Madden vive o protagonista de "Bodyguard", o sargento David Budd, um veterano da Guerra do Afeganistão que serve de guarda-costas da secretária de Estado Julia Montague.

    Na trama, Budd vive um dilema entre cumprir o seu dever de proteger a secretária de Estado ou combater a política dela, que vai contra tudo que ele acredita. O desempenho de Madden como um agente britânico, aliás, fez com que o nome dele passasse a ser cotado para viver James Bond.

    Bodyguard - Trailer

    2) Episódio final foi visto por um sexto dos britânicos

    Em casa, a primeira temporada de "Bodyguard" chegou ao fim com share de 47,9% da audiência. Transmitido no último domingo, o episódio final alcançou 11 milhões de pessoas, o equivalente a quase um sexto da população do Reino Unido.

    Esse foi o melhor resultado da TV britânica desde a transmissão de um episódio de "Downton Abbey", da ITV, em novembro 2011, e o mais alto patamar da BBC desde 2008, quando exibiu um especial de Natal de "Doctor Who".

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    3) Theresa May se identificou, mas não gostou

    Apesar da extrema popularidade da série no Reino Unido, uma pessoa em particular não gostou muito de "Bodyguard": a primeira-ministra Theresa May. A conservadora desistiu de acompanhar a série justamente pelas semelhanças com a sua própria vida. Afinal, a produção gira em torno de uma secretária de Estado, cargo ocupado por May entre 2010 e 2016.

    "Eu gosto de ver TV para relaxar. Não sei se um programa sobre uma mulher que é secretária de Estado é a melhor maneira de fazer isso", explicou ao "Guardian". Ao invés disso, ela prefere acompanhar o reality show "The Great British bake off", uma competição de confeiteiros amadores.

    4) Atriz principal morou com spice girl

    Pouco conhecida fora do Reino Unido, a atriz Keeley Hawes, que vive a secretária de Estado Julia Montague, é uma veterana da TV britânica. Uma curiosidade sobre ela é a sua amizade de longa data com Emma Bunton, a baby spice, antes da fama: as duas se conheceram na escola de teatro e chegaram a morar juntas por seis meses antes de Emma estourar com as Spice Girls.

    Além disso, Hawes é casada com o ator Matthew Macfadyen, o Mr. Darcy da adaptação de 2005 de "Orgulho e preconceito" e atualmente intérprete de Tom em "Succession", drama da HBO.

    5) Criador é ex-piloto da Força Aérea Real britânica

    "Bodyguard" foi criada por alguém com experiência na vida militar:o showrunner Jed Mercurio já foi médico e piloto da Força Aérea Real britânica antes de se dedicar a roteiros. Ele também é criador da série policial da BBC "Line of Duty".

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    BRUXELAS, Bélgica — Jan Fabre é um grande nome nos círculos internacionais de dança, teatro e arte. Desde os anos 1980, o multiartista belga impulsionou principalmente a dança em novas direções. Ele criou peças visualmente grandiosas nas quais os artistas repetem obsessivamente ações como agitar bandeiras gigantes, ou encenar cenas envolvendo violência, sexo e nudez.

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    Ele pode ter começado como um revolucionário, mas hoje, Fabre, de 59 anos, é um membro firme do establishment da Bélgica. Sua empresa, Troubleyn, recebe cerca de US$ 1 milhão por ano do governo e faz turnês internacionais com grande sucesso. A arte visual de Fabre foi exibida no Louvre em Paris e no Hermitage em São Petersburgo, na Rússia.

    Em 2003, a família real belga convidou-o a redecorar o teto do salão principal de seu palácio. A tarefa foi realizada com as conchas de quase um milhão de besouros. Logo depois ele se tornou um Grande Oficial da Ordem da Coroa, uma das maiores honrarias da Bélgica.

    78832580_This picture taken on September 13 2018 in Antwerp shows an open letter signed by some.jpg

    Mas, agora, muitos na Bélgica estão questionando se ele merece tal reconhecimento. Em 12 de setembro, oito ex-membros da empresa de Fabre assinaram uma carta aberta à revista Rekto Verso, acusando-o de assédio sexual. A carta diz que 12 membros atuais ou antigos também a endossaram anonimamente.

    Fabre dirigia uma empresa onde "a humilhação é pão diário", dizia o texto. Os signatários também acusaram o artista de executar um projeto semi-secreto no qual as dançarinas foram pressionadas a posar para fotos provocantes em troca de pagamentos fora do contrato.

    "Ele nos chama de 'guerreiros da beleza', mas você acaba se sentindo como um cão espancado", disse uma ex-intérprete anônima, segundo a carta. O promotor público em Antuérpia, onde fica Troubleyn, lançou uma investigação criminal em resposta, enquanto autoridades do governo também estão investigando.

    Em um comunicado após a publicação da carta, Troubleyn disse que "ninguém é forçado a fazer algo que seja considerado inaceitável". Dizia que o projeto de fotografia não era segredo, já que Fabre exibia as fotos publicamente, e que ele não oferecia papéis de dança solo em troca de sexo, como a carta dizia. "É doloroso ler tantas inverdades", diz o comunicado.

    “Como produtor, sei que posso soar muito direto”, disse Fabre no comunicado. “Nunca foi minha intenção intimidar ou ferir pessoas psicologicamente ou sexualmente. Eu gostaria de incentivar as mulheres que afirmam que meu comportamento era inaceitável para usar os procedimentos disponíveis. Eu vou cooperar completamente".

    Em novembro, sua empresa está programada para apresentar um show de 24 horas, "Mount Olympus", no Skirball Center da Universidade de Nova York. Ele contará com 27 artistas retratando personagens da tragédia grega que lutam e se envolvem em orgias simuladas, bem como dançar, cantar e tirar sonecas.

    Em resposta a uma lista detalhada de perguntas sobre as acusações das mulheres, um porta-voz da Reputations, uma agência de relações públicas representando Fabre, disse que não responderia a alegações específicas na mídia. "Acreditamos que tais alegações devam ser julgadas pelas autoridades", disse o porta-voz, Frederik Picard.


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    RIO - O Prêmio Rio de Literatura anunciou, nesta segunda, 24, os vencedores de suas quatro categorias deste ano. Os autores Silviano Santiago, Adelaide Ivánova e Paulo Cesar da Costa Gomes receberão R$ 100 mil pelas categorias ficção, poesia e ensaio, respectivamente.

    Já Guido Arrosa, que venceu como Novo Autor Fluminense pelo livro "O complexo melancólico", receberá R$ 10 mil. O prêmio também concedeu a Annalu Braga a menção honrosa na mesma categoria - a autora terá 500 exemplares publicados de sua obra, "Olhos de vidro".

    Santiago venceu na categoria ficção por "Machado" (Companhia das Letras). É mais uma láurea para o romance, que no ano passado também foi escolhido como Livro do Ano do Jabuti, além ficar em segundo lugar do Prêmio Oceanos e ser finalista do São Paulo de Literatura. Em 2017, i autor também venceu o Prêmio O Globo/Faz Diferença.

    A jovem poeta e fotógrafa pernambucana Adelaide Ivánova venceu por"O martelo" (Guarupa), seu terceiro livro de poemas. Lançado pela primeira vez em 2015 pela Douda Correria de Portugal, ganhou sua primeira edição brasileira no ano passado.

    Na categoria ensaio, o geógrafo Paulo Cesar da Costa Gomes venceu por “Quadros geográficos”, em que analisa o saber geográfico como uma forma gráfica de estruturar o pensamento.

    Em 2018, o Prêmio Rio de Literatura recebeu 464 inscrições de autores de todo o Brasil. O júri final foi composto por Antonio Secchin, Gabriel Chalita, Davi Barbosa, Heloísa Buarque de Hollanda e Renato Cordeiro Gomes. O prêmio é parceria da Fundação Cesgranrio com Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro.

    OS VENCEDORES:

    - Prosa de Ficção: “Machado”, de Silviano Santiago (Editora Cia das Letras)

    - Ensaio: “Quadros geográficos”, de Paulo Cesar da Costa Gomes (Editora Bertrand Brasil)

    - Poesia: “O martelo”, de Adelaide Ivánova (Editora Garupa)

    - Novo Autor Fluminense: “O complexo melancólico”, de Guido Arosa

    - Menção honrosa na categoria Novo Autor Fluminense: “Olhos de vidro”, de Annalu Braga


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    RIO — A secretaria estadual de Cultura corre o risco de ser despejada por não pagar, desde setembro de 2015, o aluguel do espaço de 2.694 metros quadrados que ocupa no Edifício Galeria, na Rua da Quitanda, no Centro, como noticiou Ancelmo Gois, em sua coluna no GLOBO. A ordem foi dada pela 6ª Vara de Fazenda Pública do Fórum da Capital. O titular da pasta da Cultura no estado, Leandro Monteiro, confirma a dívida, mas diz que ela está sendo renegociada, com acompanhamento da Procuradoria Geral do Estado, e que o caso deve ter uma solução até o fim desta semana.

    — Quando chegamos na secretaria, em fevereiro do ano passado, já havia esta dívida e este processo. Estamos renegociando. A Procuradoria Geral do Estado está acompanhando o caso e achou melhor nós não pagarmos, porque estamos tentando um desconto, devido à grande crise econômica, principalmente no estado do Rio de Janeiro. Estamos negociando o valor do aluguel, para reduzir o valor desde o mês em que ele deixou de ser pago. Isso deve estar sendo decidido esta semana, e nós vamos quitar — afirma Monteiro.

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    A ordem de despejo foi dada pela 6ª Vara de Fazenda Pública do Fórum da Capital, em ação movida pelo Fundo de Investimento Imobiliário Galeria, representado pelo banco BTG Pactual. A dívida já ultrapassa a casa dos R$ 13 milhões.

    O secretário lembra que, quando assumiu a pasta, havia também uma dívida com o condomínio, desde 2015, que já foi quitada.

    — Nós fizemos um acordo e colocamos o condomínio em dia. E o IPTU também — diz.

    No mesmo espaço, no Edifício Galeria, também funcionam a Funarj e o Inepac.


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    SÃO PAULO - Dois anos depois de dirigir o drama de guerra "Até o último homem" (2016), o cineasta está envolvido em um novo projeto que a Warner tenta tirar da gaveta há anos. Trata-se da refilmagem de "Meu ódio será tua herança" (1969), o clássico faroeste de Sam Peckinpah, com William Holden, Ernest Borgnine, Robert Ryan, Edmond O’Brien, Warren Oates, Jaime Sanchez e Ben Johnson.

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    Não há muitos detalhes sobre como será o projeto, nem o período do início de filmagens. Gibson ainda não revelou se será uma refilmagem fiel ou uma releitura da história do bando de pistoleitos velhos e ultrapassados que planejam um último golpe.

    Trailer de 'Meu ódio será tua herança' (1969)

    A refilmagem de "Meu ódio será tua herança" teve outros pretendentes antes. Um deles foi Will Smith, que queria estrelar o filme. Mas este projeto nunca saiu do papel.

    O diretor tem um outro projeto, também um drama de guerra, correndo em paralelo. Chama-se “Destroyer”, se passa na Segunda Guerra Mundial e tem Mark Wahlberg no elenco. Além disso, sabe-se que está em busca de financiamento.


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    RIO - Depois de anunciar que iria morar fora da pensão e longe das asas de Dom Sabino (Edson Celulari) e Agustina (Rosi Campos), em "O tempo não para", Marocas (Juliana Paiva) consegue alugar um quartinho no cortiço administrado por Marciana (Cyria Coentro) ao lado de Miss Celine (Maria Eduarda de Carvalho).

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    Um quarto pequeno, com geladeira amarela, quadro de flores e muito carinho será o novo lar das amigas a partir de agora. A primeira pessoa a visitá-las é Samuca (Nicolas Prattes). Ele declara, com a voz carregada de tristeza, que não consegue parar de pensar em Marocas, na esperança de que ela esqueça o porquê de terem se separado.

    A sequência está prevista para ir ao ar nesta quarta-feira, dia 26.


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    RIO — Os contos reunidos no novo livro de Miguel Sanches Neto, “A bicicleta de carga”, trazem tanto a sutileza de detalhes quanto o formato da concisão, referências que marcam a obra do escritor paranaense desde o premiado “Hóspede secreto”.

    A característica de sua prosa, tanto no romance como nos contos, é certa faceta memorialística, que embaralha a história de vida, da sua família ou de seu lugar de origem, com um estilo de narrativa que cada vez o projeta mais no universo literário brasileiro, por todos os méritos, como o autor contemporâneo dos mais festejados do país.

    É impressionante que ao ler os contos de “A bicicleta de carga”, um a um, nos deparamos com um escritor que, ao longo de sua carreira, se depura pela beleza da forma, pela singeleza e correção das frases e orações, muito próximo dos hábeis lapidadores de estilos.

    É o que encontramos nesse livro, onde histórias se alternam, saem do submundo da alma humana, indo ao mais fundo da introspecção, da abstração, do confessionalíssimo insinuante perfume da linguagem.

    CRIADOR SILENCIOSO

    A bicicleta de carga.jpgTudo que a literatura gosta e aprova, ainda mais quando as histórias trescalam das mãos talentosas de um autor, como é o caso desse estilista paranaense, que vem fazendo a diferença com um universo de narrativas que choca e deslumbra, que faz chorar e rir, ficar pensativo, mas que ao mesmo tempo refresca e embala a afoiteza nos meandros da leitura.

    Quem já conhece a sua extensa obra literária, sobretudo o excelente “Máquina de madeira”, ou mesmo seu olhar certeiro para a crítica ou a ensaística, vai conseguir entender um pouco mais da evolução do seu processo criativo.

    Miguel Sanches Neto é um criador silencioso, metódico, bem articulado com a ferramentaria da escrituração fabular. Seu já clássico “Chove sobre minha infância” (2000) — um romance memorialístico? — foi o que, certamente, lhe mostrou o caminho, lhe deu a tônica factual que desembestou a sua máquina da escrita afetiva.

    O autor parece que narra para interagir, antes, com a linguagem, depois com o leitor. É bem significativo em “A bicicleta de carga” como a história de um personagem tem processo comunicativo direto com a “estória” de outro.

    Traz um encadeamento, que vai, aos poucos, eclodindo num redemoinho de emoções. Ao mesmo tempo que dialoga e se comunica, a todo momento, com nosso subconsciente.

    FRASES CORTANTES

    Contos do adolescente que rouba as calcinhas do varal da vizinha, deliciando seu imaginário libidinoso, a exemplo de o “Cheiro de grama cortada”, ou o contundente “A irmandade de merda” (“Ele me chutou o estômago. Depois o rosto. Eu não conseguia reagir. Apanhando muito, saí de perto do abrigo”), que traça a história de um homem de classe média que começa caminhando pelas ruas da sua cidade e depois se envolve visceralmente com o universo dos moradores de rua, onde se imiscui e obtempera.

    A força dessa trajetória linguística — circunscrita e amadurecida em frases curtas e, em certa dose, cortantes —, transforma “A bicicleta de carga” em um livro de narrativas pujantes, com histórias de forte impacto e beleza. Fato é que, tirando um ou outro conto da primeira parte, a segunda é expressamente mais decisiva para nos convencer que a obra vale a pena pelas horas dedicadas a ela.

    Sem dúvida que a imersão é grande e imediata. Não há como deixar de sentir o poder emocional de “A linguagem roubada” (aliás, muito apropriado para título do próprio livro, que a todo momento trabalha e mexe com as tradições da oralidade e da memória).

    Como o próprio autor nos diz, “não há trégua”. Nem queremos, faz-se desnecessária. A sensação que se tem é outra, muito diferente de quando abrimos as primeiras páginas do livro. Nessa psicologia da escrita, as histórias estão de mistura com as nossas emoções, e estas estão completamente baralhadas de sentimentos e dúvidas no ser e no futuro.

    *Tom Farias é jornalista e escritor


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    zoe.jpg RIO —A série "Alta fidelidade", que será exibida pela plataforma de streaming da Disney, já encontrou sua protagonista. A atriz Zoe Kravitz ("Big litlle lies") vai assumir, numa troca de gênero, o papel desempenhado por John Cusack no filme cult de 2000, baseado no romance de Nick Hornby.

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    Segundo o "Hollywood reporter", a nova versão terá dez episódios e será uma releitura do filme e do livro contada do ponto de vista feminino. A atriz vai interpretar uma fã de música e dona de loja de discos, obcecada com a cultura pop e com listas de "os cinco melhores" (papel que no original era o personagem Rob Gordon).

    Zoe, que também será produtora executiva da atração, é filha do músico e ator Lenny Kravitz e da atriz Lisa Bonet — que viveu a personagem Marie de Salle, ex-namorada de Cusack, na produção original.

    Os criadores Veronic West e Sarah Kucserka serão produtores executivos ao lado de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenber da Midnight Radio.

    Zoe Kravitz atuou recentemente como Bonnie Carlson em "Big Little Lies", da HBO, além das produções "Mad Max" e o filme de ficção científica Kin. Em novembro poderá ser vista no filme "Animais Fantásticos e Onde Habitam 2".

    O serviço de streaming da Disney ainda não tem nome e o lançamento está previsto para o final de 2019. O conteúdo será composto de novas produções originais e de um acervo dos filmes de longa-metragem da Disney e grupos de TV, Pixar Animation, Marvel Entertainment e Lucasfilm.


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    merlin_144265650_9293d8a4-13bf-471e-9332-d13713ed716d-jumbo.jpgRIO — Jimmy Bennett, o jovem ator que acusou a atriz e defensora do #MeToo Asia Argento de agredi-lo sexualmente aos 17 anos, deu sua primeira entrevista pública sobre o assunto no domingo.

    Bennett, de 22 anos, apareceu no programa de televisão italiano "Non è'Arena". O apresentador, Massimo Giletti, questionou a ideia de como um homem poderia ser estuprado por uma mulher. O ator descreveu um encontro de 2013 num quarto de hotel em Marina del Rey, Califórnia, onde ele diz que o ataque teria acontecido.

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    Segundo Bennett, Argento, com 37 anos na época, o convidou para uma conversa que ele acreditava ser sobre um possível trabalho num filme italiano. Eles já haviam atuado juntos em uma produção. A atriz então teria oferecido champanhe e começado a beijá-lo. A princípio, segundo relatou, achou que o estranhamento causado pela situação era resultado de diferenças culturais, até que o beijo inicial se tornou mais longo.

    "Eu senti que não era mais uma coisa amigável", disse Bennett no programa. "É difícil para mim falar sobre isso na frente de estranhos".

    78466608_FILES In this file photo taken on May 19 2018 Italian actress Asia Argento poses as she.jpg

    Bennett disse que Argento o empurrou para a cama, tirou as calças e depois o estuprou. A acusação de Bennett contra a atriz e diretora italiana Asia Argento, e o acordo de US$ 380 mil feito entre os dois, foram revelados pelo "NYT".

    Em um ponto da entrevista, que durou mais de uma hora, Giletti perguntou a Bennett se a relação foi “completa”. Giletti estava perguntando se ele havia ejaculado, mas Bennett, que usou um intérprete, fez inicialmente um gesto de não havia entendido a questão. Quando foi explicado através de seu fone de ouvido, ele respondeu: "Sim".

    Giletti expressou ceticismo de que seja possível um homem ser agredido sexualmente por uma mulher.

    "A violência de uma mulher contra um homem ou um menino é tecnicamente difícil de entender", disse Giletti. “Você entende o que eu quero dizer? Um homem tem que assumir um papel ativo, mesmo que ele tenha sido sujeitado a isso”.

    Bennett disse que tinha ouvido pensamentos semelhantes expressos antes.

    "Os comentários que recebi foram todos como" Por que você não quer fazer sexo com essa pessoa? O que há de errado com você? ", Ele disse. “Mas isso não é realmente assim. Uma mulher pode ser atraente em alguns aspectos e ainda abusar de um homem ”.

    Giletti também questionou Bennett sobre uma foto recentemente publicada de Argento e Bennett, sem camisa, com os braços entrelaçados, em uma cama, tirada após o encontro de 2013. Bennett disse que a foto foi tirada com o celular. Giletti perguntou por que ele não parecia chateado com a foto. A plateia aplaudiu o Sr. Giletti.

    Gordon K. Sattro, advogado de Bennett, que também apareceu no programa, disse: “Se essas pessoas não fossem a Asia e Jimmy, mas Jen e Mike, o público ainda teria aplaudido? Entendendo o que estava acontecendo em seu coração e em sua mente, com base nessa imagem, acho que está errado".

    Após o artigo inicial do "NYT", Argento negou o relato de Bennett, dizendo em um comunicado: "Eu nunca tive qualquer relação sexual com Bennett." Ela afirmou que seu ex-namorado, Anthony Bourdain, chef morto em junho, tinha sido o responsável pelo dinheiro oferecido para o acordo.

    Mais tarde, ela acusou Bennett de ser o agressor e, na segunda-feira, seu advogado, Mark Jay Heller, disse: “Foi Asia quem foi atacada por Jimmy Bennett. Jimmy Bennett foi o perpetrador e a Asia Argento foi a vítima ". Argento foi uma das primeiras atrizes a acusar Weinstein e se tornou uma das principais vozes do # Movimento MeToo.


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    PARIS — A identidade da modelo que posou para a mais escandalosa pintura do século XIX, um dos maiores mistérios da História da Arte, parece ter sido solucionado. Segundo especialistas, o quadro “L’Origine du monde” ("A origem do mundo", em tradução direta), pintado por Gustave Courbet em 1866, mostra a vagina da dançarina parisiense Constance Queniaux.

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    Por décadas, historiadores acreditaram que o torso e a genitália ilustrados na obra pertenciam à modelo irlandesa Joanna Hiffernan, que foi amante de Courbet e também manteve relacionamento com seu amigo James Whistler, um artista americano. Mas a tese sempre levantou dúvidas, por causa dos pelos púbicos negros na pintura, que não correspondiam aos cabelos ruivos de Joanna.

    Agora, cartas trocadas entre os escritores franceses Alexandre Dumas Filho — filho do autor de “Os três mosqueteiros” — e George Sand apontam para a ex-dançarina da Ópera de Paris. No verão de 1866, quando o quadro foi pintado, Constance era amante do diplomata otomano Halil Şerif Pasha — também conhecido como Khalil Bey —, que encomendou a obra a Courbet para sua coleção pessoal de arte erótica.

    A descoberta foi feita pelo historiador francês Claude Schopp, que estava analisando as cartas de Dumas para um livro. Uma passagem específica chamou sua atenção: “Não se pinta a mais delicada e mais sonora entrevista da senhorita Queniault (sic) da Ópera”, dizia o texto. Ao procurar o manuscrito original, Schopp percebeu que houve um erro na transcrição. “Entrevista” era na verdade “interior”.

    — Normalmente eu faço descobertas após trabalhar por anos — afirmou Schopp, que irá publicar o livro sobre a descoberta nesta semana, em entrevista à AFP. — Aqui foi direto. Ma pareceu quase injusto.

    O escritor consultou a diretora do departamento de impressos da Biblioteca Nacional da França, Sylvie Aubenas, que também ficou convencida que Constance era a modelo.

    — Este testemunho da época me faz acreditar com 99% de certeza que a modelo de Courbet era Constance Queniaux — avaliou Sylvie.

    Na época, Constance tinha 34 anos e, aposentada da Ópera, disputava a atenção de Halil Pasha com a famosa cortesã Marie-Anne Detourbay. Também conhecida como Jeanne de Tourbey, Marie-Anne era proprietária de um salão, que se tornaria a Condessa de Loyne. Por sua presença na sociedade francesa, também foi apontada como possível modelo para Courbet.

    Na opinião de Sylvie, as cartas de Dumas revelam que a identidade da modelo de Courbet era conhecida na época, mas foi perdida ao longo do tempo, já que Constance se tornou uma senhora altamente respeitada conhecida pela filantropia.

    Uma outra descoberta de Schopp reforça a teoria. Quando Constance morreu, em 1908, ela deixou em seu testamento um quadro de Courbet com camélias, sendo que no centro há uma flor vermelha. Na época, essas flores eram associadas às cortesãs, por causa do romance “A dança das camélias”, escrito por Dumas e adaptado na ópera “La Traviata”, de Verdi.


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    RIO - Vencedor do Oscar de melhor roteiro original em 2001, o filme "Quase famosos" está sendo adaptado pelo diretor (e autor do roteiro) Cameron Crowe para um musical provavelmente destinado à Broadway, anunciou esta terça-feira a revista "Rolling Stone".

    Estrelado por Kate Hudson, Frances McDormand, Philip Seymour Hoffman e Billy Crudup, o filme foi baseado na experiência de Crowe escrevendo para a "Rolling Stone" quando era adolescente nos anos 1970.

    O diretor veio desenvolvendo o musical nos últimos dois anos e soltou recentemente no Twitter, como primeiro teaser, um vídeo do compositor Tom Kitt (que está escrevendo com ele as canções do musical) tocando piano. Jeremy Herrin dirigirá a adaptação teatral de "Quase famosos", que ainda não tem data, nem local de estreia.

    "Nem parece trabalho", disse Cameron Crowe à "Rolling Stone". "Parece uma nova aventura, uma progressão natural, mas ainda fiel à pergunta que começou tudo: 'O que você ama na música?' Não posso esperar para trazer para você nos próximos meses." Quase Famosos - Trailer

    Lançado em 2000, "Quase famosos" conta a história de William Miller (Patrick Fugit), um adolescente de 15 anos que consegue ser contratado pela "Rolling Stone" para escrever o perfil de uma banda de rock em ascensão, o Stillwater. Ao embarcar numa turnê do grupo, cheia de sexo, drogas e rock, ele conhece aquela que vai fazer a sua introdução nas dores e delícias da vida adulta: Penny Lane (Kate Husdon), groupie que orbita o Stillwater e outras bandas famosas.


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    RIO - O Rock In Rio 2019 já tem data para acontecer. Nesta terça-feira, a produção do festival divulgou o calendário de shows na Cidade do Rock: as apresentações acontecerão entre 27 e 29 de setembro e 3 e 6 de outubro.

    A organização do evento também revelou quando o Rock in Rio Card começa a ser vendido: o ingresso poderá ser comprado a partir de 12 de novembro de 2018, às 19h. Nesta modalidade de compra, os fãs adquirem seus ingressos antes do anúncio das bandas e atrações. A venda será realizada pelo site Ingresso.com.

    Pela segunda vez, o Rock In Rio será realizado no Parque Olímpico, na zona oeste do Rio de Janeiro.


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    laurie anderson3.jpgSÃO PAULO - A artista multimídia Laurie Anderson, viúva de Lou Reed, assina o pôster da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que acontece na capital paulista de 18 a 31 de outubro. A imagem mostra parte da instalação em realidade virtual "Chalkroom", assinada por Laurie e pelo artista taiuanês Hsin-Chien Huang, que também será apresentada durante o evento.

    LEIA MAIS: Laurie Anderson expõe vida de sua cadela em documentário

    poster42MostraRGB.jpgA obra vai inaugurar o Cinesesc Anexo, ao lado de uma das tradicionais salas que faz parte do circuito da Mostra. A instalação, que tem cenografia de de Daniela Thomas e Felipe Tassara, consiste de uma estrutura em que palavras e desenhos feitos com giz parecem flutuar nas paredes. "É uma maneira de você poder andar dentro de livros e filmes e deixar eles serem parte de sua própria história", diz a autora em depoimento à organização do evento.

    A seleção da 42º Mostra ainda está sendo fechada, mas alguns títulos foram divulgados recentemente. Como os vencedores dos festivais de Berlim e Cannes, "Assunto de família", de Hirokazu Kore-Eda, e "Touch me not", da romena Adina Pintilie -- respectivamente. Também estão na lista "Infiltrado na Kan", de Spike Lee; "A casa que Jack construiu', de Lars von Trier, e "3 faces", do iraniano Jafar Panahi.

    Além disso, a edição deste ano da Mostra vai comemorar os 20 anos de "Central do Brasil", com uma exibição da cópia restaurada do filme de Walter Salles. A exibiçção está marcada para o dia 30 de outubro, com presença do diretor e de parte do elenco. Outro clássico do cinema brasileiro que ganhará cópia restaurada é "Pixote, a lei do mais fraco", de Hector Babenco, cuja obra completa está sendo recuparada.


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    RIO - A gravadora Universal Music anunciou para o dia 16 de novembro o lançamento de "Voodoo Lounge Uncut", DVD e álbum ao vivo dos Rolling Stones, baseado em um especial de TV de 1995 que registrou o show do grupo, da turnê "Voodoo Lounge", no dia 25 de novembro de 1994 no Joe Robbie Stadium em Miami, Flórida. A noite contou com participações especiais de Sheryl Crow, Bo Diddley e Robert Cray.

    "Voodoo Lounge" foi a mesma turnê com a qual os Stones se apresentaram pela primeira vez no Brasil, em 1995: nos dias 27, 28 e 30 de janeiro (em São Paulo, no estádio do Pacaembu) e 2 e 4 de fevereiro (no Rio, no Maracanã).

    Juntamente com o filme do show de Miami, o "Voodoo Lounge Uncut" contará com imagens nunca antes vistas de um concerto anterior, no Giants Stadium, em Nova Jersey. O material bônus inclui cinco músicas: "Shattered", "Out of tears", "All down the line", "I can’t get next to you" e "Happy", que os stones não tocaram durante o show em Miami. The Rolling Stones - Voodoo Lounge Uncut (Trailer)

    "Voodoo Lounge Uncut", que foi restaurado a partir das gravações originais e inclui áudio recém remixado e remasterizado, recupera pela primeira vez as dez faixas eliminadas do lançamento original do vídeo dos anos 1990. O lançamento será feito nas versões de DVD, Blu-ray, DVD + 2 CDs, Blu-ray + 2 CDs, LP triplo (com direito a edição para colecionadores em vinil vermelho), vídeo digital, áudio digital e HD digital.

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    Futurista, a turnê "Voodoo Lounge" começou em agosto de 1994, baseada no álbum de mesmo nome, e teve 134 shows em seis continentes. Ela foi vista por 6,5 milhões de pessoas, tornando-se na época, a maior bilheteria de uma turnê em todos os tempos. "Voodoo Lounge" foi o primeiro disco e turnê que não contaram com a participação do baixista Bill Wyman, que havia acabado de deixar a banda.

    Repertório do DVD/Blu-ray:

    Whoopi Goldberg Intro

    Not Fade Away

    Tumbling Dice

    You Got Me Rocking

    Rocks Off

    Sparks Will Fly

    Live With Me

    (I Can’t Get No) Satisfaction

    Beast Of Burden

    Angie

    Dead Flowers

    Sweet Virginia

    Doo Doo Doo Doo Doo (Heartbreaker)

    It’s All Over Now

    Stop Breakin’ Down Blues

    Who Do You Love?

    I Go Wild

    Miss You

    Honky Tonk Women

    Before They Make Me Run

    The Worst

    Sympathy For The Devil

    Monkey Man

    Street Fighting Man

    Start Me Up

    It’s Only Rock’n’Roll (But I Like It)

    Brown Sugar

    Jumpin’ Jack Flash

    Bônus de New Jersey:

    Shattered

    Out Of Tears

    All Down The Line

    I Can’t Get Next To You

    Happy

    Repertório dos CDs/LPs:

    Whoopi Goldberg Intro

    Not Fade Away

    Tumbling Dice

    You Got Me Rocking

    Rocks Off

    Sparks Will Fly

    Live With Me

    (I Can’t Get No) Satisfaction

    Beast Of Burden

    Angie

    Dead Flowers

    Sweet Virginia

    Doo Doo Doo Doo Doo (Heartbreaker)

    It’s All Over Now

    Stop Breakin’ Down Blues

    Who Do You Love?

    I Go Wild

    Miss You

    Honky Tonk Women

    Before They Make Me Run

    The Worst

    Sympathy For The Devil

    Monkey Man

    Street Fighting Man

    Start Me Up

    It’s Only Rock’n’Roll (But I Like It)

    Brown Sugar

    Jumpin’ Jack Flash


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    2008111008263.jpgRIO — O Ponto Cine, em Guadalupe, já tem data de reabertura. Será em 9 de outubro, com uma sessão do curta "Outono", de Anna Azevedo, às 19h. A programação normal tem início no dia 11, com a estreia do longa "Tudo por um popstar", de Bruno Garotti.

    O cinema, que exibia há 12 anos apenas títulos brasileiros, fechou as portas em fevereiro por causa da crise econômica e a violência que afeta o bairro da Zona Norte. A notícia pegou de surpresa os cinéfilos cariocas e causou comoção no meio audiovisual.

    A reinauguração foi possível graças a novos patrocínios e apoios, como a liberação de recursos vindos da Lei do ISS e um investimento federal de R$ 500 mil, anunciado em julho pelo Ministério da Cultura e o Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). O aporte vai viabilizar um curso de capacitação técnica em audiovisual para jovens de periferia.

    Segundo o Ponto Cine, os acordos serão detalhados na cerimônia de reinauguração, "em completa transparência administrativa e financeira."

    O espaço vai contar com três novidades: uma nova tela projeção; acessibilidade arquitetônica, com piso tátil e placa informativa em braile, por exemplo; e um painel de LED na fachada do Guadalupe Shopping, onde fica o cinema.

    Há ainda a intenção de abrir uma filial do Ponto Cine em Niterói, mas o projeto ainda está em fase de desenvolvimento.


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    RIO — Em voo celestial sobre o palco, Pabllo Vittar vai aterrissar com asas de anjo no Prêmio Multishow 2018, onde apresentará com 40 bailarinos as músicas “Indestrutível” e “Problema seu”, e fará manifesto sobre gênero e sexualidade. A cerimônia começa às 22h30m desta terça-feira (25), na Jeneusse Arena (Barra da Tijuca), com transmissão ao vivo pelo canal Multishow, celebrando os 25 anos do prêmio.

    LEIA TAMBÉM: Rock in Rio anuncia datas da edição 2019 do festival

    Além da TV, há uma força-tarefa para a transmissão ao vivo em multiplataformas, como no site, YouTube, Facebook e app Multishow Play. Com o triplo do tamanho em comparação com a edição passada, o tapete vermelho terá sua movimentação exibida a partir das 21h30m, com shows do anfitrião Buchecha, do grupo Rouge, além da participação do elenco de funk da produtora KondZilla, dona do maior canal do YouTube no Brasil com 40 milhões de inscritos.

    78147362_SC Show de Os Tribalistas com Arnaldo Antunes Marisa Monte e Carlinhos Brown.jpgA intenção é transformar todo o cenário num túnel do tempo, para fazer o público viajar, com uma estrutura de led, no tapete e no palco. De acordo com o diretor dos canais Multishow, BIS e OFF, Guilherme Zattar, a ideia é “transportar o público ao longo dos 25 anos do prêmio e relembrar sucessos que marcaram gerações na voz de artistas consagrados”. Estão programados shows dos Tribalistas, com seus clássicos “Já sei namorar” e “Velha infância”, além de uma superbanda de pop-rock formada por Dinho Ouro Preto, Paulo Miklos, Samuel Rosa, João Barone, Digão, Liminha, Marcelo Lobato e PJ.

    Também se apresentam Anitta, Luan Santana, Iza, BaianaSystem, Ferrugem, Kevinho, Zezé di Camargo e Luciano ao lado de Daniel e, para encerrar a noite, Ivete Sangalo — maior vencedora da premiação, com 17 troféus. Ela e Carlinhos Brown saem do “The Voice Brasil” direto para o prêmio. O percurso da dupla terá flashes ao vivo durante a cobertura do evento.

    71809423.jpgOs espectadores podem acompanhar o evento por canais diferentes, ao todo serão mais de dez telas com conteúdo exclusivo. No YouTube, a partir das 20h30m, os interessados podem assistir ao “Humor Multishow”, com os comentários da Blogueirinha e da dupla Diva Depressão; ao “Depois das Onze”, estrelado por Gabie Fernandes e Thalita Meneghim; e ao canal “KondZilla”, comandado por Titi Müller. Pouco depois, às 21h15m, o “Multishow Música” começa a exibir com apresentação do grupo integrado por Kéfera, Luísa Sonza, Gabie e Thalita, Lucas Rangel e Jefferson Schroeder, além de Gominho.

    LIVE NOS CAMARINS

    No Facebook, Fernanda Souza invade os camarins às 21h com live simultâneo na página oficial do Multishow e na fanpage dela. O Twitter transmite ao vivo, às 22h30m, as reações dos candidatos a “Melhor Clipe TVZ” em cinco câmeras exclusivas. Já o Instagram faz a cobertura por stories e posts, já com preparativos e ensaios dos artistas. Por meio do site do Multishow, TV ou aplicativo Multishow Play, o espectador pode acompanhar os resultados da votação a partir das 21h30m.

    Ao todo, são 17 categorias, incluindo melhor cantor, cantora, música, música chiclete e, pela primeira vez, melhor dupla. Tudo escolhido pelo voto popular no site do Multishow. Já o “Melhor clipe TVZ” é decidido no Twitter, com o maior número de hashtags do artista publicadas. A tríade Artista revelação, Canção do ano e Melhor disco é eleita ao vivo pelo superjúri, formado por especialistas em música, em debate transmitido pelo Canal BIS, a partir das 22h30m.

    VEJA TODOS OS INDICADOS ABAIXO

    DA VOTAÇÃO POPULAR:

    Melhor grupo

    Harmonia do Samba

    Imaginasamba

    Rouge

    Sorriso Maroto

    Turma do Pagode

    Melhor cantor

    Gusttavo Lima

    Kevinho

    Leo Santana

    Luan Santana

    Wesley Safadão

    Melhor cantora

    Anitta

    Ivete Sangalo

    Joelma

    Marília Mendonça

    Naiara Azevedo


    Melhor show

    Anitta

    Bruno & Marrone

    Luan Santana

    Marília Mendonça

    Simone & Simaria

    Melhor dupla

    Henrique & Juliano

    Jorge & Mateus

    Maiara & Maraisa

    Matheus & Kauan

    Simone & Simaria

    Fiat Argo Experimente

    Atitude 67

    Gloria Groove

    Hungria Hip Hop

    Jonas Esticado

    MC Loma e as Gêmeas Lacração

    Melhor música

    2050 – Luan Santana

    (Autores: Bruno Caliman, Rafael Torres)

    Ausência – Marília Mendonça

    (Autores: Juliano Tchula, Felipe De Paula, Hugo Henrique)

    Cheguei Pra Te Amar – Ivete Sangalo part. MC Livinho

    (Autores: Ivete Sangalo, Ramon Cruz)

    Pesadão – IZA part. Marcelo Falcão

    (Autores: Pablo Bispo, IZA, Marcelo Falcão, Sérgio Santos e Ruxell)

    Regime Fechado – Simone & Simaria

    (Autores: Natanael Silva, Vinicius, Jenner Melo, Juan Marcus, Samuel Alves, Thiago Alves)

    Música chiclete

    Contatinho – Nego do Borel part. Luan Santana

    (Autores: Romeu R3, Umberto Tavares, Jefferson Junior)

    Check-In – Luan Santana

    (Autores: Luan Santana, Douglas Cezar)

    Vai, Malandra – Anitta

    (Autores: Anitta, Maejor, Mc Zaac, Brandon Green, Laudz, Ze Gonzales, Yuri Martins)

    Dona Maria - Thiago Brava part. Jorge

    (Autores: Thiago Aloisio Lima Quintana, Lucas Lima, Thiago Brava)

    Rabiola – Kevinho

    (Autores: Kevinho, Breder, Wallace Vianna, Andre Vieira)

    Melhor cover na web

    Ariel Mançanares - Cover: “Não esqueço” (Niara part. Pabllo Vittar)

    Carol & Vitoria - Cover: “MC Lençol e DJ Travesseiro” (Luan Santana)

    Day - Cover: “Ao Vivo e a Cores” (Matheus & Kauan)

    Gabi Luthai - Cover: “O Sol” (Vitor Kley)

    Thayná Bitencourt - Cover: “Amor Falso” (Wesley Safadão)

    Melhor clipe TVZ (votações somente na véspera da premiação)

    Vai, Malandra - Anitta, Mc Zaac, Maejor ft. Tropkillaz & DJ Yuri Martins

    Diretor: Terry Richardson

    Ta Tum Tum – Kevinho e Simone & Simaria

    Diretor: Gabriel Zerra (KondZilla)

    Romance com Safadeza - Wesley Safadão part. Anitta

    Diretor: Mess Santos

    Indestrutível – Pabllo Vittar

    Diretor: Bruno Ilogti

    Din Din Din – Ludmilla part. MC Pupio e MC Doguinha

    Diretor: Thiago Calviño

    INDICADOS DO SUPERJÚRI:

    Canção do ano

    "Te Amo Disgraça" - Baco Exu do Blues

    Autor: Baco Exu do Blues

    "Banho" - Elza Soares

    Autor: Tulipa Ruiz

    "Exú Nas Escolas"- Elza Soares Part. Edgar

    Autores: Kiko Dinucci e Edgar

    "Todo Homem" - Zeca Veloso, Caetano Veloso, Moreno Veloso ft. Tom Veloso

    Autor: Zeca Veloso

    Melhor disco

    "Taurina" - Anelis Assumpção

    "Deus É Mulher" - Elza Soares

    "Recomeçar" - Tim Bernardes

    Revelação:

    Baco Exu do Blues

    Edgar

    Luedji Luna

    Maria Beraldo




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    RIO — Editora da revista “Quatro Cinco Um”, Fernanda Diamant será a curadora da 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Confirmada nesta terça, ela já anunciou: a próxima edição vai apostar mais em livros de não ficção. O mais prestigiado evento literário do país está marcado para ocorrer de 10 a 14 de julho de 2019. Ainda não foi definido quem será o homenageado.

    Há assuntos que tem controvérsia, e que não são ligados a posições políticas óbvias. Buscar essa diversidade de opiniões é uma meta

    MAIS FLIP: Distinção entre programação oficial e paralela perde força em2018

    Público de várias ‘quebradas’ garantiu diversidade nas ruas

    Formada em Filosofia pela USP, Fernanda já atuou como jornalista e editora de livros na Publifolha e na editora 34. E defende a busca por autores de não ficção para oferecer mesas com pontos de vista mais variados.

    — Essa produção é boa para incentivar o debate. Vou procurar temas ligados a História, ciências, jornalismo, antropologia, urbanismo e até maternidade. Muitos autores nesses gêneros chegam a uma qualidade, com uma capacidade de comunicar, que alcança a arte da literatura. E muitas vezes até se aproximam da ficção — diz.

    Outra mudança que Fernanda pretende é em relação aos formatos das mesas. Segundo a curadora, mesas mais curtas, ou com duração intermediária, serão complementos às tradicionais — que duram 1h10min, em média.

    O número de autores e mediadores por mesa também pode mudar. E novas combinações de linguagens estão previstas. Uma inspiração é a mesa deste ano com a russa Liudmila Petruchévskaia, que, além de falar, cantou.

    Os livros mais vendidos da Flip 2018

    Os temas políticos prometem estar em voga.

    — Tudo é político, obviamente, mas há assuntos que têm controvérsia, e que não são ligados a posições políticas óbvias. A diversidade é uma meta — afirma.

    HERANÇA DA DIVERSIDADE RACIAL SERÁ MANTIDA

    Fernanda sucede à jornalista baiana Josélia Aguiar, cuja curadoria ficou marcada principalmente pelo aumento da diversidade racial e de gênero entre os autores convidados e entre o público. Um legado que a nova curadora promete manter.

    — Eu acho que essa mudança tinha que acontecer e é algo que não tem volta. A sobrevivência da Flip como evento relevante no Brasil dependia disso.

    O autor homenageado será revelado até o fim do ano. Por ora, a curadora se limitou a dizer que as opções "cobrem um amplo espectro" da produção literária. Em relação à queda de verba que o evento vem sofrendo nos últimos anos, Fernanda disse que ainda não sabe avaliar o assunto.

    O arquiteto Mauro Munhoz segue como o responsável pela direção geral e artística do programa principal do evento. Em nota, ele afirmou que a curadoria de Fernanda "estabelecerá uma relação com as conquistas da Flip nos últimos anos e as novas demandas que estão surgindo no atual cenário político e cultural do Brasil e do mundo".


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    O comediante americano Bill Cosby, de 81 anos, foi condenado ontem a uma pena de três a dez anos de cadeia por agressões sexuais. E teve negado pelo juiz Steven O’Neill, de Norristown, na Pensilvânia, seu pedido para pagar fiança e seguir em liberdade. Levado para o presídio, ele se torna o primeiro condenação de peso da era do #MeToo.

    LEIA MAIS: Manifestante detida ao tentar se aproximar de Cosby em julgamento

    Acusado por 60 mulheres, Cosby ironiza movimento contra assédio sexual

    Academia do Oscar expulsa Bill Cosby e Roman Polanski

    Bill Cosby admite ter usado drogas para molestar mulheres

    O advogado de defesa do artista entrou, sem sucesso, com um pedido de prisão domiciliar, alegando a idade avançada de Cosby e o fato de ele estar quase cego.

    O criador de uma das mais importantes sitcoms dos anos 1980 e 1990, “The Cosby show”, foi acusado por 60 mulheres de ter cometido diferentes formas de abuso sexual, incluindo estupro. Em abril, ele foi condenado por drogar e abusar sexualmente da ex-jogadora de basquete universitário Andrea Constand, em 2004, em sua mansão nos arredores da Filadélfia. O júri considerou Cosby culpado por três acusações de abuso sexual: penetração com falta de consentimento, quando a vítima estava inconsciente, e após administrar substância tóxica.

    79041785_Actor and comedian Bill Cosby is seen in this booking photo released by Montgomery County C.jpgAndrea Constand apresentou no tribunal um depoimento forte, em que afirmou ter sido destruída pelo ator: “Para realmente compreender o impacto que a agressão sexual teve na minha vida, você tem que entender quem eu era antes de tudo acontecer. Na época do abuso, tinha 30 anos e era atlética e confiante. Quando me formei no ensino médio em Toronto, era uma das três melhores jogadores de basquete feminino do ensino médio no Canadá”, disse.

    A ex-atleta seguiu: “Nada poderia ter me preparado para uma noite de janeiro de 2004, quando a vida como eu conhecia foi interrompida abruptamente. O homem que era meu mentor e amigo me drogou e abusou sexualmente de mim. Durante o abuso, fiquei paralisada e completamente indefesa. Não conseguia mexer meus braços ou pernas. Não consegui sequer falar, e perdi a consciência”, disse. “Após o abuso, a dor foi imensa, e a vergonha, esmagadora. E me senti completamente sozinha, incapaz de confiar em alguém, inclusive em mim mesma.”

    CULTURA DO ABUSO

    Um dos piores aspectos da vida após o abuso, disse Andrea, foi continuar a ter contato com Cosby, já que o ator era conselheiro do time onde ela jogava. “O som de sua voz parecia uma faca passando por minhas entranhas. A visão do homem que me drogou e me agrediu sexualmente entrando no escritório do time me encheu de pavor. Mantive minha cabeça baixa, contando os dias até que pudesse voltar de vez para o Canadá. Acreditei que as coisas voltariam ao normal após minha partida”.

    No momento em que os EUA estão finalmente encarando de frente a realidade de uma cultura de abuso sexual comandada por homens poderosos, dezenas de mulheres que afirmaram ter sido drogadas e agredidas por Cosby ocuparam a sala de audiência da Corte na Pensilvânia. “Vê-lo algemado é pensar que sim, nós, as vítimas, merecemos Justiça”, disse Lili Bernard, uma atriz que denunciou Cosby no início dos anos 1990.

    Cosby, que nega ter cometido qualquer crime, estava livre até ontem, depois de pagar uma fiança de US$ 1 milhão. Ele estava confinado em sua mansão, na periferia de Filadélfia, e tinha que usar um dispositivo de monitoramento por GPS.

    Brian Jacobs, ex-promotor federal que estuda o caso, disse que o número de acusadoras foi um fator importante para a definição da pena. Um dos propósitos da condenação, em um caso dessa dimensão, ele frisa, pode ser justamente o de enviar uma mensagem clara à sociedade. “O juiz tinha de estar consciente do fato de que esta foi uma das primeiras sentenças da era #MeToo”, disse Jacobs.


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    RIO — Os contos reunidos no novo livro de Miguel Sanches Neto, “A bicicleta de carga”, trazem tanto a sutileza de detalhes quanto o formato da concisão, referências que marcam a obra do escritor paranaense desde o premiado “Hóspede secreto”.

    A característica de sua prosa, tanto no romance como nos contos, é certa faceta memorialística, que embaralha a história de vida, da sua família ou de seu lugar de origem, com um estilo de narrativa que cada vez o projeta mais no universo literário brasileiro, por todos os méritos, como o autor contemporâneo dos mais festejados do país.

    É impressionante que ao ler os contos de “A bicicleta de carga”, um a um, nos deparamos com um escritor que, ao longo de sua carreira, se depura pela beleza da forma, pela singeleza e correção das frases e orações, muito próximo dos hábeis lapidadores de estilos.

    É o que encontramos nesse livro, onde histórias se alternam, saem do submundo da alma humana, indo ao mais fundo da introspecção, da abstração, do confessionalíssimo insinuante perfume da linguagem.

    CRIADOR SILENCIOSO

    A bicicleta de carga.jpgTudo que a literatura gosta e aprova, ainda mais quando as histórias trescalam das mãos talentosas de um autor, como é o caso desse estilista paranaense, que vem fazendo a diferença com um universo de narrativas que choca e deslumbra, que faz chorar e rir, ficar pensativo, mas que ao mesmo tempo refresca e embala a afoiteza nos meandros da leitura.

    Quem já conhece a sua extensa obra literária, sobretudo o excelente “Máquina de madeira”, ou mesmo seu olhar certeiro para a crítica ou a ensaística, vai conseguir entender um pouco mais da evolução do seu processo criativo.

    Miguel Sanches Neto é um criador silencioso, metódico, bem articulado com a ferramentaria da escrituração fabular. Seu já clássico “Chove sobre minha infância” (2000) — um romance memorialístico? — foi o que, certamente, lhe mostrou o caminho, lhe deu a tônica factual que desembestou a sua máquina da escrita afetiva.

    O autor parece que narra para interagir, antes, com a linguagem, depois com o leitor. É bem significativo em “A bicicleta de carga” como a história de um personagem tem processo comunicativo direto com a “estória” de outro.

    Traz um encadeamento, que vai, aos poucos, eclodindo num redemoinho de emoções. Ao mesmo tempo que dialoga e se comunica, a todo momento, com nosso subconsciente.

    FRASES CORTANTES

    Contos do adolescente que rouba as calcinhas do varal da vizinha, deliciando seu imaginário libidinoso, a exemplo de o “Cheiro de grama cortada”, ou o contundente “A irmandade de merda” (“Ele me chutou o estômago. Depois o rosto. Eu não conseguia reagir. Apanhando muito, saí de perto do abrigo”), que traça a história de um homem de classe média que começa caminhando pelas ruas da sua cidade e depois se envolve visceralmente com o universo dos moradores de rua, onde se imiscui e obtempera.

    A força dessa trajetória linguística — circunscrita e amadurecida em frases curtas e, em certa dose, cortantes —, transforma “A bicicleta de carga” em um livro de narrativas pujantes, com histórias de forte impacto e beleza. Fato é que, tirando um ou outro conto da primeira parte, a segunda é expressamente mais decisiva para nos convencer que a obra vale a pena pelas horas dedicadas a ela.

    Sem dúvida que a imersão é grande e imediata. Não há como deixar de sentir o poder emocional de “A linguagem roubada” (aliás, muito apropriado para título do próprio livro, que a todo momento trabalha e mexe com as tradições da oralidade e da memória).

    Como o próprio autor nos diz, “não há trégua”. Nem queremos, faz-se desnecessária. A sensação que se tem é outra, muito diferente de quando abrimos as primeiras páginas do livro. Nessa psicologia da escrita, as histórias estão de mistura com as nossas emoções, e estas estão completamente baralhadas de sentimentos e dúvidas no ser e no futuro.

    *Tom Farias é jornalista e escritor


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