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    RIO — Os fãs de "Game of thrones" já podem dar uma primeira espiada no que está porvir na oitava temporada da série da HBO.

    LEIA TAMBÉM: HBO encomenda piloto de possível prelúdio a 'Game of thrones'

    INFOGRÁFICO: As principais mortes de 'Game of thrones'

    O canal divulgou um trecho bem curto da nova etapa do programa, ao lado de trechos de atrações como "True detective", que terá o ator Mahershala Ali como protagonista, e "Big little lies", que contará com participação de Meryl Streep.

    Teaser GOT 8

    No entanto o grande sucesso "Game of throne", que chega a sua temporada final, provocou o maior frenesi. No trecho divulgado, Jon Snow (Kit Harington) aparece abraçando sua irmã, Sansa Stark (Sophie Turner) de volta onde tudo começou em Winterfell.

    LEIA MAIS: 'Game of thrones' terá batalha que levou 55 dias para ser filmada

    Leitura dos últimos roteiros termina com choradeira e 15 minutos de aplausos

    A atração está programada para estrear em 2019. A HBO já está preparando os spin-offs para o que tem sido seu programa de TV de maior sucesso de todos os tempos. 'Game of thrones': Cinco perguntas sobre Jon Snow


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    RIO — Em depoimento à Justiça revelado ao público na segunda-feira, Katy Perry negou ter sido estuprada pelo produtor Dr. Luke, segundo publicou a "Variety". A acusação surgiu em um processo de difamação que o produtor move contra Kesha. Ele alega que a cantora espalhou o boato em uma troca de mensagens com Lady Gaga, em 2016.

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    Kesha retorna em 'Rainbow', primeiro álbum após a briga judicial com o produtor Dr. Luke

    De acordo com o depoimento publicado pela "Variety", Perry negou repetidas vezes a alegação de que havia sido abusada pelo produtor. No principal trecho do depoimento, o promotor pergunta se Dr. Luke a agrediu sexualmente: "Absolutamente não", responde Katy. Ela nega ainda que tenha tido qualquer relação sexual com o produtor.

    70547131_Pop star Kesha leaves Supreme court in New York Friday Feb 19 2016 Kesha is fighting to.jpg

    A batalha judicial entre Kesha e Luke começou em 2014, quando a cantora o processou, afirmando que foi drogada e estuprada por ele. Ela também diz que foi vítima de abuso emocional. O produtor nega todas as acusações.

    Dr. Luke e Perry trabalharam em muitas músicas juntos, incluindo seus sucessos “I Kissed a Girl”, “Teenage Dream” e “Roar”.

    Kesha-Lawsuit-GO11TA5GD.1.jpg

    Os advogados do produtor divulgaram uma declaração acusando a equipe de Kesha de apresentar uma "denúncia falsa" e criar uma campanha de imprensa destinada a arruinar a sua carreira..

    Um dos documentos revelados inclui trocas de e-mails onde alguém da equipe de Kesha escreve que seu objetivo era "incitar uma enxurrada de atenção negativa da mídia e pressão pública com base nos horríveis abusos pessoais apresentados no processo".

    Entenda o caso Kesha x Dr. Luke


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    RIO — No mês passado, o encenador suíço Milo Rau arrebatou a plateia e a mídia especializada no 72º Festival de Avignon, com o seu mais recente espetáculo: “La reprise — Histoire du théâtre 1”. Para o “New York Times” e o “Le Figaro”, a obra “dominou os debates” e foi o “maior momento do festival”. Impressão confirmada pelo “The Guardian” — “‘La reprise’ é “extraordinariamente madura, envolvente e convincente” — e pelo “Libération”: “Essa emocionante tragédia é uma demonstração magistral do que o teatro pode alcançar”.

    Inédito no Brasil, Milo deverá ser uma das principais atrações da próxima Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MITsp), que acontece em março de 2019 em São Paulo, onde pretende apresentar “La reprise” e outras duas montagens.

    LEIA MAIS: MITsp 2018 explora nos palcos feridas mal cicatrizadas

    Na última década, Milo Rau se tornou um dos mais importantes nomes do teatro mundial. À frente de uma central de criação multimídia, o International Institute of Political Murder, ele tem criado peças, performances, filmes, instalações, além de trabalhos cujos formatos de relação com o público vêm dos campos da política, da Justiça e da mídia, como congressos, tribunais, debates e programas de TV e de rádio.

    Vencedor dos principais prêmios teatrais da Suíça e da Alemanha, Milo — um ex-ativista e sociólogo, pupilo de Tzvetan Todorov e Pierre Bourdieu — tem se destacado pelo modo como combina engajamento político e uma pesquisa de linguagem multimídia, que borra as fronteiras entre o teatro, o cinema e o documentário. Suas obras investigam, sobretudo, a relação entre política e violência, e são construídas a partir de histórias reais, sejam conflitos históricos e geopolíticos, ou casos recentes de crimes. A peça abre discussões sobre ética e representação. Sobre o porquê de mostrar uma cena de tortura de 20 minutos

    “La reprise” investiga, num primeiro momento, a relação pessoal dos atores da peça com o fazer teatral. Diante de câmeras, eles contam suas histórias como se participassem de uma audição para uma peça que tem como objetivo recriar um caso de assassinato ocorrido em Liège, na Bélgica, em que um jovem homossexual foi torturado e morto por um grupo de garotos.

    Aos poucos, a recriação do tal crime se torna, também, uma investigação sobre as bases do teatro de Milo Rau: o estudo dos limites e das possibilidades da representação da violência e de eventos traumáticos em cena, a busca pelo trágico da condição humana e a celebração do poder do teatro.

    “La reprise” é a primeira etapa de uma série teatral de dez capítulos idealizada por Milo, “A história do teatro”, que busca revelar o modo como diferentes diretores se relacionam com o fazer teatral.Milo Rau 2.jpg

    O que o levou a criar esta série, “A história do teatro”?

    Pensei em criar uma série de obras que observassem certos crimes, na tentativa de definir o que é a representação. Tenho trabalhado com atores e não atores para representar histórias reais: crimes brutais ou realidades históricas. Esse novo projeto surge de uma peça anterior, “Five easy pieces” (nela, um elenco infantil investiga a história de um serial killer de crianças). Ali eu me perguntava como aquela história poderia ser representada, reconstruída. “La reprise” é um irmão mais velho de “Five easy...”, mas em vez de ter apenas o meu olhar sobre o teatro, convidei diretores para criarem dez capítulos. Não tem a ver com um livro de história do teatro. As peças investigarão as práticas desses artistas, suas relações com o teatro. Cada um escreverá a sua “história do teatro”. Serão diretores muito diferentes entre si porque a ideia é evidenciar a diversidade do que é o teatro hoje. O próximo capítulo será do Faustin Linyekula (dançarino e coreógrafo congolês).

    Dentro do projeto, com que intenções “La reprise” foi criada?

    Após “Five easy pieces” eu queria seguir investigando a violência, nas relações humanas, nas relações de poder que ocorrem num palco, entre crianças e adultos (“Five easy...”), ou entre atores no caso de “La reprise”. A nova peça começa com uma espécie de seleção de elenco para se recriar o caso desse jovem que foi torturado e morto. Então esse trabalho começa com essa busca de como poderia representar, literalmente, a tortura, as falas dessas pessoas etc. Diferentemente de fazer isso num filme ou numa performance, em que uma cena é feita apenas uma vez, no teatro é preciso encontrar uma técnica para que seja possível realizar isso a cada noite. Nesse sentido, a peça é também sobre a busca pela técnica de como representar tais questões no palco. É bastante brechtiana em certo sentido, sobretudo na primeira parte, em que vemos a seleção do elenco e a explicação dos truques que os performers terão de aprender para fazer a cena da tortura, então depois você vê a cena em si, com os atores já emocionados e chocados com a cena. Então a peça é sobre o aparato utilizado para se criar a ilusão e as emoções, sobre como interpretar emoções e como representar um crime real em cena. É importante levar a peça a diferentes lugares pois ela abre discussões sobre ética e representação. Sobre o porquê de apresentar uma cena de tortura de 20 minutos, o porquê de se mostrar alguém fazendo xixi sobre outra pessoa num palco.Vídeo de La reprise

    E por que, na sua opinião, é importante apresentar tais cenas, recriar o atroz no palco?

    Sinto que estamos perdendo certas capacidades: de se concentrar, ou de contemplar, o que me faz pensar em qual é o papel ou a finalidade do teatro, ou dos espectadores. Um pouco disso está nessa peça, que é, sobretudo, sobre o poder do teatro, de se acreditar em algo que se vê. Acho que o teatro tem a ver com contemplação e concentração em relação a uma série de coisas que nós ignoramos na nossa sociedade, coisas que acontecem, às vezes, afastadas dos grandes centros, como esquartejamentos e outros crimes terríveis, ou a própria morte em si, que tendemos a ignorar, mas são coisas que sempre estiveram dentro das sociedades ou nas bordas das sociedades, hoje ou no tempo de Shakespeare. Então acho que no teatro você pode trazê-las de volta e olhá-las novamente. Olhar concentradamente para todas essas coisas que são ignoradas na nossa vida diária.

    O que o fez eleger um crime homofóbico como ponto de partida da obra?

    Por algumas razões e, também, por acaso, porque um dos atores começou a acompanhar o julgamento desse caso de perto, pois ele vive em Liège, próximo de onde aconteceu o crime. Mas o fato é que eu queria abordar uma história de crime ocorrida na Bélgica, porque assumi a direção artística de um teatro daqui (NT Ghent), e porque na Bélgica não havia quase casos como esse. Foi um crime muito simbólico, e algumas leis foram mudadas no país após o ocorrido, em relação aos crimes de ódio. Então me deparei com esse grande crime de ódio ocorrido contra um homossexual. No entanto, resolvi adotar uma perspectiva mais universalista, que é a de observar o que leva seres humanos a torturar outro ser humano. Claro, a homossexualidade está presente, mas talvez não seja algo tão fundamental para essa peça quanto é para obras literárias recentes, como as de Édouard Louis ou de Didier Eriborn, por exemplo.

    No ano passado completou-se dez anos desde a fundação da sua Cia. Nesse tempo, o que se tornou a base do seu teatro, ou suas obsessões enquanto dramaturgo e diretor?

    Criei o instituto para investigar a política e a violência, e como essas duas instâncias estão ligadas. O que fiz em todas as minhas peças e meus filmes foi construir uma espécie de história da violência, a partir de dois sentidos para a palavra história: de um lado, as histórias concretas, de violências reais que aconteceram, e do outro, a história como ferramenta que nos possibilita observar como a violência funciona, como as revoluções acontecem, ou como os genocídios ou as crises econômicas acontecem e se repetem.

    Na sua opinião, o que o teatro ou as artes podem oferecer de único quando decidem abordar conflitos geopolíticos recentes, ou casos de violência real como esse?

    O que só as artes oferecem, neste momento, é o que chamo de instituições simbólicas, ou de solidariedade simbólica. É você poder estabelecer, num palco, espaços artificiais, ou seja, criar algo que não existe na realidade, mas que você pode fazer existir na realidade do teatro. Como um Tribunal Internacional para a economia, por exemplo, que é algo que não existe, o que é problemático em si, pois temos uma economia com impactos globais. Portanto, é pensar: “Se isso não existe, vamos criar”. Foi assim que criamos o Tribunal do Congo (“The Congo Tribunal”), e por três dias realizamos um julgamento sobre as consequências e impactos de empresas exploradoras no país. Em “La reprise” há a solidariedade entre atores e não atores, que constroem juntos uma realidade. Então o que faço é criar esses espaços que não existem mas que deveriam existir, e que podemos construir e fazer existir num palco. Isso é o teatro para mim.


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    RIO — Já vai longe o tempo em que ter Eddie Murphy no alto dos créditos era garantia de salas cheias e boa repercussão. Mas, se não consegue mais produzir sucessos de bilheterias em escala industrial, em família o ator de 57 anos não tem deixado por menos. Segundo informações da revista "People", Murphy será pai pela 10ª vez.

    LEIA MAIS : Novo filme de Eddie Murphy bate recorde de críticas negativas em site especializado

    Ex-Spice Girl Mel B estreia reality show e chora ao lembrar de briga com Eddie Murphy

    A mãe é a modelo australiana Paige Butcher, com quem Murphy também tem Izzy Oona, de 2 anos. De acordo com a publicação, o novo filho do casal, que está junto desde 2012, está previsto para dezembro.

    Os outros oito filhos do ator são frutos de realções anteriores. Eric, de 29 anos, é filho da ex-namorada Paulette McNeely; Christian, de 27, é seu filho com Tamara Hood. Do casamento com Nicole Mitchell Murphy, que terminou em 2006, nasceram Bria (28 anos), Miles Mitchell (25 anos), Shayne Audra (23 anos), Zola Ivy (18 anos) e Bella Zahra (16 anos). O ator ainda é pai de Angel Iris, de 11 anos, fruto de uma relação com a ex-Spice Girl Mel B.


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    RIO — Incansável, Elza Soares está com a agenda de shows agitada desde o lançamento de "Deus é mulher", seu 33º e mais recente álbum, em maio. A estreia carioca do espetáculo está marcada para esta terça-feira, no Teatro Oi Casa Grande. No repertório, uma das músicas garantidas é "Dentro de cada um", cujo clipe o GLOBO apresenta em primeira mão, abaixo: 'Dentro de cada um', Elza Soares

    Composição assinada por Luciano Mello e Pedro Loureiro, "Dentro de cada um" é uma das faixas mais incisivas de "Deus é mulher". "De dentro da cara a tapa de quem já levou porrada na vida/ De dentro da mala do cara que te esquartejou te encheu de ferida/ Daquela menina acuada que tanto sofreu e morreu sem guarida/ Daquele menino magoado que não alcançou a porta da saída", canta Elza, em tom de revolta.

    No misto de clipe com lyric video, dirigido por Eryc Rocha, as imagens tanto celebram a força da mulher negra quanto adiantam a estética do show "Deus é mulher", com Elza sentada em seu trono, acima dos outros músicos — a banda ao vivo é formada Rodrigo Campos (guitarra e cavaco), Rafa Barreto (guitarra e sintetizador), Luque Barros (baixo e sintetizador), Da Lua (percussão), Guilherme Kastrup (bateria) e Rubi (vocais).

    LEIA MAIS: Elza Soares: 'Eu sou o movimento feminista'

    'Deus é mulher' tem presença feminina mais marcada que no disco anterior

    Crítica: Elza Soares traz a verdade em cada sílaba de canções animadamente incômodas

    Estivemos na estreia do show em Brasília, em que Elza foi uma das atrações principais da segunda edição do Festival CoMA (saiba como foi). Ao vivo, fica ainda mais clara a ligação entre "Deus é mulher" e seu antecessor, "A mulher do fim do mundo" (2015), celebrado disco que marcou a união da intérprete com compositores da vanguarda paulistana, como Douglas Germano, Romulo Fróes e Kiko Dinucci. Até o lado estético remete ao show que Elza estreou no mesmo Oi Casa Grande, em dezembro de 2015, com intervenções performáticas do cantor e dançarino goiano Rubi.

    Em entrevista ao Rio Show, Elza adiantou que, no Rio, o repertório, entre samba de pegada punk paulistano, frevo moderno e até rock, traz todas as faixas do novo disco, como “Banho” (Tulipa Ruiz), “O que se cala” (Douglas Germano), “Deus há de ser” (Pedro Luís) e “Exu nas escolas” (Kiko Dinucci e Edgar).

    — Escolhemos o roteiro do álbum entre mais de 60 canções. Temos uma garotada muito boa de música por todo o país. Eles têm o desejo de apresentar coisas novas, é disso que precisamos — elogia a cantora. Elza Soares - Deus é mulher

    SERVIÇO

    Elza Soares em "Deus é mulher"

    Onde: Oi Casa Grande. Av. Afrânio de Melo Franco 290, Leblon (2511-0800).
    Quando: Ter, às 20h.
    Quando: De R$ 60 a R$ 150.
    Classificação: Livre.


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    RIO - A cantora Ariana Grande reiniciou uma música a pedido de um integrante da plateia porque ele queria gravar tudo no celular. O caso aconteceu na noite de sábado em um dos shows que ela fez para apresentar seu novo álbum, "Sweetener", num hangout especial com seus fãs.

    LEIA MAIS: Crítica: Em show de altos e baixos, Ariana Grande tem sua voz e seu público como trunfos

    Ariana já havia começado a apresentação da música "Raindrops" em um show intimista no Ace Theatre, de 1.600 lugares, em Los Angeles, quando alguém gritou "'Peraí, começa de novo, eu não estava gravando!" Ariana Grande Restarts Song For Fan

    Em filmagens de fãs, a cantora pode ser vista visto parando a música para perguntar: "Você acabou de dizer 'comece de novo, eu não estava gravando?' Eu escutei!"

    Depois de confirmar se todos estavam prontos e até mesmo se desculpar por não esperar mais, Ariana foi aplaudida por seu público quando recomeçou a música.

    Lançado em 17 de agoto, "Sweetener" subiu direto para o número um das paradas nos EUA e no Reino Unido. Foi a segunda melhor semana de vendas para uma artista solo feminina este ano, logo atrás da rapper Cardi B, com "Invasion of privacy".


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    DETROIT — Fãs de Aretha Franklin fazem longas filas nesta terça-feira para homenagear a lendária cantora americana, que é velada com seu caixão aberto em Detroit, no início de uma cerimônia que durará quatro dias.

    Amada por milhões de pessoas em todo o mundo, a "Rainha do soul" morreu em 16 de agosto, concluindo uma extraordinária carreira de seis décadas que a transformou em uma das artistas mais célebres dos Estados Unidos, igualmente admirada por seu trabalho em favor dos direitos civis.

    LEIA MAIS: Funeral terá 4 dias de homenagens e tributos musicais

    Aretha protagonizou revolução musical e política

    O que Aretha Franklin tem a ver com Beyoncé e Adele?

    Nesta terça-feira, um cortejo de homens com luvas brancas trasladou seu caixão de ouro ao Museu de História Afro-americana Charles H. Wright, onde fãs acamparam a noite toda para dar o último adeus a Aretha. A cantora veste roupas e sapatos vermelhos, com as pernas cruzadas.

    Espera-se que milhares de pessoas desfilem ante a diva entre 9h e 21h desta terça e de quarta-feira, ao que seguirá um homenagem na Igreja Batista de New Bethel de seu pai, na quinta-feira.78575200_People wait in line outside the Charles H Wright Museum of African American History where t.jpg

    O ato final da homenagem será realizado na sexta-feira (31). Também em Detroit, a cerimônia de sepultamento contará com apresentações especiais de artistas como Stevie Wonder, Jennifer Hudson, Chaka Khan, entre outros. O evento só poderá ser acessado por convidados, mas terá transmissão ao vivo por streaming (realizado pela agência AP) e dos canais americanos CNN e Fox News.

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    A repercussão da morte da Rainha do Soul

    A cantora de gospel, soul e R&B, que morreu aos 76 anos, influenciou gerações de cantores com sucessos inesquecíveis como "Respect" (1967), "Natural Woman" (1968) e "I say a liittle prayer" (1968).

    Aretha viveu a maior parte de sua vida em Detroit, a Cidade do Motor e lar da Motown Records, a primeira gravadora com um dono negro que ganhou fama nacional e ajudou a quebrar os preconceitos raciais. 78571540_The casket of late Aretha Franklin arrives at the Charles H Wright Museum of African Americ.jpg

    Em 2005, recebeu a medalha presidencial da liberdade, a maior honra para um civil nos Estados Unidos, das mãos do então presidente George W. Bush.

    Em 2010, sofreu graves problemas de saúde, mas continuou se apresentando até o ano passado. Seu último show em público aconteceu em novembro de 2017, em Nova York, para arrecadar fundos para a fundação de luta contra a aids de Elton John. 78573831_Mourners line up to view the body of Aretha Franklin at the Charles H Wright Museum of Afri.jpg

    Franklin morreu rodeada de familiares e entes queridos, após uma batalha contra o câncer no pâncreas.


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    RIO — Com lançamento previsto para dezembro de 2019, o nono episódio da franquia "Star Wars" já está sendo filmado no Reino Unido. E, aparentemente, com caras novas.

    Segundo o site da revista "Variety", Matt Smith, astro de séries como "Doctor Who" e "The crown", estará no elenco do filme e terá um "papel-chave" na trama. As fontes não revelaram, porém, se o ator, que concorreu ao Emmy por sua atuação como Príncipe Philip, defenderá o lado dos rebeldes ou do Império Galático.

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    Após fracasso de 'Han Solo', Disney foca na trilogia oficial de 'Star Wars'

    Smith se junta aos demais membros do elenco, como Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac e Adam Driver, e outros novatos, como Keri Russell, Richard E. Grant, Dominic Monaghan e Naomi Ackie.

    Aos 81 anos, Billy Dee Williams voltará a interpretar Lando Calrissian, e Carrie Fisher será a Princesa Leia no ato final da saga Skywalker — a produção utilizará cenas inéditas de Carrie em "O despertar da Força". A atriz morreu em dezembro de 2016, aos 60 anos. Por fim, Mark Hamill volta como Luke Skywalker, e Anthony Daniels, como C-3PO.

    O novo "Star Wars" será dirigido por J.J. Abrams, que reassumiu o posto após a saída de Colin Trevorrow — o cineasta alegou "diferenças criativas".


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    RIO — Atração do Queremos! Festival no último sábado, no Rio, a banda goiana Boogarins já se prepara para outra de suas turnês internacionais. O quarteto viaja em outubro para uma jornada de 19 datas em cinco países. A aventura começa em Portugal, onde o grupo esteve em abril participando, entre outros compromissos, do festival Lisbon International Music Network (MIL).

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    Por lá, na Semana Santa, Benke Ferraz, Dinho Almeida, Raphael Vaz e Ynaiã Benthroldo convidaram cerca de 30 fãs para passar uns dias com eles no estúdio, em uma espécie de workshop colaborativo. Nas salas do HAUS, em Lisboa, juntaram-se ainda com três bandas de destaque da cena portuguesa: Capitão Fausto, PAUS e The Legendary Tigerman.

    O resultado dessas sessões de improviso sai em formato de minidoc, batizado de "Natureza morte/ Alma fértil", que O GLOBO adianta em primeira mão abaixo. Boogarins - "Natureza Morte / Alma Fértil" - MIL Workshop Minidoc

    Nele, é possível conhecer as seis faixas originadas nessa imersão coletiva, três com participações dos fãs e outras três com os artistas supracitados. Em comum, a técnica de gravação e sampleamento: todo o material foi feito através de áudios captados por um celular para materializar as canções feitas na hora, no improviso.

    A captação por celular não é exatamente uma novidade na obra dos Boogarins. A mesma interação com os fãs já tinha sido feita no ano passado, em uma oficina na cidade pernambucana de Belo Jardim, como parte da programação do festival Coquetel Molotov (ouça o resultado). E no último trabalho de estúdio, o disco (ou "long EP", como costumam descrever) "Lá vem a morte", a gravação por celular também tinha sido utilizada. Boogarins - Lá Vem a Morte (FULL ALBUM)

    "Lá vem a morte", aliás, terá sua versão deluxe em vinil lançada nesta sexta-feira, pelo selo americano OAR. Além das oito faixas originais do disco, outras três serão incluídas: "LVCO 4", faixa divulgada pela banda há algumas semanas; "Castigo", que nasceu de uma sessão de improviso com o cantor e compositor Negro Leo; e uma versão bem boogarinha de "No return", clássico dos Kinks, de 1967. Boogarins - No Return (Kinks cover)


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    neil_young-daryl_hannah.jpgRIO - O músico Neil Young, 72 anos, e a atriz Daryl Hannah, de 57, teriam se casado neste fim de semana, durante uma cerimônia na Califórnia. Apesar de nenhum dos dois ter confirmado oficialmente a informação, as redes sociais do casal estão repletas de mensagens de congratulações, inclusive de amigos.

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    Um deles foi o guitarrista Mark Miller, que deu os parabéns ao casal na sua página do Facebook. Mas ele avisou que não esteve na cerimônia, e sim um amigo seu. De acordo com o tabloide britânico "The Mirror", o casamento teria sido realizado no sábado em Atascadero, uma cidade próxima do litoral californiano. Antes disso, o casal também teria feito uma cerimônia no iate de Neil Young, próximo às Ilhas San Juan, no noroeste americano.

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    Musa dos anos 1980, Daryl Hannah é mais lembrada por ter vivido a sereia do filme "Splash", romance de 1984. Recentemente, ela participou da série "Sense 8". No Instagram, a atriz postou uma foto de uma coruja com uma mensagem alusiva à provável união.

    "Alguém está nos vigiando... amor e apenas amor", escreveu a atriz.

    Nas redes de Neil Young, o clima também é romântico: o músico publicou uma foto de um show em que se lê a palavra "LOVE" em um sinal.

    De acordo com o "USA Today", Young e Hannah mantêm um relacionamento pelo menos desde 2014, quando o músico se separou de Pegi Young após 36 anos de casamento.

    No começo do ano, o casal ainda lançou um filme juntos, com Young estrelando a produção da Netflix "Paradox". O faroeste é roteirizado e produzido por Hannah, e Young aparece como o líder de uma gangue de criminosos que procura um tesouro em um cenário pós-apocalíptico.

    MAIS SOBRE NEIL YOUNG:

    Um guia para aproveitar ao máximo o site que reúne gravações de Neil Young

    Crítica: um Neil Young político e ecológico, com qualidades e defeitos


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    RIO - Durante décadas, ele foi a pessoa mais conhecida do Planeta Terra — bastava a visão daquela mão numa luva cintilante para que viessem à mente as canções, a voz, os passos de dança, as roupas exuberantes e os fantásticos videoclipes. Na nova era de astros amplificados pelas redes sociais, o Michael Jackson que completaria 60 anos nesta quarta-feira talvez possa até ter sido batido em termos de popularidade — mas não perdeu o título de Rei do Pop.

    Ao morrer por uma overdose de medicamentos em 25 de junho de 2009, aos 50, Michael estava a alguns anos dos seus grandes feitos — como o lançamento da insuperável sequência de discos que compreende "Off the wall" (1979), "Thriller", "Bad" (1987) e "Dangerous" (1991), que reúnem hits às dezenas. Mas, embora não tenha sido superado por si próprio, seu legado também não foi superado por mais ninguém — e não faltou quem tentasse.

    Muitas são as razões para o trono do Rei do Pop não ter sido tomado ainda do singular Michael Jackson:

    Foi um astro infantil que conseguiu se reinventar na idade adulta. Bem antes de iniciar, em "Off the wall", a sua vitoriosa associação com o produtor Quincy Jones, o Michael criança já era um pop star, à frente dos grupos com os irmãos (Jackson 5 e The Jacksons) e em uma carreira solo de hits como "Got to be there" e "Ben". Ao contrário da quase totalidade dos astros mirins, Michael não só se manteve em cena, como virou uma estrela de brilho ainda maior. Michael Jackson - Ben HD Audio

    Soube aliar seu talento aos de outros: Gênios centralizadores e marionetes da indústria, há inúmeros. Michael Jackson representou o equilíbrio ideal: trabalhou sob a batuta dos maiores produtores de sua época, fez parcerias antológicas (como "The girl is mine" e "Say, say, say", com Paul McCartney), buscou músicas de outros compositores (como o inglês Rod Temperton, autor de "Thriller" e de "Rock with you"), mas nunca deixou de ser o artista absolutamente individual e completo que foi. Say Say Say by Paul McCartney and Michael Jackson

    Inaugurou a era do videoclipe. Cantor que também dançava e atuava, Michael Jackson vislumbrou no videoclipe, que ainda engatinhava com a a MTV no começo dos anos 1980, um meio de levar sua música cada vez mais longe. Ao convencer o diretor John Landis a fazer um pequeno filme para a canção "Thriller", ele criou um evento cultural, que não só fez a Music Television estourar, mas estabeleceu os parâmetros para os clipes a serem feitos daí em diante (muita dança, efeitos especiais de última geração e total liberdade de narrativa). Michael Jackson - Thriller (Official Video)

    Quebrou a barreira racial para os artistas negros. Hoje em dia ninguém lembra, mas em janeiro de 1983, "Billie Jean" se tornou o primeiro vídeo de um artista negro americano a ser exibido pela MTV. Outras faixas de "Thriller", como a híbrida "Beat it" (quer trazia um solo de guitarra hard rock de Eddie Van Halen) também ajudaram a trazer para o mainstream branco dos EUA uma música que pouco ia além das paradas do r&b, exlusivamente de artistas negros. Michael Jackson - Billie Jean (Official Video)

    Não se rendeu à normalidade. Aos poucos, Michael Jackson tornou-se uma figura que não era nem negra nem branca (não à toa, cantou "Black or white"), nem masculina nem feminina (ou exatamente gay), nem adulto nem criança. Um enigma pop ainda maior que o de David Bowie, com um agravante que era a estranheza com que se comportava na sua pública vida privada (acusações de pedofilia, casamento com Lisa Marie Presley, mistério sobre a identidade dos filhos), explorada à exaustão pela mídia sensacionalista. Vivo, Michael não conseguiu fazer com que deixassem de falar dele. Morto, ninguém ainda conseguiu decifrá-lo. Michael Jackson - Black Or White (Shortened Version)

    Criou um molde para o astro pop do novo milênio. De Justin Timberlake (que gravou com o ídolo um dueto póstumo de "Love never felt so good") a Justin Bieber, Michael Jackson está todo lá: astros que começaram muito jovens e que se empenharam em virar cantores e dançarinos com fôlego para as grandes arenas, com uma música que amalgama o melhor do pop branco e negro. Michael Jackson, Justin Timberlake - Love Never Felt So Good (Official Video)


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    RIO — Com aluguel e condomínio para pagar e apreensivo por causa das eleições, você provavelmente não pensa muito no futuro da humanidade. Mas, de um jeito ou de outro, nossa espécie depende de uma mudança radical de comportamento para evitar que tudo piore bastante. É o que prega o historiador Yuval Noah Harari no livro “21 lições para o século 21” (Companhia das Letras).

    Autor dos celebrados “Sapiens: uma breve história da humanidade” e “Homo Deus: uma breve história do amanhã”, o israelense agora disserta sobre o presente, afirmando que é preciso união global para combater três ameaças: guerra nuclear, colapso ambiental e desemprego em massa causado pela biotecnologia e a inteligência artificial. Leia abaixo entrevista exclusiva com Harari, feita por email.

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    No livro, o senhor diz que vivemos o “momento Trump”, com muitas pessoas que ainda acreditam nos ideais liberais, mas rejeitam a globalização. O Brexit seria outro sinal disso. Qual o problema de uma economia moderna que descarta a globalização?

    Teoricamente, você pode construir uma “fortaleza liberal” — uma sociedade que acredita na liberdade e na igualdade de seus membros, mas que se isola do mundo, proíbe a imigração e impõe altas tarifas sobre produtos estrangeiros. O problema é que essas fortalezas raramente são amigáveis.

    No passado, as tentativas de dividir o mundo em nações isoladas resultaram em guerra e genocídio. Sem valores universais e organizações globais, nações rivais não podem concordar com regras comuns. Quer as pessoas gostem ou não, a humanidade enfrenta hoje problemas que só poderão ser resolvidos com cooperação: a guerra nuclear, as mudanças climáticas e a ruptura tecnológica.

    Como a globalização evitaria essas ameaças?

    Mesmo uma nação poderosa como os EUA não pode, sozinha, controlar algo como a engenharia genética ou a inteligência artificial. Suponha que os EUA proíbam a modificação genética de bebês e a produção de sistemas de armas autônomas. Isso não impedirá a China de fazê-lo. E se a China criar super-humanos e robôs assassinos, os americanos ficarão tentados a suspender sua proibição. Vai se tornar uma corrida para o fundo do poço. Só uma humanidade unida pode impedir os piores resultados.

    O livro observa que políticos retrógrados estão ganhando força no mundo. No Brasil, parte da população apoia discursos autoritários que remetem à ditadura militar. Como isso se encaixa no século 21?

    A democracia liberal tem muitas falhas e precisa de reforma, mas ainda é o melhor sistema político do mundo. Infelizmente, as pessoas não conhecem muito bem a História. Isso as torna presas fáceis para fantasias nostálgicas. Além disso, a maioria das pessoas teme mudanças radicais: quer estabilidade e uma identidade que dê sentido a suas vidas.

    É por isso que observamos uma onda de visões nostálgicas. Políticos de países como EUA, Reino Unido, Rússia e Brasil recorrem a histórias nacionalistas e religiosas e prometem retorno a um passado de ouro.

    Por que as pessoas se apegam tão facilmente a essas ideologias?

    O nacionalismo e a religião são reconfortantes porque explicam em termos simples o que está acontecendo e qual é nosso lugar no drama cósmico. As histórias nacionalistas e religiosas afirmam ser verdades absolutas e eternas. Mas são apenas fantasias. Não resolverão os problemas do século XXI.

    Como lidar com a mudança climática? O que fazer quando a inteligência artificial tira bilhões de pessoas do mercado de trabalho? A realidade é assustadora, então entendo por que as pessoas desejam se afastar. Mas não há escolha. Temos que desenvolver modelos políticos para enfrentar os problemas sem precedentes do século XXI.

    O senhor diz que humanos são ótimos em criar ferramentas, mas não tão sábios ao usá-las. Diferentes ex-diretores do Facebook afirmam que as mídias sociais prejudicam a sociedade. Qual a sua opinião?

    As mídias sociais têm bons e maus resultados. É mais fácil espalhar notícias falsas, mas também é mais fácil espalhar a verdade. É mais fácil se conectar com pessoas distantes, mas é mais difícil prestar atenção no que acontece ao nosso lado. Conheci meu marido em um site de encontros gays lançado há 20 anos. Mas às vezes é difícil falar com ele durante o jantar, porque está ocupado com seu smartphone.

    Não devemos abandonar as redes sociais, mas, sim, aprender a usá-las em prol de nossos objetivos. Este é o conselho mais antigo do livro: conheça-se. A Amazon e o Facebook estão tentando hackear você. Se eles te conhecerem melhor do que você mesmo podem vender o que quiserem — seja um produto ou um político.

    O que o senhor recomenda?

    Que cada pessoa se desconectasse por algumas horas por semana e conhecesese a realidade de sua própria mente e corpo. Dedico duas horas diárias à meditação, e todo ano faço um retiro de meditação entre 30 e 60 dias. Pratico a meditação Vipassana. Pelo menos duas horas por dia observo a realidade como ela é, enquanto nas outras 22 horas fico sobrecarregado com e-mails, tweets e vídeos de gatinhos engraçados. Sem o foco e a clareza fornecidos por essa prática, não poderia ter escrito nenhum dos meus livros.

    O senhor é otimista em relação ao futuro da nossa espécie?

    Tento não ser nem pessimista nem otimista, mas realista. Acho que os humanos têm a sabedoria necessária para superar os desafios futuros. Ao mesmo tempo, como historiador, sei que nunca devemos subestimar a estupidez humana. É uma das forças mais poderosas da história. Para sobreviver e prosperar, precisamos de muitas pessoas sábias. Para causar um desastre, algumas pessoas estúpidas são suficientes.


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    RIO - Erasmo Carlos representará o Brasil entre os artistas que terão suas trajetórias homenageadas na entrega, no Grammy Latino deste ano, do Prêmio à Excelência Musical.

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    Entre os outros artistas a receberem a distinção na cerimônia que acontece dia 13 de novembro no Four Seasons Hotel, em Las Vegas, estão o pianista cubano Chucho Valdés (que se apresenta esta sexta no Rio com o colega Gonzalo Rubalcaba), o cantor espanhol Dyango, o porto-riquenho e astro da salsa Andy Montañez, o cantor mexicano José María Napoleón, o dominicano Wilfrido Vargas e a cantora mexicana Yuri.

    Cinquenta e três anos depois do lançamento de seu álbum de estreia, "A pescaria", que trazia o hit "Minha fama de mau", o Tremendão colhe os frutos de "Amor é isso", seu 31º álbum, lançado em maio. Parceiro de Roberto Carlos em canções que ajudaram a moldar a música romântica latino-americana a partir da década de 1970, Erasmo produziu alguns dos álbuns mais instigantes da música pop brasileira.

    O artista escreveu no Twitter, no fim da manhã de quarta-feira: "Ao saber que meu nome fora escolhido me senti 'O artista mais importante do mundo'... É claro que minha humildade contestou, mas acabou agradecida e concordando... Afinal era o Grammy que estava dizendo."

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    Em 2009, "Rock 'N' Roll", álbum de Erasmo, recebeu uma indicação ao Grammy Latino. Em 2014, ele levou a estatueta de Melhor Álbum de Rock Brasileiro por "Gigante gentil".


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    VENEZA — Mistura de cinebiografia com aventura espacial, “O primeiro homem” fez sua estreia mundial nesta quarta-feira na abertura da 75º edição do Festival de Veneza. Talvez esperando a mesma carga de adrenalina e virtuosismo de “Gravidade”, o thriller ambientado na órbita terrestre de Alfonso Cuarón, que abriu a contenda italiana cinco anos atrás, a plateia de jornalistas recebeu o novo filme de Damien Chazelle com entusiamo moderado, com palmas respeitosas.

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    O novo longa-metragem do autor do premiado “La la land — Cantando estações”, musical que inaugurou a mostra veneziana dois anos atrás, e de onde saiu com o prêmio de melhor atriz (para Emma Stone), recria a missão Apolo 11 a partir da contribuição de Neil Armstrong (1930-2012), o primeiro astronauta a pisar na Lua, em julho de 1969. O roteiro do filme, que estreia no Brasil dia 11 de outubro, é inspirado na biografia do americano, escrita por James R. Hansen. Trailer de 'O primeiro homem'

    — Nasci muitos anos depois do feito de Neil, mas minha geração cresceu entendendo a corrida espacial como um fato, uma conquista para a humanidade. Aquele período da História ficou ainda mais fascinante a partir do momento que descobri o quanto de sacrifício pessoal e coletivo a missão exigiu. Fiquei particularmente impressionado com o custo astronômicos daquela fase da corrida espacial, motivo de protestos da sociedade americana na época — contou o jovem diretor de 33 anos, que ganhou o Oscar de direção com “La la land”.

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    “O primeiro homem” descreve Armstrong como um piloto dedicado, pai de família amoroso, mas extremamente focado no desejo de conquistar as estrelas — mesmo que isso custe a convivência com a mulher, Janet (Claire Foy) e os filhos. A trama começa no início dos anos 1960, quando Armstrong ainda era um piloto de caças, ainda sob o impacto da morte da fillha pequena, Karen, perda que o acompanhará por toda a vida. No final, o filme sugere que o astronauta deixou algo mais do que a pegada e a bandeira americana em solo lunar.

    O astronauta é interpretado por Ryan Gosling, que aqui repete a parceira com Chazelle de “La la land”.

    — Fiz muitas descobertas sobre Neil Armstrong e a corrida espacial. Visitei museus espaciais, li coisas sobre ele. Mas não poderia ter aprendido mais e melhor sobre ele se não tivese tido a oportunidade de conhecer e conversar com seus filhos e com a sua ex-mulher — explicou Gosling, durante a coletiva de imprensa. — Neil era famoso por sua introspecção, um sujeito tranquilo e quito, mas o que ficou claro para mim foi que, acima de tudo, ele era um cara humilde.


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    VENEZA - A rivalidade entre o cinema e as operadoras de streaming e a baixa representatividade feminina na atividade cinematográfica dominaram a coletiva de imprensa com os júris da 75º Festival de Veneza, na manhã desta quarta-feira (29). A edição deste ano contém vários títulos produzidos pela Amazon (“Peterloo”, de Mike Leigh, e “Suspiria”, de Luca Guadagnino) e da Netflix (“Roma”, de Alfonso Cuarón, “The ballad of Buster Scruggs”, de Ethan e Joel Coen), alguns deles retirados do Festival de Cannes, que baniu os produtos de streaming de sua competição. A baixa representatividade feminina se estende a todas as artes, não somente ao cinema. Cotas não são a solução

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    – Acho que os filmes devem ser julgado por sua qualidade narrativa e cinematográfica, e não pelo método que ele é difundido ou consumido – opinou o cineasta mexicano Guillermo Del Toro, vencedor do Leão de Ouro de 2017 com a fantasia “A forma da água”, presidente do júri deste ano, esquivando-se de entrar no mérito da distribuição ou não dos filmes dessa natureza em salas físicas. – Espero ser surpreendido e descobrir coisas novas. A função de jurado renova o pacto com o cinema, não somente comercial e artístico, mas também pessoal. Porque alguns filmes podem impactar a vida das pessoas.Veneza Júri Del Toro.jpg

    SOBRE (BAIXA) REPRESENTATIVIDADE FEMININA

    Ganhador do Oscar de direção deste ano, Del Toro divide a tarefa de avaliar os 21 títulos da competição com a produtora chinesa Sylvia Chang, a atriz dinamarquesa Trine Dyrholm, a cineasta francesa Nicole Garcia, o diretor italiano Paolo Genovese, a diretora polonesa Malgorzata Szumowska, o diretor neozelandês Taika Waititi, o ator austríaco Christoph Waltz e a atriz britânica Naomi Watts. Mas, como na edição passada, apenas um dos concorrentes ao Leão de Ouro deste ano é dirigido por uma mulher, “The nightingale”, da australiana Jennifer Kent.

    – A baixa representatividade feminina se estende a todas as artes, não somente ao cinema – lembrou Paolo Barata, presidente do Festival de Veneza, o braço audiovisual da Biennale de Veneza, fundação que também promove eventos culturais, como as bienais de artes plásticas e de arquitetura. – Assim como em outros departamentos da instituição, nós avaliamos o mérito do trabalho do artista, independentemente de seu gênero. É um problema estrutural da produção artística, é preciso facilitar o acesso das mulheres à produção. Cotas não são a solução, apenas escondem o problema.

    Diferentemente de outros festivais internacionais, como Cannes e Locarno, que firmaram o compromisso de promover e defender a paridade de gêneros, Veneza permanece indiferente a pressões externas. Del Toro, que atualmente está produzindo cinco longas-metragens, três deles dirigidos por mulheres, afirmou que a desigualdade de oportunidades entre homens e mulheres é um “problema da nossa cultura, em geral”, e que precisa se encarada como tal.

    – Há muitas vocês que precisam e devem ser ouvidas. Não é apenas uma questão de estabelecer cotas ou não, mas um problema de nosso tempo, que precisa de discussões como essa para ser reconhecida. É uma necessidade urgente, porque por décadas, talvez séculos, não se ousa mencioná-la – observou o realizador.


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    RIO - A japonesa Nanami "Seven Seas" Nagura, de 23 anos, sagrou-se camepeã, na sexta-feira, na 23ª edição do Air Guitar World Championships. O concurso reúne todo ano, na cidade finlandesa de Oulu, dezenas de tocadores de guitarras imaginárias de todo o mundo. Com uma performance teatral, que iniciou interpretando uma faxineira, Nanami acabou por conquistar o seu segundo campeonato (ela havia sido campeã em 2014).

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    Como campeã nacional de air guitar do Japão, Nagura estava entre os sete competidores que conquistaram, em seus países, o direito de disputar as finais. A eles, juntaram-se oito que se qualificaram em uma rodada de azarões que teve lugar em Oulu, na quinta-feira. Do total de 15 competidores, seis eram mulheres. Nanami "Seven Seas" Nagura (JPN) 2018 Air Guitar World Championships

    O segundo e o terceiro lugar foram conquistados respectivamente pelao americano Matt "The Airistotle" Burns e a canadense Dana "Dana-Saurus Rex" Schiemann. O participante mais velho deste ano, Bob Wagner, conhecido como Mr. Bob, veio do Canadá para comemorar seu aniversário de 75 anos e acabou entre os azarões selecionados para a final.

    Os juízes avaliam os concorrentes em três categorias: coreografia, precisão do seu desempenho e a airness (as característica aéreas) do competidor.


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    SÃO PAULO - "Mr. Robot", série de suspense sobre perseguições no mundo virtual, vai chegar ao fim na quarta temporada, com lançamento previsto para 2019. O anúncio foi feito por Sam Esmail, criador do programa, em sua página no Twitter.

    Trailer de 'Mr. Robot'

    "Animado para mostrar a vocês o capítulo final da jornada de Elliot. Vai ser triste dar adeus ao Mr. Robot, mais vai ser mais triste ainda dizer adeus para todos os fãs. Obrigado por estarem conosco todos estes anos e não posso esperar para compartilhar a conclusão com todos vocês", escreveu Esmail.

    Tuíte 'Mr. Robot'

    Com Rami Malek, que faz Freddie Mercury em "Bohemian Rhapsody", e Christian Slater no elenco, a série acompanha as aventuras de um engenheiro de segurança virtual em um grupo secreto de hackers. A série recebeu até agora 13 indicações ao Emmy, incluindo as três recentes para a prêmiação deste ano.

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    'Mr. Robot" é exibido no Brasil no canal Space e pela plataforma de streaming Amazon Prime.


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