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    Rio - Nada de inflação, taxa de juros, rombo da Previdência ou gargalos do desenvolvimento. No novo livro de Míriam Leitão, o décimo da colunista do GLOBO, só um texto fala de economia — mas é “Economia com os netos”.

    Esta é uma das 102 crônicas de “Refúgio no sábado” (Intrínseca), que reúne textos publicados por Míriam desde 2014 no blog de seu filho Matheus Leitão — sempre aos sábados. O lançamento é nesta terça-feira, às 19h, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon (Avenida Afrânio de Melo Franco 290, loja 205).

    LEIA MAIS: MiriamLeitão lança "O estranho caso do sono perdido"

    A crônica é livre e louca, nasce de onde ela quer. De repente, me lembro de uma vizinha que passou cantando 'Bandeira branca' e escrevi sobre a tristeza que você esconde no carnaval, quando a ordem é ser feliz.

    Conhecida pelas análises econômicas e políticas, aos 65 anos Míriam escolhe mostrar um lado menos conhecido mas, segundo ela, sempre presente: o de cronista, atenta aos assuntos da família, papos com a manicure e até um verso de Tomás Antônio Gonzaga enviado por WhatsApp.

    “Esse livro é a realização de um sonho bem antigo”, revelou a leitora de Rubem Braga em uma conversa, realizada há poucos dias, onde falou sobre epifanias cotidianas, a origem de seus textos e um episódio pessoal.

    De onde vem o lado cronista?

    Desde a adolescência sou leitora de crônicas. Rubem Braga era a minha paixão. Nelson Rodrigues falava barbaridades sobre política, mas eu adorava suas crônicas esportivas. Aí eu falava: “Ah... Se eu virar jornalista, acho que quero ser cronista.” Mas sabia que era muito atrevimento, e mantive esse segredo guardado. Só me atrevi a publicar crônicas porque era no blog do meu filho, e ele pediu. (Risos.)

    Esse livro é especial, então?

    Sim. Eu sou uma pessoa realizada, mas esse livro, por incrível que pareça, me torna mais completa. Quero deixar muito claro que eu adoro economia, adoro hard news, adoro manchete e fazer manchete. (Risos.) Mas, como todo mundo, tenho muitos lados.

    Os relatórios do Banco Central vêm de Brasília. E de onde vem a inspiração para as suas crônicas?

    É outro mundo, realmente. A crônica é livre e louca, nasce de onde ela quer. De repente, me lembro de uma vizinha que passou cantando “Bandeira branca” e escrevi sobre a tristeza que você esconde no carnaval, quando a ordem é ser feliz. Ou, de repente, olho ao meu redor e penso: “pô, eu gosto de estar aqui, de estar com essas pessoas, queria que esse momento não acabasse” e escrevo sobre a magia de estar no presente. Até um beija-flor que entrou pela janela rendeu um texto, sobre as vezes em que a gente não consegue encontrar saída para um problema.

    Parecem fatos distantes da rotina de jornalista.

    Mas uma vez, ser jornalista ajudou! Entrei em um táxi, o motorista me reconheceu e decidiu que era o momento de fazer uma confissão. Me olhando pelo retrovisor, ele disse: “Eu cometi crime de formação de quadrilha”. O cara fez delação premiada. (Risos.) Era um esquema de desvio de grana na empresa em que ele trabalhava. Segundo ele, o crime já havia prescrevido. Mas era uma crônica pronta.

    Será que você fica mais atenta ao entorno pela necessidade de escrever todo sábado?

    Se não escrevesse, ia acabar contando o caso para alguém: “olha só que coisa louca que me aconteceu”. Publicar na internet e, agora, em um livro, permite dividir com várias pessoas histórias curiosas, reflexões, até questões pessoais.

    Pode dar um exemplo?

    Quando soube que meu irmão Lysias estava com câncer, escrevi “Guerreiros da vida”, uma crônica com exemplos de luta contra a doença. Depois, fui passar uns dias com ele, lemos o texto juntos, foi como se um inspirasse o outro. (Pausa.) Ele morreu semana passada. (Pausa.) Fiz uma homenagem para ele, “Bom será”, para que a luta dele sirva de inspiração. É isso. Dores, tristezas, alegrias. Tudo cabe em uma crônica.

    A seguir, trecho da crônica “As cores fortes do Sertão”, em que a manicure de Míriam Leitão lhe diz...

    — Não gosto de Natal. Acho triste.

    — Por quê?

    — Meu pai morreu no Natal. Era um homem tão bom, cuidou tanto de mim. Um homem muito bom o meu avô.

    — Seu pai ou seu avô.

    — Meu avô, só que eu considerava meu pai porque foi quem me criou de verdade.

    — Morreu no Natal mesmo ou nos dias próximos?

    — No dia 25. De coração. Faz três anos.

    — Se seu avô te criou, o que aconteceu com o seu pai? <

    Foi assim que me foram contados os fatos que aqui relato. Ela contou tudo com voz baixa, sem espanto ou raiva, como se fosse uma história qualquer, sem dramas, em tom pastel. Tão comum quanto a cor que escolhi para pintar as unhas.

    — Ficou bonito esse bege.


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    RIO — Acusado de assédio sexual e de criar uma espécie de “seita sexual” onde manipulava mulheres, R. Kelly irá se apresentar no Madison Square Garden Theatre, um dos palcos mais prestigiados de Nova York. O show está confirmado no site do teatro e na página oficial do rapper.

    LEIA MAIS: R Kelly é acusado de abusar e controlar mulheres em culto religioso

    Esta será, paradoxalmente, a apresentação de maior visibilidade do cantor em anos. Mesmo antes do caso estourar, o cantor já vinha fazendo shows menores e sem muita repercussão.

    Após as acusações envolvendo seu comportamento abusivo, a procura por Kelly para apresentações caiu vertiginosamente. A apresentação no Madison Square Garden é uma das apenas duas agendadas do artista.

    Recentemente o cantor gravou uma música de 19 minutos com o título “I admit” (Eu admito) respondendo as alegações contra ele. Na canção, ele admite: "Eu cometi alguns erros". No entanto, nega veementemente as acusações de má conduta sexual.

    Música R Kelly I Admit

    'PERSONA NON GRATA' NO SPOTIFY

    Conhecido no Brasil pelo hit "I believe I can fly", R Kelly, de 50 anos, é um dos nomes mais bem-sucedidos do R&B mundial, com dezenas de milhões de álbuns vendidos. Ele já colaborou com artistas como Jay-Z, Lady Gaga e Justin Bieber.

    Este ano o Spotify anunciou que vai parar de promover o cantor em seu serviço de streaming musical. As músicas do astro do R&B continuarão disponíveis, no entanto não serão mais selecionadas para as playlists da plataforma.


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    RIO - As inscrições para o Prêmio Mimo Instrumental estão abertas até esta quarta-feira, dia 15. A premiação contempla anualmente novos talentos da música instrumental, entre 18 e 35 anos de idade, que apresentem trabalhos nas categorias de música popular e de câmara, sejam composições próprias ou não.

    Oito artistas ou grupos musicais, de até cinco integrantes, serão selecionados por uma comissão técnica e passam pelo voto popular, que elege os quatro vencedores. Os escolhidos se apresentam com destaque na programação oficial do Mimo Festival, dividindo o palco com as atrações principais programadas para 2018. Os vencedores do Prêmio Mimo Instrumental serão divulgados no dia 5 de setembro.

    As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no portal do MIMO Festival (www.mimofestival.com). Os candidatos devem descrever seu trabalho detalhadamente, incluindo histórico e links para vídeos e registro das músicas.

    O Mimo Festival 2018 vai acontecer em quatro cidades: Paraty, de 28 a 30 de setembro; Rio de Janeiro, de 15 a 17 de novembro; São Paulo, 19 e 20 de novembro; e Olinda, de 23 a 25 de novembro. A programação dos eventos será divulgada a partir deste mês.


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    RIO - O ator, escritor e diretor teatral José Pimentel morreu na manhã desta terça-feira, em Recife, Pernambuco, aos 84 anos. O artista ficou conhecido por interpretar Jesus Cristo por mais de 20 anos nos espetáculos da Paixão de Cristo do Recife e de Nova Jerusalém, no interior do estado. Pimentel estava internado no Hospital Esperança, em Recife, desde a última quinta-feira, por causa de um enfisema pulmonar.

    O ator foi levado para o hospital por causa de dificuldades respiratórias. Ele foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e teve que ser submetido a sessões de hemodiálise. Ele faleceu por volta das 9h30m desta terça-feira, segundo a família.

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    Um dos fundadores do espetáculo de Nova Jerusalém, em Fazenda Nova, no município de Brejo da Madre de Deus, há 52 anos, José Pimentel interpretou Jesus Cristo por mais de 40 anos. Em 2017, ganhou o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco. Nascido em Garanhuns, no Agreste pernambucano, deu aulas de teatro na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

    Este foi o primeiro em 21 anos que o ator não participou da apresentação da Paixão de Cristo em Recife - apesar de ter participado da produção. Por duas décadas ele dirigiu e atuou no espetáculo, mas nem sempre no papel título. Ele começou representando um soldado romano na pela de Nova Jerusalém. Entre 1968 e 1977, interpretou Pilatos e dois demônios. Em 1969, substituiu Clênio Wanderley na direção do espetáculo. Em 1978, começou a atuar no papel de Jesus, substituindo o ator Carlos Reis, e continuou até 1996, afastando-se, então, da atuação e da direção, quando os outros responsáveis decidiram utilizar atores da TV Globo como elenco principal no lugar dos atores locais.

    A partir dai, Pimentel passou a comandar a Paixão de Cristo do Recife, vivendo o personagem título até 2017. Em 2018, o espetáculo chegou a ser cancelado, mas o ator e diretor afirmou que o realizaria mesmo com todas as dificuldades financeiras.

    — Para as últimas gerações, José Pimentel era lembrado apenas como o ator que não abria mão de viver Jesus Cristo, ainda que já estivesse na casa dos 80. Mas sua importância para a cena pernambucana vai muito além. Desde sua estreia, nos anos 1950, ele acompanhou o desenvolvimento do teatro brasileiro, seja integrando o elenco original de "O Auto da Compadecida", de Ariano Suassuna, que foi seu professor de português na adolescência, ou trabalhando com grandes nomes como o encenador Hermilo Borba Filho. Também fez teleteatros nos anos 1960 e atuou em filmes como os cultuados "A Noite do Espantalho", de Sérgio Ricardo, e "Faustão", de Eduardo Coutinho. Sem dúvida, um dos maiores nomes das artes pernambucanas — diz o jornalista pernambucano Cleodon Coelho, que lançou a biografia "José Pimentel - Para além das Paixões" em janeiro deste ano.

    Pimentel foi um dos primeiros atores de novela de Pernambuco, Fez cinema e apresentou programas de televisão durante o regime militar. Ele também criou e dirigiu espetáculos ao ar livre sobre personagens marcantes da história de Pernambuco, como "A Batalha dos Guararapes", sobre a luta para acabar com o domínio holandês no estado, e "O Calvário de Frei Caneca".

    Em nota, o prefeito do Recife, Geraldo Julio, lamentou o falecimento. "Um homem cuja história de vida se confunde com a história da dramaturgia pernambucana, principalmente nos espetáculos da Paixão de Cristo do Recife e de Nova Jerusalém. Deixo aqui registradas minhas condolências aos familiares e amigos", disse.


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    RIO — Após 11 meses de tormenta, a exposição “Queermuseu“ vai atracar num porto seguro neste sábado. Em quase um ano, foram intensas as movimentações até chegar à Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage: a mostra foi cancelada antes da data prevista no Santander Cultural, em Porto Alegre, e vetada pelo poder público municipal do Rio, sob acusações de promover “pedofilia, zoofilia e blasfêmia”.

    EXCLUSIVA: Leia a matéria completa com imagens, obras e debates sobre a exposição "Queermuseu"

    ENTENDA: Afinal, o que é a exposição do 'Queermuseu'

    Em seguida, veio a reação de artistas que resultou num financiamento coletivo recorde (mais de R$ 1 milhão). Graças a isso, a montagem foi garantida em terras cariocas. Será a chance de, finalmente, o público poder ter acesso às obras e tirar as próprias conclusões a respeito de seu conteúdo.

    LEIA MAIS: Pastor pede ao MP que 'Queermuseu' tenha classificação indicativa de 18 anos


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    RIO — Anitta foi criticada pelo presidente da Associação Rural de Cacoal, após apresentação na Exposição Agropecuária de Cacoal (Expoac), em Rondônia, no último fim de semana. No texto, escrito por Jonas Góes e publicado nas redes sociais da associação, a artista é acusada de ter feito uma apresentação curta, "apática" e de não cumprir o combinado no atendimento aos fãs no camarim. Nota repúdio Anitta

    Por outro lado, a Poderosa nega as acusações. Em nota, sua produção "declarou que a cantora cumpriu com a programação prevista para o show de Cacoal (RO) e atendeu a todos os fãs que a aguardavam. Anitta agradeceu o carinho do público e afirmou que respeita a opinião sobre sua apresentação e o direito de expressão de todos", diz o comunicado.

    De acordo com as críticas, a cantora mostrou desânimo no palco e fez uma apresentação de menos de uma hora. O presidente da associação, contratante do show, afirma que a produção de Anitta dificultou o acesso de fãs com deficiência e da imprensa local ao camarim.

    "Ao chegar no camarim, na noite do show, a cantora entregou 15 pulseiras ao Presidente da Associação informando que atenderia somente 15 pessoas após o show. Com as pulseiras em mãos, o Presidente solicitou que, conforme todo artista que se apresentou no palco da Expoac em 20 anos de história, a cantora atendesse às pessoas com deficiência ou necessidades especiais, o que foi prontamente negado pela produtora de nome 'Amanda'", descreve a nota.

    O texto — editado três vezes desde a sua publicação — continua com o presidente afirmando que o público cobrou explicações da comissão organizadora do show, alegando que Anitta deixou a desejar com sua apresentação:

    "Durante o show percebeu-se uma apatia da cantora, que parecia não querer estar naquele lugar. Esta não é uma impressão desta diretoria, é o que se comenta nas redes sociais, com críticas à contratação do show. A contratação de Anitta foi uma aposta da atual diretoria em oferecer uma opção fora do estilo sertanejo e country das feiras agropecuária e a péssima impressão deixada traz prejuízos a outros cantores de estilos diferentes, pois inviabilizam novas apostas nesta variedade (...) O tempo total de show não chegou 1 hora".

    No decorrer da negociação do atendimento aos fãs, após o show, o contratante afirma que a equipe da cantora e seu marido, Thiago Magalhães, tentaram contornar a situação:

    "A produção da cantora, inclusive seu marido, Thiago Magalhães, solicitaram a presença dos diretores da Associação garantindo que além dos associados, atenderia também os cadeirantes e a imprensa. Com a proposta aceita, após o show, a cantora iniciou o atendimento, inicialmente pelos cadeirantes, a pedido da Diretoria. Porém, neste momento, a produtora Amanda buscou membros do fã-clube do Acre que estavam do lado de fora dos portões e, aos poucos, colocou-os para dentro do camarim. Após atender a estes fãs, a produção fechou a porta de acesso e a cantora simplesmente 'fugiu' pelos fundos usando um capuz. Assim deixou boa parte dos contratantes mesmo com pulseiras, imprensa e fãs da região sem nenhum tipo de satisfação."

    Nas redes sociais, os seguidores da cantora se dividiram. Entre os comentários, alguns chamaram atenção ao fato de a artista ter publicado fotos — tiradas no camarim da Exposição de Cacoal — com alguns fãs deficientes. No Facebook de Anitta há o registro de 24 imagens.

    Em outros comentários, fãs presentes na plateia afirmam que o show deixou a desejar: "Aquele show porcaria, como explica? Tava na cara que ela não queria estar ali. Foi uma b***. O pior show que a Arca já apresentou".

    Nesta segunda-feira, Anitta compartilhou um vídeo em sua rede social com a frase: "Não acredite em tudo o que lê". A artista, no entanto, não fez menção às críticas. Em outros registros em suas redes sociais, ela afirma ter sentido dores na coluna após as apresentações do último fim de semana, e mostrou parte do tratamento com uma fisioterapeuta.


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    RIO - Fechada no início de junho "por motivo de reorganização administrativa", a Biblioteca do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) será reaberta na próxima quarta-feira, dia 22 de agosto, com mais quatro mil livros disponíveis para o público. Do total, dois mil foram doação do embaixador René Haguenauer. Outra boa notícia é que o acervo da videoteca foi integrado à biblioteca: a consulta pode ser feita no local, e o filme assistido na sala multimídia. Os equipamentos dos terminais de busca também foram trocados, e agora os visitantes têm 10 computadores disponíveis para pesquisa.

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    Com a reabertura da biblioteca, entra em cartaz em suas dependências a exposição "A Arte da escrita", com obras de grandes nomes da literatura que já foram tema de projetos no CCBB do Rio. Catálogos e materiais referentes aos eventos também fazem parte da mostra, assim como objetos relacionados à escrita. Um dos destaques é o catálogo de Machado de Assis, "Tempo e Memória", da exposição de abertura do Centro Cultural em outubro de 1989.

    Aproveitando que a reabertura da biblioteca acontece no mês em que é comemorado o Dia do Estudante (11/08), as 200 primeiras pessoas que utilizarem a sala de estudos no dia 22 vão ser presenteadas com um livro. Entre os 20 títulos disponíveis estão os best-sellers "Depois de você", da romacista Jojo Moyes; "Origem", de Dan Brown; "Extraordinário", de R. J. Palacio; e "Propósito", de Sri Prem Baba; além de exemplares da série "As Crônicas de Gelo e Fogo" de George R. R. Martin.

    Criada em 1931 e incorporada ao Centro Cultural Banco do Brasil em 1989, a Biblioteca do Banco do Brasil tem cerca de 150 mil exemplares, majoritariamente nas áreas artes, literatura e ciência sociais reabre na quarta. Em junho, ela precisou ser fechada, por tempo indeterminado, porque a empresa contratada para prestar serviços na biblioteca não estava conseguindo cumprir com suas obrigações, e foi preciso romper o contrato. Depois disso, foi iniciado o processo de licitação para contratação de uma outra prestadora de serviços, que contratou novos funcionários e reorganizou os postos de trabalho.

    Outra novidade é que agora, as tarefas de higienização, conservação e restauração - antes desempenhadas por cinco higienizadores - passaram a ser feitas por 20 estudantes, supervisionados por três monitores, um técnico de conservação, um técnico de restauração, um coordenador técnico, uma coordenadora psicopedagoga, uma coordenadora administrativa e uma bibliotecária. O projeto tem parceria com a Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (Andef) e é exervido por pessoas com deficiência, como parte de um programa de inclusão social e inserção no mercado de trabalho. Serão feitas 1.850 higienizações por mês.


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    SÃO PAULO - O Oceanos – Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa anunciou nesta terça-feira a lista de semifinalistas ao concurso literário promovido em parceria com o Itaú Cultural. De acordo com os organizadores, o número de títulos previstos nesta fase é de 50, mas empates técnicos nas últimas colocações, por diferenças de centésimos de pontos, determinaram a inclusão de mais dez obras.

    Entre os selecionados estão nomes como Milton Hatoum ("A noite da espera"), Nuno Ramos ("Adeus, cavalo"), Sérgio Sant'Anna ("Anjo noturno"), Noemi Jaffe ("Não está mais aqui quem falou") e Patrícia Melo ("Gog Magog") São 58 autores no total, já que o brasileiro João Anzanello Carrascoza e o moçambicano Luis Carlos Patraquim concorrem com dois livros cada.

    Pela primeira vez na realização do prêmio aceitando obras em português de qualquer país, passaram para a semifinal a escritora romena Golgona Anghel ("Nadar na piscina dos pequenos"), o espanhol Alfonso Pexegueiro ("Serão os cisnes que voltam?"), ambos publicados em Portugal, e a suíça Prisca Agustoni ("Casa dos ossos"), publicada no Brasil.

    Outro destaque é a presença de autores africanos publicados em editoras do continente. São cinco escritores, um do Cabo Verde, de uma editora caboverdiana, e quatro de Moçambique, de duas editoras moçambicanas. Os autores brasileiros são 33, divididos entre 18 editoras; e os portugueses são 16, com obras publicadas por 11 editoras.

    Veja a lista completa:

    "A construção do vazio", de Patrícia Reis (Dom Quixote)

    "A jaca do cemitério é mais doce", de Manoel Herzog (Alfaguara)

    "A noite da espera", de Milton Hatoum (Companhia das Letras)

    "A noite imóvel", de Luís Quintais (Assírio & Alvim)

    "A noite inteira", de Frederico Pedreira (Relógio D'Água)

    "A queda de um homem", de Luís Osório (Teorema)

    "A sábia ingenuidade do dr. João Pinto Grande", de Yuri Vieira (Record)

    "Adeus, cavalo", de Nuno Ramos (Iluminuras)

    "Alucinar o estrume", de Júlio Henriques (Antígona)

    "Anjo noturno", de Sérgio Sant'Anna (Companhia das Letras)

    "Antiboi", de Ricardo Aleixo (Crisálida)

    "As pessoas do drama", de H. G. Cancela (Relógio D'Água)

    "Atlas do impossível", de Edmar Monteiro Filho (Penalux)

    "Baixo contínuo", de Rui Nunes (Relógio D'Água)

    "Caderno de Clara Maria Joana", de Beatriz Escorcio Chacon (Ibis Libris)

    "Câmera lenta", de Marília Garcia (Companhia das Letras)

    "Casa dos ossos", de Prisca Agustoni (Macondo)

    "Catálogo de perdas", de João Anzanello Carrascoza (SESI-SP)

    "Cicatriz encarnada", de Rogério Manjate (Cavalo do Mar)

    "Coleccionadores de sonhos", de António Oliveira e Castro (Gradiva)

    "Como se me fumasse", de Marcelo Mirisola (Editora 34)

    "Corvos cobras chacais", de António Carlos Cortez (Jaguatirica)

    "Curso de escrita de romance nível 2", de Álvaro Filho (Cepe)

    "Debaixo da pele", de David Machado (Dom Quixote)

    "Eletricaestrela", de Nuno Virgílio Neto (7Letras)

    "Enquanto os dentes", de Carlos Eduardo Pereira (Todavia)

    "Entre facas, algodão", de João Almino (Record)

    "Etiópia", de Francesca Angiolillo (7Letras)

    "Fazendas ásperas", de Geny Vilas-Novas (7Letras)

    "Flor de algodão", de Santana Filho (Reformatório)

    "Gog Magog", de Patrícia Melo (Rocco)

    "Hoje estarás comigo no paraíso", de Bruno Vieira Amaral (Quetzal)

    "Menina escrevendo com pai", de João Anzanello Carrascoza (Alfaguara)

    "Música extensa", de Luis Carlos Patraquim (Alcance)

    "Na quina das paredes", de Bernardo Ceccantini (7Letras)

    "Nadar na piscina dos pequenos", de Golgona Anghel (Assírio & Alvim)

    "Não está mais aqui quem falou", de Noemi Jaffe (Companhia das Letras)

    "No reino das girafas", de Jacqueline Farid (Jaguatirica)

    "Noite dentro da noite", de Joca Reiners Terron (Companhia das Letras)

    "Nunca houve tanto fim como agora", de Evandro Affonso Ferreira (Record)

    "O albergue espanhol", de Jorge Carlos Fonseca (Rosa de Porcelana)

    "O Deus restante", de Luis Carlos Patraquim (Cavalo do Mar)

    "O livro da imitação e do esquecimento", de Luis S. Krausz (Benvirá)

    "O livro das mãos", de Gisela Gracias Ramos Rosa (Coisas de Ler)

    "O mais difícil do capitalismo é encontrar o sítio onde pôr as bombas", de Judite Canha Fernandes (Urutau)

    "O mito de europa", de Nuno Júdice (Dom Quixote)

    "Os loucos da rua Mazur", de João Pinto Coelho (Leya)

    "Os novos moradores", de Francisco Azevedo (Record)

    "Pai, pai", de João Silvério Trevisan (Alfaguara)

    "Para onde vão os gatos quando morrem?", de Luís Cardoso (Sextante)

    "Pequenas mortes cotidianas", de Paula Giannini (Oito e meio)

    "Pra que serve a palavra nunca", de Álvaro Miranda (7Letras)

    "Pretérito imperfeito", de B. Kucinski (Companhia das Letras)

    "Quando as girafas baixam o pescoço", de Sandro William Junqueira (Caminho)

    "Serão os cisnes que voltam?", de Alfonso Pexegueiro (Coisas de Ler)

    "Singularidades", de A. M. Pires Cabral (Cotovia)

    "Teoria da fronteira", de José Tolentino Mendonça (Assírio & Alvim)

    "Terceto para o fim dos tempos", de Maria Lúcia Dal Farra (Iluminuras)

    "Traço-oco", de Paulo Nunes (Penalux)

    "Vácuos, de Mbate Pedro (Cavalo do Mar)


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    DETROIT — A lendária cantora de soul Aretha Franklin, que está gravemente doente, foi visitada em sua casa na área de Detroit nesta terça-feira pelo colega músico Stevie Wonder, pelo líder norte-americano de direitos civis Jesse Jackson e por seu ex-marido Glynn Turman, segundo sua assessora, Gwendolyn Quinn.

    Aretha, de 76 anos, que deixou a música gospel para um reinado de mais de 50 anos como a “Rainha do Soul”, está sob cuidados paliativos em sua casa. A assessora se negou a discutir sobre a condição da artista, mas disse: “Ela está seriamente doente”.

    LEIA MAIS: Aretha Franklin está gravemente doente

    A cantora, cujos sucessos incluem “Chain of fools” e “Think”, possui uma relação profissional de longa data com Wonder, com quem se apresentou há 13 anos na premiação Annual Soul Train Lady of Soul Awards em Pasadena, na Califórnia.

    Ela e Turman foram casados de 1978 a 1984.

    Fãs da cantora, incluindo o ex-presidente norte-americano Bill Clinton, usaram as redes sociais para expressar carinho. Aretha Franklin - 'Respect'

    “Como pessoas em todo o mundo, Hillary e eu estamos pensando em Aretha Franklin nesta noite e ouvindo suas músicas, que têm sido uma parte tão importante de nossas vidas nos últimos 50 anos”, disse Clinton em publicação no Twitter na noite de segunda-feira.

    Ao longo de sua carreira, Aretha Franklin acumula 18 prêmios Grammy, incluindo um pelo conjunto de sua carreira. Entre seus maiores sucessos estão "(You Make Me Feel Like) A Natural Woman" (1968), "Day Dreaming" (1972), "Jump to It" (1982), "Freeway of Love" (1985) e "A Rose Is Still A Rose," (1998).

    Em 1987 se tornou a primeira mulher a entrar no Hall da Fama do Rock and Roll. Em 2005, Aretha Franklin recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade - a maior condecoração para um civil americano — das mãos do então presidente George W. Bush. Franklin também cantou em janeiro de 2009 na posse do presidente Barack Obama.


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    RIO — A peça começa, e um jovem casal acaba de chegar em seu novo apartamento, uma das unidades de um novíssimo empreendimento imobiliário chamado Nerium Park. Ali, nada está pronto. Nem no apartamento, nem no prédio, nem no condomínio — construído nos arredores de uma grande cidade —, no qual o casal é o primeiro a chegar. A peça explora o contraste entre a expectativa do ideal e uma realidade em que sonhos se desmoronam. Esse casal se desestrutura. A história nos faz pensar na incapacidade da nossa geração de lidar com as transformações do mundo

    A mudança, portanto, está em curso, e com ela fluem todos os sentimentos que uma mudança traz: expectativa, ansiedade e uma felicidade cruzada com medo do desconhecido. A tensão, portanto, é o que domina tanto o ambiente do tal apartamento como a atmosfera cênica da peça “Nerium Park”, que estreia sábado no Teatro Glaucio Gill.

    LEIA MAIS: Texto de Michel Marc Bouchard, “Tom na Fazenda” estreia no Rio

    Cia. dos Atores festeja 30 anos com 'Insetos'

    'Suassuna' e 'Tom na fazenda' dominam 30ª edição do Prêmio Shell de teatro

    Escrita pelo dramaturgo catalão Josep Maria Miró, “Nerium Park” se desenvolve como um thriller minimalista, uma série teatral de suspense passada em 12 cenas curtas, que acompanham o estranho processo de mudança de um casal. Trata-se, portanto, de uma dramaturgia incomum. Não tanto por sua forma, mas sobretudo pelo clima que a obra instaura.

    Tudo se passa num único ambiente, mas seus personagens se mantêm atentos a algo com cheiro de ameaça que vem do lado de fora. Nos instantes iniciais da peça, a mulher do casal (Pri Helena) se coloca diante da janela e diz ver alguma coisa lá embaixo. Mas o que ou quem? Aonde? Não se sabe, mas ela sabe que viu. Mas será que havia algo? Mais do que a resposta, é a indefinição que importa. É a lacuna que há entre uma percepção e a sua confirmação, entre a intuição e o fato, instaurando o mistério que faz avançar a trama e que atraiu o diretor Rodrigo Portella para o projeto.

    — Fui convidado pelo Rafael (Baronesi, ator e idealizador da montagem) para ler o texto, e fui lá sem saber de nada, numa de dar uma força e tal... Quando terminamos a leitura, estava impactado pela experiência — diz Portella. — Há algo no gênero da peça, o suspense, que me interessou muito. Porque é uma atmosfera rara de ser encontrada no teatro, e muito exercitada no cinema e na literatura.

    "VIDA MARGARINA"

    “Nerium Park” é a segunda criação deste dramaturgo catalão a chegar nos palcos da cidade. Antes dela, “Princípios de Arquimedes” cumpriu a função de apresentar as credenciais de Josep Maria Miró e seu domínio no terreno do suspense, numa montagem dirigida em 2017 por Daniel Dias da Silva. No mesmo ano, o texto inspirou a criação do filme “Aos teus olhos”, de Carolina Jabor, que tomou a peça como ponto de partida para o seu roteiro.

    Agora, “Nerium Park” chega aos palcos com direção de Portella, logo após uma boa série de realizações do encenador: as peças “Alice mandou um beijo”, “Tom na fazenda” e “Insetos”. Estimulado com o convite, o diretor acredita ter encontrado nesta dramaturgia a possibilidade de construir uma encenação não realista para um texto misterioso, que oscila entre o surreal e o naturalismo, entre os planos do delírio e da realidade.

    — Por uma lado, é uma peça realista, linear, mas ela abre lacunas, e é isso que gera todo um clima de mistério e suspense — diz o diretor. — Há uma tensão constante. Esse casal está diante do desconhecido em alguns níveis: estão num apartamento novo, são os únicos a morar ali até o momento, começam a ver ou a evocar a presença de figuras ou espectros... Existe, portanto, um atrito entre o realismo do texto e uma encenação que busca amplificar em imagens e sons o que o texto não diz.

    Nerium Park - Pri Helena e Rafael Baronesi foto de Renato Mangolin 8.jpgAlém das possibilidades cênicas, “Nerium Park” também aborda diferentes facetas do declínio capitalista e da dissolução dos ideias da jovem burguesia. Fala de especulação imobiliária, desemprego, insegurança masculina e das maquinações destrutivas do que se convencionou chamar de progresso. Em “Nerium Park”, o sonho da “vida margarina” — apartamento próprio, emprego fixo, filhos, cachorro e carro na garagem — ganha um contraponto nebuloso.

    O título da peça faz referência a um arbusto tóxico chamado Nerium Oleander, e a obra acompanha, por 12 meses, os efeitos do ar contaminado na vida de um casal: a revelação do avesso dos sonhos.

    — A peça explora o contraste entre a expectativa do ideal e uma realidade em que sonhos se desmoronam. Esse casal se desestrutura. A história nos faz pensar na incapacidade da nossa geração de lidar com as transformações do mundo, e com os transtornos do ideal de progresso e desenvolvimento — diz Portella, que além de “Nerium...” segue em turnê com “Insetos” e “Tom na fazenda”, e se prepara para uma jornada internacional com “Tom...”: até 2020 a peça fará turnês na França, no Canadá, na Espanha, na Bélgica e nos Estados Unidos.

    “Nerium Park”

    Onde: Teatro Glaucio Gill — Praça Cardeal Arco-Verde, s/nº (2332-7904).

    Quando: Estreia dia 18/8. De sex. a seg., às 20h. Até 10/9.

    Classificação: 16 anos.


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    RIO — A primeira comédia brasileira original do Warner Channel, “Mal me quer”, está sendo produzida pela Boutique Filmes, produtora da série “3%” da Netflix. Segundo publicou a “Variety”, a série é dirigida por Ian SBF, cofundador do Porta dos Fundos.

    LEIA MAIS: Netflix confirma terceira temporada de '3%'

    De volta em '3%', Bianca Comparato prepara mais cinco filmes e um documentário

    O produtor de “3%”, Tiago Mello, assina a produção-executiva da série. “Mal me quer” tem roteiro de Ana Reber, do filme ”Uma quase dupla” (2018), e Rodrigo Castillo, da série “O negócio” (HBO).

    Com seis episódios confirmados, a série vai girar em torno do casal Marcel e Olivia interpretado pelos atores Felipe Abib e Julia Rabello. Com a falência da empresa de Marcel, eles decidem pedir o divórcio como forma de proteger suas propriedades, mesmo querendo continuar juntos.

    No entanto, ninguém pode descobrir que o divórico é uma farsa. Apenas a filha mais nova do casal, Bruna, percebe que, para manter a casa, Marcel e Olivia estão arriscando o amor que têm um pelo outro.

    Ainda não há previsão para a estreia.


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    RIO — Mais uma vez um pôster do Pearl Jam vem dando o que falar. No desenho feito pelo baixista da banda, Jeff Ament, e pelo artista Bobby Brown, Donald Trump é retratado como um cadáver em decomposição sendo comido por uma águia.

    A imagem foi feita para um show da banda em apoio a campanha do político democrata Jon Tester. Na arte aparece ainda a Casa Branca em chamas e o Lincoln Memorial se esfacelando.

    pôster Pearl Jam Trump

    Em março, quando esteve no Brasil para uma turnê, o Pearl Jam também provocou polêmica com um de seus cartazes. A arte, assinada por Ravi Zupa, trazia pássaros da fauna brasileira — tucano, arara e bem-te-vi — carregando fuzis. Ao fundo, a representação de uma favela carioca.

    "Essa obra é uma homenagem ao Rio de Janeiro — particularmente, às pessoas da favela da cidade, que, apesar da obscena desigualdade, encontra maneiras de construir cidades nas montanhas", explicou Zupa.

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    A imagem causou polêmica entre internautas. Enquanto muitos fãs brasileiros comemoraram por entender a arte como um protesto contra a intervenção federal na segurança da cidade, outros criticaram.

    LEIA TAMBÉM: Pôster do Pearl Jam no Rio terá edição especial com renda doada a ONGs cariocas

    "Desconhecem a nossa realidade", "essa imagem representa bem o nosso Rio de Janeiro" e "esse tucano é uma indireta?" foram alguns dos comentários que pipocaram nas redes.


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