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    RIO — Um mês antes da seua estreia, o filme “City of lies", estrelado por Johnny Depp, foi adiado por tempo indeterminado. O longa, sobre as investigações sobre as mortes dos rappers Tupac Shakur e Notorious B.I.G., iria chegar aos cinemas em 7 de setembro, mas teve o lançamento adiado após o ator ser acusado de ter agredido um integrante da produção, no mês passado.

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    Deep foi processado por um gerente de locações, que acusa o ator de ter lhe dado um soco. Segundo relatos, Gregg “Rocky” Brooks diz ter tentado avisar Depp, que filmava na parte externa do Barclay Hotel, na região central de Los Angeles, que a produção não poderia ir além das 23h. Foi quando o ator teria dito "Quem ca..... é você? Não tem direito de me dizer o que eu tenho de fazer", socando-o nas colstelas em seguida.

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    Não é a primeira acusação de agressão enfrentada pelo astro: durante o processo de divórcio, no ano passado, ele foi acusado de violência doméstica contra a ex-mulher, a atriz Amber Heard. Depp negou as acusações e Amber emitiu posteriormente uma declaração conjunta com o ex-marido, afirmando que "nunca houve qualquer intenção de dano físico ou emocional".

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    Ainda assim, as acusações afetaram outro longa em que Depp está envolvido, "Animais fantásticos: os crimes de Grindelwald", que tem previsão de estreia no Brasil para 15 de novembro. No novo spinoff da saga Harry Potter, o ator interpreta o bruxo das trevas Gellert Grindelwald. Fãs pediram a saída do ator da produção, mas em dezembro a autora e roteirista J.K. Rowling defendeu sua permanência.

    Veja 15 gastos extravagantes de Johnny Depp

    As polêmicas de Depp também passam por sua situação financeira: de janeiro de 2017 a julho deste ano, o ator travou uma batalha judicial contra o Management Group, empresa que administrou seus negócios por 13 anos. O ator alegou que a companhia foi responsável pela perda de US$ 650 milhões, enquanto a empresa revelou algumas de suas extravagâncias, como ilhas particulares e uma coleção de 45 carros.


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    RIO - Raquel Cozer é a nova diretora editorial da HarperCollins Brasil, segundo maior grupo editorial do mundo. Ela assumirá o cargo na próxima segunda-feira, dia 13 de agosto, e será responsável pelo programa de títulos nacionais e internacionais da editora, que tem sede em Nova York e escritórios em 18 países. Segundo comunicado da editora, Cozer terá um papel fundamental no posicionamento da empresa e na expansão da editora em diversas áreas.

    Raquel - que é formada em jornalismo e foi repórter e colunista dos cadernos de literatura nos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo - entrou para o mercado editorial em 2015, ao se tornar editora executiva de livros de ficção da Editora Planeta, onde ficou por dois anos. Para assumir o novo cargo, ela deixa a Intrínseca, onde era editora de aquisições desde novembro do ano passado.

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    - Além de ser uma referência histórica, com seus 200 anos de existência, há HarperCollins está no Brasil só há três anos, e há apenas um ano e meio como editora independente, o que me dá a possibilidade de criar, de dar a ela uma cara aqui - disse Cozer, que assume o desafio num momento de crise no mercado editorial. - A crise faz pensar, exige muita criatividade. Existe público, e os grandes livros vendem. A questão do momento é pensar em alternativas para os leitores.

    Ela diz que u dos seus grandes sonhos é fazer um catálogo nacional forte na editora:

    - O autor nacional é um patrimônio gigantesco. Pode levar a editora para muitos países. E hoje a gente já tem belos autores no Brasil, principalmente em gêneros como não-ficção histórica. Quero olhar para os autores que estão na casa também.

    Para Chantal Restivo-Alessi, diretora digital da HarperCollins Publisher, a experiência e o conhecimento De Raquel Cozer fazem dela a pessoal ideal para ajudar a editora a "crescer ainda mais no Brasil, um país no qual permaneceremos comprometidos a longo prazo”.

    A HarperCollins publica aproximadamente 10 mil livros inéditos por ano em 17 línguas, e tem um catálogo digital de mais de 200 mil títulos. Com publicações de diversos gêneros, entre seus autores da HarperCollins estão vencedores do Prêmio Nobel, do Prêmio Pulitzer, do National Book Award, do Newberry, da Medalha Caldecott e do Man Booker Prize.


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    foda-se.jpgRIO — No ano em que o mercado editorial vive a sua maior crise, os leitores decidiram ligar o f*da-se. Espécie de anti-autoajuda, "A arte de ligar o f*da-se", do americano Mark Manson, é o livro mais vendido do ano até o momento, com 240 mil exemplares vendidos.

    LEIA MAIS: Fenômeno editorial, livro de autoajuda está fazendo o Brasil chutar o balde

    CRÍTICA: 'A sutil arte de ligar o f*da-se' é sincero com o leitor

    Com um encolhimento de 20% nos últimos três anos, e sem receber pagamento da Saraiva e da Livraria da Cultura, as duas principais redes do país, o setor sofre para fechar as contas. Alheio a tudo isso, o livro mantém a liderança desde o início de 2018. É seguido de perto pelo livro do youtuber Luccas Neto, o infanto-juvenil "As aventuras na Netoland com Luccas Neto".

    Entre os 10 livros mais vendidos, há apenas um de ficção, "Origem", de Dan Brown.

    Veja a lista parcial dos dez livros mais vendidos em 2018.

    1 - "A sutil arte de ligar o f*da-se", de Mark Manson (Intrínseca)

    2 - "As aventuras na Netoland com Luccas Neto", de Luccas Neto (Pixel)

    3 - "Combate espiritual", de Padre Reginaldo Manzotti (Petra)

    4 - "Sapiens", de Yuval Noah Harari (L&PM)

    5 - "O milagre da manhã", de Hal Elrod (BestSeller)

    6 - "Seja foda!" de Caio Carneiro (Buzz)

    7 - "Propósito", de Sri Prem Baba (Sextante)

    8 - "O poder da ação", de Paulo Vieira (Gente)

    9 - "O poder do hábito", de Charles Duhigg (Objetiva)

    10 - "Origem", de Dan Brown (Arqueiro)

    Fonte: Publishnews


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    RIO — O álbum-manifesto “Tropicália ou panis et circensis” chegou para explicar — ou confundir, como canta Tom Zé — o olhar que o tropicalismo lançava sobre o Brasil e o mundo. Há exatos 50 anos, numa festa no Dancing Avenida, no Rio de Janeiro, mesmo dia em que Caetano Veloso completou 26 anos, era celebrado o lançamento do disco que revolucionou a cultura brasileira.

    LEIA MAIS: Tropicália rompeu os limites entre vanguarda e tradição, samba e iê-iê-iê, Brasil profundo e superficial

    Confira 50 ideias, personagens e obras fundamentais para a Tropicália

    O álbum era um desfile alegórico e violento das cores e dores de um Brasil em convulsão: sofisticado e kitsch, litorâneo e interiorano. Na capa do disco, além de Caetano, Gil e Tom Zé, estavam, em carne e osso, Gal Costa, Mutantes, Torquato Neto e Rogério Duprat — arranjador que definiu a sonoridade das 12 canções do disco .

    O embrião do movimento já havia aparecido nas apresentações dos baianos no III Festival de Música Popular Brasileira em 1967. Quando Caetano Veloso apresentou “Alegria, alegria” e Gilberto Gil cantou “Domingo no parque” ainda não existia um nome para o que se via ali. No entanto, as fronteiras entre vanguarda e tradição, Brasil profundo e superficial estavam borradas de vez.

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    No painel do tropicalismo tudo virou canção. Do cantor Vicente Celestino (“Coração materno”) ao artista plástico Rubens Gerchman (sua tela “Lindoneia” inspirou a música homônima), passando pelos jornais populares, Mangueira, “Hino ao Senhor do Bonfim”, “aquela canção do Roberto”, Caribe e concretismo.

    LEIA TAMBÉM: Leia trecho de novo livro sobre o disco "Tropicália" (1968)

    A Tropicália segundo Tom Zé: Homero, Peirce, Caetano e Gil

    O nome do movimento foi inspirado em Hélio Oiticica, que havia elaborado o conceito em 1966 a partir de Oswald de Andrade. Em 1967, ele expôs o penetrável "Tropicália” na mostra “Nova Objetividade Brasileira”. A instalação evocava a vida urbana e das favelas, e criou uma imagem brasileira de vanguarda. Hélio dizia que a “tropicalidade” ia “além de papagaios e bananeiras”. Era “não estar condicionado por estruturas determinadas”.

    O conceito e o visual da Tropicália tiveram forte influência de Rogério Duarte. Ele fez capas de discos de Caetano e Gil, além de cartazes de filmes de Glauber Rocha, entre outros. Em 2003, publicou o livro de memórias e antologia “Tropicaos”.

    LEIA AINDA: A Tropicália por Fred Coelho: uma nova forma de pensar o Brasil

    A Tropicália por José Celso Martinez Corrêa: Desacovardamento na pele da cultura

    Ouça o disco:

    'Panis et circenses'


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    'Despacito' é uma canção muito bonita, mas ela mostra como a música mudou nos últimos 30 anos. Ela já foi feita num contexto de música eletrônica, algo que não ousaríamos.RIO — Lá se vão mais de 30 anos desde que um LP, "Gipsy Kings" (1987), pegou o mundo em cheio com as músicas "Bamboléo", "Djobi djobá" (traduzindo: "Eu venho, eu vou") e "A mi manera" (versão da imortal "My way", cavalo de batalha de Frank Sinatra). De lá para cá, nenhum quadril conseguiu ficar imune à rumba flamenca do grupo liderado pelo cantor Nicolas Reyes e o violonista Tonnino Baliardo.

    Ciganos de origem espanhola, os Gipsy Kings não desmentiram seu espírito errante e passaram as últimas três décadas levando aos quatro cantos do mundo sua música fortemente enraizada na cultura gitana. Com a memória de velhos tempos (como os de 1992, em que, no auge do sucesso, se apresentaram no Maracanãzinho), eles voltam ao Brasil para uma trinca de shows: dia 18 de outubro em São Paulo (no Espaço das Américas), 20 no Rio de Janeiro (Vivo Rio) e 25 em Curitiba (no Expo Unimed).

    A mítica cigana permanece na música do grupo, já que no cotidiano ela deixou de existir faz tempo, admite Nicolas, em entrevista ao GLOBO:

    — Infelizmente, aquele sentido de comunidade dos ciganos não existe mais. Os mais jovens não têm respeito pela cultura cigana e não vivemos mais da mesma forma que antes.Gipsy Kings - Bamboléo (Official Video)

    O cantor acredita que foi justamente o respeito às raízes catalãs, quando começaram a fazer música no fim dos anos 1970, em Arles, no sul da França, o que acabou garantindo aos Gipsy Kings o sucesso mundial. Hoje, os violões flamencos estão em todo lugar na música pop — até no "Despacito", a canção do porto-riquenho Luís Fonsi que abriu o mundo para a música latina em 2017.

    — "Despacito" é uma canção muito bonita, mas ela mostra como a música mudou nos últimos 30 anos — conta Nicolas. — Ela já foi feita num contexto de música eletrônica, algo que não ousaríamos. Não faríamos nada que estivesse fora da nossa cultura, tentamos manter tudo aquilo que representamos. Gipsy Kings - Djobi, Djoba (Official Video)

    No show que os Gipsy Kings trazem ao Brasil, diz o cantor, os violões, percussões e vozes contarão com o apoio de teclado, baixo, bateria e guitarra — mas tudo estará ainda dentro da tradição. Eles mostram os sucessos ("Volare", "Hotel Califorrnia", além daqueles do disco de 1987) e as músicas novas e contam as histórias dos 30 anos de andanças pelo mundo.


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    NOVA YORK — Dois homens munidos de picaretas tentaram, há alguns dias, sem sucesso retirar a estrela do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, da Calçada da Fama, mas agora é a vez do Conselho Municipal de West Hollywood.

    Nesta segunda-feira, os conselheiros votaram, em unanimidade, pela remoção da estrela de latão e terrazzo incrustada na calçada sempre cheia de turistas de uma avenida histórica.

    LEIA MAIS: Trump: 'Quem fizer negócios com o Irã não fará com os EUA'

    A votação é essencialmente simbólica, já que o conselho não tem jurisdição sobre a Calçada da Fama da vizinha Hollywood e só votou para exortar a Câmara de Comércio de Hollywood, responsável pela atração, a removê-la.

    78260710_FILE PHOTO Donald Trump touches his star on the Hollywood Walk of Fame in Los Angeles Janua.jpgA estrela se tornou o cenário de diversos protestos anti-Trump desde que o republicano anunciou sua candidatura presidencial em 2015, e foi vandalizada duas vezes por homens com ferramentas pesadas — mas consertada rapidamente.

    Ao aprovar a resolução, anunciada pelo prefeito de West Hollywood, John Duran, o conselho disse que o homenageado não reflete os valores de sua cidade, uma das mais liberais do país.

    A resolução citou alegações de várias mulheres que acusam Trump de tê-las assediado sexualmente, o que ele nega, e também lembrou sua política, recentemente anulada, de separar pais e filhos imigrante em busca de asilo na fronteira EUA-México.

    A estrela de Trump foi instalada em 2007 em reconhecimento ao seu trabalho na televisão, que antecede seu envolvimento na política, incluindo sua atuação como apresentador do reality show "O Aprendiz" na rede NBC e como produtor dos concursos de Miss Universo.


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    RIO — Ao analisarmos apenas os comentários nas redes sociais de Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes, é difícil afirmar se a passagem da turnê de estreia dos Tribalistas pelo Rio, no último fim de semana, foi um sucesso ou um fracasso.

    De um lado, depoimentos apaixonados de fãs que saíram para lá de satisfeitos ao assistirem ao encontro. Do outro, uma chuva de reclamações: problemas no som, atrasos, dificuldade para chegar e sair da Marina da Glória, grandes aglomerações e lamaçal foram os tópicos mais abordados — vale lembrar que o show de domingo (5/8) seria realizado na sexta-feira, mas precisou ser adiado por conta das fortes chuvas que atingiram o Rio ao longo da semana.

    ANÁLISE: Tribalistas sonham com um Brasil leve e amoroso

    A publicação abaixo, feita por Marisa Monte no Instagram, recebeu cerca de 500 comentários, que evidenciam essa reação mista do público. Marisa Monte Tribalistas

    "Valeu cada centavo pago, valeu cada minuto de espera e valeu esperar todos esses anos pela primeira turnê de vcs", diz a fã Karen Sangon. "Foi maravilhoso, eu amei! Esse trio cantando é uma lavagem na alma. Vc estava linda", reforçou Belin Lopes.

    Por outro lado, Malu Sarmento apontou: "Aqui no Rio foi uma decepção, não só pela qualidade do som.. Mas o local também! Ingressos num preço absurdo, lotação, palco onde não dava pra ver NADA... Nem telão havia!!!". "Paguei R$ 500 em um show que era pra ser o da minha vida e a visão e o som estavam horríveis. Bem decepcionante", reclamou Fabi Mariano.

    As principais reclamações, que aparecem também em publicações de Brown e Antunes, foram concentradas no show de estreia, sábado, que recebeu 10 mil pessoas, capacidade máxima do evento. Após contato do GLOBO, Simon Fuller, diretor de produção do espetáculo, explicou que o atraso no início da apresentação foi causado por uma blitz que atrapalhou a chegada do público:

    — A polícia resolveu armar uma blitz antes do show no Aterro, que nem era de Lei Seca, e atrasou a chegada do público, o início do show e causou essa confusão toda na entrada. Em nenhum momento, fomos avisados que tal operação aconteceria.tribalistas.jpg

    Com o público entrando mais tarde do que o previsto na Marina da Glória, a mobilidade acabou sendo prejudicada. Em vídeo enviado pela produção do show de sábado, é possível notar que um dos lados da pista — o direito de quem olha para o palco — está com fácil circulação, inclusive na parte da grade. No esquerdo, o mais próximo de quem entrava no espaço montado para o show, há uma aglomeração muito maior de pessoas.

    — No sábado, conforme previsto e anunciado, três horas antes do início previsto do show as portas da Marina estavam abertas para que o público pudesse entrar com toda a tranquilidade. Quem chegou com antecedência, não encontrou nenhuma dificuldade. Por algum motivo, as pessoas que ficaram do lado esquerdo do palco não buscaram mais espaço do lado direito. Realmente, as caixas de som não são viradas para a praça de alimentação, mas quem estava na frente do palco ou no fundo deu um feedback bem diferente — garantiu Fuller. Público se aglomera no lado esquerdo de show dos Tribalistas

    Ainda conforme o produtor, o segundo dia de apresentação não registrou os mesmos problemas:

    — No domingo, já sem blitz e com uma campanha forte nas mídia sociais dos artistas para que o público chegasse mais cedo, não houve nenhum contratempo, e os relatos dos fãs são os melhores possíveis.

    PRÓXIMO EVENTO NA MARINA DA GLÓRIA JÁ PREPARA LOGÍSTICA

    Instalada à beira da Baía de Guanabara, a Marina da Glória é um espaço que recebe eventos esporadicamente, principalmente festivais de música, para até 15 mil pessoas, dependendo da configuração usada pelo locatário.

    A reclamação mais constante daqueles que o frequentam se dá pela dificuldade para chegar e sair, uma vez que as opções de transporte público são escassas, e tanto as linhas de ônibus quanto as estações de metrô mais próximas (Glória e Candelária) exigem uma caminhada pelo Aterro do Flamengo, de iluminação e segurança escassas. Queremos Festival

    No próximo dia 25 de agosto, a Marina receberá a primeira edição do Queremos! Festival, com 12 atrações musicais, entre artistas nacionais e internacionais. Em nota, a produção garantiu que está se preparando para evitar transtornos ao público:

    "A produção do Queremos! está em contato com a Guarda Municipal e a CET-Rio para assegurar a segurança e mobilidade do público durante o evento do dia 25 de agosto. O Queremos! Festival terá 12 horas de duração e atrações variadas, com um fluxo de chegada e saída do público distribuído ao longo do dia. O público do Queremos! Festival está sendo incentivado a utilizar transporte público, mas haverá ponto de táxi e efetivo da produção do evento para orientar o acesso de carros para embarque e desembarque de passageiros".

    Father John Misty, Animal Collective, Cut Copy, BaianaSystem, Boogarins e Letrux são algumas das atrações do Queremos! Festival.


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    56abc182-cbbc-4967-a085-d6e529ffe4d0.jpgRIO - A sexta e última temporada de "House of cards" vai ao ar em 2 de novembro, anunciou a Netflix nesta terça-feira.

    Em e-mail enviado à imprensa, o serviço de streaming revelou a data com uma frase do ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill: “A história é escrita pelos vencedores”.

    LEIA MAIS: Escândalo Harvey Weinstein inspira séries e filmes

    A julgar pela temporada anterior, a vencedora da História até agora é Claire Underwood (Robin Wright), que assumiu a presidência dos Estados Unidos após um golpe político no marido, Frank (Kevin Spacey).

    No dia 4 de julho, a Netflix havia divulgadou um teaser em que Claire desejava um "feliz dia da Independência... para mim". No cartaz divulgado nesta terça, a personagem aparece sentada numa espécie de trono com a mão direita sangrando.

    Frank não vai retornar à série. Em novembro do ano passado, Spacey foi demitido da atração após ser acusado de assédio sexual. As gravações foram interrompidas e os roteiristas precisaram correr para reescrever a trama. Ainda não se sabe como eles vão justificar a saída abrupta de Frank da última temporada, que terá apenas oito episódios — em vez dos habituais 13.

    Mesmo com a confusão nos bastidores, a Netflix está investindo em peso na última temporada, que vai trazer no elenco nomes como Diane Lane e Greg Kinnear. Em um evento da Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos e Canadá (TCA, na sigla em inglês), mês passado, a vice-presidente de séries originais da empresa, Cindy Holland, disse que "House of cards" terá "um final à altura".

    A produção fez História ao se tornar a primeira série em streaming a receber indicações nas principais categorias do Emmy. Nos últimos anos, no entanto, tem mostrado sinais de desgaste entre os críticos.


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    RIO — Estreia nesta quinta-feira o celebrado primeiro longa de Gabriela Amaral Almeida, "O animal cordial". Elogiado pela crítica e por grandes nomes como Walter Salles, o filme confirma uma nova fase do gênero de terror no cinema brasileiro e mundial.

    Ano passado, algo inédito aconteceu quando “As boas maneiras” saiu como o grande vencedor do 19º Festival do Rio: pela primeira vez a mostra carioca consagrou um filme nacional assumidamente de terror.

    LEIA MAIS: Novo cinema de terror levanta discussão sobre a definição do gênero

    Terror brasileiro ganha fôlego com filmes elogiados e premiados

    O longa de Marco Dutra e Juliana Rojas já havia vencido o prêmio especial do júri em Locarno, na Suíça, e foi selecionado por festivais mundo afora — além de ter sido elogiado em publicações como o “Hollywood Reporter” e a “Variety".

    “O animal cordial” também esteve na competição na Première Brasil, e apavorou o público com suas altas doses de violência e sangue. São dois exemplos que sinalizam o surgimento de uma onda de obras de terror bem recebidas pela crítica, mostrando que o gênero no Brasil, em termos de qualidade, vai bem — e não está necessariamente restrito a nichos.

    As maiores bilheterias de terror da História

    Além de “As boas maneiras” e “O animal cordial”, outros terrores comandados por diretores experientes e protagonizados por atores consagrados — o que revela, no mínimo, um investimento incomum — devem chegar aos cinemas num futuro próximo.

    Em “Morto não fala”, de Dennison Ramalho, Daniel de Oliveira viverá um plantonista de necrotério com o dom de se comunicar com mortos. “Terapia do medo”, de Roberto Moreira, trará Cléo Pires no papel de duas irmãs gêmeas, uma das quais fica catatônica após sofrer um acidente, enquanto a outra passa a usar métodos de hipnose para tentar tirá-la desse estado. Há ainda o suspense sobrenatural “O juízo”, de Andrucha Waddington, com Fernanda Montengro e Lima Duarte; e “Albatroz”, de Daniel Augusto, com Alexandre Nero e Andréa Beltrão.

    NOS EUA: ERA DE OURO DO TERROR

    Nos EUA, uma era de ouro do horror tem vigorado nos últimos anos, numa tendência chamada de “pós-terror” pelo “The Guardian”. O que esses filmes — “Corra!”, “Ao cair da noite”, “A bruxa”, “O Babadook” e “Corrente do mal”, para citar alguns — têm em comum é a substituição dos sustos fáceis por temas envolvendo o medo existencial e o foco em como os personagens lidam com o desconhecido.

    Aclamadas por jornalistas, mas em parte espinafradas pelos espectadores — sendo “Hereditário” um dos exemplos mais emblemáticos —, elas frustram a expectativa do que se espera do gênero. Em vez de susto fácil (normalmente acompanhado por um boom! da trilha sonora), investem em narrativas dramáticas e artísticas.

    Trailer 'O animal cordial'

    No caso de “Hereditário”, a falta de sintonia entre crítica e público ainda é alvo de debate. O longa de Ari Aster recebeu nota D+ (numa escala que vai de A a F) na CinemaScore, a empresa americana que pesquisa a opinião dos espectadores sobre lançamentos. “O crime do filme foi ser mais artístico do que sensacionalista”, contra-atacou o crítico Owen Gleiberman na revista “Variety”.

    Com isso, a publicação alega que, hoje em dia, os terrores que conseguem se tornar hits gigantescos tendem a ser barulhentos e exagerados, e lista: nos slasher (termo normalmente atribuído aos filmes com assassinos), os espectadores enxergam o vilão como um astro do rock; em suspenses paranormais, fantasmas fazem estrondo à noite; em franquias como “Jogos mortais”, a tortura é a grande estrela. Nem mesmo “Um lugar silencioso” (2018), recente sucesso de público e crítica, escapa: “Como sugere o título, é silencioso e sutil — só que não: uma hora surgem alienígenas com mandíbulas do tamanho de tratores destroçando tudo o que produz som.”

    Para a “Hollywood Reporter”, “Hereditário” joga fora convenções do gênero e põe o espectador num “território desconhecido”, o que explicaria muita gente ter torcido o nariz. “Terror é mais do que medo, susto, carnificina e escuridão. É perda, luto e sensação de impotência”, diz a revista, referindo-se aos principais temas da trama. “Testemunhar essa mudança torna ‘Hereditário’ uma experiência desconcertante.”


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    RIO — A figura do médico argentino que se tornou guerrilheiro revolucionário em Cuba, Che Guevara, já foi retradada diversas vezes no cinema. Mas ela parece não se esgotar. Mais uma produção sobre Ernesto Guevara de la Serna vem aí: "Che, memórias de um ano secreto", de Margarita Hernandéz, será exibido no 28º Cine Ceará nesta quarta-feira.

    FOTOGALERIA: Por onde anda Che Guevara?

    O documentário da cineasta brasileira nascida em Cuba conta a história do desaparecimento misterioso de Che Guevara em dezembro de 1965, no auge da Guerra Fria. O guerrilheiro esconde-se em alguns lugares, aguardando que o serviço de inteligência cubano prepare seu próximo destino. Três ex-agentes secretos que o acompanharam nesse trajeto revelam pela primeira vez os detalhes da operação.

    RELEMBRE OUTROS FILMES SOBRE CHE:

    Che Guevara em filmes e documentários


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    guilhermelamounier-03.jpgRIO - Autor de "Enrosca", sucesso na voz de Fábio Jr. e Sandy & Junior, e gravado por cantoras como Zizi Possi e grupos como Frenéticas, o compositor Guilherme Lamounier morreu na noite desta terça-feira, no Rio. A causa da morte foi infecção generalizada a partir de uma pneumonia. O artista tinha 67 anos.

    Antes de lançar seu primeiro álbum, Lamounier já havia começado uma carreira de ator. Aos 19 anos, atuou em "The Sandpit Generals", adaptação cinematográfica americana de "Capitães de areia", de Jorge Amado. Nele, Lamounier fez o papel do menor abandonado Gato. O elenco incluia Dorival Caymmi e Eliana Pittman, e a trilha sonora era de Caymmi e Lamounier.

    'Enrosca', Guilherme Lamounier

    O cantor e compositor estreou em 1970, no disco "Guilherme Lamounier", com influências da black music, sob o comando de Carlos Imperial. Entre os arranjadores, estava Dom Salvador, e uma das canções era "Cristina", que depois se tornou sucesso na voz de Tim Maia (seu autor, em parceria com Imperial). No mesmo ano, participou do V Festival Internacional da Canção, com "Conquistando e conquistado" (de Carlos Imperial e Ibrahim Sued).

    Seu segundo disco, de 1973, trazia a canção que se tornaria um de seus maiores sucessos, "Será que eu pus um grilo na sua cabeça?", parceria dele com Tibério Gaspar. Ao longo da década, incluiu composições em trilhas sonoras do cinema nacional, como "Cada um dá o que tem", de Carlo Mossy, e de novelas, como "Locomotivas" (1977) e "Feijão maravilha" (1979).

    'Será que eu pus um grilo na sua cabeça', Guilherme Lamounier

    "Enrosca", que Lamounier cantava na trilha de "Locomotivas", foi gravada em 1982 por Fábio Jr. e em 2000 por Sandy & Junior. Fábio Jr. gravou ainda outras músicas do compositor, como "Seu melhor amigo".

    Em 1978, Lamounier lançou seu último álbum. Chegou a fazer um compacto em 1982 e a participar da trilha sonora do especial infantil "A era dos Halley", em 1985. Nos últimos anos Lamounier, que sofria de esquizofrenia, vivia afastado do meio artístico.



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    RIO — O Franz Ferdinand virá ao Brasil em outubro para dois shows, um em São Paulo e outro em Curitiba, segundo anunciou o Popload Gig. A banda escocesa vai apresentar a turnê de seu quinto álbum "Always ascending".

    CRÍTICA: Franz Ferdinand mantém o velho espírito voltado para a pista em "Always ascending".

    O grupo estreia no Brasil sua nova formação: Dino Bardot (do trio 1990s) e Julian Corrie (mais conhecido na seara eletrônica por Miaoux Miaoux), músicos da cena rock e eletrônica de Glasgow, vão substituir o guitarrista Nick McCarthy.

    Show Franz Ferdinand

    Os músicos vão tocar na Ópera do Arame em Curitiba no dia 11 de outubro. Os ingressos variam de R$ 100 até R$ 420. Já em São Paulo a apresentação será no no Tom Brasil, no dia 12, com preços entre R$ 85 a R$ 400.


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    RIO - Após mais de 24 horas, começa a desocupar uma das salas de um prédio do Ministério da Cultura, em Brasília, o grupo de cerca de 25 pessoas que invadiu e ocupou o local na noite de terça-feira, após uma série de reuniões que começou às 11h. O protesto é da Frente Liberta Matriz Africana (Flama). Em nota, o Ministério da Cultura condenou a atitude, que considerou "antidemocrática" e "com claras motivações político-partidárias".

    Segundo a nota, na terça-feira, os militantes foram recebidos tanto pela secretária de Diversidade Cultural, Magali Moura, quanto pela secretária-executiva do MinC, Cláudia Pedrozo, em uma sala da Secretaria de Diversidade Cultural, localizada no nono andar do edifício Parque Cidade Corporate. Mas teriam rejeitado o diálogo e tomado a posição de ocupar a sala, recusando-se a sair, declarando a ocupação no fim da tarde.

    LEIA MAIS:

    Quinze dias depois de demitir secretários, MinC anuncia substitutos

    Entre as reivindicações do grupo estariam a implementação do Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos de Matrizes Africanas e de Terreiros. E que a presidência da Secretaria Especial de Políticas de Igualdade Racial seja ocupada por um conselheiro eleito pelo Conselho Nacional de Igualdade Racial.

    "Há no grupo representantes de um ponto de cultura que foi inabilitado por fraude na execução de seu projeto e na prestação de contas", diz a nota do ministério. Ainda segundo o documento, "não houve, em nenhum momento durante as reuniões, a apresentação ao MinC de uma pauta objetiva de reivindicações assinada pelos integrantes da invasão. Não houve também pedido prévio de agenda com o ministro Sérgio Sá Leitão, que tem se reunido com todos os segmentos da cultura que solicitam reuniões e encontros".


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    RIO - Uma foto dos ex-integrantes Brian Johnson (vocais) e Phil Rudd (bateria) num estúdio em Vancouver, no Canadá, reacendeu rumores de que o AC/DC pode estar gravando um disco. O registro, postado no Twitter por um site de notícias da cidade, The Georgia Straight, mostra Johnson e Rudd relaxando do lado de fora dos estúdios Warehouse — e alguns alegam que o resto da banda também está por perto.

    Um repórter do Georgia Straight, Steve Newton, afirma ter sido contatado por um local que falou com Stevie Young, sobrinho do guitarrista do AC/DC Angus Young, incorporado à banda em substituição ao pai, Malcolm Young, que tinha demência e deixou o grupo em 2014, vindo a falecer no fim do ano passado. "E o outro com quem minha fonte conversou foi Phil Rudd. Sim, Phil Rudd!"

    AC/DC

    Tanto Brian Johnson quanto Rudd saíram do AC/DC após a gravação do disco "Rock or bust" (2014). Rudd, que tinha problemas legais relacionados ao uso de drogas, foi substituído por Chris Slade, enquanto Axl Rose, do Guns'N'Roses assumiu o lugar de Johnson quando este apresentou problemas de audição.

    Mais tarde, Phil Rudd declarou sua intenção de recuperar seu antigo emprego, enquanto Johnson provou que ele ainda era capaz de cantar em shows, embora sua capacidade de se apresentar repetidamente e com segurança num estádio, em alto volume, ainda seja uma incógnita.

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    Até agora, a única pedra no sapato da tese é que ninguém viu em Vancouver o guitarrista e único integrante original do grupo, Angus Young.


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    RIO — Azealia Banks, que em 2017 ofendeu brasileiros num post em que dizia "não saber que na favela tinha internet" e chamou brasileiros de "anormais de terceiro mundo", reagiu a uma campanha contra suas apresentações no país. Azealia tem um show com a cantora Pabllo Vittar marcado para novembro deste ano, em Fortaleza, e apresentação no Rio no mesmo mês. Nesta quarta-feira, a americana reagiu contra a represália, escrevendo em português e relatando ter sofrido preconceito pelo Facebook.

    "Veja, quando você é uma princesa americana como eu.... Você começa a viajar pelo mundo e encontrar pessoas que te amam e se relacionam com você, independentemente de qualquer coisa. Além disso (sic), há a quantidade de racismo vivenciada online por parte de brasileiros brancos, me chamando de crioula e camponesa (...) Eu poderia ser muito descuidada (sic) com o que alguém tem a dizer sobre mim. Estou indo ao Brasil para festejar com meus fãs e você pode engasgar”, escreveu.

    Na mensagem publicada nesta quarta-feira em seu Instagram, Banks cita o site "Portal Popline", que entrevistou dois MC's contrários às apresentações da artista no país. A americana e Pabllo Vittar são atrações da segunda edição da festa PisaMenos, que acontecerá dia 14 de novembro deste ano em Fortaleza, com ingressos de até R$ 450. O show de Azealia Banks no Rio está previsto para acontecer no dia 10 de novembro, mas ainda não há confirmação sobre o local.

    RELEMBRE A POLÊMICA

    No início de 2017, Azealia Banks usou o Facebook para ofender fãs brasileiros e ironizou o comportamento dos internautas, dizendo que "não sabia que tinha internet na favela".

    "Quando esses anormais do terceiro mundo vão parar de fazer spam com esse inglês errado falando sobre algo que não sabem? É hilário ser chamada de vadia negra por brasileiros brancos. Eles deveriam se preocupar com a economia primeiro.”

    Em outra declaração, a rapper disse: "O Brasil tem o maior número de pessoas que enchem minha página de insultos racistas. Não ligo de qual país você é. Racismo é racismo. E um monte de meninos brancos de um país com as piores políticas para negros não vão vir aqui me xingar quando não sabem sequer falar a língua com a qual tentam me insultar

    Em seguida, Azealia recebeu uma enxurrada de comentários e voltou a reagir: "Não sabia que tinha internet na favela". A publicação, no entanto, foi apagada pouco tempo depois, e o nome da rapper foi parar nos Trending Topics do Twitter na ocasião.


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    RIO — A cantora Demi Lovato cancelou os próximos shows da turnê de “Tell Me You Love Me” na América do Sul. As apresentações estavam marcadas para acontecer em seis cidades de Chile, Argentina e Brasil, a partir de 14 de novembro, e tinham Becky G como atração de abertura nos dois últimos países citados. Segundo nota divulgada pelo site da produtora Eventim, que comercializou os ingressos no Brasil, o cancelamento foi decidido para que a cantora "foque em sua recuperação".

    O reembolso dos ingressos para a parte brasileira da turnê — que aconteceria em São Paulo (19/11), Rio de Janeiro (21/11), Recife (24/11) e Fortaleza (27/11) — estará disponível a partir da próxima quarta-feira. Os solicitantes do estorno devem se informar pelo site do Eventim, que comecializou os ingressos.

    A nota é assinada pela Live Nation, responsável pela turnê no Brasil, e pela Multi Entretenimento, parceira local para os shows em Recife e Fortaleza.

    A turnê pela América Latina, marcada inicialmente para começar em abril, já havia sido remarcada, de última hora, de abril para novembro. A justificativa apontada por Demi foi "problemas de produção". As apresentações no Equador, Costa Rica e Panamá foram canceladas.

    "Estou absolutamente de coração partido que tenho que fazer esse anúncio hoje… Devido a problemas de produção, nós temos que adiar as datas da ‘Tell me you love me tour’ na América do Sul. Equador, Costa Rica e Panamá, estou devastada que tivemos que remover esses shows. Realmente odeio que temos que fazer isso e nós tentamos nosso melhor para fazer isso acontecer, mas tivemos alguns problemas de produção imprevistos", afirmou, à época, a cantora em seu Instagram.

    RECUPERAÇÃO DEPOIS DE OVERDOSE

    No fim de julho, Demi foi internada às pressas após ter sofrido uma overdose durante uma festa em sua casa, em Los Angeles.

    Após algumas semanas da internação hospitalar, a cantora publicou em seu perfil no Instagram mensagem de agradecimento, relatando que focaria em sua recuperação e na sobriedade.


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    SÃO PAULO — Ontem, mesmo dia em que o cineasta John Bailey foi reeleito para o segundo mandato à frente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, o presidente e a diretora executiva da entidade, a atriz Dawn Hudson, anunciaram mudanças na estrutura do Oscar. Entre as novas medidas que serão adotadas, estão a criação de um prêmio para “melhor filme popular” e a limitação da cerimônia de entrega a três horas (para termo de comparação, a de 2018 teve quase quatro horas). O objetivo é aumentar a audiência da transmissão de TV, que vem caindo vertiginosamente nos Estados Unidos.

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    Em uma carta aos membros, o Conselho da Academia também revelou que apresentará alguns dos 24 prêmios durante os intervalos comerciais. As mudanças, que entrarão em vigor na cerimônia de 24 de fevereiro de 2019, assinalam uma grande reformulação na premiação mais prestigiada da indústria americana de cinema.

    “Ouvimos de muitos de vocês que é preciso fazer melhorias para manter a relevância do Oscar e da Academia em um mundo em transformação”, diz a nota assinada por Bailey e Dawn. “O conselho levou essa demanda a sério.”

    Este ano, em março, a audiência da transmissão do Oscar nos EUA foi de apenas 26,5 milhões de telespectadores, segundo dados da Nielsen. Este número é o ponto mais baixo na história da premiação e vem caindo sistematicamente desde 2014, quando a vitória de “12 anos de escravidão” foi vista por 43,7 milhões de pessoas — o pico da última década.

    A queda nos índices de audiência americanos de lá para cá é da ordem de 39%. Embora os números mundiais sejam mais difíceis de auferir, o conselho admite que também está de olho na manutenção da popularidade da festa em outros países.

    78289254_SC BEVERLY HILLS CA - MARCH 02 Academy President John Bailey speaks onstage portrait at The.jpgDentre todas as medidas para turbinar a festa da indústria americana do cinema, a mais polêmica está sendo a criação da categoria de melhor filme popular. A carta do Conselho aos votantes da Academia não deu detalhes sobre a nova categoria, apenas diz que as especificações serão reveladas mais adiante. A ideia por trás dessa nova premiação é trazer longas-metragens de maior apelo, como sucessos da franquia “Star Wars” ou as adaptações de super-heróis como “Pantera Negra”, para os principais prêmios artísticos.

    A reação dos veículos especializados na cobertura do mercado de audiovisual americano, como “Variety” e “The Hollywood Reporter”, foi imediata — e unânime, sobretudo no que diz respeito à criação da categoria de “melhor filme popular”. “A Academia está desesperada”, decretou o jornalista Kristopher Tapley, da coluna especializada em premiações In Contention, publicada pela “Variety”. O crítico Owen Gleiberman, no mesmo veículo, escreveu um artigo intitulado: “A categoria de melhor filme popular vai contra tudo que o Oscar deveria ser”.

    Diante da repercussão negativa, a Academia divulgou um adendo à nota do conselho. Apesar de reforçarem que os critérios ainda estão em fase de discussão, eles esclarecem que um mesmo longa-metragem poderá concorrer em ambas as categorias — melhor filme popular e melhor filme. “Ao criar este prêmio, o conselho apoia uma ampla consideração de excelência em todos os filmes”, conclui o comunicado.


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    RIO — O artista visual Batman Zavareze conta que foi às lágrimas nos três shows já realizados da turnê dos Tribalistas, até agora — a estreia em Salvador, no fim de julho, e as duas apresentações na Marina da Glória, no último fim de semana. Diretor de arte do espetáculo, ele pôde ver da house mix, de onde controlava as projeções, imagens que tanto influenciaram sua formação artística, como trechos do filme “Limite”, de Mário Peixoto e da série “Brasilianas”, de Humberto Mauro, sendo exibidas em telões gigantes enquanto Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes embalavam multidões elétricas.

    — É um trabalho muito ligado à memória afetiva — admite Zavareze, pouco antes de embarcar para o Nordeste, onde acompanhará os shows no Recife (sexta-feira) e em Fortaleza (sábado). — Quando saiu o primeiro disco dos Tribalistas (2002), eu estava voltando da Europa. Ia na casa de amigos italianos e eles cantavam “Já sei namorar”. Foi um disco que me ajudou a ver um Brasil bom e tentei refletir isso na identidade visual do espetáculo: mostrar o que temos de melhor.

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    As projeções particulares de cada número do show, que passam por imagens gravadas dos artistas em cores ou figurinos vibrantes, por trechos da pesquisa de acervo e por transmissões ao vivo do palco e do público, têm sido consideradas um dos grandes trunfos da turnê. Marisa confidenciou a Zavareze que nunca tinha visto uma resposta como essa — a dupla já tinha se reunido na turnê solo da cantora, “Verdade, uma ilusão”. Ele mesmo tem sido muito abordado em eventos e recebido mensagens de desconhecidos com elogios, que chama de “avalanche de carinho”.78284931_SC - Batman Zavareze designer. Foto Leonardo Aversa.jpg

    Referência no campo audiovisual nas últimas duas décadas — entre tantos outros trabalhos, foi ele o responsável por cobrir o Maracanã de projeções na cerimônia de encerramento da Rio 2016 —, Zavareze foi convocado por Marisa para o projeto há cerca de um ano, uma “antecedência incomum como tudo que parte dela”. O tempo, diz, foi fundamental para conseguir, através do diretor Leonardo Netto, além de participações em ensaios do trio, alcançar o objetivo artístico que almejava:

    — O show traz um paleta de cores vibrante, que esbarra na pop art. Ao mesmo tempo, temos no palco um paulista, uma carioca e um baiano, então tem essa mestiçagem de Brasil. É uma brincadeira libertária que traz características do Brasil que hoje não temos a oportunidade de potencializar. O objetivo não é alienar nesse momento nebuloso do país, mas sair de um estado de suspensão, enxergar caminhos de mais afeto. 78147362_SC Show de Os Tribalistas com Arnaldo Antunes Marisa Monte e Carlinhos Brown.jpg

    O fato de ser uma turnê de grande apelo, para públicos que variam entre 10 e 30 mil pessoas, aliás, foi um dos principais desafios para o trabalho de Zavareze, que tem no currículo turnês de Paralamas do Sucessos, Los Hermanos, Barão Vermelho, entre outros.

    — Tenho que pensar no espectador que está lá atrás, preciso transmitir parte do show — lembra o diretor, que instala oito câmeras de controle remoto no palco e as opera “como se fosse um videogame”. — Trago a metáfora do abraço, como se as telas estivessem fechando, apertando o abraço para em outro momento abrir, brincando com a elasticidade que o show tem. Músicas introspectivas, como “Diáspora” ou “Carnalismo”, pedem um momento mais imersivo, uma pausa em que ouvir é mais importante que ver, aí optamos por fechar a transmissão.78147368_SC Show de Os Tribalistas com Arnaldo Antunes Marisa Monte e Carlinhos Brown.jpg

    Enquanto trabalha na turnê — os Tribalistas têm datas confirmadas em São Paulo (no próximo dia 18), Porto Alegre (24), Curitiba (25), Brasília (1/9) e Belo Horizonte (7/9) —, Zavareze se prepara para abrir, no dia 17 de setembro, a 14ª edição do festival Multiplicidade, evento fundado por ele e que considera o projeto de sua vida.

    A exposição vai atravessar o Oi Futuro Flamengo com impressões em gigantografia, realidade virtual, instalações colossais penetráveis, filmes e performances. Artistas como o coletivo Numen, Phill Niblock, Fernando Velazquez e Pedro Varella compõem a programação.

    Antes disso, em agosto, começa o Conexidade, projeto transmídia encabeçado por Zavareze e Diogo Reis que busca promover novos olhares sobre a cidade. Nele, dez artistas farão uma residência por quatro meses, de arte digital e cultura urbana. Ao fim, será realizado um festival aberto ao público com instalações interativas e shows de luzes.

    — É um projeto ambicioso em que o processo laboratorial, coletivo, terá uma importância tão grande quanto o resultado final — afirma Zavareze.


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    RIO — Pela primeira vez em mais de meio século e 24 filmes de história, o espião mais famoso do cinema, James Bond, poderá ser interpretado por um negro. Segundo revelou o “Daily Star”, a chefe da franquia, Barbara Broccoli, vem afirmando o desejo de escalar um ator não-branco no papel do 007. Idris Elba voltou a ser cotado para viver o personagem.

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    A publicação reportou uma troca de mensagens entre Barbara e o diretor Antoine Fuqua, em que ela afirma que “as portas estão abertas” para um artista de uma minoria étnica viver o agente secreto britânico. Fuqua responde que "Idris poderia fazer isso se estiver em forma. Você precisa de um cara com forte presença física e ele tem isso".

    Elba já foi citado como candidato a James Bond algumas vezes. Em 2014, documentos vazados da Sony Pictures revelavam que altos executivos do estúdio estavam o nome do ator para o papel. Em 2016 chegou a surgir uma página no Facebook, "We Want Idris Elba for James Bond", apoiando a escolha do ator.

    Exposição apresenta os 50 anos do estilo Bond, James Bond

    Também já foram cotadas personagens femininas para viver 007. Nomes de atrizes como Keira Knightley, Emilia Clarke e Gillian Anderson chegaram a ser figurar entre as possibilidades.

    O próximo filme de James Bond, 25º da série e ainda sem título, será o último com o ator Daniel Craig, que já interpretou o espião quatro vezes: “Cassino Royale” (2006), “Quantum of Solace” (2008), “Skyfall’ (2012) e “Specter” (2015). A produção já está em andamento com direção de Danny Boyle e roteiro de John Hodge (”Trainspotting”). O filme está previstoo para chegar aos cinemas do Reino Unido no dia 25 de outubro de 2019.


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