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    RIO - Depois de Evangeline Lilly revelar nesta semana ter se sentido "encurralada" a fazer cenas de nudez em "Lost", os produtores do seriado pediram desculpas à atriz.

    J. J. Abrams, Damon Lindelof, Carlton Cuse e Jack Bender divulgaram um comunicado conjunto no qual reconhecem o erro.

    LEIA MAIS: 'Homem-Formiga e a Vespa' dá destaque aos papeis femininos

    "Nossa reação aos comentários de Evie à imprensa foi entrar em contato com ela imediatamente para nos desculparmos pela experiência que ela relatou no set de 'Lost'. Ainda não conseguimos contatá-la, mas lamentamos profundamente. Ninguém deveria se sentir inseguro no trabalho. Ponto", afirma o texto.

    Em entrevista ao podcast "Lost boys", Evangeline Lilly, agora estrela de "Homem-Formiga e a Vespa", da Marvel, relatou ter tido uma "experiência negativa" ao ser "encurralada" a filmar uma cena de nudez parcial na terceira temporada de "Lost".

    "Eu estava morrendo de medo e tremendo quando a cena acabou. Eu estava chorando muito. E ainda precisei fazer uma cena muito forte depois disso", desabafou a atriz.

    A reclamação da artista de 39 anos não parou aí. Ela descreveu um incidente semelhante durante as gravações da quarta temporada:

    "Kate (a personagem) tinha que se despir. Lutei para manter essa cena sob meu controle, mas não consegui. Então eu disse: 'Chega. Podem escrever o que quiserem, mas não vou fazer. Nunca mais vou tirar minha roupa nessa série'. E não tirei mais."


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    _102829517_4b3749bf-4fc6-48ac-b5b0-feae38ad68b2.jpgRIO - Ai Weiwei teve o seu ateliê em Pequim demolido "sem aviso prévio", disse o artista chinês em sua conta no Instagram, nesta sexta-feira, onde ele postou uma série de vídeos mostrando tratores destruindo o edifício, que no passado chegou a funcionar como uma fábrica.

    LEIA MAIS: Em São Paulo, Ai Weiwei comenta episódios de censura: 'momento delicado e perigoso'

    Um assistente de Ai Weiwei disse à agência de notícias AFP que o contrato de aluguel havia acabado no ano passado, mas "simplesmente não foi possível" fazer a mudança à época por causa da quantidade de trabalhos mantidos no local. Estúdio de Ai Weiwei é demolido

    O funcionário acrescentou ter sido avisado pelas autoridades que a mudança deveria acontecer em poucos dias, mas reforçou que a demolição não estava prevista, nem foi anunciada a tempo.

    "Hoje, demoliram meu estúdio em Pequim sem avisar. Era meu estúdio desde 2006. Era uma fábrica no estilo da Alemanha Oriental socialista. Adeus", escreveu o artista, famoso pelas críticas ao governo chinês. Ele não informou se teve alguma obra danificada.

    Em 2011, ele foi preso e teve seu passaporte retido. Ele se mudou para Berlim em 2015.


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    LAS VEGAS — Dono de uma loja de penhores em Las Vegas, Richard Harrison, o Rick, admite que sempre foi o que os americanos chamam de “media whore” — algo como uma “vadia por mídia”. Por isso, não hesitou quando recebeu a oferta de transformar o cotidiano da sua família, à frente da Gold & Silver Pawn Shop, em um reality show. Deu certo. Tanto que “Trato feito” está atualmente em sua 18ª temporada, com exibições às quartas-feiras, às 22h40m, no History Channel.

    — Sempre foi um bom negócio, mas agora eu recebo 4 mil pessoas na loja. É a maior atração turística de Las Vegas que não está em um cassino — gaba-se o empresário.

    No ar desde 2009, “Trato feito” sempre girou em torno da dinâmica entre os participantes do negócio familiar: Rick, um aficionado em História; Corey, seu filho; Chumlee, um amigo de Corey que trabalha na loja; além do pai de Rick, Richard (mais conhecido como O Velho), morto em junho, aos 77 anos, vítima do mal de Parkinson.

    — As pessoas gostavam do meu pai, pois ele lembrava o avô mal-humorado delas mesmas. Ele era ranzinza, mas tinha um coração de ouro — diz Rick, que começou a ajudar o pai nos negócios quando tinha 12 anos e define o fato de trabalhar ao lado da família como “a melhor e pior parte” do seu ofício.

    Como O Velho era parte do charme de “Trato feito”, a morte de Richard Harrison colocou em jogo a continuidade do programa. Nos novos episódios (desde a semana passada no ar), ele ainda estará presente. Mas Rick garante a intenção de continuar com o programa, e diz que há mesmo discussões sobre fazer episódios de uma hora em vez de 30 minutos. A temporada seguinte começa a ser gravada em setembro.

    — Vou manter o programa enquanto for divertido. E vou continuar fazendo enquanto o canal quiser. Mas lembrem que é TV, podem cancelar a qualquer momento — avisa o empresário, para quem o segredo do reality está em apresentar a história de forma divertida.

    — As pessoas adoram História, mas elas gostam de aprender sobre isso com um tio, não um professor. E faço ficar divertido, as crianças conseguem entender. Se mostro um livro impresso, por exemplo, digo que é a internet do século XIX. Explicando dessa forma, elas acham interessante.

    Rick, aliás, tem nos livros os seus objetos favoritos. Ele diz que o item mais caro que adquiriu foram desenhos originais de Maurice Sendak (1928-2012), autor do livro infantil “Onde vivem os monstros”. Mas suas relíquias favoritas são os livros de alquimia.

    — Tenho, por exemplo, um livro do século XVIII que teria a fórmula para a vida eterna. Mas nunca testei, porque o autor morreu! — brinca.

    Além de contar com o seu próprio conhecimento para avaliar as antiguidades que chegam à loja, Rick dispõe de uma equipe de profissionais para evitar comprar itens falsos. Mas ele admite que, quando não sabe nada sobre alguma peça que aparece na loja, simplesmente não mostra isso no ar. Todas as descobertas surpreendentes que acontecem no programa, ele garante, não são encenadas.

    — Quando as pessoas vêm à loja com algo, geralmente recebemos um email antes e avaliamos. Não vejo a peça até começarmos a filmar. Tudo é uma negociação real, estou realmente avaliando o item — afirma ele, que vê nisso outro grande segredo para o sucesso da atração.

    — Há muitos programas em que tudo é feito com um roteiro. Já vi outros que tentaram imitar o nosso sucesso, e eles realmente não sabem do que estão falando. Estão, na verdade, lendo tudo de um roteiro tirado da Wikipédia.

    Luiza Barros viajou a convite do History Channel


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    SÃO PAULO — Aos 39 anos, Daniel Mallory é hoje um dos nomes mais valorizados do mercado editorial americano. Seu livro de estreia, “A mulher na janela” (Arqueiro), escrito sob o ambíguo pseudônimo A.J. Finn, foi disputado por oito editoras e ficou mais de quatro meses na lista dos mais vendidos do “New York Times”. O leilão terminou em um contrato de US$ 2 milhões, que inclui ainda a segunda obra do autor — já escrita. Além disso, o romance teve os direitos de adaptação para o cinema adquiridos por US$ 1 milhão pela Fox. As filmagens começam nesta segunda-feira, em Nova York, com Amy Adams no papel principal e sob a direção do britânico Joe Wright.

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    — É o dia em que volto para casa — diz ele, que estará nesta domingo na Bienal do Livro de São Paulo, às 13h30m, para falar do seu livro e dar autógrafos. — Eles foram gentis o bastante ao sugerir que eu fizesse o primeiro tratamento da adaptação. Recusei, porque ainda não sei escrever roteiros. Mas estou animado para acompanhar as filmagens.

    Ex-funcionário da William Morrow, tradicional grupo editorial novaiorquino, Mallory teve os direitos de “A mulher na janela” comprados por seu próprio empregador. A funcionária responsável pela aquisição não tinha ideia de que A.J. Finn, uma junção das iniciais de Alice Jane, prima do autor, com o nome do buldogue de um outro parente, era, na verdade, o do vice-presidente da empresa. O que ajudou na criação da mística que acompanha a promoção do livro.

    Mallory escreveu “A mulher na janela” em meio a uma crise de depressão profunda. Recolhido ao sofá de seu apartamento, rodeado de remédios e abastecido por livros, discos e filmes, ele acabara de assistir a “Janela indiscreta” (1954), de Alfred Hitchcock. A luz acesa em um apartamento vizinho chamou sua atenção e a mente inquieta começou a maquinar a história de uma psicóloga aposentada que passa a se ocupar da rotina de seus vizinhos recém-chegados, uma família de três pessoas. Até que algo terrível acontece.

    As ferramentas que Mallory adquiriu ao longo de uma vivência como editor de livros o ajudaram na transição para a literatura. Além disso, ele foi buscar em pelo menos uma experiência formativa referências para o seu trabalho. Aos 8 anos, os pais dele o deixaram sozinho em um cinema na Carolina do Norte para assistir “O silêncio do lago” (1988). Instruído a não deixar a sala em hipótese alguma, ele absorveu muito bem as lições narrativas do suspense de George Sluizer, em que, apesar do terror produzido pelo sequestro de uma mulher, nenhuma gota de sangue respinga da tela.

    — Meus pais, embora eu os adore, não são muito afetuosos — brinca o autor. — Eu sou o mais velho de quatro irmãos e crescemos com essa dureza porque não fomos abraçados com regularidade. Nesse sentido, ser exposto a um filme como esse foi uma experiência e tanto.

    O longa de Sluizer foi o catalizador em Mallory de uma paixão pelo suspense e o romance policial. Apaixonado pelos livros de Agatha Christie e Arthur Conan Doyle, ele também presta tributo aos grandes mestres das tramas que se constroem como quebra-cabeças. O tipo de literatura que, nas palavras dele, pode ser, ao mesmo tempo, divertido e profundo:

    — Gosto de você poder ler em dois níveis — explica. — Por um lado, superficialmente, aquilo diverte por causa das surpresas. Mas também pode ser exposto a uma experiência mais profunda e provocativa. Quando leio algo assim, e é isso que busco nos meus livros, tenho certeza de que vai me assombrar por muito tempo.


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    RIO — Fabiula Nascimento mostra o quanto tem em comum com Cacau, sua personagem na novela “Segundo Sol”, ao falar da cozinheira que deixou para trás uma vida sem perspectivas numa ilha da Bahia para fazer sucesso como proprietária de restaurante em Salvador.

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    — Ela é dona do seu desejo, do seu corpo, é feminista. Comete erros, faz apostas erradas, mas é independente, tem o próprio trabalho.

    Assim como a baiana da ficção, a atriz curitibana buscou desde cedo sua independência:

    — Nada foi de graça para mim. Se queria alguma coisa, tinha que lavar o chão em troca. Trabalho desde os 9 anos. Minha família teve restaurante, bar na praia, eu preparava sanduíche na chapa. Aos 15, abri um salão de beleza com minha mãe. Sabe quando a vida parece já estar definida? Mas eu não queria aquilo, sempre tive um olhar mais lúdico para as coisas.

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    Aos 17, a atriz foi fisgada pelo anúncio de um teste de elenco para uma peça. Ganhou o papel de um dos ratinhos numa montagem de “Cinderela”. Antes da experiência, só havia subido ao palco no jardim de infância.

    — Comecei ali a carreira nos palcos. Estudava à noite e me apresentava em projetos de teatro da escola durante a semana — recorda.

    Aos 19, ela saiu de casa “para tocar a vida”:

    — Tive vários momentos feministas e, à época, nem sabia. Claro que o machismo imperou, mas sempre me posicionei. Nunca sofri assédio, por exemplo. Se alguém pensou em chegar em mim dessa forma, desistiu. Meu negócio é olho no olho.

    Após 10 anos de teatro, a atriz teve o que considera seu grande momento profissional: estrelou o filme “Estômago” (2007), de Marcos Jorge. Engordou 7 quilos para viver a prostituta Íria, dona de um apetite voraz, que sentia um prazer quase sexual devorando coxinhas.

    — Era uma produção com pouco dinheiro, não ganhei nada. Mas até hoje não fiz outro trabalho tão significativo e que tenha mudado tanto minha vida.

    EM QUATRO FILMES

    INFOCHPDPICT000078174484A TV veio na sequência. Após atuar em produções como a série “Força-tarefa” (2009/11) e o humorístico “Junto e misturado” (2010), estreou nas novelas em “Avenida Brasil” (2012), de João Emanuel Carneiro, mesmo autor de “Segundo Sol”.

    — Cheguei no Rio com a personalidade formada. Estou na TV, mas não preciso de ninguém para calçar o meu sapato — diz ela, que vem presenciando uma mudança de mentalidade nos sets de gravação. — Tem uma galera vindo aí sem estrelismo, como Luisa Arraes e Chay Suede (sobrinhos dela na novela). Eles sabem a importância do trabalho em equipe.

    Na semana passada, a atuação de Fabiula mereceu nota 10 da coluna de Patrícia Kogut. A atriz chamou atenção na cena em que Cacau foi humilhada no altar pelo então noivo, Roberval (Fabrício Boliveira). Após a cerimônia frustrada, a personagem voltou a se envolver com Edgar (Caco Ciocler). Mas os dois vão se desentender logo.

    — O que mais escuto nas ruas é que Cacau não deve ficar com nenhum dos dois.

    Além da novela, Fabiula está em cartaz com “O nome da morte”, filme de Henrique Goldman que conta a história real de um matador de aluguel que assassinou 492 pessoas. Ela vive a mulher do pistoleiro (papel de Marco Pigossi). No dia 16, estreia a comédia “Como é cruel viver assim”, de Julia Rezende. Até o fim do ano, será vista no filme de terror “Morto não fala”, de Dennison Ramalho; e na adaptação da peça infantil “Pluft” para o cinema, com direção de Rosane Svartman.

    A atriz diz que chegará aos 40 anos, no próximo dia 18, confortável na própria pele.

    — Os 40 representam minha melhor fase. Eu me sinto com 30, mas tem dias em que acordo com 12. Ou 83! — brinca ela, casada com o ator Emilio Dantas, o Beto Falcão de “Segundo Sol”.

    — Construímos uma família. Somos nós dois e três cachorros (batizados de Chã, Patinho e Lagarto). Tem pessoas que a gente não pode deixar escapar, como o Emilio.


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    RIO - Este domingo, a cantora Demi Lovato publicou no Instagram uma nota franca e emocional sobre sua luta contra o vício em drogas — é a sua primeira declaração desde que foi hospitalizada, por overdose, no último dia 24.

    "Eu sempre fui transparente sobre a minha jornada com o vício", ela escreveu. "O que eu aprendi é que esta doença não é algo que desaparece ou desaparece com o tempo. É algo que eu devo continuar a superar e ainda não fiz."

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    Demi seguiu: "Quero agradecer a Deus por me manter viva e bem. Aos meus fãs, sou eternamente grata por todo o seu amor e apoio ao longo desta semana e além. Seus pensamentos e orações positivos me ajudaram a navegar por esses tempos difíceis. Quero agradecer à minha família, à minha equipe e aos funcionários do Cedars-Sinai que estiveram ao meu lado o tempo todo. Sem eles, eu não estaria aqui escrevendo esta carta para todos vocês."

    Ao fim, a cantora contou dos seus planos: "Agora eu preciso de tempo para me curar e focar na minha sobriedade e no caminho para a recuperação. O amor que vocês me mostraram nunca será esquecido e estou ansiosa pelo dia em que posso dizer que saí do outro lado. Vou continuar lutando."

    Demi


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    RIO — Dublês podem ter seus empregos no futuro. O laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento da Disney, o Imagineering, desenvolveu um dublê robótico que pode executar saltos de 18 metros no ar. O robô usa uma combinação de lasers, acelerômetros e giroscópios para rastrear e ajustar sua posição no ar, com o objetivo de imitar as ações de um verdadeiro dublê. A empresa chama a tecnologia de Stuntronics.

    No ano passado, a Boston Dynamics exibiu um robô similar, chamado Atlas, projetado para realizar missões de busca e resgate.

    Robôs dublês da Disney

    O dublê humanoide da Disney, que pesa 40 Kg, começou como um robô muito mais simples, chamado Stickman, antes de chegar à versão atual do projeto. A Disney não disse quando o público poderá ver seus robôs acrobáticos atuando no cinema.


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    RIO - Zé Neto & Cristiano ultrapassaram Marília Mendonça e são os novos reis da sofrência e do Youtube. Desde junho, as músicas dos sertanejos começaram disputar o topo do ranking no número de visualizações mensais e a brigar pelo primeiro lugar com a goiana. Em julho, a dupla se tornou oficialmente a mais ouvida do Brasil no Youtube, segundo gráficos da plataforma de vídeos. Entre as faixas mais tocadas estão"Largado às traças", "Notificação preferida", "Mulher maravilha".

    A partir de julho, o número de visualizações das músicas da dupla superou com larga vantagem o de artistas como Anitta, Wesley Safadão, Jorge & Mateus e de Marília Mendonça. Os cantores superaram a média de 400 milhões de views mensais com as músicas compartilhadas em sua página oficial.

    Só a canção "Largado às traças", por exemplo, tem mais de 398 milhões de visualizações desde o lançamento.

    'Largado às traças', Zé Neto & Cristiano

    Músicos paulistas, Zé Neto e Cristiano — registrados em certidão como José Neto e Irineu Vaccari — são amigos de infância e compartilham o gosto pelas canções rurais desde a adolescência, em São José do Rio Preto, São Paulo. A dupla, no entanto, só se juntou em em 2011. No ano seguinte, os cantores lançaram o primeiro disco, "Entre amigos", com participações de Cristiano Araújo, Humberto & Ronaldo, George & Rodrigo, Zé Ricardo & Thiago e Israel Novaes.

    Atualmente, os sertanejos têm mais cinco álbuns lançados: "Zé Neto & Cristiano" (EP de 2014), "Ao vivo em São José do Rio de Preto (2015)", "Um novo sonho (2016)", "Zé Neto & Cristiano Acústico" (EP de 2018) e "Esquece o mundo lá fora" (2018).


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    RIO - A polícia teve uma missão incomum durante a noite de sábado no Wacken Open Air, um festival de heavy metal que acontece no verão, ao ar livre. Dois homens idosos tiveram que ser apanhados lá pelos agentes, depois de fugir de uma casa de repouso para participar do festival, de acordo com reportagens da imprensa alemã. O Wacken Open Air, que acontece na cidade de Wacken, no norte da Alemanha, começou na quinta-feira passada e terminou no sábado.

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    De acordo com a emissora de rádio pública NDR, a equipe de enfermagem chamou a polícia após notar que dois dos moradores da casa estavam desaparecidos. Os dois foram encontrados no festival às 3h da manhã, em um estado que o porta-voz da polícia, Merle Neufeld, descreveu como "desorientado e confuso".

    Foi providenciado um táxi para que eles voltassem do distrito de Steinburg, onde fica Wacken, para o de Dithmarschen, onde está localizada a casa de idosos. Mas, como eles relutavam em voltar, a polícia teve que escoltar o veículo a fim de que eles chegassem em segurança.

    Entre as bandas que se apresentaram no Wacken Open Air deste ano estão Judas Priest, Danzig, Red Hot Chili Peppers e In Flames. O festival é famoso por sua lama. No entanto, como a onda de calor em toda a Europa continua, este ano houve avisos de incêndios florestais e tempestades de poeira.


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    LOS ANGELES — Vencedor do Oscar, Robert Redford, de 81 anos, vai se aposentar da carreira de ator após o lançamento de seu próximo filme, "The old man & the gun", de David Lowery (veja o trailer abaixo). A informação foi publicada nesta segunda-feira pela revista "Entertainment Weekly".

    Redford, mais conhecido por filmes como "Butch Cassidy" (1969), "Golpe de mestre" (1973) e "Entre dois amores" (1985), interpreta um ladrão de banco em sua despedida, que tem estreia prevista para o fim de setembro, nos Estados Unidos.

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    "Nunca diga nunca, mas eu concluí que seria isso para mim em termos de atuação, e que eu seguiria para a aposentadoria após este filme, porque eu venho fazendo isso desde que tenho 21 anos", afirmou à revista. "Eu pensei, bem, é o bastante. E por que não sair com algo que é tão otimista e positivo?".

    Em "The old mand & the gun", Redford é Forrest Tucker, um criminoso de carreira que foi pego roubando bancos 17 vezes. Ele sempre ia preso, mas conseguia escapar de alguma forma. THE OLD MAN & THE GUN | Official Trailer [HD] | FOX Searchlight

    "É um personagem maravilhoso para eu interpretar neste ponto da minha vida. Ele me fez pensar: e se ele não se importava em ser pego para poder curtir a verdadeira emoção de sua vida, que é fugir?", comentou o ator.

    Redford estreou no cinema em 1967, contracenando com Jane Fonda em "Descalços no parque", e cimentou seu estrelato com atuações em clássicos, como "Todos os homens do presidente" (1976) e "Golpe de mestre", pelo qual venceu o Oscar de melhor ator.

    Em 1980, ele voltou a ser premiado pela Academia como melhor diretor, logo em sua estreia, com o filme "Gente como a gente". Em 2002, levou o Oscar pelo conjunto da obra.

    Perguntado se também estava se aposentando da carreira como diretor, Redford, que também é idealizador do festival Sundance, de cinema, disse: "Vamos ver isso".


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    LOS ANGELES — A atriz, cantora e comediante Charlotte Rae, famosa na Broadway e mais conhecida pelo papel como a diretora de uma escola para meninas na série "Vivendo e aprendendo", transmitida na TV americana de 1979 a 1986, morreu aos 92 anos.

    Ela sobreviveu a um câncer no pâncreas, em 2009, pois a doença foi diagnosticada logo no começo — sua mãe, irmã e tio já haviam morrido em decorrência daquele tipo de câncer. Em abril de 2017, ela anunciou à revista "People" que havia sido diagnosticada com câncer nos ossos.

    Charlotte morreu em sua casa em Los Angeles na tarde deste domingo ao lado de familiares, disse seu agente, Paul Hilepo, em comunicado. Em 1982, ela foi indicada ao Emmy pelo papel de Edna Garrett em "Vivendo e aprendendo", série que acompanhava as histórias das jovens atrizes Lisa Whelchel, Nancy McKeon, Kim Fields e Mindy Cohn, mas que era sustentada pela veterana do entretenimento, Charlotte.

    Ela estreou no papel em 1978 na série "Arnold", mas seu personagem foi tão popular que originou "Vivendo e aprendendo" também na NBC. Charlotte era um rosto conhecido de telespectadores por suas aparições em diversos programas, incluindo a série de comédia policial de 1960 "Car 54, Where Are You?". A atriz também foi indicada ao Emmy pelo papel na série da CBS de 1975 "Queen of the stardust ballroom". Charlotte também era muito conhecida na Broadway, sendo indicada ao Tony Award em 1966 pelo musical "Pickwick" e em 1969 pela peça "Manhã, Tarde e Noite".


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    410cc60a7222395a8aa4ef3b8ce8451c.jpgRIO — Cinco anos após sua última turnê no Brasil, a cantora inglesa Sarah Brightman volta ao país em novembro para cinco apresentações. Batizado de "In concert", o giro passará por São Paulo (24 e 25/11, no Espaço das Américas), Brasília (27/11, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães), Rio de Janeiro (29/11, no Vivo Rio) e Curitiba (1/12, no Teatro Guaíra).

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    Os ingressos começam a ser vendidos no próximo dia 10 de agosto, no site http://www.poladian.com.br/, mas haverá pré-venda a partir das 10h do dia 8. Para ter acesso, é preciso usar um código que será divulgado no site oficial de Brightman horas antes da abertura.

    A soprano de 57 anos — e mais de 30 de carreira — ultrapassou a marca de 30 milhões de álbuns vendidos. Seus maiores sucessos são o dueto com Andrea Bocelli em "Time to say goodbye" e a trilha sonora do musical "O fantasma da ópera".


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    jorge_ben.jpgRIO — Durante uma apresentação no último sábado na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador (BA), Jorge Ben Jor foi alvo de protestos de mulheres. Isso porque, ao começar a tocar a música “Gostosa”, a produção convidou mulheres para dançarem com ele no palco. Mas todas as nove escolhidas eram brancas e magras, o que causou revolta da plateia, que gritou “Cadê as pretas?” e também “sexista”. Logo duas mulheres invadiram o palco, para deixá-lo mais diverso. Vídeo show Jorge Ben Jor na Bahia

    “Vem com calma, estou chamando as meninas. A festa é das mulheres”, disse o cantor, que, ao ter o palco mais cheio, tentou levar no bom humor: “Todo mundo vai ter que rebolar aqui em cima”.

    O grupo Capoeira das Mulheres se manifestou nas redes sociais criticando não só a brincadeira, como o perfil das mulheres escolhidas pela produção. Tweet Jorge Ben Jor

    “A brincadeira, que é sexista por si só é poderia ser evitada, também gera outro problema — o perfil das mulheres que o cara da produção entende como sendo gostosas — as nove meninas que subiram ao palco eram magras e brancas. Cadê as pretas? Cadê as gordas? Cadê a diversidade de gostosas no palco? Nada. Acontece que quando o cara passou e escolheu uma menina que estava bem perto de nós, essa negra linda aí da foto pediu a pulseirinha a ele e ele disse, claramente: “Você? Você não”. Eu ouvi. Ela reagiu: “Oxe, pq eu não?”. Pois foi só a música começar que essa preta parou o show para mostrar que #vaiterpretasim e #vaitergordasim por que #somostodasgostosas”, disse o coletivo, ao exibir fotos de uma das responsáveis pelo protesto contra o cantor.

    Procurada, a assessoria do cantor não comentou o assunto até o momento.


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    78252979_SC - Tiradentes - Pedro Américo Tiradentes supliciado 1893 óleo sobre tela 270 x 165 cm Mus.jpgSÃO PAULO — Para afastar a aura mítica, quase divina, que esconde o Tiradentes de carne e osso, Lucas Figueiredo investiu nos detalhes. Tarefa tortuosa, tal qual as estradas das Minas Gerais do Brasil Colônia. Para escrever “O Tiradentes: uma biografia de Joaquim José da Silva Xavier”, livro recém-chegado às livrarias, o jornalista precisou aprender até mesmo sobre o comércio de relógios no século XVIII. É que o alferes tinha um relógio de bolso cor de âmbar com ponteiros dourados e uma inscrição indicando o local de fabricação: “London”. Naquela época, objetos mais despojados como este não eram ainda populares. A elite mineira preferia os relógios à francesa: decorados com paisagens pastoris. Tiradentes era vanguarda.

    — Ele era muito diferente das pessoas de sua época — disse o jornalista, autor de outros livros-reportagem como “Boa ventura!”, sobre a corrida do ouro, e “Lugar nenhum”, sobre a ocultação de documentos na época da ditadura militar. — Vestia-se bem, mas não como os poetas Cláudio Manuel da Costa ou Tomás Antônio Gonzaga, outras figuras célebres da Inconfidência Mineira, que copiavam rendas e babados de Paris. Ele não tinha travesseiro em casa, mas tinha uma bússola, algo incomum e caro à época.

    Figueiredo reconstituiu a vida privada do alferes e vasculhou até seu guarda-roupa. Tratava-se de um homem vaidoso, que gostava de cores vibrantes e tecidos finos. Tinha uma biblioteca respeitável para os padrões coloniais: quatro livros, incluso um dicionário que usava para traduzir uma edição francesa da legislação americana, seu manual de revolucionário. O relógio, no entanto, é falso. Figueiredo mandou fotos do objeto, hoje no Museu da Inconfidência, em Ouro Preto, para um perito do Museu Britânico, que sentenciou: a peça é suíça. No século XVIII, os suíços copiavam os relógios ingleses para catapultar as vendas, mas o serviço era tão bem feito que eles acabaram liderando o mercado.Tiradentes é fascinante, uma esfinge a ser decifrada, assim como o Brasil e o brasileiro. Nenhum outro personagem da nossa História encarna tão bem a situação absurda e inexplicável do país.

    Figueiredo passou cinco anos lendo extensa bibliografia e documentos históricos, como os 11 volumes dos “Autos da devassa da Inconfidência Mineira”, reprodução das peças do processo judicial, para começar a decifrar Tiradentes:

    — Deu trabalho! Tive que estudar os hábitos da época e cruzar os bens de todos os conjurados.

    Quem teve mais sucesso ao percorrer essa estrada foi o brasilianista britânico Kenneth Maxwell, que publicou, em 1977, “A devassa da devassa”, no qual se afastou dos dramas dos personagens para apresentar análises sociais e econômicas da rebelião mineira. O historiador João Pinto Furtado pintou um Tiradentes menos liberal e democrata em “O manto de Penélope” (2002). Em “1789” (2014), o jornalista Pedro Doria se propôs a desmitificar não apenas Tiradentes, mas também seus companheiros revolucionários.

    OLHAR PRÓXIMO AO DE FILME

    “O Tiradentes” de Figueiredo se aproxima do “Joaquim” do cineasta Marcelo Gomes. Lançado em 2017, o filme retrata um personagem frustrado, pois trabalho duro e esforço individual não valiam nada na época colonial. O importante era ter amigos poderosos. Figueiredo o pinta como um trabalhador diligente e empreendedor. Cuidava dos dentes de ricos e pobres, além de ter trabalhado como mascate e minerador.

    Ajudou também a desbaratar um bando de salteadores que aterrorizava a Serra da Mantiqueira com informações de alguns delatores. Mas, sem receber promoção nem aumento em mais de 10 anos de serviço militar, o alferes frustrado se encheu de ideias liberais.

    Joaquim Silvério dos Reis, o delator da Inconfidência, de acordo com Figueiredo, era o oposto. Vivia de bajular os poderosos e cobrar favores. Após denunciar os conjurados, ganhou título de membro da Ordem de Cristo da Coroa Portuguesa e, quase 20 anos depois, uma pensão anual de 400 mil-réis por seus préstimos.

    Figueiredo se esforçou para que seu Tiradentes não fosse porta-bandeira de ninguém. Lembra que, desde meados do século XIX, a figura do alferes foi apropriada por todo o espectro político-ideológico. O movimento republicano que pôs fim ao Império, mais tarde o Estado Novo de Getúlio Vargas e até a ditadura militar tentaram se escorar no mito do alferes. Tanto o ex-presidente Lula quanto o atual, Michel Temer, compararam-se a ele em discursos recentes para sugerir que haviam sido injustiçados.

    — Todo mundo recorre a Tiradentes para afirmar que tem uma conduta correta perante a história. É tudo manipulação — diz Figueiredo. — Tiradentes é fascinante, uma esfinge a ser decifrada, assim como o Brasil e o brasileiro. Nenhum outro personagem da nossa História encarna tão bem a situação absurda e inexplicável do país.

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    Joaquim era caprichoso com sua apresentação, e possuía um arsenal — incomum para a época — de utensílios de cuidado com a beleza. O alferes era dono de duas navalhas, que naquele tempo eram usadas tanto para fazer a barba quanto para cortar o cabelo. Tudo indica que ele mantinha a cabeleira bem tratada, até porque era dono de um pequeno espelho e de um penteador (avental sem mangas que vai do pescoço ao joelho usado para cortar cabelo). Pelo menos em algum momento da vida, é provável que Tiradentes tenha usado bigode ou barba e que tenha se preocupado em mantê-los domados. Só isso explica o fato de que possuía um “pano de barba” (toalha que era amarrada em volta do pescoço e esticada à frente do usuário de forma a recolher os pelos cortados).78252866_SC - Tiradentes - Capa do livro O Tiradentes de Lucas Figueiredo.jpg

    A fim de fazer reverberar a falsa informação de que o motim era iminente, o alferes propalou a notícia em locais tradicionalmente propensos à disseminação de boatos. Assim, a Conjuração Mineira foi parar nos prostíbulos de Vila Rica, dos quais Joaquim era frequentador assíduo. Ao pregar nos bordéis, ele às vezes misturava o sonho republicano com seus mal atendidos anseios pessoais. Numa ocasião, estando em casa de certas michelas da capital mineira, uma delas, Caetana Francisca de Moura, pediu a Tiradentes que usasse de sua influência para facilitar o ingresso de seu filho no Regimento de Cavalaria. Sugerindo de forma misteriosa que em breve aconteceriam mudanças na capitania, Joaquim fanfarreou: “Deixe estar, minha camarada, que ninguém há de sentar praça a seu filho, senão eu”.

    "O Tiradentes: Uma biografia de Joaquim José da Silva Xavier"

    Autor: Lucas Figueiredo.

    Editora: Companhia das Letras.

    Páginas: 520.

    Preço: R$ 79,90.


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    RIO - A Polícia espanhola pediu a colaboração da população para encontrar o autor do grafite que apareceu na segunda-feira sobre uma das figuras apostólicas da fachada de Platerías da catedral de Santiago de Compostela, declarada Património da Humanidade.

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    A pichação, feita no rosto de uma escultura, imita a maquiagem de gato de Eric Singer, baterista do grupo americano de rock Kiss. "Esses grafites, além de serem uma absoluta falta de respeito ou civilidade, são um crime, nos ajudam a encontrar a pessoa responsável", escreveram as forças de segurança em um tuíte.

    As autoridades pesquisaram as gravações das câmeras localizadas nas proximidades do templo, no centro histórico de Santiago, visitadas por milhares de peregrinos de todo o mundo a cada ano. O autor do vandalismo está sujeito a uma multa de entre 6.000 e 150.000 euros, de acordo com as sanções estabelecidas pela lei de patrimônio da região da Galícia. Kiss pixo


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