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    RIO — Em suas músicas, os artistas do selo e produtora Duto destilam uma essência tipicamente da Zona Norte. Diretamente de Madureira, eles fazem hip-hop, pop e black music, buscando aproximar a cidade — uma característica que pode ser vista na participação de Malía, Dughettu e Ramonzin no projeto Toca no Telhado, em que músicos se apresentam no terraço do GLOBO. Na última semana, o trio esteve numa tarde ensolarada no jornal para gravar a canção "Impávido", composta em parceria com Pretinho da Serrinha, um vizinho sambista que ajuda a mostrar como o Duto está aberto a diferenças.

    Toca no Telhado: Dughettu, Malía e Ramonzin

    Com seu quartel general situado num bairro conhecido pela extensa contribuição cultural do samba e do jongo, a mais de uma dezena de artistas do Duto expressa o poder de Madureira em exalar energia para outras cantos do Rio. O grupo surgiu em 2015, no encontro de artistas no terraço de um prédio do bairro. De lá, de um coletivo cujos integrantes apenas buscavam um espaço para fazer música, eles evoluíram para uma produtora e um selo musical.

    — Madureira simplesmente é resultado de um processo que já vem há algum tempo fomentando numa estrutura alternativa de entretenimento. O bairro acaba representando todo um panorama de subúrbio, tem vários bairros, mas Madureira meio que vive um sincretismo de todos os aspectos do subúrbio, de todos os bairros. Eu acho que é um ponto de encontro entre essas interseções, tem se tornado um pólo muito interessante de se estar — afirma Ramonzin.

    Apesar de ter uma história entrelaçada com o samba e, mais recentemente com o charme, Madureira não se detém a inspirar apenas no âmbito musical, garante o trio do Duto. Para eles, o bairro mostra seu viés inspirador em variadas facetas, especialmente pelo aspecto humano.

    — Madureira abriga vários outros subúrbios, as pessoas de vários outros subúrbios. Para mim, é muito importante falar dessas pessoas, porque são elas que estão fazendo Madureira acontecer — diz Malía. — Eu acho muito incrível como as pessoas que vão para Madureira são grandes lançadores de tendência, e isso é muito inspirador, muito enriquecedor.

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    Em "Impávido", faixa composta pelos artistas Dughettu e Ramonzin em parceria com Pretinho da Serrinha (e com participação de QXÓ e Malía), é invocada uma semelhança em todos brasileiros, que prevalece em detrimento de qualquer outra diferença. O clipe oficial da música foi gravado em duas comunidades de facções rivais, em Madureira. A canção usa um trecho do hino nacional.

    — "Impávido" provoca um sentimento que vai além de um só lugar. A gente é brasileiro antes e depois da Copa, antes e depois da política, ou antes e depois de uma guerra urbana. Você sempre vai ser brasileiro, porque você nasceu, você se desenvolveu ali. Quando a gente pegou esse trecho do hino, era uma palavra que tem uma representatividade muito grande dessa narrativa do que é ser brasileiro, e a gente tá precisando construir uma atitude mais cívica, mais comprometida, sair um pouco do papel de só apontar o problema — discorre Marcelo Dughettu, criador do Duto.

    Para ele, mais do que igualdade, há uma tendência de fortalecimento do ideal de unidade:

    — Existe um discurso que é muito contemporâneo, e acho que a galera compartilha desse meu pensamento, que é a unidade, ninguém está mais pensando em igualdade, o ponto agora é como a gente unifica, porque todo mundo está querendo a mesma coisa. Aí você fala de interesses políticos, econômicos, sociais, mas o fato é que o desejo de estar junto e de virar o jogo é muito grande dentro da galera. "Impávido" tentou trazer isso.

    Lidando com o aspecto social como consequência, Dughettu analisa a importância da representatividade através da música para ilustrar todos os desdobramentos sociais recentes:

    — Quando você junta artistas, assina com uma gravadora multinacional, começa ter a repercussão de estar num terraço como este do jornal O GLOBO, você começa a ver que há entradas. A música constrói essa imagem, ela ajuda a você ter o modelo, o símbolo, a representação sonora de tudo isso que tá acontecendo.

    * Sob supervisão de André Miranda


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    carlinhos_maia.jpgRIO — Com o sotaque alagoano bem marcado, fazendo piada com a vida, os familiares e sem ostentação, Carlinhos Maia se tornou a segunda pessoa mais assistida no Instagram Stories. O ranking foi divulgado nesta quinta-feira, quando a função do aplicativo completa dois anos. À frente dele está apenas a socialite americana Kim Kardashian. Carlinhos Maia e família

    De 24 anos, natural de Penedo, interior de Alagoas, Carlinhos, que acumula 8,3 milhões de seguidores na rede social, foi adotado com três dias de vida por Virgílio e Maria. Nas redes sociais, não cansa de demonstrar o amor aos pais e como tem usado o dinheiro que ganha como influencier digital. Carlinhos Maia com os pais

    “Quando a pessoa não tem nada, ninguém aparecia para dizer que era família. Aí a pessoa ganha uns tostões, aparece com um carro novo… Aí é tio, padrinho, mãe, não sei o quê. Do meu dinheiro não ganha nada, bebê”, disse Carlinhos em um dos vídeos ao falar de pessoas interesseiras que surgiram depois da fama.

    O bom humor o fez participar de diversos programas de TV e conquistou também celebridades, como Whindersson Nunes, Tirulipa, Thaynará OG e Simone, da dupla com Simaria, que até apareceu em seu aniversário. Carlinhos Maia e Simone

    “Você encanta todos pela sua verdade, honestidade e compaixão com todos! Que emoção conhecer de perto uma vila que transborda de tanto amor. Muitos sorrisos, muitas alegrias, muitas emoções. Meu coração se enche de amor e felicidade em ver onde você conseguiu chegar e vai ainda muito mais além!! Te amo meu irmão.. que Deus preencha sua vida com muito amor e paz! Parabéns!”, escreveu a cantora Simone em seu Instagram.


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    RIO — A vida do bailarino David Motta é daquelas que fariam a alegria de roteiristas de cinema. Ou melhor, de uma série da Netflix, emenda o rapaz nascido em Cabo Frio, bem de acordo com seus 21 anos. Uma das temporadas, certamente, terminaria na noite desta sexta, quando David sobe ao palco do Teatro Municipal, com a companhia da casa, como estrela do programa “Joias do ballet”.

    CRÍTICA: Temporada do Balé do Municipal começa, enfim, com três balés em produção caprichada

    Na escola do Bolshoi os professores russos cobravam da gente, mas, ao chegar no Bolshoi, na companhia do teatro, a cobrança passou a ser minha, porque a concorrência é muito grandePela primeira vez dançando como profissional no Brasil, ele exibirá o corpo esguio, a elegância e a técnica perfeita que fizeram com que, em 2015, se tornasse o primeiro bailarino brasileiro formado pela escola do Balé Bolshoi de Moscou (segundo a própria instituição). Em ato contínuo, foi contratado pela mítica companhia russa de balé, onde, rapidamente, passou a interpretar primeiros papéis.

    LEIA MAIS: Única primeira-bailarina do Municipal, Cláudia Mota rebola para driblar a crise

    — Se fosse uma série, seria fundamental mostrar como na escola os professores russos cobravam da gente, mas que, ao chegar no Bolshoi, na companhia do teatro, a cobrança passou a ser minha, porque a concorrência é muito grande. São cerca de 300 profissionais, todos podem ter chances, ou não — comenta ele.

    Motta conta que, apesar de dançar primeiros papéis, é preciso atender a uma hierarquia: ainda precisa esperar uma vaga oficial para se tornar solista e primeiro bailarino.

    — O Balé do Teatro Bolshoi é o melhor, o mais cobiçado. É preciso lidar com pressões. Trabalho seis dias por semana, com duas apresentações às vezes num mesmo dia, às 12h e às 19h. Só folgo às segundas, e muitas vezes tenho que aprender um balé inteiro no mesmo dia — diz o bailarino, que no domingo estará escalado para dançar de novo “Les Sylphides”, mas também “Raymonda", com a bailarina Cláudia Mota.O que nos encantou foi a maneira madura com que ele encara a vida. A partir do momento em que aceitou o convite, imediatamente começou a estudar

    Ainda pensando na série de TV, no episódio desta sexta, com David dançando o príncipe ao som de Chopin, haverá ainda a presença da família dele (mãe, pai, irmãos, tios e primos), que chegará ao Municipal de van fretada de Cabo Frio, para vê-lo dançar como profissional pela primeira vez. Também estará na plateia a professora Regina Corvello — especialmente vinda de Brasília — , celebrando o bailarino revelado por ela e por sua mãe, Ophélia, no palco mais histórico do país.

    Cecilia Kerche, que o ensaiou pessoalmente, completa:

    No trailer desta série fictícia, ainda haveria cenas do menino de família de baixa renda descobrindo o balé aos 8 anos, num projeto social de cidade pequena, professoras dedicadas, concurso dançando vestido de soldadinho de chumbo, mãe incentivadora e pai desconfiado. Depois, vêm premiações, temporada de aulas em Nova York, aos 12 anos, convite para a Rússia, falta de dinheiro, vaquinha, choradeira no primeiro ano em Moscou, solidão na noite de Natal, patrocínio do Itamaraty, dificuldade com línguas estrangeiras e nenhuma visita da família (por falta de recursos). Para completar, prêmios, reconhecimento, viagens e, sobretudo, muita garra e muito foco.

    O convite para dançar na reestreia de “Joias do ballet” foi feito no início desta semana, de supetão, numa visita informal às diretoras do Balé do Municipal, Ana Botafogo e Cecília Kerche.78187297_SC - RIO DE JANEIRO RJ - 01-08-2018 - PERFIL DO BAILARINO BRASILEIRO DO BOLSHOI - DAVID MOT.jpg

    — O que nos encantou foi a maneira madura com que ele encara a vida. A partir do momento em que aceitou o convite, imediatamente começou a estudar, a ver o vídeo da nossa versão, pediu uma sala para dançar sozinho e, depois, também para ficar a sós no palco. Ainda vamos ouvir falar muito no David — afirma Ana Botafogo.

    — Ele é um cavalheiro, extremamente delicado com as parceiras. Nos ensaios, fez questão de deixar que suas partners se sobressaíssem nos momentos necessários.

    O doce David celebra a chance de pisar pela primeira vez no palco centenário:

    — Sei o peso deste teatro e desta companhia clássica. Sinto isso ao entrar aqui, ao dançar aqui. Falo isso sentindo a adrenalina subir, mas também com muita responsabilidade.

    “Joias do ballet”

    Onde: Teatro Municipal — Pça. Floriano s/n (2332-9191)

    Quando: Sexta e sábado (3 e 4/8), às 19h30m; dom. (5/8), às 17h.

    Quanto: Entre R$ 10 e R$ 70.

    Classificação: Livre.


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    RIO — As fortes chuvas e ventos que têm atingido o Rio nos últimos dias forçaram a produção do show dos Tribalistas a adiar a primeira data do grupo na cidade, inicialmente marcada para sexta-feira. A apresentação agora será realizada no domingo (5/8), às 20h. O show de sábado (4) está mantido — a previsão metereológica indica que a frente fria terá deixado a cidade no fim de semana.

    LEIA MAIS: Chuva já tinha atingido a estreia dos Tribalistas em Salvador; saiba como foi

    Depois de estrearem em Salvador na última semana, Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes chegam ao Rio para a primeira turnê da história do supergrupo, uma vez que eles não fizeram shows de lançamento de seu disco de estreia, "Tribalistas" (2002). Em 2017, o trio lançou seu segundo álbum, também epônimo. Os shows no Rio serão realizados na Marina da Glória, espaço ao ar livre. Segundo a coluna de Ancelmo Gois, as más condições têm atrapalhado a montagem do palco.

    "Pedimos desculpas por todo transtorno. Como nosso objetivo é sempre proporcionar a melhor experiência para o público dos Tribalistas, essa decisão foi tomada para garantir a segurança de todos", diz o comunicado enviado pela banda. Aliança - Tribalistas (lyric video)

    Ainda segundo a produção, para "os clientes que optarem em comparecer no show que será realizado no domingo, o ingresso já adquirido continuará válido, sem a necessidade de trocas". Aqueles que compraram pela internet e quiserem o cancelamento, devem enviar um e-mail para cancelamento@eventim.com.br com o assunto "TRIBALISTAS", informando o número do pedido. Para quem comprou em pontos de venda físicos, o reembolso será feito na bilheteria da Marina da Glória.

    Ainda há ingressos disponíveis para as duas apresentações dos Tribalistas no Rio. As vendas são realizadas pelo site "Eventim" e na bilheteria da Marina.


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    RIO — O Festival de Cinema de Nova York anunciou, nesta quinta-feira, que o filme "At eternity's gate", em que Willem Dafoe dará vida a Van Gogh (1853-1890), vai ser exibido pela primeira vez nos EUA na sessão de encerramento do festival, em setembro e outubro.vangogh.jpg

    O drama, dirigido por Julian Schnabel (o mesmo de "Escafandro e a borboleta"), tem o título inspirado no nome de uma obra do pintor holandês. O elenco terá ainda Oscar Isaac no papel de Paul Gauguin (1848-1903), amigo de Van Gogh, e Rupert Friend como o irmão dele, Theo Van Gogh (1857-1891), Mathieu Amalric no papel do dr. Gachet, Emmanuelle Seigner como Madame Ginoux e Mads Mikkelsen como o Padre. Post NYFF


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    RIO — Quem passa em frente à Casa Firjan, em Botafogo, vê no jardim uma grande instalação (8,2 m x 12,2 m) formada por fileiras de blocos de concreto nos quais estão fixados espelhos circulares. A partir desta sexta, o público poderá andar pela obra. Parte da mostra “Transformação”, ela se chama “Trincheiras”, e reflete não apenas o céu e ângulos variados daquela área da cidade, mas as preocupações de seu criador, o artista Gustavo Prado, 37.78172579_SC - Rio de Janeiro RJ 31-07-2018 - Gustavo Prado - Artista plástico com obra na Firjan Fo.jpg

    — Ela tenta ser um microcosmo da geografia do Rio. Posicionei o trabalho numa diagonal entre o Dona Marta e o palacete, e ele tem diferenças de altura que imitam essa paisagem carioca, onde as casas estão num relevo acidentado. A ideia de que geografia é destino é muito contundente no Rio. Dependendo de onde você está, observa o outro com desconfiança.

    Nascido em São Paulo, criado no Rio e baseado em Nova York desde 2011, Gustavo volta agora à cidade que considera sua casa em momento ascendente, graças ao sucesso da obra que criou em 2017 para um dos principais festivais de música do mundo, o californiano Coachella. No sábado, ele inaugura a individual “Colisão, conluio, colisão” na galeria Lurixs, no Leblon. O nome, além de descrever o procedimento que levou à criação dos trabalhos, faz referência “a um momento em que você é chamado a se posicionar politicamente”, diz o artista:

    78182391_SC - Gustavo Prado - Coachella.jpg— A gente se deixou aprisionar pela armadilha da colisão e do conluio. Ou a gente de saída já se coloca numa situação de antagonismo ou se associa para um fim muitas vezes nebuloso. Há pouca empatia, compaixão e espaço para olhar o mundo pelos olhos do outro.

    Gustavo fez sua primeira individual em 2002, no Parque Lage. Nos cinco anos seguintes, foram mais de 20 exposições e todo o circuito nacional de premiações para artistas jovens. Quando o colecionador Gilberto Chateaubriand comprou por R$ 30 mil um conjunto de seus trabalhos, ele pegou o dinheiro, casou-se com a artista Patrícia Bomeny— mãe de seu filho, Theo, 4 — e largou as artes plásticas:

    — Tinha começado muito novo, a certa altura me senti esgotado, não sabia se tinha mais coisas para dizer.

    MIGRAÇÃO E VIGILÂNCIA

    Investiu, então, na carreira de designer, uma forma, diz, “de continuar pensando visualmente”. Com o tempo, retomou a vontade de dizer coisas em forma de arte e decidiu que seria mais fácil fazê-lo em Nova York. Montou um estúdio no Harlem, com colegas como o carioca Raul Mourão. Foi lá que um de seus trabalhos foi visto um olheiro do Coachella, rendendo-lhe o convite para criar a instalação. Em linha com os temas políticos que perpassam seu trabalho, Gustavo fez uma escultura de 30m, “Lamp beside the golden door” (a lamparina ao lado da porta de ouro), a partir de um verso do poema de Emma Lazarus que está na base da Estátua da Liberdade. Formada por 150 espelhos grandes na parte superior e mais de 2.000 espelhinhos na inferior, emulava um farol.

    — Tinha essa coisa de aproveitar a proximidade com o México para criar uma espécie de marco que pudesse ser visto à distância, que sinalizasse para quem estivesse se aproximando que você era bem-vindo. Ao mesmo tempo, na parte de baixo você se confrontava com esse escrutínio, esse excesso de vigilância — afirma.

    A repercussão da obra do Coachella (tanto na mídia quanto nas milhares de selfies do público) rendeu-lhe convites para outros trabalhos públicos nos EUA, como o que fará em setembro, na cidade de Grand Rapids (Michigan). Mas Gustavo diz que continua mobilizado por questões relacionadas ao Brasil:

    — Mas não espero que o trabalho precise dar solução a elas. Frequentemente você faz uma obra não porque tem clareza do que quer comunicar. Existe um certo mistério no que foi feito, você continua conversando com o trabalho e fazendo associações mesmo depois de pronto.

    “Transformação”

    Onde: Casa Firjan — Rua Guilhermina Guinle 211, Botafogo (2226-9913)

    Quando: Inauguração hoje. Seg. a sex., das 10h às 20h; sáb, das 8h às 17h.

    Quanto: Grátis no mês de agosto.

    Classificação: Livre.

    “Colisão, conluio, colisão”

    Onde: Lurixs — Rua Dias Ferreira 214, Leblon (2541-4935). Quando: Inauguração amanhã, às 15h. Seg. a sex., das 12h às 20h; sáb., das 12h às 16h.

    Quanto: Grátis.

    Classificação: Livre.


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    SÃO PAULO - Eles são amigos há mais de 50 anos, mas nunca antes em suas carreiras tinham juntado seus personagens em uma única história. O primeiro "crossover" de Mauricio de Sousa e Ziraldo está em "Mônica e o Menino Maluquinho na Montanha Mágica" (Melhoramentos), cujo roteiro tem assinatura do escritor Manuel Filho. O álbum será lançado neste sábado, às 15h, na Bienal do Livro de São Paulo, com a presença dos três autores.

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    Ziraldo e Mauricio se uniram antes em duas ocasiões, quando a mesma Melhoramentos lançou deles “O Maior Anão do Mundo” e “O Reizinho Do Castelo Perdido”. Em ambos os casos, um escreveu e o outro desenhou, e vice-versa. "Mônica e o Menino Maluquinho na Montanha Mágica" é a primeira vez em que ambos dividem a página para ilustrar uma aventura que seus personagens vivem juntos.

    — Nada supera o "crossover" de personagens fortes — diz Mauricio, em entrevista ao GLOBO. — Caprichou-se muito, todos os envolvidos. Ficou lindo!

    Na história, Mônica e o Menino Maluquinho encontram em barras de chocolate bilhetes dourados para visitar a Montanha Mágica. A Mônica escolhe Cebolinha, Cascão, Magali e Franjinha, que leva também o Bidu. O Menino Maluquinho, para não ter encrenca, faz um sorteio, e os ganhadores são Julieta, Bocão, Junim e Lúcio.

    "CABELINHOS PRETINHOS"

    Mauricio conta que conheceu Ziraldo em 1960, quando foi até o Rio para mostrar a ele as tiras que desenhava para os jornais. Queria entrar no ramo das revistas e esperava que o colega o apresentasse para as principais editoras, em sua grande maioria sediadas então na capital carioca. Do primeiro encontro, lembra dos "cabelinhos pretinhos" do criador da Turma do Pererê.

    — Historicamente, o Ziraldo foi o pioneiro na publicação de revistas de histórias em quadrinhos de personagens brasileiros — lembra Mauricio, em entrevista por telefone ao GLOBO. — Na época, me recebeu muito bem. Mas disse que as finanças estavam difíceis e pediu para eu desenhar algumas tiras do Pererê.

    De volta ao hotel, Mauricio desenhou algumas tiras da Turma do Pererê e mandou para Ziraldo.

    — O resto é história: os "Diários Associados", onde Ziraldo trabalhava, entraram em decadência, as revistas foram fechadas e os meus desenhos se perderam no monte de papeladas dele — conta o quadrinista. — Quando voltei para casa, ainda levei bronca da minha mulher, porque ela tinha parido a Mônica e eu estava longe.


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    40705614_23091997 - CDI - PV - ANTROPÓLOGO BRONISLAW MALINOWSKIOBS ESTA É A DATA EM QUE A FOTO FOI.jpgRIO - Lançado há 96 anos, “Argonautas do Pacífico Ocidental” (1922) ainda desperta o sentimento de encanto e descoberta. Clássico da antropologia, é um registro das andanças de Bronislaw Malinowski (1884-1942) pelas ilhas Trobriand, na Nova Guiné, e que recebe sua primeira edição brasileira em quatro décadas, desta vez ricamente ilustrado.

    O polonês naturalizado americano fala de um povo de navegadores cheio de rituais marcantes para olhos ocidentais. Sua prosa precisa e clara, misto de estudo e diário de viagem, fez o livro ser saudado como uma obra-prima.

    Abaixo, um trecho da edição da Ubu, que chega às livrarias em 20 de agosto. Info - Segundo Caderno 04.08.2018


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    RIO — A esposa de Mark Chapman, o assassino de John Lennon, Gloria Hiroko Chapman revelou, em uma entrevista ao “The Mirror”, que seu marido lhe disse que iria assassinar Lennon dois meses antes de atirar e matar o ex-Beatle em Nova York, em 8 de dezembro de 1980.

    Na entrevista, ela afirmou que assim que chegaram as notícias sobre o tiroteio, ela sabia que seu marido era o responsável — Gloria falou sobre o caso antes da próxima audiência do Conselho que avalia os pedidos de liberdade condicional de Chapman, que acontecerá este mês, a partir do dia 20.

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    “Eu sabia que era o Mark. Como eu soube? Dois meses antes, Mark viajara para Nova York. E então quando ele voltou para casa estava assustado, me dizendo que, para fazer um nome para si mesmo, ele planejara matar Lennon. Mas disse, então, que meu amor havia o salvado”.

    Dias depois, apesar de ter dito a sua esposa que iria realizar uma nova viagem para Nova York, Gloria disse que não acreditava que ele iria realizar o crime.

    Mark Chapman e dated 09 December 1980 of John Lennon%27s assassin Mark Da.jpg“A única razão pela qual eu achava tudo bem que Mark fizesse outra viagem era porque eu acreditei nele quando ele disse que precisava crescer como adulto e marido, e precisava de tempo para pensar sobre sua vida. Ele dizia que se nos sacrificássemos, ficando sozinhos por um tempo, poderíamos viver juntos um longo e feliz casamento”.

    Gloria também afirmou que Mark Chapman não realizou a ameaça por causa de seu amor por ela, e insistiu que o marido havia descartado a arma que planejava usar para o crime.

    “Ele disse que jogou a arma no oceano e eu acreditei nele. Mas ele mentiu para mim”.

    Falando sobre o dia do assassinato, Gloria descreveu como “uma das noites mais escuras da (sua) vida”.

    “Eu viera do trabalho, jantava e estava assistindo ‘Little House on the Prairie’... E de repente, as palavras apareceram na parte inferior da tela: ‘John Lennon foi baleado em Nova York por um homem caucasiano’. Minha vida mudou dramaticamente naquela noite”, disse. “Eu era agora a Sra. Mark David Chapman, a esposa de um assassino e não apenas qualquer assassino, mas alguém cuja vítima era conhecida e amada por milhões de pessoas em todo o mundo”.

    Após o assassinato, Mark Chapman foi condenado e ainda segue preso — até o momento ele já teve negado nove pedidos de liberdade condicional.

    “Nunca me importou quanto tempo Mark estaria na prisão. Eu esperaria por ele”, disse Gloria.

    Lennon tinha apenas 40 anos quando foi baleado e morto em frente ao edifício Dakota, em Nova York, onde vivia com sua esposa, Yoko Ono.

    Logo após a oitava audiência do Conselho de liberdade condicional de Chapman, realizada em 2014, Ono disse sentir que Chapman nunca deveria ser libertado e que ela ainda temia o assassino.

    “É muito, muito difícil para mim pensar em Chapman… Especialmente porque ele não parece pensar que foi uma coisa ruim de se fazer. Acho que se ele fez isso uma vez, ele poderia fazer isso de novo, com outra pessoa... Poderia ser eu, poderia ser Sean, poderia ser qualquer um, então há essa preocupação”, disse ela.

    No início deste ano, Paul McCartney participou da marcha “Gun For Our Lives”, voltada contra as armas, e lembrou do seu ex-colega de Beatles.

    “Isso é o que podemos fazer, então estamos aqui para fazê-lo. Um dos meus melhores amigos foi morto em violência armada por aqui, então é importante para mim”, disse Paul.

    A próxima audiência do Conselho de liberdade condicional de Chapman deve ser realizada durante a semana que começa em 20 de agosto. Será a décima vez que Chapman solicita a sua liberdade condicional. No último Conselho, em 2016, Chapman confessou que agora via que seu crime fora "premeditado, egoísta e mal", porém seu pedido de liberdade foi recusado; as autoridades compreenderam que o criminoso iria reincidir.


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    RIO — Um dos maiores hitmakers de todos os tempos, o compositor e produtor musical sueco Max Martin está envolvido na criação do primeiro musical da sua carreira. Martin é o criador de alguns dos maiores hits das carreiras de nomes como Taylor Swift, Adele, Britney Spears, Katy Perry, Justin Timberlake, Maroon 5, Justin Bieber, Robyn e The Weeknd.

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    Ao todo, o midas acumula, desde 1991, 22 canções canções que alcançaram o 1º lugar das paradas americanas, tendo se tornado o terceiro compositor de maior sucesso na história dos charts musicais dos EUA — ele fica atrás apenas de Paul McCartney e John Lennon.Vídeo de Taylor Swift

    Ainda há poucos detalhes sobre a produção, que será inspirada no catálogo de hits de Martin e contará com novas composições. O projeto está em sua fase final de desenvolvimento e tem previsão de estreia para julho de 2019. Nele, as canções de Martin farão parte de uma história original assinada por David West Read, da série “Schitt's Creek”, e terá supervisão musical de Bill Sherman (“In the Heights”) e direção geral de Luke Sheppard, que foi diretor associado de sucessos do West End como “Matilda” e “Singin' in the rain”.

    Em uma nota postada no Twitter, a produção anunciou que usará o "incrível catálogo de canções como inspiração" e que está à procura de "cantores pop excepcionais" de entre 20 e 30 anos de idade, e de todas as etnias.Vídeo de Justin Timberlake

    Vencedor do ASCAP Pop Music Awards por 10 vezes, o produtor sueco possui ainda cinco Grammy Awards, além de já ter sido indicado ao Globo de Ouro e ao Oscar.Os hits de Max Martin


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