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    LOS ANGELES — As atenções do mercado cinematográfico no pultimo fim de semana se voltaram para a China, onde "Aquaman" arrecadou US$ 94 milhões em bilheteri, justificando a o arriscado plano da Warner Bros de lançar o filme primeiro no país asiático.

    Links filmesHollywood vem apredendo muito sobre os cinéfilos chineses nos últimos anos, mas lançar suas produções no país — segundo maior mercado do mundo, depois dos EUA — ainda é um desafio. A Warner e outros estúdios não podem distribuir seus próprios filmes na China, precisam passar pela empresa estatal de distribuição. Além disso, a censura local muitas vezes libera filmes americanos apenas no último instante, prejudicando os esforços de marketing.

    O público chinÊs tem se tornado mais seletivo em relação a filmes de Hollywood, muitas vezes preferindo produções locais como o extravagante "Operação Mar Vermelho", dirigido por Dante Lam, conhecido como o "Michael Bay da Ásia".

    Com isso, "Aquaman", com Jason Momoa no papel principal e dirigido por James Wan, poderia ter sido um fracasso na China, o que deixaria uma marca negativa antes da estreia global. O filme chega ao Brasil nesta quinta-feira e a outros 40 países na sexta. Nos EUA, a estreia será apenas em 21 de dezembro.

    A Warner decidiu antecipar o lançamento de "Aquaman" na China para evitar o tradicional período de blecaute do fim de ano para filmes americanos. A primeira estreia na China — onde Wan tem muitos fãs, graças ao sucesso de ""Velozes e furiosos 7" — também permitiria à Warner limitar o impacto da pirataria, muito forte no país. A pirataria foi um fator importante no recente fracasso dos “Podres de ricos” nas bilheterias chinesas. O lançamento da comédia romântica na China aconteceu três meses depois de seu lançamento em outras partes do mundo.

    E por que a Warner não lançou "Aquaman" nos EUA tambpem neste final de semana?

    Os dois finais de semana após o Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos estão tipicamente entre os períodos mais lentos do ano, já que compras de fim de ano e festividades relacionadas têm prioridade. Não houve novos lançamentos no final de semana na América do Norte, onde o filme número 1 foi mais uma vez "WiFi Ralph: Quebrando a Internet" (Disney), que arrecadou cerca de US$ 16,1 milhões, para um total doméstico de US$ 140,9 milhões. , de acordo com a comScore.


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    RIO — No último domingo Fernanda Montenegro fez um discurso emocionado em defesa da arte e dos profissionais da cultura no Brasil, durante a entrega do prêmio Melhores do Ano do programa Domingão do Faustão. Ao ser homenageada com um troféu especial ao lado das atrizes Adriana Esteves e Marieta Severo, Fernandona discursou, com voz embargada, sobre os ataques que a classe artística vem recebendo na internet.

    Links lei rouanet— Não somos corruptos — disse com os olhos marejados — Isso que de uma forma agressiva nos jogam brutalmente. Não somos ladrões diante da Lei Rouanet. Procurem os verdadeiros buracos corruptos deste país.

    A atriz de 89 anos destacou a importância dos artistas para o desenvolvimento do Brasil.

    — Podemos não ser prioritários, não temos uma profissão prioritária, mas temos uma profissão libertária. Os nossos palcos, os nossos programas de TV ligados à dramaturgia são uma busca constante de amplidão do imaginário, da sensibilidade. E isto nos leva a uma integração de nação, de cultura.

    Nas redes sociais atrizes em cantoras postaram mensagens de apoio à Fernanda.

    "Uma das mulheres mais dignas desse país. Admirável, motivo de orgulho para todos nós", escreveu a cantora Marina Lima. Insta Marina Lima

    A atriz Maria Ribeiro também postou uma mensagem:

    "Obrigada Senhor por me fazer viver no mesmo tempo em que essa mulher. Fernanda, obrigada! Essa foto vale pra vida inteira, mas posto agora porque to muito orgulhosa do discurso de hoje dessa ilustre cidadã que não se omite nunca!" Insta Maria Ribeiro

    A cantora Ana Cañas escreveu: "mulheres que se posicionam, estraçalham a hipocrisia, lutam pelo que acreditam, não temem represálias, tem o talento imensurável e dão voz aos que não são ouvidos nesse país. Pódio na categoria mulher mito since 1940. Que orgulho. Fernanda te amo". Insta Ana Cañas

    Já Mariana Xiemenes agradeceu Fernanda pelo discurso e destacou a presença dos outros artistas na premiação.

    "Amor ao ofício e orgulho da nossa profissão! E parabéns também a Marieta Severo, Adriana Esteves e todos os colegas da arte que estiveram no palco do Troféu Domingão! Viva a cultura!" Insta Mari Xiemenes


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    RIO — A desistência do humorista Kevin Hart de apresentar o Oscar pegou a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de supresa. Tanto que ela está cogitando não ter um apresentador propriamente dito para a cerimônia. As informações são da revista "Variety".

    Oscars "Eles estão enlouquecendo", afirmou à publicação uma fonte com acesso direto ao conselho de governadores da premiação. De acordo com outra fonte, a Academia e a ABC, emissora que exibe a cerimônia, não possuíam nenhum plano de contigência.

    Em vez de ter um único apresentador, fala-se em ter "um bando de celebridades gigantes, algo como o (programa humorístico) Saturday Night Live, e gente barulhenta" para manter o programa movimentado. Um número com um texto em grupo não foi descartado.

    Apresentadores de talk shows, como Jimmy Kimmel — que comandou o o Oscar deste ano —, Jon Stewart e David Letterman, são outras possibilidades. Porém, segundo uma fonte, a Academia está apreensiva, pois um nome óbvio pode piorar ainda mais os números de audiência do evento. Exibida em março de 2018, a última cerimônia foi assistida por 26,5 milhões de pessoas nos EUA, uma queda de 19% em relação a 2017.


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    RIO — Na esteira do sucesso do filme, que apresentou o Queen para as novas gerações, "Bohemian Rhapsody" se tornou a canção do século XX mais tocada nos serviços de streaming. Segundo a Universal Music, ela também é a mais ouvida da história dentro da categoria de rock clássico.

    Queen Lançada no álbum "A Night at the Opera", de 1975, "Bohemian Rhapsody" ultrapassou 1,6 bilhão de reproduções no mundo todo. Entraram para a conta os aplicativos Spotify, Apple Music, Deezer, dentre outros, além de vídeos no YouTube.

    Brian May, guitarrista do Queen, comemorou a notícia: "Então o rio do rock se metamorfoseou em reproduções! Muito feliz que nossa música ainda está fluindo ao máximo", disse em nota. O clássico do Queen deixou para trás outras canções marcantes, como "Smells Like Teen Spirit", do Nirvana; "Sweet Child O'Mine" e "November Rain", do Guns N' Roses; e "Take on Me", do A-Ha.

    O grupo e seu vocalista Freddie Mercury ganharam recentemente uma cinebiografia, que também se chama "Bohemian Rhapsody". Com a estreia do filme, a canção chegou à 33ª colocação no ranking Hot 100 da Billboard.


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    RIO — Morreu nesta segunda-feira em São Paulo, aos 96 anos, Roger Avanzi, o Palhaço Picolino, coincidentemente no Dia do Palhaço. Segundo o Centro de Memória do Circo, a causa da morte seria falência múltipla dos órgãos.

    O velório ocorre nesta terça-feira na Sala Olido, no Centro Cultural Olido. O corpo será sepultado no Cemitério São Paulo, em Pinheiros, na capital paulista.

    O grupo LaMínima Circo e Teatro, fundado pelo ator Domingos Montagner, que morreu em 2016, lamentou a perda no mundo do circo.

    "Obrigado Mestre!!!! Roger Avanzi (centro da imagem) faleceu ontem, no Dia do Palhaço. Foi um dos primeiros e mais importantes mestres de Fernando Sampaio e Domingos Montagner".

    A página do grupo no Facebook também publicou uma frase do artista:

    "Ser palhaço é uma profissão. Então, o palhaço é um profissional. Tem que aprender e saber muita coisa" (...) "Quando comecei a ensinar, alguns circenses vieram falar comigo e me dizer que eu estava errado, porque acreditavam que o palhaço tinha que nascer naturalmente. O meu pensamento era outro: ninguém nasce sabendo. Todo mundo tem que aprender! O palhaço também. Não basta nascer com o dom", dissera Roger.

    Picolino

    Nascido em São José do Rio Preto em 7 de novembro de 1922, atuou como acrobata, equilibrista, jóquei, músico, cantor e ator. Nas lonas do circo de seu pai, Nerino Avanzi, ele cresceu e foi conhecido como palhaço Picolino II. Suas apresentações eram repletas de facetas, mas ficou conhecido por causa do Circo Bambalalão, da TV Cultura, em que fazia diversas brincadeiras. Em 2009 ajudou a fundar o Centro de Memória do Circo, em São Paulo.


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    SÃO PAULO - José Olympio da Veiga Pereira foi eleito, na noite desta terça-feira, presidente da Fundação Bienal de São Paulo. O vice-presidente será Marcelo Mattos Araujo, ex-presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e ex-Secretário de Estado da Cultura de São Paulo. Na mesma eleição, Julio Landmann foi escolhido para assumir a presidência do Conselho de Administração.

    A fundação promove, entre outras coisas, a Bienal Internacional de Arte de São Paulo. A 33ª edição da mostra de arte contemporânea está atualmente em exposição no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque do Ibirapuera, sob o título "Afinidades afetivas", com curadoria do espanhol Gabriel Pérez-Barreiro.

    Veiga Pereira substitui o empresário João Carlos de Figueiredo Ferraz, eleito no fim de 2016 para um mandato de dois anos que se encerra em 1º de janeiro de 2019. O novo presidente ficará no cargo durante o biênio 2019-2020 e vai cuidar da elaboração da 34ª Bienal. Entre seus principais projetos, está o de aprofundar a conexão da mostra com a cidade de São Paulo, além de tentar atrair mais públicos e instituições internacionais.

    Landmann, que assume a presidência do Conselho, foi também presidente da fundação anteriormente, entre fevereiro de 1997 e fevereiro de 1999. Durante sua gestão, organizou a histórica 24ª Bienal de São Paulo, a “Bienal da antropofagia”, com curadoria de Paulo Herkenhoff.

    Em 2016, Veiga Pereira liderou, na Fundação Bienal, a criação do Conselho Consultivo Internacional, do qual foi nomeado primeiro presidente. Integrante do Conselho de Administração, ele participava até o momento do Comitê Internacional e do Comitê de Governança e Ética da instituição.

    Formado em engenharia civil pela PUC-RJ, Veiga Pereira preside o Credit Suisse no Brasil. Colecionador de arte, ele e sua mulher, Andréa Paula da Veiga Pereira, têm um acervo particular focado na produção moderna e contemporânea brasileira.

    No exterior, participa dos conselhos internacionais do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) e da Tate Modern, em Londres, e do Board of Trustees do New Museum, também em Nova York. Além de ser integrante do Comitê de Aquisições da Fondation Cartier, em Paris. No Brasil, faz parte do conselhos dos museus de arte moderna (MAM) de São Paulo e do Rio.

    À frente da fundação, Veiga Pereira inicia o mandato com uma uma nova diretoria executiva: Andrea Pinheiro, Ana Paula Martinez, Fernando Schuler, Lucas Melo, José Francisco Pinheiro Guimarães e Luiz Lara.


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    RIO - A atriz francesa Juliette Binoche presidirá o júri da próxima edição do Festival de Berlim. O anúncio foi feito nesta terça-feira pelos organizadores.

    "Estou muito satisfeito em ter Juliette como presidente do júri em 2019. O festival é muito especial para ela", declarou o diretor da Berlinale, Dieter Kosslick, em um comunicado.

    O festival acontece de 7 a 17 de fevereiro. Aos 54 anos, a atriz sucede o cineasta alemão Tom Tykwer (de "Corra Lola corra"), líder do júri que premiou este ano como o Urso de Ouro o filme "Touch me not", da romena Adina Pintilie.

    Desde sua estreia na profissão, nos anos 1980, Juliette atuou em mais de 70 filmes, como "A insustentável leveza do ser" (1988), "A liberdade é azul" (1993), "O paciente inglês" (1996) - que lhe deu o Oscar de melhor atriz coadjuvante.

    "É uma grande honra para mim", declarou ela em comunicado.


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    RIO - A tradura Lia Wyler, responsável pela versão brasileira da série "Harry Potter" (Rocco), morreu nesta terça-feira, aos 84 anos, no Rio. A causa da morte não foi divulgada. O velório acontece nesta quarta-feira, às 8h da manhã, no Cemitério São João Batista. O enterro será às 10h.

    Links Lia WylerQuando terminou de traduzir o sétimo e último voluma da saga, "Harry Potter e as Relíquias da Morte", Wyler disse em diversas entrevistas que sentiria falta de passar o tempo com o bruxo.

    Lia adaptou para o português termos importantes da mitologia da história original, como "quadribol" (quidditch) e "trouxa" (muggle).

    Além de Harry Potter, ela traduziu obras de diversos autores de língua inglesa, como Henry Miller, Joyce Carol Oates, Margaret Atwood, Gore Vidal, Tom Wolfe, Sylvia Plath e Stephen King.

    Lia nasceu em Ourinhos, interior de São Paulo, em 1934. Formou-se em Letras pela PUC-Rio e fez mestrado em Comunicação pela UFRJ, onde formulou uma tese sobre a "invisibilidade" do tradutor.

    Em nota, a editora Rocco agradeceu à "sensibilidade e dedicação" da tradutora. Leia o comunicado:

    "O trabalho do tradutor é um dos fios principais de uma história. Ele empresta suas palavras para construir narrativas e fazer que uma história seja compreendida, tocando o coração das pessoas. Lia Wyler traduziu inúmeros títulos importantes de nosso catálogo, entre eles A fogueira das vaidades, de Tom Wolfe, Negociando com os mortos, de Margaret Atwood, e os sete livros da saga Harry Potter, de J.K. Rowling. Lia, nosso muito obrigada por sua sensibilidade e dedicação, por ter compartilhado conosco a magia da leitura de obras tão importantes, acessíveis através de suas traduções. Varinhas ao alto!"


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    RIO - "Me matan, Limón!", dizia Pablo Escobar, interpretado por Wagner Moura, há dois anos, quando seu personagem na série "Narcos", da Netflix, era morto (Limón era um comparsa, que acabou igualmente assassinado pela polícia) após uma longa caçada. No décimo episódio da segunda temporada, que foi disponibilizada em setembro de 2016, o ator baiano se despedia do personagem, que atraiu muita atenção no Brasil e no mundo latino - e algumas caras feias por seu español com sotaque de Salvador.

    A série que tem o brasileiro José Padilha na equipe (atualmente creditado como produtor executivo) ainda teve uma temporada na Colômbia - quando o foco mudou do cartel de Medellín, enfraquecido após a morte de Escobar, em 1993, para as quadrilhas de Cali - e, em 2018, ganhou até um sobrenome: "Narcos:México", transferindo-se para o país da América do Norte e sua guerra particular contra as drogas. A trama mostra a saga de Félix Gallardo (o ator mexicano Diego Luna, de "E sua mãe também"), traficante mexicano de maconha e sua ascensão ao posto de principal articulador do transporte de drogas de seu país para os Estados Unidos, e seu antagonista, o policial americano Kiki Camarena (Michael Peña, de "Crash"), da DEA, agência dos EUA de combate às drogas.

    79875888_SC - fotos de Narcos México da Netflix.jpg

    O reaparecimento de Pablo Escobar não é uma concessão de "Narcos" às séries de zumbis, como "The walking dead", ou aos filmes de outro profissional de origem mexicana, Robert Rodríguez, de "Um drink no inferno". Em sua mudança de país, a série volta no tempo (ou mesmo passa a ser um spin-off da original), dos anos 1990 para uma década antes. Depois de estabelecer uma espécie de sindicato das drogas com bandidos de várias regiões do México a partir de Guadalajara, Gallardo decide diversificar o produto: da maconha sin semilla (sem semente) que plantava na região de Sinaloa, ele resolve oferecer aos traficantes colombianos um corredor para transportar cocaína para os EUA. Primeiro, procura o Cartel de Cali, e, em seguida, reúne-se com Pablo Escobar. É quando Wagner e seu bigode voltam às telas.

    Na cena, no episódio 5 da primeira temporada de "Narcos:México", chamado "A conexão colombiana", Gallardo vai à propriedade de Escobar, que tem um lago, e ouve urros na água.

    - Hipopótamos - diz Escobar (que mantinha animais exóticos em sua fortaleza), ao chegar. - Parecem simpáticos e fofinhos, mas podem rasgar um homem ao meio.

    Após uma negociação tensa, o colombiano (que confessa não ser fã de mexicanos) fecha negócio com Gallardo, que, após o martelo batido, pergunta, provocador:

    - Você ia mesmo me jogar para os hipopótamos?

    - Não - responde Pablo, sempre sério. - Eles também não gostam de mexicanos.


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    RIO — Um dia depois de ter um post de sua página no Facebook retirado do ar por supostamente violar as políticas de nudez da rede social, o Instituto Moreira Salles (IMS) teve a postagem restaurada. Às vésperas de abrir a exposição "Claudia Andujar – A luta yanomami", dedicada ao trabalho da fotógrafa e ativista Claudia Andujar, o instituto havia colocado no ar um vídeo de quase quatro minutos, com depoimento da artista e fotografias dos índios Yanomami feitas desde a década de 1970. Mas ele foi apagado.
    IMS

    "Nossos Padrões da Comunidade não permitem nudez, mas buscamos compreender o valor histórico, noticioso e cultural durante o processo de análise de conteúdos para considerar possíveis exceções. Neste caso, já restauramos o conteúdo", informou o Facebook ao GLOBO na manhã desta quarta-feira.

    Claudia Andujar

    "Claudia Andujar é reconhecida internacionalmente por seu trabalho e trajetória de luta pela demarcação de terras indígenas, numa importante união entre arte e política", alegava o instituto, em nota divulgada à imprensa cujo título é "Censura". De acordo com a nota, o IMS "entrou em contato com o Facebook para requisitar uma nova avaliação do vídeo, tendo em vista casos semelhantes com conteúdo da mesma natureza, mas ainda não obteve resposta".

    A retrospectiva da obra de Claudia Andujar- nascida na Suíça e radicada no Brasil desde a década de 1950 - ocupa dois andares do IMS Paulista a partir da próxima sexta-feira, com aproximadamente 300 imagens e uma instalação da fotógrafa e ativista, além de livros e documentos sobre a trajetória da tribo em busca de sobrevivência. A seleção do material exposto é resultado da pesquisa de muitos anos realizada pelo curador Thyago Nogueira, coordenador da área de fotografia contemporânea do IMS, no acervo de mais de 40 mil imagens da artista.20303990_Data 02042001-Editoria Cultura Claudia Andujar fotografa que dedicou quase a vida aos.jpg


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    BUENOS AIRES - A atriz Thelma Fardín, que fazia parte do elenco do programa infantil argentino "Patito feo", revelou que foi vítima de estupro por parte do colega Juan Darthés quando tinha 16 anos.

    A violação aconteceu em 2009, quando os dois participavam de uma turnê pela América Latina com o espetáculo teatral. "Durante nove anos anulei tudo que aconteceu para poder seguir adiante. Até que o testemunho de uma outra garota (em referência à denúncia de Calu Rivero no ano passado) me fez reviver tudo", contou a atriz, entre lágrimas, em um vídeo transmitido durante a entrevista coletiva convocada na noite desta terça-feira pelo coletivo Atrizes Argentinas. Links Weinstein

    "Estava em turnê com um programa infantil de muito sucesso. Tinha 16 anos, era uma criança", continuou a atriz em seu testemunho. "O único adulto tinha 45 anos. Uma noite começou a beijar meu pescoço, e eu disse que parasse. Então ele agarrou minha mão e me disse: "Veja como você me deixa". Me jogou na cama, baixou meu short e me fez sexo oral. Segui dizendo que não. Disse: "Teus filhos têm a minha idade". Ele não se importou. Subiu em cima de mim e me penetrou. Neste momento, alguém bateu à porta e eu pude sair do quarto do hotel".

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    Cerca de 50 atrizes argentina acompanhavam Thelma no palco. O encontro foi apelidade de "MeToo argentino", em referência às denúncias contra o produtor Harvey Weinstein nos EUA. "Não vamos nos calar mais", disse a atriz Laura Azcurra.

    Além de Calu Rivero, a atriz Ana Coacci já havia denunciado nas redes sociais um abuso de Darthés no camarim das filmagens de "Gasoleros", entre 1998 e 99. O caso foi arquivado por falta de provas.


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    RIO - A temporada de premiações é uma das épocas mais esperadas pelos fãs de cinema. É quando a indústria, críticos e outras entidades envolvidas com o audiovisual se reúnem e decidem os melhores filmes lançados durante o ano.

    Temporada de PremiaçõesNormalmente, o período começa no fim de novembro, com a cerimônia do Gotham, dedicado a premiar produções independentes. E culmina no Oscar, que em 2019 acontece em 24 de fevereiro.

    A temporada de premiações é importante porque, além de dar visibilidade a filmes e reconhecer o talento de artistas, ajuda e medir as chances de uma produção se dar bem no Oscar. Os membros de sindicatos de atores, diretores e produtores, por exemplo, também compõem o júri o maior evento de cinema de Hollywood.

    Abaixo, listamos as premiações mais importantes da temporada e seus principais vencedores. Já é possível notar alguns filmes que vêm se destacando. Entre eles estão "Nasce uma estrela", "No coração da escuridão", "Green book: o guia", "Roma" e "Se a Rua Beale falasse".

    Esta página será atualizada conforme outros resultados forem divulgados.

    Veja a lista dos principais vencedores:

    Gotham

    Melhor filme

    domandodestino.jpg"Domando o destino", de Chloé Zhao

    Melhor ator

    Ethan Hawke, por "No coração da escuridão"

    Melhor atriz

    Toni Collette, por "Hereditário"

    Melhor roteiro

    "No coração da escuridão"

    National Board of Review

    Melhor filme

    MV5BNzI4NzIzNzgwNV5BMl5BanBnXkFtZTgwMzM2MjIxNjM@._V1_SX1500_CR0,0,1500,999_AL_.jpg"Green book: o guia", de Peter Farrelly

    Melhor direção

    Bradley Cooper, por "Nasce uma estrela"

    Melhor atriz

    Lady Gaga, por "Nasce uma estrela"

    Melhor ator coadjuvante

    Sam Elliott, por "Nasce uma estrela"

    Melhor atriz coadjuvante

    Regina King, por "Se a Rua Beale falasse"

    Melhor roteiro

    "Se a Rua Beale falasse"

    Melhor animação

    "Os Incríveis 2"

    Melhor filme estrangeiro

    "Guerra Fria", de Pawel Pawlikowski

    Associação de críticos de Nova York

    Melhor filme

    MV5BMTkxMzU0ODMzMl5BMl5BanBnXkFtZTgwOTQyNTQ3NjM@._V1_SX1500_CR0,0,1500,999_AL_.jpg"Roma", de Alfonso Cuarón

    Melhor direção

    Alfonso Cuarón, por "Roma"

    Melhor ator

    Ethan Hawke, por "No coração da escuridão"

    Melhor atriz

    Regina Hall, por "Support the girls"

    Melhor roteiro

    "No coração da escuridão"

    Melhor atriz coadjuvante

    Regina King, por "Se a Rua Beale falasse"

    Melhor ator coadjuvante

    Richard E. Grant, por "Poderia me perdoar?"

    Melhor animação

    "Homem-Aranha no Aranhaverso"

    Melhor filme estrangeiro

    "Guerra Fria", de Pawel Pawlikowski

    O que ainda falta

    Globo de Ouro (6 de janeiro)

    Critics’ Choice (13 de janeiro)

    Sindicato dos Produtores (19 de janeiro)

    Sindicato dos Atores (27 de janeiro)

    Annie (2 de fevereiro)

    Sindicato dos Diretores (2 de fevereiro)

    Bafta (10 de fevereiro)

    Sindicato dos Roteiristas (17 de fevereiro)

    Independent Spirit (23 de fevereiro)

    Oscar (24 de fevereiro)


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    RIO — Depois do Arctic Monkeys, está confirmada a segunda atração do Lollapalooza Brasil que fará show solo no Rio: a banda inglesa The 1975, que se apresenta no Circo Voador, dia 4 de abril, véspera do início do festival paulistano.

    Os ingressos já estão à venda pela plataforma do Queremos!. O primeiro lote sai por R$ 100 com 1 quilo de alimento não-perecível.

    Essa será a primeira vez que o The 1975 toca no Rio. Em 2017, quando estrearam no Brasil, Matty Healy e companhia fizeram dois shows em São Paulo, sendo um deles no próprio Lollapalooza. Links Lollapalooza

    Agora, a banda inglesa se encontra em seu melhor momento. Lançado no fim de novembro, "A brief inquiry into online relationships", terceiro álbum do 1975, vem sendo aclamado pela crítica internacional. A revista "NME" chegou a dar a alcunha de "'OK computer millennial", numa referência à obra-prima do Radiohead. Já a "Pitchfork" deu a nota 8,5 (de 10) para o trabalho, e o incluiu em sua lista de melhores do ano. The 1975 - Give Yourself A Try

    Antes do lançamento, o cantor e compositor Healy falou com o GLOBO sobre o novo álbum (leia mais aqui):

    (Esse novo disco mostra que) provavelmente crescemos como pessoas e músicos. E o mundo da música continua a se abrir para todos nós. Existe hoje uma singularidade cultural na qual tudo se juntou. Até 2007, os jovens nos Estados Unidos e no Reino Unido tinham mundos pop bem distintos. Desde então eles vêm ouvindo as mesmas músicas, vestindo as mesmas roupas, tomando as mesmas drogas e encontrando as mesmas pessoas, mais do que nunca. Nosso disco reflete esse ideia. The 1975 - Love It If We Made It (Official Video)


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    RIO - O drama musical "Nasce uma estrela", de Bradley Cooper, lidera as indicações ao prêmio do Sindicato dos Atores (SAG, na sigla em inglês), competindo em quatro categorias: elenco, direção, atriz (Lady Gaga) e ator coadjuvante (Sam Elliott). A lista foi anunciada nesta quarta-feira.

    Logo atrás, com três indicações cada, vêm "Infiltrado na Klan", de Spike Lee, e "A favorita", de Yorgos Lanthimos. O primeiro compete ainda na categoria principal (melhor elenco), junto com "Pantera Negra", "Bohemian Rhapsody" e "Podres de ricos", além de "Nasce uma estrela".

    SAG 2018O SAG é considerado um dos principais termômetros do Oscar, já que grande parte de seus votantes também integra o júri da Academia. Dessa forma, alguns sites de aposta já veem o longa estrelado por Lady Gaga como o possível favorito.

    Na seção de televisão, as mais lembradas foram "The marvelous Mrs. Maisel" (Amazon) e "Ozark" (Netflix), cada uma com quatro indicações. Na esteira, com três, estão "Barry" (HBO), "Glow" (Netflix), "The handmaid's tale" (Hulu nos EUA, Paramount Channel no Brasil) e "The Kominsky method" (Netflix).

    A cerimônia do 25º SAG Awards vai ar em 27 de janeiro, pelo canal TNT, com apresentação de Megan Mullally ("Will & Grace").

    Veja os indicados nas principais categorias:

    Cinema

    Melhor elenco (equivalente a melhor filme)

    "Nasce uma estrela"

    "Pantera Negra"

    "Infiltrado na Klan"

    "Bohemian Rhapsody"

    "Podres de ricos"

    Melhor atriz

    Emily Blunt, por "O retorno de Mary Poppins"

    Glenn Close, por "A esposa"

    Olivia Colman, por "A favorita"

    Lady Gaga, por "Nasce uma estrela"

    Melissa McCarthy, por "Poderia me perdoar?"

    Melhor ator

    Christian Bale, por "Vice"

    Bradley Cooper, por "Nasce uma estrela"

    Rami Malek, por "Bohemian Rhapsody"

    Viggo Mortensen, por "Green book"

    John David Washington, por "Infiltrado na Klan"

    Melhor atriz coadjuvante

    Amy Adams, por "Vice"

    Emily Blunt, por "Um lugar silencioso"

    Margot Robbie, por "Duas rainhas"

    Emma Stone, por "A favorita"

    Rachel Weisz, por "A favorita"

    Melhor ator coadjuvante

    Mahershala Ali, por "Green book"

    Timothee Chalamet, por "Querido menino"

    Adam Driver, por "Infiltrado na Klan"

    Sam Elliott, por "Nasce uma estrela"

    Richard E. Grant, por "Poderia me perdoar?"

    Televisão

    Melhor elenco em série de comédia

    "Atlanta"

    "Barry"

    "Glow"

    "The Kominsky Method"

    "The marvelous Mrs. Maisel"

    Melhor atriz em série de comédia

    Alex Borstein, por "The marvelous Mrs. Maisel"

    Alison Brie, por "Glow"

    Rachel Brosnahan, por "The marvelous Mrs. Maisel"

    Jane Fonda, por "Grace and Frankie"

    Lily Tomlin, por "Grace and Frankie"

    Melhor ator em série de comédia

    Alan Arkin, por "The Kominsky method"

    Bill Hader, por "Barry"

    Tony Shalhoub, por "The marvelous Mrs. Maisel"

    Henry Winkler, por "Barry"

    Melhor elenco em série de drama

    "The Americans"

    "Better call Saul"

    "Ozark"

    "This is us"

    Melhor atriz em série de drama

    Julia Garner, por "Ozark"

    Laura Linney, por "Ozark"

    Elisabeth Moss, por "The handmaid's tale"

    Sandra Oh, por "Killing Eve"

    Robin Wright, por "House of cards"

    Melhor ator em série de drama

    Jason Bateman, por "Ozark"

    Sterling K. Brown, por "This is us"

    Joseph Fiennes, por "The handmaid's tale"

    John Krasinski, por "Jack Ryan"

    Bob Odenkirk, por "Better call Saul"


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    RIO — Um dia depois de ter um post de sua página no Facebook retirado do ar por supostamente violar as políticas de nudez da rede social, o Instituto Moreira Salles (IMS) teve a postagem restaurada. Às vésperas de abrir a exposição "Claudia Andujar – A luta yanomami", dedicada ao trabalho da fotógrafa e ativista Claudia Andujar, o instituto havia colocado no ar um vídeo de quase quatro minutos, com depoimento da artista e fotografias dos índios Yanomami feitas desde a década de 1970. Mas ele foi apagado.
    IMS

    "Nossos Padrões da Comunidade não permitem nudez, mas buscamos compreender o valor histórico, noticioso e cultural durante o processo de análise de conteúdos para considerar possíveis exceções. Neste caso, já restauramos o conteúdo", informou o Facebook ao GLOBO na manhã desta quarta-feira.

    Claudia Andujar

    "Claudia Andujar é reconhecida internacionalmente por seu trabalho e trajetória de luta pela demarcação de terras indígenas, numa importante união entre arte e política", alegava o instituto, em nota divulgada à imprensa cujo título é "Censura". De acordo com a nota, o IMS "entrou em contato com o Facebook para requisitar uma nova avaliação do vídeo, tendo em vista casos semelhantes com conteúdo da mesma natureza, mas ainda não obteve resposta".

    A retrospectiva da obra de Claudia Andujar- nascida na Suíça e radicada no Brasil desde a década de 1950 - ocupa dois andares do IMS Paulista a partir da próxima sexta-feira, com aproximadamente 300 imagens e uma instalação da fotógrafa e ativista, além de livros e documentos sobre a trajetória da tribo em busca de sobrevivência. A seleção do material exposto é resultado da pesquisa de muitos anos realizada pelo curador Thyago Nogueira, coordenador da área de fotografia contemporânea do IMS, no acervo de mais de 40 mil imagens da artista.20303990_Data 02042001-Editoria Cultura Claudia Andujar fotografa que dedicou quase a vida aos.jpg


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    BRASÍLIA E RIO — O presidente Michel Temer sancionou, nesta quarta-feira, a medida provisória (MP) 846, que reformula a destinação de parte de recursos arrecadados com loterias para Cultura, Esporte e Segurança Pública.

    A primeira versão da MP — a 841, editada em junho deste ano — previa uma diminuição destes recursos de loterias destinados à Cultura e ao Esporte para que fossem para a Segurança Pública. Porém, após pressão dos ministros Sérgio Sá Leitão (Cultura) e Leandro Cruz (Esporte), que na época chegaram a se pronunciar publicamente contrários à decisão, o governo elaborou uma nova MP recompondo os seus orçamentos e definindo uma nova fatia para a segurança. Links política cultural

    A nova medida altera os valores que seriam destinados para cada um. Segundo o Ministério da Cultura, a pasta ficaria, com a MP 841, com R$ 441,8 milhões. E agora, terá R$ 444,2 milhões.

    Já os valores de Segurança Pública mudam de R$ 1,258 bilhão para R$ 1,05 bilhão. E o Esporte volta a contar com R$ 630 milhões, contra R$ 430 milhões que teria se perdesse a fatia prevista na primeira MP, de acordo com o Ministério da Fazenda.

    — Conseguimos ao fim do processo não só manter o percentual da cultura, mas até aumentar um pouco — avalia Sá Leitão.

    Os R$ 2,4 milhões de diferença são atribuídos ao aumento da porcentagem da fatia das loterias “numéricas” (como a Mega-Sena) para a Cultura: de 2,87 para 2,91%. E da fatia de 0,9% de uma loteria nova, a Loteria Instantânea Exclusiva (Lotex), que, segundo o ministro, originalmente não previa recursos para a Cultura.

    — Apesar das nossas fatias das loterias federais e esportivas terem diminuído, o fato de termos aumentado em 0,04 o percentual das numéricas, que são muito mais populares, compensa o resultado final. Além disso, a Lotex tem potencial de crescer muito — detalha Sá Leitão.

    O tom do ministro, entretanto, não é de celebração:

    — É uma vitória, mas é parcial. É preciso que estes recursos sejam efetivamente destinados à Cultura, o que não acontece.

    Os recursos das loterias deveriam ser destinados ao Fundo Nacional de Cultura (FNC), um dos mecanismos da Lei Rouanet. Justamente o que tem o papel de garantir a descentralização regional.

    — Foi uma vitória esse dinheiro voltar para o setor, mas é de mentirinha — diz Eduardo Barata, presidente da Associação de Produtores de Teatro do Rio de Janeiro (APTR), que está em Brasília para defender recursos para a Cultura. — A vitória acontecerá mesmo a partir do momento em que o investimentos for descontingenciado. O mecenato funciona a pleno vapor, mas promove uma distorção por envolver o mercado. E o FNC foi criado para evitar essas distorções, levar investimento a pequenos produtores, a regiões fora dos grandes centros. Há uns seis anos esse repasse não tem funcionado.

    Para que isso mude, Sá Leitão diz que entregou duas propostas para o governo federal, e também à equipe de transição do presidente eleito. Uma delas transformaria a Fundação Nacional das Artes (Funarte) em uma agência de fomento, que receberia o valor arrecadado pelas loterias diretamente da Caixa Econômica Federal (CEF). A segunda faria a própria CEF destinar a verba para editais de cultura.

    — Para assegurar que o dinheiro cumpra sua finalidade, de modo contínuo, só fazendo com que ele não passe pelo Tesouro Nacional, e assim não corra o risco de ser contingenciado — resume Sá Leitão.


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