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    RIO — Pai de personagens como Homem-Aranha, X-Men, Thor, Pantera Negra, Capitão América e Homem de Ferro, Stan Lee deixa um legado inestimável. E não somente para a história dos quadrinhos — a adaptação de suas obras para as telas revolucionaram a indústria do cinema.

    Nas últimas décadas, Lee, que morreu aos 95 anos na segunda-feira, ainda ganhou notoriedade por fazer pontas em todos seus filmes do estúdio (relembre). Entre suas participações especiais — e inusitadas — estão cenas como a de "Quarteto-Fantástico e o Surfista Prateado", onde ele é barrado na entrada do casamento de Susan Storm e Reed Richards. Ou então em "Homem-Aranha 3", em que ele interage pela primeira vez com o personagem e dá um conselho ao rapaz.

    Saiba onde ver os filmes do universo de Stan Lee:

    Stan Lee no NOW

    "Capitão América 2: O Soldado Invernal"

    "Capitão América: O Primeiro Vingador""

    "Deadpool"

    "Deadpool 2"

    "Doutor Estranho"

    "Guardiões da Galáxia"

    "Guardiões da Galáxia Vol. 2"

    "Homem de Ferro"

    "Homem de Ferro 2"

    "Homem de Ferro 3"

    "Homem-Aranha 2"

    "Homem-Aranha 3"

    "Homem-Formiga""

    "Homem-Formiga e a Vespa"

    "Hulk"

    "Marvel's The Avengers: Os Vingadores"

    "Motoqueiro Fantasma"

    "O Espetacular Homem-Aranha"

    "O Espetacular Homem-Aranha 2 - A Ameaça De Electro"

    "O Incrível Hulk"

    "Operação Big Hero"

    "Pantera Negra"

    "Thor"

    "Thor: O Mundo Sombrio"

    "Thor: Ragnarok"

    "Vingadores: Era de Ultron"

    "Vingadores: Guerra Infinita"

    "X-Men: Dias De Um Futuro Esquecido"

    "X-Men: O Filme"

    Stan Lee na Netflix

    "Capitão América 2: O Soldado Invernal"

    "Capitão América: O Primeiro Vingador"

    "Guardiões da Galáxia"

    'Homem de Ferro"

    "Homem de Ferro 2"

    "Homem de Ferro 3"

    "Homem-Formiga"

    "O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça De Electro"

    "O Incrível Hulk"

    "Operação Big Hero"

    "Thor"

    "Thor: O Mundo Sombrio"

    "Os Vingadores"

    "Vingadores: Era de Ultron"


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    RIO — O quadrinista brasileiro Mauricio de Sousa e a histórica concorrente da Marvel, a DC Comics, além de atores, amigos e admiradores, prestaram homenagens nas redes sociais à lenda dos quadrinhos Stan Lee, falecido aos 95 anos, na última segunda-feira.

    Links Stan"Ele mudou a maneira como olhamos para heróis, e os quadrinhos modernos sempre terão sua marca indelével. Seu entusiasmo contagiante nos faz lembrar a razão pela qual nos apaixonamos por essas histórias", disse a DC.

    DC

    A Marvel, em parceria com a Disney, publicou um emocionante obituário em seu site, que destaca uma declaração de Lee: "Eu costumava me sentir envergonhado por ser apenas um escritor de quadrinhos enquanto outras pessoas construíam pontes ou tinham carreiras médicas. E então eu comecei a perceber que entretenimento é uma das coisas mais importantes na vida das pessoas. Sem isso, elas podem ir para o fundo do poço. Eu sinto que, se você é capaz de entreter, você está fazendo uma coisa boa".

    O criador da "Turma da Mônica", Mauricio de Sousa, também homenageou Lee por meio do seu Twitter. Em um desenho exclusivo, os personagens Mônica, Cascão, Cebolinha e o elefante Jotalhão aparecem vestidos de super-heróis da Marvel, lendo uma HQ, lamentando a morte do americano.

    TwitterMauricio

    Robert Downey Jr., que já interpretou o Homem de Ferro em dez filmes desde 2008, publicou uma foto com Lee em seu Instagram. "Eu devo isso tudo a você. Descanse em paz, Stan", disse ele.

    Downey Jr

    Ryan Reynolds, intérprete do Deadpool, foi outro a se manifestar pelas redes sociais. Ryan Reynolds

    Veja outras reações:

    Chris Evans

    Neil DeGrasse

    Tom Holland

    Hugh Jackman

    Jimmy Kimmel

    Mike Colter

    * Estagiária, sob a supervisão de Fátima Sá


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    NOVA YORK — A HBO anunciou nesta terça-feira que a oitava e última temporada de "Game of Thrones" será lançada em abril de 2019.

    A novidade sobre a série baseada nas obras do autor George R. R. Martin foi revelada por meio de um vídeo promocional divulgado pelo canal, mostrando os conflitos ocorridos ao longo dos últimos sete anos, culminando no confronto final com os White Walkers.

    LinksGoT

    70721701_Série - Game of Thrones.jpgEmbora o anúncio dê um alívio momentâneo para os fãs da série, ainda não há, no entanto, uma data específica para o lançamento da última temporada do fenômeno global.

    LEIA TAMBÉM: HBO encomenda piloto de possível prelúdio a 'Game of thrones'

    INFOGRÁFICO: As principais mortes de 'Game of thrones'

    Ainda assim, um alento para os ansiosos: diferentemente da sétima temporada, que foi lançada apenas em julho do ano passado, no próximo ano a última estará disponível antes, em abril, seguindo as datas de divulgação da 1ª a 6ª temporada, lançadas sempre no final de março ou início de abril.

    Em agosto deste ano, a HBO divulgou um teaser da temporada final.

    Teaser GOT 8

    No trecho divulgado, Jon Snow (Kit Harington) aparece abraçando sua irmã, Sansa Stark (Sophie Turner) de volta onde tudo começou em Winterfell.


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    NOVA YORK — Após para no meio uma apresentação na noite do último sábado, em San Diego, devido à invasão do palco por pessoas da plateia, o cantor e compositor inglês Morrissey comentou a informação de que um fã teria conseguido furar o bloqueio dos seguranças e acertado seu rosto com a mão, como noticiado pelo site "TMZ".

    LinksMorrissey"O único problema ocorrido em San Diego foi a reportagem do 'TMZ' sobre eu ter sido atacado. Isso é uma completa bobagem. O show e a plateia me fizeram ter uma noite mágica. Fiquei honrado e grato por tamanho carinho. Foi o show de encerramento de uma turnê pelos EUA e eu estava muito empolgado. O 'TMZ', infelizmente, vive em um mundo próprio, e certos veículos da imprensa parecem enfurecidos por não ter nada negativo a relatar", escreveu o músico em mensagem no seu site oficial.

    Veja o ocorrido: Video morrissey

    De acordo com o "TMZ", o ex-vocalista do The Smiths estava começando a última música de seu show no Copley Symphony Hall, o clássico "Everyday is like sunday", quando teve que ser retirado do local.

    Uma multidão de espectadores começou a correr para o palco e um homem teria furado o bloqueio dos seguranças e aparentemente golpeado o rosto de Morrissey. O fã teria sido contido e retirado do palco, enquanto Morrissey saía correndo do local imediatamente, encerrando a apresentação.


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    NOVA YORK — Stan Lee não era somente uma lenda dos quadrinhos, mas também um entusiasta "cameo". O termo refere-se às aparições relâmpago do quadrinista, morto na última segunda-feira, aos 95 anos, em quase todas as produções cinematográficas inspiradas em seus personagens e histórias. A mais recente foi em "Venom" (2018), no qual interpretou um acompanhante de cachorro que encoraja Eddie Brock (Tom Hardy) a manter seu relacionamento com Anne (Michelle Williams).

    Eram breves e divertidas participações que ajudam a explicar a duradoura relevância cultural de Lee. A revista "Variety" lembrou a Kevin Feige, presidente da Marvel, que há mais de um ano existem relatos sobre a gravação de participações de Lee em longas futuros.

    LinksStanLee"Eu não vou dizer qual especificamente", disse Feige, enigmático. "Mas Stan sempre gostou de uma boa surpresa."

    As participações especiais de Stan Lee no cinema e na TV

    "Stan dominou a cultura pop. Ele percebeu e tinha noção disso, amava o assunto. Há anos tenho dito que os personagens criados por ele sobreviverão por causa dos filmes produzidos por nós, entrando no panteão dos mitos que ele leu e nos quais se inspirou na infância", acrescentou Feige.

    Stan Lee é um dos fundadores da Marvel e criou personagens icônicos da cultura pop, como Homem-Aranha, Pantera Negra, Hulk, Homem de Ferro e os X-Men. Os heróis ocuparam o imaginário de duas gerações: a que cresceu lendo as HQs e a que lota os cinemas desde que "Homem de Ferro" e "O Incrível Hulk" , ambos de 2008, inauguraram o Universo Cinematográfico Marvel (UCM). Hoje, a franquia conta com 20 filmes, que já arrecadaram, juntos, US$ 17,5 bilhões em todo o mundo.

    O UCM é separado por três fases. A primeira, com seis filmes, terminou em 2012, com "Os Vingadores"; a segunda inclui a sequência "Homem de Ferrro 3" e outros cinco, incluindo "Guardiões da Galáxia" (2015); e a terceira fase, iniciada com "Capitão América: Guerra Civil" (2016), tem o sucesso "Pantera Negra" (2018) e previsões de lançamento até 2019, com "Capitã Marvel".

    Segundo a "TMZ", Lee foi levado às pressas de sua casa em Hollywood para o hospital Cedars-Sinai Medical Center, onde não resistiu. Nos últimos anos, ele enfrentou uma série de problemas de saúde, como pneumonias. A causa da morte ainda não foi confirmada.


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    RIO - Exonerado da presidência da Fundação Teatro Municipal nesta segunda-feira, o produtor e diretor Fernando Bicudo está integrando a equipe de transição do governador eleito Wilson Witzel (PSC) na área da cultura. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa de Witzel. Ele está ajudando a levantar dados para futuras ações do novo governador, ao lado de Ruan Lira, cotado para assumir a Secretaria de Estado de Cultura (SEC), mas confirmado apenas como também integrante da mesma equipe.

    Filho da juíza federal Cláudia Valéria Bastos Fernandes Domingues de Mello, Ruan Lira (PROS) não conseguiu se eleger para a Assembleia Legislativa do Rio. Ele tem tem 30 anos, é formado em Relações Internacionais pela PUC e já passou pela Secretaria estadual de Cultura, como assessor internacional, na gestão de André Lazaroni, que tinha o atual secretário, Leandro Monteiro, como subsecretário Planejamento e Gestão. Transição Witzel

    Outra ex-funcionária da SEC, a então subsecretária adjunta de Planejamento e Gestão, Valdineia Balthazar, também estaria trabalhando na equipe de transição, assim como a designer de joias carioca Silvia Blumberg e Franklin Jorge Santos, que foi candidato a deputado federal do Rio de Janeiro pelo PSL, além de técnicos de diversas áreas da secretaria. Mas esses nomes não foram confirmados pela assessoria de Witzel, que informa apenas não estar divulgando as listas de integrantes das equipes de transição.

    Fernando Bicudo conheceu Wilson Witzel durante a campanha, quando um músico do teatro organizou um encontro entre os dois. Segundo o então presidente do Municipal, o candidato do PSC foi o único a procurá-lo para saber mais sobre os problemas do teatro. Witzel chegou a anunciar um choque de gestão no Municipal e prometeu ampliar os investimentos na fundação.

    Após o resultado das eleições, Bicudo enviou uma mensagem parabenizando Witzel pela vitória, e o governador eleito o convidou para ir ao restaurante onde comemorava com parentes, amigos e correligionários. Na sequência, Bicudo publicou uma foto do evento em seu perfil numa rede social. A aproximação entre Bicudo e o governador eleito - chamado por ele de "meu grande amigo" - teria desagradado o secretário estadual de Cultura, Leandro Monteiro, e influído em sua exoneração, segundo pessoas próximas a eles.

    - Jamais!!! Isso não seria motivo. Para mim é uma surpresa saber que ele é próximo do governador Witzel - rebate Monteiro.

    Nesta terça-feira, ele e Ruan Lira participaram da primeira reunião de transição entre as duas equipes, no Palácio Guanabara. Também esteve presente o atual secretário da Casa Civil, Sérgio Pimentel. Após o encontro, Monteiro decidiu montar uma comissão para auxiliar no processo. Ela terá a coordenação geral da chefe de gabinete do secretário, Adriana Calasans, e contará como integrantes a subsecretária adjunta, Carla Pretti; a superintendente de Artes, Patrícia Lins e Silva; o assessor de Planejamento e Gestão, Leandro Pestana; o novo presidente da Fundação Teatro Municipal, Ciro Pereira; a presidente do Museu da Imagem e do Som, Rosa Maria; e o presidente da Funarj, Nelson Freitas. A composição da comissão será publicada no Diário Oficial do Município.

    - Em momento nenhum foi mencionado o nome do Fernando Bicudo nesta reunião. Certamente isso não tem sentido - diz o secretário.

    Procurado pelo GLOBO, Fernando Bicudo não atendeu aos telefonemas.


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    A Fundação Biblioteca Nacional anunciou nesta terça-feira os nomes dos vencedores das nove categorias da edição 2018 de seu Prêmio Literário. Cada ganhador vai receber R$ 30 mil em cerimônia no dia 4 de dezembro. O prêmio é concedido desde 1994 e é destinado a autores, tradutores e projetistas gráficos em obras impressas e publicadas no Brasil em língua portuguesa

    Os vencedores são:

    Categoria Conto – Prêmio Clarice Lispector

    Vencedor: Gustavo Pacheco, com a obra “Alguns humanos”, Tinta-da-China.

    2º lugar: Noemi Jaffe, com a obra “Não está mais aqui quem falou”, Companhia das Letras.

    3º lugar: Pedro de Souza, com a obra “Zoografia: zooalgia”, Nankin Editorial.

    Categoria Ensaio Literário – Prêmio Mário de Andrade

    Vencedora: Madalena Natsuko Hashimoto Cordaro, com a obra “A erótica japonesa na pintura & na escritura dos séculos XVII a XIX”, Edusp.

    2º lugar: Silvia de Ambrosis Pinheiro Machado, com a obra “Canção de ninar brasileira: aproximações”, Edusp.

    3º lugar: Audrey Ludmilla do Nascimento Miasso, com a obra “Epígrafes e diálogos na poesia de Machado de Assis”, EdUFSCar.

    Categoria Ensaio Social – Prêmio Sérgio Buarque de Holanda

    Vencedora: Lilia Moritz Schwarcz, com a obra “Lima Barreto: triste visionário”, Companhia das Letras.

    2º lugar: Elvira Lobato, com a obra “Antenas da floresta: a saga das TVs da Amazônia”, Objetiva.

    3º lugar: Andrea Dip, “Em nome de quem? A bancada evangélica e seu projeto de poder”, Civilização Brasileira.

    Categoria Literatura Infantil – Prêmio Sylvia Orthof

    Vencedora: Lúcia Hiratsuka, com a obra “Chão de peixes”, Pequena Zahar.

    2º lugar: Mirna Brasil Portella, com a obra “Porco de casa cachorro é”, Escrita Fina.

    3º lugar: Helena Lima, com a obra “Olga”, Lago de Histórias.

    Categoria Literatura Juvenil – Prêmio Glória Pondé

    Vencedor: Lourenço Cazarré, com a obra “Os filhos do deserto combatem na solidão”, Cepe Editora.

    2º lugar: Breno Fernandes, com a obra “Mendax, o ladrão de histórias”, FB Publicações.

    3º lugar: Alexandre de Castro Gomes com a obra “Os 12 trabalhos de Severino”, SESI-SP.

    Categoria Poesia – Prêmio Alphonsus de Guimaraens

    Vencedora: Francesca Angiolillo, com a obra “Etiópia”, 7 Letras.

    2º lugar José Mário Rodrigues, com a obra “O voo da eterna brevidade”, Cepe Editora.

    3º lugar: Marcelo Montenegro, com a obra “Forte apache”, Companhia das Letras.

    Categoria Projeto Gráfico – Prêmio Aloísio Magalhães

    Vencedores: Gabriela Marques de Castro, Paulo André Chagas e Gustavo Marchetti com a obra “O nome do medo”, com organização de Lisette Lagnado, Museu de Arte do Rio / Instituto Odeon.

    2º lugar: Gustavo Piqueira, com a obra “De novo”, Lote 42.

    3º lugar: Elaine Ramos Coimbra com a obra “Corpo a corpo - a disputa das imagens, da fotografia à transmissão ao vivo”, IMS, e Raquel Matsushita, com a obra “Catálogo de perdas”, SESI/SP.

    Categoria Romance – Prêmio Machado de Assis

    Vencedor: Evandro Affonso Ferreira, com a obra “Nunca houve tanto fim como agora”, Record.

    2º lugar: Manoel Herzog, com a obra “A jaca do cemitério é mais doce”, Alfaguara.

    3º lugar: Luis S. Krausz, com a obra “Outro lugar”, Cepe Editora.

    Categoria Tradução – Prêmio Paulo Rónai

    Vencedor: Maurício Mendonça Cardozo, com a obra “De minha vida: poesia e verdade” (Johann Wolfgang von Goethe), Editora Unesp.

    2º lugar: Luciano Dutra, com a obra “Pela boca da baleia (Sjón)”, Tusquets Editores.

    3º lugar: Heloisa Jahn, com a obra “As alegrias da maternidade” (Buchi Emecheta), Dublinense.


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    RIO — Marcado para a próxima quinta-feira, no Memorial da América Latina, em São Paulo, o Popload Festival divulgou os preços dos itens que serão vendidos nos bares espalhados pelo local.

    Os valores chamam atenção por serem inferiores na pista premium (cujo ingresso foi mais caro) em relação à pista comum.

    A água, por exemplo, custará R$ 6 na premium, e R$ 8 na pista; refrigerantes (R$ 8 e R$ 10) e cervejas (R$ 11 e R$ 13) também têm uma variação de R$ 2, assim como energéticos, drinks e doses de uísque e gin.

    Veja a comparação nas imagens abaixo:

    WhatsApp Image 2018-11-13 at 15.53.26.jpeg

    popload.jpg

    Até a publicação da nota, a produção ainda não tinha se pronunciado sobre os valores. A diferença de preço dos ingressos entre as duas pistas é de R$ 300. Para a premium, é cobrado R$ 750 (valor de inteira), enquanto a comum custa R$ 450 no terceiro e atual lote.

    O Popload Festival terá shows de Lorde, Blondie, Death Cab for Cutie, At the Drive-In, MGMT, Mallu Magalhães & Tim Bernardes e Letrux.


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    Segundo estimativa da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), 70 mil pessoas passaram pela Orla Moacyr Scliar no sábado, 10, para assistir ao Heineken F1 Experience. O público pôde ver de perto um dos maiores ídolos brasileiros da Fórmula 1 em um dos cartões-postais de Porto Alegre: a orla do Guaíba. Pilotando um carro da Williams Racing, Rubens Barrichello acelerou em uma pista de 650 metros montada pela Heineken na capital gaúcha.

    Com gritos e aplausos do público, o Heineken F1 Experience levou ao sul, além dos bólidos da maior categoria do automobilismo mundial, performances da equipe Drift Meet Team e shows das motos acrobáticas da equipe Força e Ação. Os gaúchos também puderam ver de perto uma das lendas da F1: o escocês Jackie Stewart, tricampeão mundial (1969, 1971 e 1973), circulou em carro aberto com uma bandeira do Brasil.

    _TIM5371.jpgPorto Alegre foi a segunda capital, após o Rio, a receber o evento. “É a nossa terceira maior praça de venda de cervejas premium. Queríamos retribuir quem recebe tão bem a nossa marca”, disse Vanessa Brandão, diretora da marca Heineken. O evento buscou valorizar o trabalho em equipe, como parte de uma campanha mais ampla da Heineken, parceira global da F1: “The Not So Perfect Man”, estrelada por David Coulthard, mostra como um piloto só supera situações adversas na pista graças ao trabalho em parceria com os seus engenheiros.

    _TIM6284.jpgEm Porto Alegre, o trabalho em equipe apareceu pelas mais de mil pessoas que ajudaram a recriar a atmosfera da F1 nas ruas. “Isso democratiza. É como estar em um show de música: muita gente reunida a fim de assistir a algo de que gosta. Neste caso, os carros da Fórmula 1”, disse a atriz Julia Faria, uma das celebridades presentes no evento. “Imagina a quantidade de criança apaixonada realizando o sonho de ver esses carros de perto hoje”, completou.

    _TIM5035_web.jpgO Heineken F1 Experience também deu ao público o gostinho de ver um piloto brasileiro em ação – no domingo, pela primeira vez em 48 anos, o GP de Interlagos não teve um competidor do País. “É uma pena que a gente não tenha um piloto no front hoje. Mas, mesmo assim, o brasileiro segue acompanhando. O esporte é mágico por isso, atravessa fronteiras, é uma adrenalina muito forte”, comentou a atriz Fernanda Paes Leme.

    Os porto-alegrenses não perderam a oportunidade de se aproximar do ídolo. “Pude agradecer de perto as pessoas que torceram por mim por 19 anos”, disse Rubinho. “Quando corria, morava fora e não estava perto para transmitir esse amor de perto.” No final do evento, sempre simpático, Barrichello jogou seu boné para fãs que o cercaram em meio a gritos de “Rubinho, Rubinho”. O vendedor de picolé Everson Luís de Carvalho, 26 anos, foi o sortudo. “Eu abandonei o carrinho e saí correndo para ver ele de perto”, disse. “Ganhei meu troféu.”


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    SÃO PAULO — O cenário é tão realista que “ninguém acredita que foi feito com computador”, jura o diretor Afonso Poyart, referindo-se à plataforma de petróleo virtual criada para “Ilha de ferro”. Com direito a simulações do oceano em diferentes condições, a PLT-137 é uma das grandes estrelas da série, que estreia hoje no Globoplay e terá o primeiro de seus 12 episódios exibido na próxima segunda (19), na Tela Quente Especial, da Globo, em horário a definir.

    — A equipe de efeitos visuais trabalhou vários meses na criação desse modelo. Quase tudo que temos de ação, com cenas de helicóptero e acidentes, foi feito com a plataforma virtual. A água é muito impressionante. Houve muito avanço nessa área — diz Poyart. Links séries globo

    Toda a ação de “Ilha de ferro” acontece entre o continente, uma plataforma real, da Petrobras, uma plataforma cenográfica, erguida nos Estúdios Globo, e o modelo virtual em 3D. A réplica física de cerca de 3 mil metros quadrados concentrou quase 60% da primeira temporada. Para as cenas de interior, foi usado um cenário à parte, com 315 metros quadrados.

    “Ilha de ferro” acompanha a rotina de Dante (Cauã Reymond) e Júlia (Maria Casadevall). Além de disputarem a gerência da plataforma, eles vivem dramas pessoais muito intensos que interferem em quase todas as suas relações.

    Dante enfrenta a traição da mulher, vivida por Sophie Charlotte, com o seu irmão, interpretado por Klebber Toledo, que trabalha com ele como piloto de helicóptero da PLT-137.

    Enquanto isso, Júlia, que é neta do presidente do Sindicato dos Petroleiros e filha do Ministro de Minas e Energia, tem de combater a resistência do pai e o ambiente misógino de seu trabalho.

    O projeto, todo rodado em 4k, é tão ambicioso que parte da equipe e quase todo o elenco foram obrigados a fazer cursos técnicos e práticos sobre a rotina da plataforma e de sobrevivência em alto-mar:

    — A gente aprendeu a sair de um helicóptero caído virado de cabeça para baixo na água — conta o diretor.79853242_Ilha de Ferro - Capítulo 8 - Cena 26 - Bruno Klebber Toledo leva Leona Sophie Charlotte.jpg

    E até a Marinha brasileira entrou em ação numa cena para resgatar a plataforma.

    — A gente conseguiu firmar um acordo com eles e nos cederam quatro navios, um helicóptero e uma unidade do Grupamento de Mergulhadores de Combate, o equivalente aos fuzileiros navais americanos — diz Poyart, conhecido pelos filmes “Dois coelhos” (2012) e “Mais forte que o mundo — A história de José Aldo” (2016).

    Inicialmente avesso a TV e séries, ele costumava dizer que nunca trabalharia em um e nem faria o outro. Mas o roteiro de “Ilha de ferro” e a dimensão do projeto o fizeram mudar de visão:

    — Não é dramaturgia simples, não. Tem mar, água, tiro, porrada, um ambiente que você não controla. É um problema sem fim. Está lá (o longa) “Waterworld” para provar isso. Fiquei muito impressionado.

    Escrita por Max Mallman e Adriana Lunardi, “Ilha de ferro” evidencia a tensão de viver parte do tempo na terra e parte no mar

    — Isso vira quase um vício, o que faz toda a parte pessoal ficar relegada. É aí que entra o drama do Dante e da Júlia — explica Poyart.

    A segunda temporada de “Ilha de ferro” já está em produção.


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    RIO — O cantor chileno Luis Enrique "Lucho" Gatica, conhecido por sua interpretação de músicas como "Bésame mucho", "Contigo a la distancia" e "El reloj", morreu nesta quarta-feira, aos 90 anos, na Cidade do México. Seu filho, o ator mexicano Luis Gatica, publicou uma imagem em sua conta no Instagram e escreveu "Boa viagem! Te amo". Insta Luis Gatica

    O artista começou a cantar na adolescência e teve uma carreira cujo alcance internacional lhe permitiu ter sucesso da América Latina à Ásia. Gatica, que viveu na capital do México por meio século, também se dedicou à atuação e participou de vários filmes mexicanos. Música Lucho

    Sua fama se estendeu ainda à literatura, sendo mencionado nas obras dos peruanos Mario Vargas Llosa e Alfredo Bryce. Andrés Chadwick, ministro do Interior e Segurança Pública do Chile, declarou um dia de luto na quinta-feira.

    "O 'rei do bolero', nos encheu de emoção e orgulho com sua música ao redor do mundo", escreveu Chadwick em sua conta no Twitter. "Ele foi e será um grande embaixador do nosso país", acrescentou.

    Roberto Ampuero, ministro das Relações Exteriores do Chile, o descreveu como "um tremendo artista que fez o nome do Chile brilhar em todo o mundo" e Consuelo Valdés, chefe da Cultura, afirmou que Gatica deixou "uma marca indelével em seu gênero musical".


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    MÉXICO — A morte de Lucho Gatica deixou um buraco irreparável no mundo da música. Esta voz chilena aveludada que revolucionou a maneira de cantar o bolero, se tornou uma lenda nos países mais frutíferos do gênero: Cuba e México.

    Foi precisamente no México, o país para onde se mudou em 1957, onde Lucho Gatica desenvolveu a maior parte de suas sete décadas de carreira, durante as quais gravou treze álbuns de estúdio. O último saiu em 2013, já aos seus 85 anos, intitulado "Historia de un amor". Neste disco, o chamado "rei do bolero" deixou seu legado compartilhando vozes com artistas da estatura de Laura Pausini, Beto Cuevas, Nelly Furtado, Michael Bublé, Il Volo, Luís Fonsi, Pepe Aguilar, Lucero, Miguel Bosé, Olga Tañón e Ricardo Montaner.

    Durante sua carreira prodigiosa, este artista que tem uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood desde 2008, conviveu com grandes celebridades como Elvis Presley, Nat King Cole, Ava Gardner e Frank Sinatra.

    Foi seu irmão, Arturo Gatica, dez anos mais velho, que convidou Luis Enrique "Lucho" Gatica para cantar com ele na rádio de Rancagua (Chile), onde nasceu a estrela do bolero. Foi nessa mesma estação que o adolescente Gatica gravou o primeiro registro de sua vida em 1943, quando tinha apenas 15 anos de idade. Música Lucho

    Logo depois, os irmãos Gatica se mudaram para Santiago do Chile, onde continuaram a cantar nas rádios locais e onde gravaram seu primeiro álbum em conjunto. Mas o futuro de Lucho Gatica foi destinado ao mundo do bolero, que na época estava invadindo o Chile com certa força, um país muito influenciado pelo tango.

    Lucho Gatica foi lançado em 1951 neste gênero com a música "Me importaas tú", que ele cantou com a orquestra de Don Roy, depois de receber influências de artistas cubanos que moravam em Santiago.

    Com "En nosotros", "Amor, qué malo eres", "Amor secreto" y "Contigo en la distancia", ele continuou seu catálogo dourado de boleros, um gênero que consolidou graças a suas colaborações com dois grupos em voga na época: Os Três Diamantes e o cubano-mexicano Trío Martino. 39955177_2803.2001 - Leonardo aversa - Exclusivo - SC - Lucho gatica e Aldir BlancNum%3D2001032818.jpg

    Em 1953, ele realizou sua primeira turnê musical, que o levou para a Colômbia, Estados Unidos, Espanha e Reino Unido, durante a qual ele ainda cantou singles em português. Sua segunda incursão internacional o levou em 1954 para o Peru, Brasil e Lima.

    Mas foi no México, país que competiu com Cuba para se estabelecer como a capital industrial do bolero, onde Gatica acabou se instalando para viver. Ele alçou uma ascensão artística meteórica e projetou sua fama para além das fronteiras latino-americanas.

    Foi no México que "No me platiques más" ultrapassou um milhão de cópias vendidas e onde gravou outro de seus boleros imortais: "Tú me acostumbraste" (1957). Participou como ator em vários filmes e gravações em inglês com a orquestra de Nelson Riddle, diretor de Frank Sinatra.

    O título mais universal que ganhou foi "rei do bolero", cunhado na Espanha, onde ele estreou ao vivo em 1959 no parque de El Retiro, em Madrid, onde emplacou seus hits "Sabor a mí", "La barca" y "Encadenados".

    Também impactou o público americano com seu trabalho. Lucho chegou a morar em Houston, Miami e Los Angeles, mas a fama do chileno ressurgiu fortemente no México durante a década de 1990, quando o popular cantor Luis Miguel incorporou boleros gravados por ele a seu repertório.

    Ouça os principais sucessos cantados por Lucho Gatica"O corpo de tio Lucho estava bem, mas (na última vez) seu cérebro se apagava", disse o produtor musical Humberto Gatica, sobrinho do cantor, em uma entrevista.

    Apesar de sua idade avançada, o artista que imortalizou os boleros "Tú me acostumbraste" ou "Contigo en la Distancia" não parou de lançar novos álbuns e ampliar seu legado, marcado pelo maior cancioneiro da era de ouro dos boleros.

    "Não tenho medo da morte, estou muito feliz", disse Lucho em uma entrevista de 2013 para a Efe. Feita na ocasião do lançamento de seu último bolero, o cantor chileno afirmou ainda que "amou muito" em sua vida, durante a qual se casou três vezes e teve sete filhos.


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    NOVA YORK — O Country Music Association Awards é a celebração de uma das mais duradouras formas de arte dos Estados Unidos, uma noite com shows de grandes estrelas e um tapete vermelho resplandecente com roupas formais e o ocasional chapéu de cowboy. Mas nesta quarta-feira, quando a cerimônia deste ano acontecerá em Nashville, um assunto provavelmente estará ausente: leis de armas.

    LinksThousandOaksPelo segundo ano consecutivo, o CMA Awards acontece pouco depois de um ataque armado a fãs do gênero. Doze pessoas foram baleadas na noite de quarta-feira passada num salão de dança country em Thousand Oaks, Califórnia. Em outubro de 2017, 58 pessoas foram mortas e centenas ficaram feridas em um festival de música country em Las Vegas. Alguns que sobreviveram a Las Vegas estavam na noite de quarta em Thousand Oaks. Um deles não sobreviveu pela segunda vez.

    Apesar de grande parte do setor do entretenimento nos EUA ter se inclinado abertamente para a esquerda nos últimos dois anos, com celebridades fazendo discursos políticos em vestidos de baile e black-tie, a música country adotou uma abordagem mais cautelosa e silenciosa.

    — No que diz respeito à música country, não é costume fazer declarações políticas — diz Andy Albert, um compositor baseado em Nashville que escreve principalmente para artistas country.

    Uma parte significativa da base de fãs de música country é formada por conservadores e a maioria dos artistas não quer aborrecê-los, concordando com eles ou não. Mas a música country está longe de ser tão politicamente homogênea como muitos imaginam. As grandes cidades do norte e do oeste são os principais mercados para essa indústria, e nos últimos anos seus fãs se tornaram mais jovens, bem como cada vez mais urbanos.

    Menos política, menos machista

    34975704_JE Rio de Janeiro RJ 12-07-2012 fotos para a página 2 de domingo do Expresso Foto rep.jpgNa última década, a música em si tornou-se menos política e menos machista. A música country do início dos anos 2000 era muito mais masculina, especialmente após os ataques terroristas de 2001. Estrelas como Toby Keith, Trace Adkins, Montgomery Gentry e outros trouxeram uma grande força rural para o gênero, numa época em que ele se tornou mais conservador.

    Na virada dos anos 2010 o tom começou a mudar, conforme os artistas masculinos — que ainda dominam a indústria, juntamente com algumas superestrelas femininas — se concentravam mais em festejar do que em discutir política.

    Nos últimos anos, o gênero mudou novamente para um tipo de estrela masculina mais gentil, menos bruta: o cavalheiro. A música deixou de lado grande parte de sua masculinidade evidente, e a maioria dos artistas passou a evitar ativamente conversas políticas.

    "É meio que na água, é apenas entender que nenhum desses artistas está tentando usar isso como um palanque", disse Albert sobre as músicas que ele escreve para outros músicos.

    — É mais provável que as pessoas ouçam a sua música se você encontrar uma maneira de navegar pelos temas políticos sem impor uma opinião ao ouvinte. — opina Alber. — E acho que (a música) se torna mais universal quando você consegue isso.

    Com os assassinatos em massa ocupando regularmente o noticiário, o controle de armas continua sendo uma das questões mais intensamente partidárias do país. Uma pesquisa da Universidade de Quinnipiac, realizada logo após o tiroteio no colégio em Parkland, na Flórida, em fevereiro, revelou que 80% dos republicanos acreditavam que a Associação Nacional de Rifles apoiava políticas "boas" para o país. Entre os democratas, o oposto: 83% acham que o grupo promoveu políticas "ruins" para os Estados Unidos.

    No ano passado, a Country Music Association fez o possível para manter a política fora do programa ameaçando revogar as credenciais dos jornalistas que perguntassem sobre “a tragédia de Las Vegas, os direitos das armas, afiliações políticas ou tópicos semelhantes”. A organização recuou após uma série de críticas, inclusive de Brad Paisley, um grande astro e um dos apresentadores da noite, que disse no Twitter que as diretrizes eram "ridículas e injustas".

    EmbedBradPaisleyA associação se recusou a disponibilizar seu executivo-chefe para uma entrevista sobre seus planos para a próxima cerimônia.

    As estrelas country tendem a limitar suas declarações após os tiroteios a condolências para as vítimas, evitando qualquer debate sobre armas.

    Mas em uma mudança notável, porém silenciosa, nos últimos dois anos a "Rolling Stone" vem registrando um afastamento de artistas em relação à NRA. Por anos a organização promoveu artistas de música country em um acordo que rendia exposição de marketing para ambos os lados. Em março, o site da NRA Country foi redesenhado e os nomes dos artistas afiliados desapareceram. (A NRA não respondeu aos pedidos de comentário.)

    Declarações públicas, no entanto, continuam arriscadas para os músicos do país, especialmente aqueles com pontos de vista liberais. Até hoje, as palavras “Dixie Chicks” servem como um alerta. Em 2003, em Londres, a líder do grupo, Natalie Maines, se disse "envergonhada" pelo fato de o presidente George W. Bush ser do Texas. Após essa declaração, a banda foi boicotada em rádios country por anos.

    Um pequeno grupo de músicos fez declarações sobre leis de armas, geralmente cuidadosamente calibradas. Eric Church, um defensor das armas, disse apoiar o o banimento do equipamento usado pelo atirador de Las Vegas que transforma fuzis semiautomáticos em metralhadoras. A NRA, que se opõe à maioria das novas propostas de controle de armas, apoia uma maior regulamentação nesse caso.

    O músico Kane Brown lançou um álbum chamado “Experiment”, com a canção “American Bad Dream”. Brown estava no festival em Las Vegas no ano passado e se apresentou na noite do tiroteio. A letra começa lembrando como as preocupações na oitava série eram arrumar uma namorada e matar aula. "Agora você faz provas com coletes a prova de balas / Assustando pelo risco de ser baleado".

    EmbedKaneBrownMas, em uma entrevista à "Rolling Stone", Brown também se esforçou para se distanciar da política.

    “Antes, você não via no noticiário que um tiroteio tinha acontecido", disse. “Agora, a cada dia há um novo tiroteio e depois outro, e assim por diante. Quero dizer, parem de ficar na esquerda ou na direita, acordem e percebam que estamos em um mundo maluco e precisamos tentar consertá-lo.”

    Carrie Underwood

    O álbum mais recente de Carrie Underwood, “Cry Pretty”, inclui uma música chamada “The Bullet”, que critica o sofrimento humano causado pelos tiroteios, mas sem questionar por que eles acontecem. Albert, o compositor de Nashville, diz ter escrito a canção há cerca de dois anos com dois outros músicos, Marc Beeson e Allen Shamblin, depois que cinco policiais foram mortos a tiros em Dallas.

    "Você pode culpar o ódio ou as armas", diz a letra. "Mas mães não devem ter de enterrar seus filhos."

    EmbedVídeoCarrieUnderwood e Paisley, costumeiros co-anfitriões do CMA Awards, abordaram o tiroteio em Las Vegas durante a cerimônia do ano passado, que incluiu os rostos das vítimas no segmento “in memoriam”.

    Referindo-se ao massacre, junto com outras calamidades do ano anterior, incluindo furacões e a manifestação de supremacia branca em Charlottesville, Underwood disse: “Este foi um ano marcado por tragédias impactando inúmeras vidas, incluindo tantas em nossa família de música country. Então vamos fazer o que as famílias fazem: ficaremos juntos, rezaremos juntas, vamos chorar juntos e cantar juntos também."


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    NOVA YORK — Quando Glenn Rhee, o entregador de pizza transformado em herói em "The Walking Dead" se tornou mais uma vítima da série, o ator Steven Yeun já sentia que tinha superado seu personagem. Mas como Donnie Yen, Joan Chen e outros artistas de origem asiática, ele precisou sair de Hollywood para encontrar papeis mais interessantes, que desafiassem estereótipos e caricaturas.

    Links The Walking DeadSe "The Walking Dead" abriu o caminho para papéis em filmes alternativos como "Sorry to Bother You" e "Um dia de caos", foi na Coreia do Sul que ele teve a chance de colaborar com autores de maior peso. É o caso "Em chamas", o novo filme de Lee Chang-dong, que estreia no Brasil nesta quarta-feira.

    O filme — e o desempenho de Yeun como Ben — ganhou ótimas críticas no Festival de Cannes em maio. E a experiência de trabalhar no exterior fez o ator perceber que não se sentia exatamente à vontade nem nos Estados Unidos nem na Coreia do Sul.

    — Eu tento me encontrar em meio a todos esses rótulos que as pessoas criam. Estamos tentando descobrir quem somos. E acho que esse foi o meu objetivo nos últimos dois anos — disse o ator durante uma entrevista no New York Film Festival, em outubro. Vestnido uma camiseta preta justa, calça cinza e botas pretas, Yeun, de 34 anos, falava de forma agradável e tranquila.

    Lee Chang-dong afirma que o ator entendeu perfeitamente a insatisfação e o vazio que ele buscava transmitir no filme, uma adaptação de um conto de Haruki Murakami.

    — Steven disse que sentiu um vazio profundo no personagem. E que compreendia bem, pois também se sentia assim — disse o diretor de "Poesia". — Ele me contou sobre a crise existencial que sentiu quando alcançou fama e fortuna epois de um longo e difícil período como ator um asiático desconhecido. Eu concordei que esse era o centro de Ben: o vazio do homem moderno que tem abundância material, pode realizar qualquer coisa que deseje, mas emocionalmente é incapaz.

    Mundos diferentes

    Yeun começou a viver em dois mundos diferentes ainda muito novo. Aos quatro anos, ele e sua família se mudaram da Coréia do Sul, primeiro para o Canadá e depois para os Estados Unidos. Na escola ele se manteve introspectivo. Mas dentro da comunidade da igreja coreana em Taylor, Michigan, se sentia mais livre para ser arrogante e indisciplinado. Enquanto cursava psicologia, Yeun se interessou por teatro e improvisação.

    — A comédia foi, de certa forma, um mecanismo de defesa — avalia. — Quando você é um garoto coreano morando em Taylor, Michigan, cercado por pessoas não asiáticas, tenta se tornar menos ameaçador. Então contar algumas piadas é uma saída.

    em-chamas2.jpgPara amenizar as preocupações de seus pais, ele complementava os shows de comédia em Chicago com o trabalho de representante de vendas. (Mais tarde, canalizou essa experiência para o papel de trabalhador do call center em "Sorry to Bother You"). Meio ano depois de pisar em Los Angeles, chegou em “The Walking Dead”.

    Convidado freqüente em “Conan”, Yeun levou o apresentador à Coreia do Sul em 2016.

    — Steven conseguia trazer essa perspectiva incrível — lembra Conan O'Brien, explicando que eles tentaram fazer uma piada se colocando dos dois lados da Zone Desmilitarizada — Estávamos basicamente na mesma sala, mas havia uma linha no meio. Eu fiz a previsão do tempo do meu lado, e ele fez do lado dele.

    Conan steve yeun

    Na verdade, os dois falaram "sobre a realidade do lugar onde estávamos, e Steven se sentia muito ligado. Ele dizia 'esse é o meu povo do lado norte-coreano. É assim que os sul-coreanos se sentem. Esse é o nosso povo", diz O´Brien, acrescentando: "Foi realmente poderoso."

    Yeun não estava procurando ativamente papéis na Coréia do Sul, mas era fã da vibrante indústria cinematográfica do país. Um amigo de lá moveu as peças para que ele conhecesse alguns de seus cineastas favoritos: Kim Jee-woon (“Eu vi o diabo”), Park Chan-wook (“Oldboy”) e Bong Joonho (“O Anfitrião”). Ele não acreditou quando Bong sugeriu que trabalhassem juntos e certamente não esperava que o diretor acabaria por escrever uma parte para ele em "Okja" (2017).

    — Quando Steven chegou para trabalhar pela primeira vez, se incomodava em ser resconhecido como um ator americano ou um ator coreano, com a forma como todos se relacionavam com ele. Mas isso passou muito rapidamente — disse o diretor.

    glenns-the-walking-dead.jpgAntes de “The Walking Dead”, Yeun era frequentemente convidado para interpretar variações de Long Duk Dong, o infame nerd de Gedde Watanabe em “Gatinhas e gatões”, um estereótipo dos homens asiáticos. Agora, nos Estados Unidos, tende a receber convites para personagens gênios. Na Coréia do Sul, as mulheres o consideram um símbolo sexual, o ator acredita que ser escalado com base no fato de ser estrangeiro ou expatriado pode ser inevitável.

    — É estranho porque quando chega algum projeto para mim da Coreia, geralmente falta um componente como "O que um homem asiático faria nessa situação?", lamenta. — Mas o maravilhoso de trabalhar na Coreia do Sul é se sentir completo por um segundo. Você não precisa ser lembrado o tempo todo que é o outro, o que é uma sensação muito libertadora. A gente não percebe a opressão até ter a experiência de não viver isso.


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    RIO — O musical "Elza" foi o vencedor da categoria melhor espetáculo do Prêmio Reverência de teatro musical. A montagem baseada na biografia de Elza Soares, interpretada por sete atrizes-cantoras, levou ainda os troféus de melhor direção (Duda Maia), melhor autor (Vinicius Calderoni) e categoria especial (Letieres Leite, pelos arranjos).

    O outro grande vencedor da noite foi o espetáculo "Romeu e Julieta ao Som de Marisa Monte". O musical também levou quatro estatuetas: melhor cenário (Daniela Thomas), design de Som (Carlos Esteves), iluminação (Monique Gardenberg e Adriana Ortiz) e figurino (João Pimenta).

    Com apresentação do ator Tiago Abravanel, a cerimônia no Teatro Alfa, em São Paulo, homenageou a cantora e atriz Bibi Ferreira.

    Os vencedores do Prêmio Reverência 2018

    Melhor Espetáculo

    ‘Elza’

    Melhor Espetáculo - Voto Popular

    ‘Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812’

    Melhor Direção

    Duda Maia por ‘Elza’

    Melhor Ator

    Mateus Ribeiro por ‘Peter Pan, O Musical da Broadway’

    Melhor Atriz

    Amanda Acosta por ‘Bibi, Uma Vida em Musical’ Links Elza

    Melhor Ator Coadjuvante

    André Dias por ‘Se Meu Apartamento Falasse’

    Melhor Atriz Coadjuvante

    Claudia Raia por ‘Cantando na Chuva’

    Melhor Autor

    Vinicius Calderoni por ‘Elza’

    Melhor Coreografia

    Kátia Barros e Chris Matallo por ‘Cantando na Chuva’

    Melhor Cenário

    Daniela Thomas por ‘Romeu e Julieta ao Som de Marisa Monte’

    Melhor Direção Musical

    Tony Lucchesi por ‘Bibi, Uma Vida em Musical’

    Melhor Design de Som

    Carlos Esteves por ‘Romeu e Julieta ao Som de Marisa Monte’

    Melhor Iluminação

    Monique Gardenberg e Adriana Ortiz por ‘Romeu e Julieta ao Som de Marisa Monte’

    Melhor Figurino

    João Pimenta por ‘Romeu e Julieta ao Som de Marisa Monte’

    Categoria Especial

    Letieres Leite pelos arranjos de ‘Elza’

    Melhor Ensemble

    ‘Peter Pan, O Musical da Broadway’


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    RIO — A três dias de um aguardado debute diante dos fãs cariocas no festival MECAUrca, a cantora e compositora americana Kelela decidiu cancelar sua vinda para o Brasil, alegando "motivos de força maior". Ela também se apresentaria em São Paulo, na próxima segunda-feira, no MECABrás.

    De descendência etíope, Kelela viria ao país com o repertório de seu primeiro álbum de estúdio, "Take me apart" (2017). Com a desistência, ela será substituída pela cantora brasileira Elza Soares, que fará o show "A voz e a máquina" tanto na edição carioca quanto na paulistana do festival. Links festivais

    Em comunicado oficial, a produção do MECA lembrou que "a Ingresse, plataforma online de vendas de ingresso, conta com política de reembolso".

    Além de Elza, o produtor britânico Dan Shake e os cantores brasileiros Jaloo e Lia Paris são algumas das atrações do MECAUrca, que será realizado no Morro da Urca. Os ingressos custam R$ 90 com um quilo de alimento não-perecível.


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    RIO — Ao longo de nove temporadas a série "The Walking Dead" já deixou muitas vítimas pelo caminho, entre eles alguns de seus principais protagonistas. Até mesmo o xerife Rick Grimes, interpretado por Andrew Lincoln. recentemente se despediu da série, que já havia perdido, no início da 7ª temporada, um de seus personagens mais querido, Glenn (Steve Yeun).

    Lincoln, em entrevista ao "New York Times", falou sobre o seu tempo na série a trilogia de filmes protagonizada por Rick que será produzida pela AMC. Já Yeun, após alguns papéis menores, é um dos protagonistas de "Em chamas", elogiado longa-metragem sul-coreano que disputou a Palma de Ouro em Cannes e estreia nesta quinta-feira no Brasil. Veja abaixo como seguiu a carreira de alguns dos atores que também já deixaram a série.

    Links The Walking Dead

    Chandler Riggs (Carl Grimes):

    72543357_SC - The Walking Dead - Temporada 8 - Chandler Riggs como Carl Grimes%C2%A0.jpgO ator tinha apenas 10 anos quando assumiu o papel de Carl Grimes, filho do xerife Rick. Deixou a série em 2018 e no ano seguinte interpretou Cooper em "Inherit the Viper" (sem título em português). A produção conta a história de três irmãos traficantes enfrentando a onda de violência que assola a região onde vivem. O filme está em fase de pós-produção. Também atuou na ficção científica "Only", ainda sem previsão de lançamento.

    David Morrissey (O 'Governador' Philip Blake):

    VideoBritanniaNão faltou trabalho para Morrissey quando terminou sua participação em "The Walking Dead", em 2015. Ele participou da série "Extant" (2014-2015), com Halle Berry, mas a série foi canceladana segunda temporada. Fez ainda o terror "Na companhia de estranhos" (2015); alguns episódios da série "The Missing"; e a minissérie de quatro episódios "The City and The City", da BBC.

    Atualmente está no ar em "Britannia", na Amazon Prime Video, como o general romano Aulo Pláucio. Em 2019, Morrissey será o capitão Vincent na série "Good Omens", de Neil Gaiman, ainda sem data de lançamento.

    Laurie Holden (Andrea Harrison):

    LaurieVideoTWDApós deixar a série em 2013, seguiu trabalhando em televisão com participação em várias séries, entre elas a elogiada "The Americans", fazendo a personagem Renee. Neste ano, estrelou o filme "Dragged across concrete" (2018), com Mel Gibson e Vince Vaughn, que deve chegar aos cinemas em 2019.

    Lennie James (Morgan Jones):

    72541094_SC - The Walking Dead - Temporada 8 - Episódio 1. Lennie James como Morgan Jones%C2%A0.jpgO ator, que deixou "The Walking Dead" em 2018, entrou neste ano na quarta temporada do spin-off da série, "Fear the Walking Dead". Fez também uma importante participação em "Blade Runner 2049", continuação do clássico de Ridley Scott.

    MorganJonesFearTWDVídeo

    Michael Rooker (Merle Dixon):

    VídeoYonduMarvelDesde que deixou a série em 2013, seu papel mais conhecido foi como o Yondu Udonta, de "Guardiões da Galáxia".

    Sarah Wayne Callies (Lori Grimes):

    LoriVideoA atriz deixou "The Walking Dead" em 2013, numa das mortes mais dramáticas da série. Em 2015, fez com Nicolas Cage o filme "Regresso do mal". No ano seguinte voltou para a televisão no papel principal da série "Colony". Seu novo trabalho, "Unspeakable", sobre o início da epidemia e Aids nos anos 1980 no Canadá, está em pós-produção.

    Sonequa Martin-Green (Sasha Williams):

    StarTrek Enquanto ainda estava na série da AMC, a americana começou a gravar, em 2017, "Star Trek: Discovery", no papel de Michael Burnham. A nova temporada estreia na Netflix, em 18 de janeiro de 2019. A sua personagem em "The Walking Dead" deixou a série esse ano.


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    RIO — A banda U2 encerrou a turnê "Experience + Innocence", em Berlim, na Alemanha, e deixou os fãs intrigados. Na noite da última terça-feira, Bono fez uma retrospectiva dos trabalhos do grupo nos últimos 40 anos e anunciou que a banda "estava indo embora". O depoimento gerou repercussão em veículos de notícias da Europa e da América, por onde U2 passou nos últimos meses, e deixou os fãs aflitos.

    No discurso de encerramento da apresentação, Bono declarou: "nós estamos na estrada há algum tempo, há 'apenas' 40 anos. Os últimos quatro foram realmente muito especiais para nós. Agora, nós estamos indo embora". Links U2

    O depoimento foi replicado por um site organizado pelos fãs do quarteto irlandês, o U2gigs, com a ressalva de que em turnês dos últimos anos eles já haviam deixado a sensação de fim.

    Bono, de 58 anos, tem apresentado problemas de saúde nos últimos três anos. Em setembro de 2018, um show do U2, também na Alemanha, teve que ser interrompido quando o cantor perdeu a voz. Bono e U2

    Há alguns meses, o vocalista relatou alguns sustos com a saúde, entre eles um acidente em 2015 que o levou à mesa de cirurgia por cinco horas por fratura no rosto, no ombro e no braço.

    "Foi muito sério", disse Bono ao "Sunday Times" em outubro. "Eu estou bem agora, mas eu quase não estava. Eu tive muitos avisos e sofri alguns golpes nos últimos anos".


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