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    RIO — Em fuga de um grupo de criminosos, uma mulher vai parar na pequena e isolada Dogville, uma cidade de habitantes pacatos, de cuja cumplicidade e generosidade ela passa a depender para sobreviver. Mas, à medida em que o cerco dos perseguidores se fecha, quanto mais a fugitiva se mostra bondosa, mais humilhação ela vai sofrendo por parte dos que se dispuseram a escondê-la.

    Fábula contemporânea criada pelo dinamarquês Lars von Trier, “Dogville” dividiu críticos e espectadores em 2003, quando lançada no cinema. Quinze anos depois, suas provocações chegam ao palco, na montagem idealizada por Felipe Lima e dirigida por Zé Henrique de Paula (de “Urinal, o musical” e “1984”), que estreia nesta sexta-feira no Teatro Clara Nunes.

    Links Dogville— Infelizmente, este é o momento ideal para se falar sobre isso, sobre esse mal que geralmente acaba sendo praticado em nome de um bem maior — analisa Felipe, que há pelo menos dois anos vinha alimentando o plano de trazer para os palcos brasileiros a adaptação teatral de “Dogville”, feita pelo dinamarquês Christian Lollike (chancelada por Von Trier).

    Com um elenco de 16 atores encabeçado por Mel Lisboa (como Grace, a protagonista) e Fábio Assunção (Chuck, um dos seus algozes na cidade), “Dogville” trouxe desafios para Zé Henrique de Paula.

    — A minha maior questão é que o filme é muito icônico. A primeira coisa que as pessoas me perguntavam é se ia ter aqueles desenhos no chão que o Lars criou. Não, a gente buscou uma lógica que tivesse um ponto de vista invertido em relação ao filme. Se ele tinha esse ponto de partida, muito teatral, a gente foi atrás de uma experiência teatral que flertasse com a linguagem cinematográfica — conta o diretor, que recorreu a projeções e ao uso de cadeiras como únicos elementos cênicos. — Foi uma tentativa de estimular sensorialmente o espectador de maneiras diversas. Sei que pode soar como heresia, mas queria que as pessoas esquecessem o filme durante a peça.79643570_SC Rio de Janeiro RJ 31-10-2018 Ensaio da peça Dogville no teatro Clara Nunes Na foto Mel.jpg

    Zé Henrique conta ter tomado algumas liberdades até mesmo em relação à adaptação teatral de Lollike:

    — Fiz escolhas no sentido de deixá-la mais brechtiana, com distanciamento crítico por parte dos próprios personagens. Essa história envolve tantas questões de natureza moral a respeito do que é o certo e o errado, do que é fazer o bem e o que é fazer o mal, que é interessante que as pessoas consigam sair com uma sensação de que realmente precisam pensar. Mesmo se elas forem comer uma pizza depois.

    Apreciador de Von Trier, Fábio Assunção conta que “Dogville” representou para ele, de certa forma, uma volta no tempo.

    — Eu não faço peça com tanta gente assim desde uma montagem de “Blue jeans”, em 1991 — recorda-se. — “Dogville” aborda até a questão do capitalismo, dessa negociação em que uma parte tenta tirar vantagem da outra. Quanto mais a Grace vai se fragilizando na história, menos ela vale. E essas personagens que começam amistosas logo estão ferozes e cruéis. É um tratado social.79641684_SC Rio de Janeiro RJ 31-10-2018 Ensaio da peça Dogville no teatro Clara Nunes Foto Marcos.jpg

    Segundo o ator, diferentemente dos outros habitantes de Dogville, o seu Chuck tem uma visão crítica:

    — Ele sabe que vai dar merda, é o único que fala a verdade. Ele tem um cansaço. Eu interpreto sentindo umas dores, umas contrações.

    Mel Lisboa, por sua vez, vê sua Grace como “uma personagem muito complexa, ambígua, sinuosa e misteriosa”:

    — Ela chega àquela cidade e ninguém sabe qual é a sua história. A Grace tem essa coisa muita boa, vai sendo explorada e não reage. O que eu estou tentando fazer é que a personagem seja crível e que o espectador possa ser conduzido por ela.79641511_SC Rio de Janeiro RJ 31-10-2018 Ensaio da peça Dogville no teatro Clara Nunes Na foto Mel.jpg

    Zé Henrique de Paula define a Grace do seu “Dogville” como “uma espécie de experiência sobre a bondade em estado puro”:

    — Você se encanta com a quantidade de luz que ela irradia, mas quanto mais luz, mais sombra tem. Ela chega a uma comunidade que vive em tempo nublado, agarrada a suas próprias convicções. Quando os habitantes entram em contato com essa luz, vê-se a sombra que não dava para ver antes. Eles fazem coisas terríveis quando são confrontados com a sua própria imperfeição.

    Mel Lisboa, que voltará à TV como a Rita Lee da série “Elis”, traça paralelos entre “Dogville” e o Brasil desse apagar de luzes de 2018:

    — Quando as pessoas estão acuadas, com medo, isso também acaba trazendo o que elas têm de pior. É muito propício o momento para se fazer essa reflexão através de uma obra de arte.

    — Dogville é um lugar que não tem futuro — acrescenta Fábio Assunção. — Aqui, a gente tem muita esperança, o país pode crescer. Temos um retrocesso agora, mas não é no país inteiro.

    SERVIÇO

    “Dogville”

    Onde: Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea — Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea (2274-9696). Quando: Sexta e sábado, às 21h. Domingo, às 20h. Até 16 de dezembro. Quanto: De R$ 50 a R$ 100. Classificação: 16 anos.


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    RIO — O Festival do Rio 2018 começa nesta quinta-feira, com cerca de 200 títulos de 60 países. Entre os dias 1º e 11 de novembro, cinemas cariocas receberão uma ampla variedade de filmes, entre longas e curtas-metragens, muitos deles produções premiadas nos grandes festivais internacionais e lançamentos de diretores consagrados. Entre eles estão "Infiltrado na Klan", de Spike Lee; "A casa que Jack construiu", novo filme polêmico de Lars Van Trier; "Imagem e palavra", de Jean-Luc Godard e o brasileiro "Inferninho, sucesso no Festival de Brasília. Confira alguns destaques da programação:

    "A casa que Jack construiu", de Lars von Trier

    a casa que jack.JPGDepois de ser considerado persona non grata em Cannes e ser banido por sete anos por causa de declarações simpáticas ao nazismo, Lars von Trier voltou ao festival com "A casa que Jack construiu" de uma forma bastante... Lars von Trier. Exibido fora da competição do evento, o filme foi chamado de "nojento", "pretensioso" e "torturante" por alguns críticos. Espectadores também teriam deixado a sala antes do término da projeção.

    O filme conta a história de Jack, um arquiteto que, um dia, mata uma mulher na estrada. Tendo mais prazer do que esperava com a morte, ele se torna um assassino brutal ao longo de doze anos. Mais tarde, compartilha seus casos com o sábio Virgílio, numa jornada rumo ao inferno.

    Mostra Panorama do Cinema Mundial - 18 anos

    SAB (3/11) - 21:30, no CCLSR - Cine Odeon NET Claro
    DOM (4/11) - 13:40, no Estação NET Gávea 5
    TER (6/11) - 16:00, no Estação NET Ipanema 1
    SEX (9/11) - 15:50, no Kinoplex São Luiz 2
    DOM (11/11) - 16:00, no Reserva Cultural Niterói 1

    "Assunto de família", de Hirokazu Koreeda

    shoplifters.JPGO japonês "Assunto de família" foi o grande vencedor da Palma de Ouro em Cannes este ano. Hirokazu Koreeda, diretor do filme, é velho conhecido dos principais festivais do mundo, tendo vencido o prêmio do júri em 2013 com “Pais e filhos”, além de acumular outras sete indicações em Cannes e Veneza com outros longas.

    Osamu e seu filho costumam furtar lojas. Após uma dessas incurssões, os dois cruzam com uma menina sofrendo com o frio congelante. A princípio relutante em abrigar a garota, a mulher de Osamu decide cuidar dela depois de conhecer as desgraças que a pequena havia enfrentado. Tudo corre bem até que um incidente inesperado revela segredos escondidos.

    Panorama do Cinema Mundial - 14 anos

    QUI (8/11) - 19:10, no Estação NET Botafogo 1
    SEX (9/11) - 19:10, no Estação NET Gávea 4
    SAB (10/11) - 18:40, no Reserva Cultural Niterói 1
    DOM (11/11) - 15:10, no Estação NET Ipanema 2

    "A pé ele não vai longe", de Gus Van Sant

    a pé ele não vai.JPGO filme do aclamado diretor americano Gus Van Sant, de "Gênio indomável" e "Elefante", estreou mundialmente no Festival de Sundance e foi exibido na mostra competitiva do Festival de Berlim. No elenco, estrelas como Joaquin Phoenix, Jonah Hill, Rooney Mara e Jack Black.

    No filme, depois de quase perder a vida em um acidente de carro, o preguiçoso John Callahan não quer parar de beber. Quando finalmente aceita fazer um tratamento, ele descobre o dom de criar irreverentes tirinhas de jornal, que acabam lhe dando fama internacional.

    Panorama do Cinema Mundial - 12 anos

    SEX (2/11) - 19:10, no Estação NET Rio 3
    DOM (4/11) - 21:00, no Reserva Cultural Niterói 1
    QUA (7/11) - 21:30, no CCLSR - Cine Odeon NET Claro
    QUI (8/11) - 19:10, no Estação NET Gávea 4
    SAB (10/11) -19:20, no Estação NET Ipanema 2

    "Imagem e palavra", de Jean-Luc Godard

    olivrodaimagem.JPGJean-Luc Godard dispensa apresentações. Responsável por filmes como "Acossado" e "O demônio das onze horas", o mestre da Nouvelle Vague, de 87 anos, vem dedicando os últimos anos da sua carreira a um cinema ainda mais experimental e provocativo. "Imagem e palavra" é mais um esforço nesse sentido.

    Em seu filme mais recente, Godard utiliza imagens de filmes, desenhos e programas jornalísticos que, junto da narração do próprio diretor, criam um grande ensaio reflexivo sobre o cinema e questões mundiais.

    Panorama do Cinema Mundial - 14 anos

    SAB (3/11) - 15:15, no Estação NET Botafogo 1
    DOM (4/11) - 16:50, no Estação NET Gávea 4
    SEG (5/11) - 21:15, no Reserva Cultural Niterói 1
    DOM (11/11) - 21:40, no Estação NET Ipanema 2

    "Guerra fria", de Pawel Pawlikowski

    guerrafria.JPGMesmo com apenas seis longas no currículo, o premiado diretor polonês Pawel Pawlikowski, de 61 anos, tem uma carreira invejável. Seu filme "Ida", de 2013, ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro e, com este "Guerra fria", ele levou o prêmio de melhor diretor no Festival de Cannes, além de concorrer à Palma de Ouro.

    Aqui, Pawlikowski volta à estética preto e branco para contar a história de um amor improvável entre um músico amante da liberdade e uma jovem cantora. Com histórias e temperamentos distintos, os dois se conhecem durante a Guerra Fria, entre a Polônia stalinista e a Paris boêmia dos anos 50, e vivem um amor impossível.

    Panorama do Cinema Mundial - 14 anos

    SEX (2/11) - 21:00, no Estação NET Gávea 4
    SAB (3/11) - 17:10, no Estação NET Botafogo 1
    SEG (5/11) - 21:15, no Estação NET Ipanema 2
    TER (6/11) - 19:00, no Reserva Cultural Niterói 1

    "Infiltrado na Klan", de Spike Lee

    blackkk2.JPGDepois de dirigir a contestada refilmagem de "Oldboy", Spike Lee ficou alguns anos fora dos grandes holofotes. Autor de clássicos como "Faça a coisa certa" e "Malcolm X", o mais nova-iorquino dos diretores americanos parece voltar de forma triunfal com "Infiltrado na Klan". O filme rendeu muitos aplausos da crítica internacional e ficou com o Grand Prix do Festival de Cannes.

    Ron Stallworth é o primeiro detetive afro-americano a servir no Departamento de Polícia de Colorado Springs. Querendo se destacar, ele bola uma missão perigosa: se infiltrar na Ku Klux Klan e expor o grupo. Junto de um jovem detetive, ele pretende acabar com a organização racista e ultranacionalista responsável por crimes de ódio no país.

    Panorama do Cinema Mundial - 14 anos

    TER (6/11) - 21:30, no CCLSR - Cine Odeon NET Claro
    QUA (7/11) - 18:30, no Reserva Cultural Niterói 1
    SEX (9/11) - 16:00, no Estação NET Ipanema 2
    SAB (10/11) - 18:40, no Kinoplex São Luiz 2

    "No portal da eternidade", de Julian Schnabel

    noportaldaeternidade.JPGJulian Schnabel é um artista multifacetado. Conhecido por ser um dos pintores mais originais da sua geração, ele também já dirigiu filmes aclamados como "Antes do anoitecer" e "O escafandro e a borboleta". Assim como seu primeiro filme, sobre o artista Basquiat, "No portal da eternidade" foi nomeado ao Leão de Ouro no Festival de Veneza.

    O filme conta a conturbada vida do pintor Vincent van Gogh nas aldeias de Arles e Auvers-sur-Oise, local que utilizou como refúgio para escapar de Paris. Alguns dos habitantes o tratam de forma gentil, mas outros nem tanto. Sem a amizade do artista Paul Gauguin, balançada após uma convivência intensa, resta apenas seu amado irmão e negociante de arte, Theo, e seu inabalável apoio.

    Panorama do Cinema Mundial - 12 anos

    QUA (7/11) - 21:00, no Reserva Cultural Niterói 1
    QUI (8/11) - 13:45, no Kinoplex São Luiz 2
    SEX (9/11) - 19:20, no Estação NET Botafogo 1
    DOM (11/11) - 19:30, no Estação NET Ipanema 2

    "Não me toque", de Adina Pintille

    nãometoque.JPGVencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim, o filme é o primeiro longa de ficção da diretora romena Adina Pintilie.

    A cineasta e seus personagens aventuram-se juntos em uma pesquisa pessoal sobre a intimidade. Misturando realidade e ficção, o filme acompanha a jornada emocional de Laura, Tomas e Christian, oferecendo um olhar íntimo e profundo sobre suas vidas.

    Panorama do Cinema Mundial - 18 anos

    SAB (3/11) - 13:40, no Estação NET Gávea 1
    TER (6/11) - 13:45, no Kinoplex São Luiz 2
    QUI (8/11) - 18:30, no Estação NET Ipanema 1
    SAB (10/11) - 17:00, no Estação NET Botafogo 1

    "Peterloo", de Mike Leigh

    peterloo.JPGMike Leigh carrega uma história de prêmios durante a carreira. "Nu", sua estreia em Cannes, rendeu a ele o prêmio de melhor diretor em 1993. Três anos depois, ele venceria a Palma de Ouro com "Segredos e mentiras". Também já venceu o prêmio máximo em Veneza, além de ter sido indicado a cinco Oscars. Seu filme mais recente, "Peterloo" disputou o Leão de Ouro deste ano.

    Leigh faz um retrato épico dos eventos ligados ao Massacre de Peterloo, em 1819, no qual protestos pacíficos pró-democracia em Manchester resultaram em um dos episódios mais sangrentos da história da Inglaterra, após o governo britânico atacar uma multidão de mais de 60 mil pessoas. O massacre teve papel importante na fundação do jornal The Guardian.

    Panorama do Cinema Mundial - 14 anos

    QUA (7/11) - 16:00, no Estação NET Gávea 5
    SEX (9/11) - 21:30, no CCLSR - Cine Odeon NET Claro
    DOM (11/11) - 15:10, no Estação NET Botafogo 1

    "Inferninho", de Guto Parente e Pedro Diogenes

    inferninho.JPGMesmo com o baixo orçamento, a pegada surrealista do filme nacional dirigido por Guto Parente e Pedro Diogenes fez sucesso no Festival de Brasília e internacionalmente.

    A história gira em torno da paixão entre Deusimar, dona de um bar chamado Inferninho que sonha em deixar tudo pra trás, e Jarbas, um marinheiro recém chegado que sonha em criar raízes. O amor que nasce entre os dois vai transformar por completo o cotidiano do bar.

    Première Brasil: Novos Rumos longa - 14 anos

    QUI (8/11) - 20:15, no Estação NET Gávea 1
    QUI (8/11) - 20:15, no Estação NET Gávea 2
    SEX (9/11) - 18:30, no Estação NET Rio 3
    SAB (10/11) - 19:00, no Cine Arte UFF


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    RIO — O cantor Neil Young confirmou os rumores de que estaria casado com a atriz Daryl Hannah de forma sutil. Em um comunicado publicado em seu site para apresentar uma nova versão ao vivo do clássico "Ohio", Young se refere à Hannah como "minha esposa". Segundo o jornal "Daily Mirror", os dois teriam se casado há três meses, na cidade de Atascadero, Califórnia. Depois, seguiram para o iate do cantor e realizaram a comemoração perto das Ilhas San Juan, noroeste dos EUA.

    Links Neil Young

    Protestando contra o armamentismo dos EUA e falando em favor dos estudantes americanos que se opõem a ele, o texto diz: "Nós estamos com eles. Eles são a gente. Nós somos eles. Isso já acontece há tempo demais. Minha esposa Daryl e eu fizemos esse vídeo para que vocês reflitam".

    Namorados há quatro anos, os primeiros rumores do casamento começaram a surgir em agosto desse ano, após o guitarrista Mark Miller postar em seu perfil do Facebook uma mensagem parabenizando Young e Hannah pela nova união.

    "Parabéns a Daryl Hannah e Neil Young pelo casamento hoje. Que eles tenham uma relação longa e saudável", escreveu Miller.

    Neil Young - Ohio


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    SÃO PAULO - “Las sandinistas!”, da americana Jenny Murray, ganhou o Troféu Bandeira Paulista 2018 na 42ª Mostra Internacional de São Paulo, encerrada ontem com a exibição de “Roma”, do mexicano Alfonso Cuarón, no Auditório Ibirapuera. Retrato de algumas das mulheres que lutaram na Revolução Sandinista, na Nicarágua, em 1979, o filme também ganhou o Prêmio do Público na categoria melhor documentário.

    O júri internacional da Competição Novos Diretores também concedeu menção honrosa ao longa brasileiro “Sócrates”. Dirigido por Alex Moratto, o filme acompanha a via-crúcis do personagem-título, que enfrenta pobreza, violência, racismo e homofobia. O corpo de jurados foi formado por Astrid Adverbe, Edgard Tenembaum, Ferzan Özpetek, Teresa Villaverde e Sergio Machado.

    Prêmios em dinheiro

    Concedido pela segunda vez na Mostra de SP, o Prêmio Petrobras de Cinema foi para dois filmes brasileiros: a ficção “Meio irmão”, de Eliane Coster, que recebe R$ 200 mil, e o documentário “Torre das donzelas”, de Susanna Lira, que ficará com R$ 100 mil. O dinheiro deve ser aplicado na distribuição e lançamento dos títulos.

    O Prêmio de Público na categoria ficção internacional ficou com “Cafarnaum”, de Nadine Labaki, sobre um garoto libanês de 12 anos que processa os pais abusivos por lhe darem vida. Links cinema

    Entre os filmes brasileiros de estreantes que participaram da seleção, a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) premiou “Meio irmão”, que trata dos efeitos de uma agressão homofóbica nas redes sociais.

    Os críticos que fizeram a cobertura local da Mostra de SP premiaram como melhor filme brasileiro a comédia romântica “Todas as canções de amor”, de Joana Mariani, com Marina Ruy Barbosa, e como melhor filme internacional o drama “Nuestro tiempo”, do mexicano Carlos Reygadas. (A. G.)


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    RIO — O 28º Festival Curta Cinema consagrou “Estamos todos aqui”, em cerimônia realizada na noite desta quarta-feira, no Estação Net Botafogo.

    Com isso, o filme está automaticamente qualificado a concorrer ao Oscar de melhor curta, uma vez que o evento — o mais importante do gênero no país — tem parceria com a Academia de Hollywood.

    Dirigido por Chico Santos, Rafael Mellim e Coletivo Bodoque, a obra mistura ficção com documentário para contar a história de Rosa, uma transexual de Porto de Santos, em São Paulo, que tenta proteger sua moradia diante de um despejo iminente.

    O espanhol “Uno” foi o vencedor na competição internacional, e também está apto a entrar no Oscar. A trama se concentra no drama dos refugiados que atravessam o Mediterrâneo para chegar à Europa.

    O iraniano "Manicure", de Arman Fayyaz, ficou com o prêmio especial do júri.

    O Festival Curta Cinema exibiu cerca de 200 filmes entre os dias 24 e 31 de outubro. Curta Cinema


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    SÃO PAULO — Inspirado em personagem criado pelo quadrinista Luciano Cunha, “O doutrinador” chega aos cinemas nesta quinta, em 400 salas do do país, apresentando ao público um vigilante que persegue e, sempre que possível, mata políticos corruptos e inescrupulosos com requintes de crueldade. Identidade secreta de um policial federal, o anti-herói tem como motivação uma tragédia pessoal: a perda de um ente querido, atingido por uma bala perdida. Ele não pode ser atendido adequadamente em um hospital público, em condições precárias por não receber verbas do governo. Links 'O Doutrinador'

    Há muito tiro, porrada e bomba, além de uma variedade de efeitos especiais (leia a crítica do Bonequinho, que dorme). E um elenco que, tirando o protagonista, interpretado por Kiko Pissolato, e sua ajudante, uma jovem hacker encarnada por Tainá Medina, está pontuado por participações de atores veteranos como Eduardo Moscovis, Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tuca Andrada e outros. É, segundo Gustavo Bonafé, que assina a direção com Fabio Mendonça, uma tentativa de fazer aqui um tipo de cinema de entretenimento como o que existe nos Estados Unidos:

    — “O doutrinador” é um filme de entretenimento — decreta Bonafé. — Não faz apologia à violência, questiona inclusive isso. Todo mundo em volta do personagem o critica. No quadrinho tem essa carga de violência. Não íamos mexer nisso, foi um consenso geral entre todos nós. Há um público para esse tipo de filme

    O projeto prevê ainda uma série de sete episódios para o canal Space, com estreia prevista para o primeiro trimestre de 2019 — juntos, longa e programa de TV custaram R$ 16 milhões. A violência contida nele, diz o cineasta, foi um dos poucos elementos dos quadrinhos estrategicamente mantidos para atrair um público específico.

    — No quadrinho tem essa carga de violência — diz ele. — Não íamos mexer nisso, foi um consenso geral entre todos nós. Há um público para esse tipo de filme, e acho que se a gente tirasse isso iria desagradar os fãs._AA_9264.jpg

    O personagem foi criado em 2008, mas se popularizou nas redes sociais, onde os quadrinhos eram publicados, em 2013, durante as primeiras manifestações contra o governo Dilma Rousseff. Em sua origem, era um homem cuja história estava ligada à luta contra a ditadura, mas, no Brasil conflagrado de 2013, passou a combater personagens da política reinante, como a própria presidente e o então presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha. Um personagem que, como se diz hoje em dia, é “contra tudo isso que está aí”.Trailer de 'O doutrinador'

    — É um personagem dúbio, porque tem várias leituras possíveis, não dá para sair muito dele. Como os quadrinhos têm muita correspondência com a realidade, resolvemos então tirar todas essas coisas e transformar em ficção — diz a produtora executiva do filme, Renata Rezende.

    “O doutrinador” se passa na fictícia cidade de Santa Cruz, uma metrópole brasileira que se assemelha muito à São Paulo contemporânea, assim como a Gotham City de Batman tem muito de uma Nova York dos anos 1930 e 1940. E os políticos que habitam esse mundo, assim como personagens do poder judiciário e das forças policiais, são figuras completamente fictícias.

    GustavoBonafé__AA_1018 _Antonio Braziliano.jpg

    — Entre os políticos, tem o pastor, o cara ligado ao agronegócio, o prefeito corrupto, o cara mais ligado à comunicação. Tentamos colocar uma pitada de todos. Para evitar problemas com figuras específicas do mundo real — diz Luciano Cunha, que também colaborou no roteiro.

    Realidade desleal

    Ele observa que os quadrinhos eram “um retrato diário do que estava acontecendo na época”:

    — Não dá para competir com a realidade brasileira. É até desleal, porque nenhum roteirista conseguiria inventar as coisas que acontecem hoje em dia.

    Mesmo com todos esses cuidados, “O doutrinador” teve a estreia adiada do início de setembro para depois das eleições, de modo a evitar problemas de ordem partidária:

    — O filme foi pensando como entretenimento, não era nosso intuito gerar uma ferramenta que pudesse ser usada por um partido ou por outro. Mas de provocar uma reflexão, sim, porque o final tem isso — diz Renata.


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    NOVA YORK — Barbra Streisand vai lançar um novo álbum, que ela promete ser a personificação musical de sua antipatia pelo presidente Donald Trump, numa rara intromissão de opiniões políticas em sua música. Uma faixa já lançada, "Don't lie to me", é um recado direto para seu colega nova-iorquino que agora ocupa o Salão Oval.

    Há mensagens semelhantes em todo o álbum, "Walls", que poderá ser ouvido na íntegra na sexta-feira. A faixa-título fala sobre pessoas que constróem muros "onde eles não deveriam estar" e o disco traz ainda um medley de "Imagine", de John Lennon, e "What a Wonderful World", de Louis Armstrong.Links Barbra Streisand

    Numa entrevista por telefone da Califórnia, Streisand falou ao "New York Times" sobre uma série de tópicos: música, o poder presidencial e o remake de "Nasce uma estrela". Mas a política envolveu toda a conversa. Streisand não conseguiu responder quando questionada sobre algum ponto positivo do governo Trump. Mas a cantora de posições democratas corre o risco de aborrecer, ou até mesmo perder alguns de fãs, que podem concordar com o presidente em várias questões. Se ela está preocupada com isso, não expressou.

    (A entrevista foi conduzida antes do atentado à sinagoga Tree of Life, em Pittsburgh. Pergunta sobre o acontecido por e-mail, ela enviou uma resposta culpando Trump por sua retórica divisiva e completou: "Meu coração dói por esses inocentes e a atitude ultrapassada de alguma forma culpar os judes pelos problemas do mundo").

    Estes são trechos editados retirados da conversa.

    O que te inspirou a fazer esse álbum considerando que você não costuma misturar política com a sua arte?

    Eu não conseguia dormir com os ultrajes de Trump passando pela minha cabeça e tinha que fazer outro álbum para a Columbia Records. Então pensei, por que não fazer um álbum sobre o que está na minha cabeça? E isso se tornou o título da primeira música. Sou muito grata por ter a música em minha vida como forma de me expressar.Eu precisei ser fiel a mim como artista e se as pessoas gostarem, ótimo. Se não gostarem, não precisam comprar ou ouvir. Mas minha vida pessoal é mais importante que minha vida artística. Como cidadã, esse é o meu papel.

    Artistas têm a obrigação de ser políticos nesse momento?

    No meu primeiro álbum, em 1962 ou algo assim, meu empresário conseguiu me dar controle artístico. Isso significa que ninguém poderia me dizer o que cantar, o nome do disco ou mesmo como seria a capa. E isso é importante para mim.

    A verdade sempre funcionou para mim, então ver a verdade contaminada todos os dias é muito, muito doloroso. Eu provavelmente vou afastar muita gente. Quando estou criando um álbum, tem que haver musicalidade — tem que haver beleza na música.

    Eu não sei o que as pessoas vão pensar quando ouvirem o que está se passando na minha cabeça. Pode trazer à tona coisas que estão na cabeça delas. "Don’t Lie to Me", se você não assistir ao clipe, pode sugerir uma ideia mais geral. Mas a música é animada, é interessante, é legal para mim, uma faixa contemporânea. E expressou minha raiva, minha frustração.

    Eu precisei ser fiel a mim como artista e se as pessoas gostarem, ótimo. Se não gostarem, não precisam comprar ou ouvir. Mas minha vida pessoal é mais importante que minha vida artística. Como cidadã, esse é o meu papel. Barbra Streisand - Don't Lie to Me (Official Video)

    E o risco de ofender fãs de Trump que gostam de sua música?

    Não importa. Eu lembro de estar no palco em Washington, D.C., e perguntar: "Estou curiosa, quantos Republicanos estão na plateia?", porque todos sabem que eu sou uma democrata convicta. E muitos levantaram as mãos. A arte e a música transcendem a política, eu acho. Espero que sim. Eu na verdade disse isso a George Bush.

    Você consegue pensar em algo bom que Trump tenha feito?

    (Longa pausa) Quer dizer, esse é um cara um pouco, não um pouco — ele é cruel. Eu me preocupo com as crianças. Me preocupo com a imagem que ele está projetando para elas.

    Como você vê a forma como a indústria da música lidou com o #MeToo?

    Eu não tive muitos problemas na indústria da música. Quero dizer, depende de quantos discos você vende, você sabe o que estou dizendo, se você é homem ou mulher. Faz mais diferença na direção. A ideia de estar no controle não é bem recebida.

    Eu acho que foi o que aconteceu com Hillary Clinton. Uma mulher de substância, articulada, experiente no governo, digna, que tinha tudo o que eu pensava que a tornaria uma maravilhosa presidente dos Estados Unidos. Isso não parece importar porque eu acho que mulheres poderosas, mulheres fortes são visto com suspeita.

    Você está feliz que as mulheres estão resistindo?

    Eu estou feliz que elas estão lutando, embora quando se trata de alguém como Al Franken, fico consternada e acho que ele estava certo quando disse, logo no começo, "vou renunciar quando Trump renunciar", para alguém que também foi acusado de agredir pelo menos três mulheres e é o presidente dos Estados Unidos.Ele é um ótimo marqueteiro. Você me perguntou no que eu acho que ele é bom? Ele é bom em marketing.

    Como foi a evolução deste álbum?

    Originalmente eu ia chamá-lo de "What's on my mind". Tento sempre voltar a ideias mais universais com as quais as pessoas possam se relacionar. (Os compositores) escreveram palavras muito bonitas sobre o que eu estava pensando. Sabe, é interessante, eu tive uma conversa com Bob Dole recentemente.

    Você fala com ele com frequência?

    Eu nunca tinha falado com ele antes. Mas, na verdade, recebi uma ligação do escritório do presidente Clinton dizendo que Bob Dole gostaria de falar comigo, e eles disseram "você falaria com ele?" (Dole entrou em contato pelo escritório do ex-presidente por causa do relacionamento dos Clintons com Streisand). Eu disse, "claro que vou falar com ele". Bob Dole foi tão gentil, ele me disse que estava se recuperando de uma doença que durou um ano e queria me dizer o quanto minha música ajudou-o a se recuperar.

    E me lembrou como, quando era o líder do Senado, estava sempre atravessando o corredor e trabalhando com George Mitchell. McCain, eu gostava de John McCain. Em outras palavras, você pode concordar em discordar.

    (Voltando a uma pergunta anterior sobre Trump) Ele é um ótimo marqueteiro. Você me perguntou no que eu acho que ele é bom? Ele é bom em marketing.

    Você conheceu Trump?

    Não, mas quando eu estava editando meu último especial de TV para a Netflix e estávamos olhando para fotos da plateia, lá estava ele sentado ao lado de Barbara Walters. Mas ele nunca veio aos bastidores para me ver ou me conhecer. Então eu nunca o conheci ele.

    Você se surpreende ao pensar que ambos vieram da mesma cidade?

    Não, porque eu acho isso ótimo em Nova York. Quero dizer, eu não conhecia pessoas do Bronx. Eu morava no Brooklyn. As pessoas do Bronx pareciam diferentes do povo do Brooklyn.

    Quando foi a última vez que você voltou ao Brooklyn?

    Quando eu cantei no Barclays Center, pedi ao motorista para me conduzir por Williamsburg. Eu queria ver. Mas ele nunca chegou à rua Pulaski (uma casa de infância em Bedford-Stuyvesant). A propósito, o que eu acho que ele está fazendo agora é tentar reverter a realidade. Quando você diz algo alto o suficiente e por tempo suficiente, as pessoas vão acreditar em você. A democracia não depende da verdade?

    Você viu a refilmagem “Nasce uma estrela”?

    Eu não vi depois de pronto. Bradley (Cooper) me mostrou a introdução. Fiquei surpresa com o quão parecido era com a minha versão. Eu amei como ele usou o bar de drags. Achei novo e interessante. O que eu vi do filme realmente gostei.

    Como você está se sentindo ultimamente?

    Eu quero dormir durante noites. Se ganharmos o Congresso, poderei dormir um pouco melhor.

    E se eles não conseguirem?

    Não sei. Eu estive pensando sobre, quero me mudar para o Canadá? Eu não sei. Estou tão triste por isto estar acontecendo com o nosso país. Está me deixando gorda. Eu ouço o que ele disse agora, e eu tenho que ir comer panquecas, e as panquecas engordam bastante. Nós os fazemos com farinha saudável, no entanto — farinha de amêndoa, farinha de coco.


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    RIO — Ao atualizar a foto de capa do Twitter com uma foto do Rio de Janeiro, J.K. Rowling deixou os fãs do mundo mágico da franquia Harry Potter animados com a possibilidade de um filme dos "Animais fantásticos e onde habitam" se passar no Brasil.

    "É o Rio de Janeiro nos anos 1930", disse a escritora após um fã perguntar do que se tratava a nova imagem.Links J.K. Rowling

    "Newt vem para o Rio no próximo filme?", perguntou um fã. "Newt esteve aí procurando criaturas na Amazônia", disse outra seguidora tentando imaginar trechos do roteiro.

    Estão previstos cinco filmes do universo de "Animais fantásticos", que conta a história do bruxo Newton Scamander (Eddie Redmayne), um pesquisador de criaturas mágicas, que conta com o apoio delas para enfrentar o mal. O primeiro filme se passou na década de 1920 e, por isso, muita gente defende a continuação do enredo pelo Brasil.

    "Sem querer dizer nada, mas Fernanda Montenegro é uma atriz brasileira maravilhosa. Ela seria uma perfeita diretora para CasteloBruxo", sugeriu uma fã.Tuíte Fernanda Montenegro Animais Fantásticos

    A teoria ganha força quando fãs relembraram um tweet antigo de J.K. Rowling, em que ela escreveu, em cinco idiomas diferentes, quantos filmes ela faria de "Animais fantásticos". Como o primeiro filme se passou nos Estados Unidos, e está escrito "cinco" em inglês ("five"), o segundo, "Animais fantásticos: Os crimes de Grindelwald", na França ("cinq"), é provável que o próximo seja na Alemanha, depois no Brasil e, por fim, na Itália.

    "5. Five. Cinq. Fünf. Cinco. Cinque", tuítou.

    Sem a confirmação de Rowling, os fãs poderão se contentar com o segundo filme da série, que estreia nos cinemas no dia 15 de novembro.


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    RIO — Com o início das vendas marcado para as 19h do próximo dia 12, o Rock in Rio Card, ingresso para um dos dias do festival à escolha do cliente, teve detalhes anunciados nesta quinta-feira. Entre eles, o preço: o bilhete custará R$ 495 (valor de inteira) e R$ 247,50 (meia-entrada), mais taxas.

    A pré-venda será realizada exclusivamente pela internet, através do site rockinrio.ingresso.com. O pagamento será via cartão de crédito, com parcelamento em até seis vezes. O limite é de quatro entradas por CPF, podendo ser usado para o mesmo dia ou para datas diferentes, sendo apenas uma delas de meia-entrada — a exceção vai para pessoas portadoras de necessidade especial, que têm direito a comprar a meia-entrada também para seu acompanhante. Links Rock in Rio 1/11

    Aqueles que comprarem o Rock in Rio Card terão direito a ativá-lo e escolher a data que pretende usá-lo entre 6 de fevereiro e 8 de abril de 2019, antes da abertura da venda geral, marcada também para abril.

    Na última edição do festival, as 120 mil unidades do Rock in Rio Card disponibilizadas para venda foram esgotadas em menos de duas horas.

    O Rock in Rio 2019 está marcado os dias 27, 28 e 29 de setembro, e 3, 4, 5 e 6 de outubro.

    A programação de três dias do Palco Mundo já foram anunciadas, tendo Iron Maiden, P!nk e Muse e Imagine Dragons como headliners.

    Veja a escalação do Rock in Rio 2019, até o momento:

    4 de outubro

    Palco Mundo

    Iron Maiden

    Scorpions

    Megadeth

    Sepultura

    Espaço Favela

    Canto Cego

    5 de outubro

    Palco Mundo

    P!nk

    Black Eyed Pead

    Anitta

    6 de outubro

    Palco Mundo

    Muse

    Imagine Dragons

    Nickelback

    Paralamas do Sucesso


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    RIO - Sob a voz da mulher negra, guitarra, sanfona e violoncelo emolduram o apocalipse do heavy rasta pé “Negro sangue”. A canção de Diogo Sili e Renato Frazão descreve a cena, uma espécie de “Mad Max” junino: “Da água sai teu corpo bronzeado/ Pelo calor de mil carburadores/ Ai, São João/ A fogueira tá queimando/ Olha que braseiro/ Olha que fornalha/ Olha o oléo, São João”. É com ela que começa “Mundo afora: meada” (Rocinante), disco da cantora Ilessi.

    O álbum reúne composições de jovens artistas de Belo Horizonte, Rio, Brasília e Ceará, pintando um panorama original, tão duro quanto terno, de um Brasil e de um mundo em convulsão. Não à toa, é também um cenário apocalíptico (mas onde se vislumbra o renascimento) que encerra o disco, em “Meada”, de Marcelo Fedrá e Thiago Amud.

    — Quis começar o disco com uma canção que tem uma visão apocalíptica, apontar a atmosfera caótica que enxergo no mundo. Pensar como a gente consegue comunicar toda essa trama confusa e contraditória que se coloca no Brasil e se relaciona com questões do mundo todo. E mostrar também como essa nossa geração está atenta a isso e expressa isso. “Meada” tinha que ser a última música do disco, porque depois depois dela nada mais há a ser dito — diz Ilessi, que faz hoje no Espaço Sérgio Porto o show “Dama de espadas”, com composições suas e de artistas como Chico Buarque e Guinga.

    "Minas" como referência

    Os temas das canções passam pelo amor como potência (“O amor me recomeça”, de Milena Tibúrcio e Caio Tibúrcio), a morte (“Pé de siriguela”, de Paloma Roriz), a vocação corrupta do Brasil (“A culpa é do saci”, de Edu Kneip), a beleza triste da prostituição de beira de estrada (“Marginal da 381”, de Paulo Rocha, que escreve versos como “Colorada pela poeira/ Que vem da estrada feito blush”).

    Atravessando todo o disco, uma sonoridade que cruza gêneros e desobedece mesmo convenções sobre o que é “tradicional” e “moderno” — os arranjos e a direção musical são de Amud. A grande referência é o disco “Minas”, que Milton Nascimento lançou em 1975.

    — Queria alguma coisa que fosse marcante esteticamente e fosse acompanhada do discurso que o disco traz — conta Ilessi. — E com elementos musicais do mundo, de música cubana, indiana. Não é uma comunicação com algo de fora. Toda essa multiculturalidade é o Brasil.

    Onde: Espaço Cultural Sérgio Porto — Rua do Humaitá, 163 (2535-3846).

    Quando: Sexta, às 20h30m.

    Quanto: R$ 30.

    Classificação: Livre


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    SÃO PAULO — O produtor Pedro Rovai morreu na madrugada desta quinta-feira, no Rio, em consequência de complicações com um câncer do qual estava se recuperando. Ele tinha 80 anos e, recentemente, ficou conhecido pela trilogia da indiazinha Tainá, formada por "Tainá - Uma aventura na Amazônia" (2000), "Tainá 2 – A aventura continua" (2005) e "Tainá - A origem" (2013). Um dos trabalhos mais recentes, aproveitando a onda das comédias, foi "Qualquer gato vira-lata" (2012).

    O anúncio foi feito pela filha de Rovai, Gabriela, nas redes sociais. Na mesma publicação, ela confirmou que haverá apenas uma cerimônia simples no sábado, às 9h30, na sala 3 do Memorial do Carmo. O corpo será cremado em seguida, de acordo com o desejo dele.

    Natural de Ourinhos, no interior de São Paulo, Rovai dirige e produz filmes desde 1969, quando praticamente inaugurou a pornochanchada com o longa em episódios "Adultério à brasileira". Com Marisa Urban e Mario Benvenutti no elenco, os segmentos "O teklhado", "A assinatura" e "A receita" traziam histórias bem humoradas de traição.

    De 1974, "Ainda agarro esta vizinha", indpirado em texto de Oduvaldo Vianna Filho, foi seu quinto filme como diretor e o seu primeiro grande sucesso, com quase quatro milhões de espectadores ao final de sua carreira nas salas. Com cecil Thiré, Wilza Carla e Adriana Prieto no elenco, mostra o microcosmo de um predio de Copacabana em que se misturam personagens tão díspares como um redator publicitário, um mágico sem talento e um porteiro gay.

    Entre seus grandes sucessos como produtor estão "Bonitinha, mas ordinária" (1981), de Braz Chediak, baseado em Nelson Rodrigues, e Nos embalos de Ipanema (1979), de Antônio Calmon. No teatro, produziu mais de doze peças, como "A gaiola das loucas", com Vera Gimenez, e "Piaf", com Bibi Ferreira - a maior parte delas nos anos 1980.

    O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, lamentou a morte de Rovai nas redes sociais: "Acabo de saber da morte de Pedro Rovai, um titã do cinema brasileiro. Tristeza profunda. Viva Pedro Rovai! Merece todas as homenagens! RIP!".

    Luiz Carlos Lacerda, diretor de "For all - O trampolim da vitória" (1997) e "Viva Sapato" (2004), disse que, apesar de ter se desentendido com Rovai, era "uma das pessoas mais inteligentes" que conheceu: "Sinto muit. Era um homem inteligente, polêmico e charmoso. Vai fazer falta".

    O produtor e distribuidor Marco Aurélio Marcondes também prestou sua homenagem: "Perdi, hoje, um dos meus grandes amigos. O cinema brasileiro também: o diretor, produtor e empreendedor Pedro Rovai, que estava em plena atividade, aos 80 anos. Viva Pedro. AXÉ!".


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    RIO — Com a política na ordem do dia, menos de uma semana após as eleições, o Canal Brasil estreia nesta sexta, às 21h, “De semelhanças e coincidências”, série com roteiro e direção assinados pela jornalista Simone Zuccolotto, que dá um novo enfoque ao debate político no cinema brasileiro.

    O título, explica ela, é uma ironia com as advertências de obras de ficção (“Qualquer semelhança é mera coincidência”). E o conteúdo dos quatro episódios — que propõem uma reflexão sobre a diversidade de narrativas, a representatividade e o papel modificador dos filmes na sociedade brasileira ao longo da história — mostra como o conceito de “fazer política” na tela grande mudou desde os tempos do Cinema Novo. Simone Zuccolotto

    — Naquela época, o que se entendia como cinema político era muito em cima da luta de classes. A partir de 2013, com os movimentos que levaram o povo de volta às ruas, as causas identitárias começaram a ganhar uma importância muito grande. E isso passou a mudar a abordagem política do cinema. Queria abordar isso na série, mas fui mostrando o caminho desde o Cinema Novo, passando pelo cinema feito a partir da ditadura militar (de Lúcia Murat e Silvio Tendler) e o cinema histórico (que contou as histórias de Jango e JK), até chegar aos dias de hoje — explica Simone.

    Para tanto, Simone costurou as 17 entrevistas que fez — com diretores, artistas e profissionais de outras áreas, como o filósofo Francisco Bosco e o deputado federal reeleito Jean Wyllys (PSOL-RJ) — com cenas dos cerca de cem filmes citados. Todos menos a franquia “Tropa de elite”, cujo uso não foi autorizado por seu diretor, José Padilha.

    — Eu queria ouvir cineastas mais novos, como Hilton Lacerda (roteirista de filmes como “Amarelo manga” e “A febre do rato”), Gabriela Amaral (de “O animal cordial”) e Marcelo Caetano (de “O corpo elétrico”), além de pessoas que dessem um outro olhar ao tema. O Bosco podia justamente fazer esta costura da política com o cinema — relembra a Simone, que todo ano dirige uma série para o Canal Brasil, já tendo abordado assuntos como mulheres, sexo, política cultural, comédia, censura...

    CANAL BRASIL_CINEMA E POLITCA_MARCELO CAETANO_CRED ANA PAULA AMORIM-8772.jpg

    De acordo com ela, para as outras séries havia muito material de pesquisa. Desta vez, não havia bibliografia que servisse de base para o roteiro:

    — Fui descobrindo as coisas através das entrevistas.

    Para enfrentar a hegemonia

    No episódio de estreia, por exemplo, Marcelo Caetano explica como “Corpo Elétrico”, que retrata homossexuais da classe operária, foge de questões tradicionais da dramaturgia LGBTQ+, não sendo um filme romântico nem de aceitação.

    "Se eu estou fazendo política ou não vai da cabeça de cada um e de como cada um millita. Mas para mim é político a partir do momento em que eu enfrento uma hegemonia onde a gente é sempre colocado de uma forma fatalista nas narrativas", observa ele, na entrevista que vai ao ar.

    Já a atriz Mariana Nunes fala de filmes como “Café com Canela”, de Ary Rosa e Glenda Nicácio, e “Nada”, de Gabriel Martins, que, apesar de terem elencos formados quase que 100% por atores negros, não se dedicam explicitamente à temática racial. E Gabriela Amaral aborda a importância das mulheres na direção, um dos pontos mais altos da pirâmide hierárquica do audiovisual, como forma de se contrapor à hegemonia do olhar masculino, heterossexual e branco no cinema.

    Também entrevistado, o cineasta Cacá Diegues dá sua visão sobre a influência política do cinema:

    "Os cineastas chegaram à conclusão, em boa hora, de que o cinema não muda a realidade, senão já tinha mudado a realidade de todo o país. O que muda a realidade são a metralhadora e o voto. Mas o cinema muda a maneira de ver você ver a realidade."

    Segundo Simone, normalmente as séries que assina vão ao ar entre setembro e outubro. Mas este ano, por conta da lei eleitoral — afinal, tem a participação de Wyllys, que era candidato e foi reeleito — ficou para depois das eleições.

    — A exibição agora veio a calhar — diz a jornalista, quando perguntada sobre a coincidência de assuntos abodados na série, como ditadura e censura, estarem na ordem do dia após uma campanha polarizada para a presidência. — A ideia não era tomar partido, mas realmente refletir sobre como o cinema é espelho: reflete e refrata também. O que a gente teme é que foram tantos avanços ao longo dos anos. Será que vamos retroceder? Tomara que a série sirva para as pessoas pensarem sobre isso.


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    RIO — No próximo dia 12 começa a venda do Rock in Rio Card, que garante a presença em qualquer um dos dias da próxima edição do festival, programada para ir de 27 de setembro a 6 de outubro de 2019. Não será mais uma escolha no escuro, pois algumas das atrações já foram anunciadas, como a banda canadense Nickelback, um dos nomes de maior sucesso do rock da primeira década dos anos 2000, com hits como “How you remind me” e “Rockstar”. O grupo volta após ter se apresentado na edição de 2013, ao lado do Bon Jovi.

    — Não sei se esse show do ano que vem será muito diferente do de seis anos atrás. Boa parte das músicas que tocamos são as mesmas que estão no setlist hoje em dia — admite o baixista Mike Kroeger, em entrevista por telefone. — Pode ser que haja algumas novas. Mas é difícil de dizer, tivemos que tirar algumas músicas que foram número 1 nas paradas para incluir as novas. Temos que ser cuidadosos com o repertório. Links Rock in Rio 1/11 (2)

    Desde a última vez em que esteve no Rio, o Nickelback lançou os álbuns “No fixed address” (2014), que surpreendeu o público com ritmos mais dançantes (e a participação do rapper Flo Rida) e “Feed the machine” (2017).

    — Esse primeiro disco foi bem experimental, e a intenção do segundo foi fazer um álbum de rock que voltasse às raízes do Nickelback, ao lugar de onde viemos — conta o baixista, que guarda boas lembranças do show no Rock in Rio. — Foi ótimo estar em um país que não conhecíamos. Já sabíamos como era grande e importante o festival, mas o show ultrapassou todas as nossas expectativas. Foi inacreditável, encontramos fãs que nos dão vontade de voltar.

    O Nickelback será atração de 6 de outubro, última noite do festival, dividindo o palco mundo com os colegas do Muse e do Imagine Dragons, além dos brasileiros Paralamas do Sucesso.

    — Sou muito fã do Muse e de Imagine Dragons, ouço mesmo quando não estou trabalhando. Quero muito vê-los ao vivo — diz Mike, para quem existe hoje um movimento de renascimento do rock. — Ele andou quieto nos últimos 10 anos, mesmo que ainda houvesse rock no Rock in Rio. Mas agora há artistas novos, como (o grupo ) Greta Van Fleet, que estão trazendo de volta um lado mais autêntico do rock, sem artifícios, bem básico. Caras que tocam da forma como se fazia nos anos 1960 e 70. É uma volta às raízes.

    Como muitos dos artistas que estão aí há mais de 20 anos, o Nickelback teve que enfrentar as mudanças da indústria, que vivia da venda de discos e hoje sobrevive graças ao streaming.

    — Nossa transição foi boa, as pessoas que pararam de comprar nossos álbuns passaram a ouvi-los nas plataformas — diz o músico. — Acho que no futuro haverá uma forma mais justa de remuneração. Mas é sempre assim com as novas tecnologias, você tem que começar a usar e depois refinar.


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    RIO — A relação entre arte e meio ambiente está sempre no horizonte criativo de Jorge Bakker, colombiano que reside desde os 6 anos na Holanda. Idealizador de obras como a instalação “Bobbing forest”, criada a partir de árvores mantidas sobre estruturas flutuantes em espaços urbanos, o artista veio ao Rio para participar da segunda edição do festival Picnic Brasil, evento voltado à inovação e tecnologia, realizado nesta quinta e sexta no Jardim Botânico. Ao abordar, em sua palestra, o tema da relação entre pessoas e o seu ambiente, o artista foi desde suas experiências criativas ao pensamento do filósofo alemão Martin Heidegger.

    — A ideia de as pessoas serem “lançadas” no mundo, em um contexto que envolve família, cidade, país, é um tema que me estimula — conta Bakker, que nasceu em Cáli e, após ser adotado, passou a viver na Holanda. 79657332_SC - Instalação Bobbing Forest de Jorge Bakker.jpg

    Para criar a instalação viva, que foi monitorada por seis meses em Roterdã, o artista fez uma longa pesquisa sobre os tipos de árvores ideais para ficarem à deriva, ou a quantidade de solo e água para mantê-las. A imagem de uma floresta flutuando em um ambiente urbano alerta para a necessidade de preservar as paisagens que estão além dos prédios.

    Aquecimento global

    — O trabalho cria uma relação contínua, não é uma obra que você cria e pode simplesmente abandonar — comenta Bakker. — É algo que requer responsabilidade, se ficarem por sua conta elas podem morrer. É como a nossa responsabilidade com a natureza.

    Com o maior maior porto marítimo da Europa, Roterdã é uma das cidades do mundo que corre risco de desaparecer com a elevação do nível do mar, causada pelo aquecimento global. Ao imaginar uma floresta flutuante, o artista assegura, no entanto, não ter tido a intenção de criar um cenário distópico.

    — Não é algo feito para chocar as pessoas, é mais como um alerta para que não deixem de lado o meio ambiente, antes que tenhamos problemas — diz o artista. — Cientistas passaram anos coletando dados e pesquisando sobre o aquecimento global, mas ainda assim políticos do mundo inteiro insistem em negar seus efeitos. É um lobby muito forte por parte das companhias, temos que ficar atentos.

    Em sua primeira visita ao Brasil, Bakker conta que voltou algumas vezes à sua cidade natal, e que a sua história de vida está diretamente relacionada à arte que faz:

    — A Holanda é um país onde tudo é mais controlado, protegido. Tento criar ambientes mais vivos.

    Nesta sexta a programação do Picnic conta com nomes como Luiz Alberto Oliveira, curador do Museu do Amanhã, o filósofo Nélio Santos, o jornalista científico canadense George Dvorsky e o escritor e artista inglês Daniel Rourke.

    Picnic Brasil

    Onde: ExC Rio — Jockey Club, Praça Santos Dumont 31, Gávea. Quando: Sexta (2/11), das 14h às 19h. Quanto: R$ 240. Classificação: 16 anos.


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    RIO — Um contratempo marca o primeiro dia de sessões abertas ao público no Festival do Rio. Desde a manhã desta sexta-feira (02/11), o Cine Odeon, no Centro, teve o fornecimento de energia elétrica cortado. Quem foi ao local para assistir à sessão de "A vida em si", marcada para o horário de 14h20m, deu com a cara na porta. Não há luz no estabelecimento, explica a equipe responsável para aqueles que já têm o ingresso em mãos.

    Os organizadores tentam contornar o problema. Segundo os produtores do festival, o apagão elétrico é resultado de uma falha da Light, acionada desde o início do dia. A produção diz que segue esperando os técnicos chegarem para garantir a exibição da sessão das 16h40m, mas não sabiam se ocorreria a tempo. Procurada pela reportagem, a Light diz não ter registrado qualquer ocorrência em sua rede elétrica que atende a região onde fica o cinema. Em nota, informou ser "importante checar se trata-se de uma ocorrência nas instalações elétricas internas do cinema, de responsabilidade do próprio cliente". 20 Festival do Rio 3010

    Na central de troca de ingressos em Botafogo, no entanto, os funcionários avisam que as entradas para as sessões no Cine Odeon estão canceladas até as 20h30m desta sexta-feira. Quem já havia realizado a compra previamente pode solicitar o ressarcimento financeiro ou trocar o bilhete por uma sessão em outra sala de cinema.

    Em versão reduzida, a 20ª edição do Festival do Rio começou nesta sexta-feira, após uma sessão para convidados na quinta-feira. Até o dia 11, serão exibidos 200 filmes, 50 a menos do que o evento do ano passado (em 2014, eram ainda mais: 350 longas), em 21 salas, além de outros espaços da cidade.


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    NOVA YORK - O ator Alec Baldwin foi preso nesta sexta-feira em Nova York por uma briga sobre uma vaga de estacionamento, disse a polícia. O ator da sitcom "30 Rock" de 60 anos, "atacou alguém por uma vaga de estacionamento quando ambos estavam indo em direção a ela", disse a detetive Sophia Mason, do departamento de polícia de Nova York. Representantes de Baldwin não responderam imediatamente aos pedidos de comentário.

    Baldwin vivenciou uma nova onda de popularidade nos últimos dois anos, por suas representações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em uma série de cenas no programa "Saturday Night Live", vencendo um Emmy.

    Em 2012, Baldwin negou ter dado um soco num fotógrafo de um jornal que tentava tirar fotos dele com sua então noiva, a professora de ioga Hilaria Thomas. Baldwin e Thomas casaram em 2012 e têm quatro filhos. alec-baldwin


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