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    NOVA YORK — A pequena casa branca em Corona, no Queens, ao lado da residência de Louis e Lucille Armstrong, não seria digna de nota se a vizinha do casal, Selma Heraldo, não tivesse se tornado tão próxima deles.

    Nos anos seguintes à morte do grande nome do jazz e de sua esposa (1971 e 1983, respectivamente), Heraldo foi um elo tangível com o casal. Ela era uma moradora local que conhecia a vida cotidiana deles no Queens, e depois frequentaria regularmente os eventos realizados pelo Museu Casa de Louis Armstrong, aberto no local da antiga residência do músico, em 2003. Quando Heraldo morreu, em 2011, deixou sua própria casa para o Museu.

    Links jazzAgora, o Departamento de Assuntos Culturais de Nova York e o museu anunciaram que a cidade alocou US$ 1,9 milhão para ajudar a reformar a casa de dois andares de Heraldo, conhecida como Casa de Selma, um projeto que também recebeu cerca de US$ 1 milhão da cidade em julho do ano passado. Em um projeto separado já em andamento, um centro de educação e um clube de jazz estão sendo construídos em frente.

    A reforma é importante, pois a casa de Heraldo começou a mostrar sua idade. No inverno passado, a caldeira explodiu. O museu espera melhorar as condição, mantendo o caráter histórico.

    — Você entra e pensa que está voltando para 1950 — diz B.J. Adler, diretor interino do museu.

    Além de acrescentar espaços de escritório e armazenamento na Casa de Selma, o museu planeja renovar a cozinha para o serviço de alimentação. A comida feita lá será servida em shows e outros eventos no museu, nos quais feijão vermelho e arroz — prato favorito de Armstrong — já são frequentemente oferecidos com chá.

    A própria Heraldo deixou claro que esperava que a aparência original da casa não fosse alterada. A partir do momento em que o museu foi inaugurado, ela costumava ir até a casa ao lado e contar histórias de seus famosos vizinhos, que chegaram em 1943.

    — Ela se tornou parte da história — destaca Adler.


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    RIO — Seguindo o ditado em que "filho de peixe, peixinho é", Arlindinho, Levi de Paula e Lucas Morato, filhos de Arlindo Cruz, Netinho de Paula e Péricles, respectivamente, uniram-se em um novo projeto musical: "Tudo de novo". A ideia é relembrar os sucessos de seus pais, mesclando com os trabalhos autorais de cada um, em um show. A estreia é nesta terça, dia 30, em São Paulo.

    "Queremos resgatar o melhor da história do samba e do pagode, pois fazemos parte dela, e dar continuidade ao gênero com muita coisa nova, diversão e emoção", diz Arlindinho.

    O trio mistura as habilidades no show. Cantam, tocam e prometem agitar a plateia. Arlindinho já é conhecido por ter seguido a carreira de cantor. Levi de Paula é percussionista e faz parte da banda de Thiaguinho. Lucas Morato já compôs músicas para Ferrugem, Thiaguinho e o próprio pai.

    "O cenário da música brasileira precisa disso e essa nossa união mostra que continuamos fortes, levantando a bandeira do samba e do pagode", diz Levi.


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    RIO — A lista de novidades na Netflix para novembro vem com aguardadas estreias de grandes sucessos. E, com importantes mudanças nas histórias dessas produções. A série "Narcos", por exemplo, chega a sua quarta temporada, saindo da Colômbia para adentrar o mundo do narcotráfico no México. Já "House of cards", joga Frank Underwood para escanteio (Kevin Spacey foi cortado após um escândalo de assédio sexual) e foca em Claire, que agora torna-se a poderosa primeira presidente mulher dos Estados Unidos.

    Veja a lista completa de novidades:

    Séries

    "Narcos: México" (16/11/2018)

    Em meio à ascensão do Cartel de Guadalajara, um agente da DEA arrisca a própria vida ao perseguir narcotraficantes no México.Narcos_ México.jpg

    "House of cards: Temporada 6" (2/11/2018)

    Com Frank fora da jogada, Claire Underwood tem agora o poder absoluto e assume seu papel como a primeira presidente mulher dos Estados Unidos.

    "Superdrags" (9/11/2018)

    De dia, eles são três amigos gays trabalhando em uma loja de departamentos. Mas quando o dever chama, se transformam em poderosas super-heroínas drag queens arrasando na luta contra o crime. Salvar o mundo nunca foi tão fabuloso!

    "Nicky Jam: Vencedor" (30/11/2018)

    Tendo como pano de fundo a evolução de um estilo musical que já foi associado à criminalidade e hoje é um enorme sucesso, a série retrata a história do mega-astro do reggaeton Nicky Jam a partir do sucesso do grupo Los Cangris, em Porto Rico.

    "The final table - Que vença o melhor' (20/11/2018)

    Nesta disputa frenética, equipes de chefs preparam pratos icônicos de diferentes países para impressionar alguns dos paladares mais exigentes do mundo.

    "The sinner: Temporada 2" (9/11/2018)

    O detetive Harry Ambrose volta a Nova York para investigar um duplo assassinato envolvendo um suspeito de 11 anos.

    "Westside" (9/11/2018)

    Este reality show acompanha nove artistas musicais em busca da fama. Envolvidos no processo de criação de um grande musical em Los Angeles, eles enfrentam conflitos no grupo enquanto tentam lidar com suas próprias inseguranças.

    "Baby" (30/11/2018)

    Inspirada em um escândalo sexual que chocou a Itália, a série acompanha um grupo de adolescentes romanas que desafia a sociedade na busca por identidade e independência.

    "Warrior - A batalha de todos os dias" (13/11/2018)

    Um veterano de guerra atormentado pela culpa se une à viúva de seu melhor amigo para se infiltrar em uma perigosa gangue de Copenhague.

    "Mágica mortal" (30/11/2018)

    O mágico Drummond Money-Coutts viaja pelo mundo divulgando seu amor pela mágica e executando truques que foram fatais para outros mágicos.

    "Vikings: Temporada 5" (30/11/2018) Vikings_ Temporada 5.jpg

    Após Ivar matar Sigurd e assumir o controle do grande exército viking, a tensão entre os filhos de Ragnar se intensifica. Na Inglaterra, surge um novo e poderoso adversário.

    "Agentes S.H.I.E.L.D. da Marvel: Temporada 5" (01/11/2018)

    Presos no espaço sideral, os agentes arriscam tudo para impedir que um futuro terrível se torne realidade.

    "O método Kominsky" (16/11/2018)

    Após uma breve carreira de sucesso, o ator veterano Sandy Kominsky se torna instrutor de novos talentos em Hollywood. Ao lado de seu fiel amigo e agente, ele enfrenta as dificuldades de envelhecer em uma cidade dominada pela beleza e juventude.

    Série de comédia de Chuck Lorre (Two and a Half Man e The Big Bang Theory) com os vencedores do Oscar Michael Douglas e Alan Arkin.

    "Greenleaf: Temporada 3" (22/11/2018)

    Na terceira temporada da série, o divórcio entre o bispo James Greenleaf e Lady Mae divide a família e provoca uma disputa por poder que coloca a vida de todos em risco.

    "Frontier: Temporada 3" (23/11/2018)

    Na terceira temporada da série sobre a brutal disputa pelo controle do comércio de peles no Canadá no final do século 18, Declan Harp precisa decidir qual caminho trilhar ao ser forçado a se aliar a velhos inimigos. Com Jason Momoa (Game of Thrones, Aquaman).

    "1983" (30/11/2018)

    Vinte anos após um atentado terrorista na Polônia interromper o movimento pela democracia no país, manter o regime repressor e evitar a queda da Cortina de Ferro, um estudante de direito e um investigador de polícia desacreditado descobrem uma conspiração que pode afetar toda uma nação e mudar o curso da história.

    Com produção executiva de Frank Marshall (Jurassic World: Reino Ameaçado, Jason Bourne) e Robert Zotnowski (House of Cards), a primeira série original polonesa inclui direção da indicada ao Oscar Agnieszka Holland.

    "F is for family: Temporada 3" (30/11/2018)

    Frank faz um novo amigo na vizinhança enquanto a família Murphy continua se envolvendo nas mais surreais confusões. Embarque na terceira temporada desta divertida série de animação inspirada na louca vida dos anos 70 – repleta de cerveja, crianças sem supervisão e muita, muita televisão!

    "Fugitiva" (23/11/2018)

    Para escapar do marido violento e de seus perigosos inimigos, Magda finge um sequestro, abandona a vida de luxo na Cidade do México e foge com os três filhos para a Espanha, onde todos assumem novas identidades. A série acompanha a vida de Magda e dos filhos durante quatro dias repletos de ação e suspense. Com Paz Vega (Lúcia e o Sexo, Fale com Ela).

    "Marvel - Homem-Aranha: Temporada 1" (01/11/2018)

    Esta série de animação da Marvel acompanha o adolescente Peter Parker e sua difícil tarefa de equilibrar a vida na escola e as responsabilidades de super-herói. Ao mesmo tempo em que enfrenta lendários vilões, ele precisa esconder sua verdadeira identidade de todos e impedir que seu amigo Harry Osborn escolha o caminho do mal. Repleta de ação, drama, emoção e humor, a série retoma os elementos básicos que transformaram Homem-Aranha em uma das histórias mais adoradas do universo Marvel.

    "The last kingdom: Temporada 3" (19/11/2018)

    Na terceira temporada da série, Alfredo, o Grande, defende seu reino dos invasores nórdicos. Uhtred, o saxão criado pelos vikings, luta por seus direitos hereditários.

    "The Shannara chronicles: Temporada 2" (EM BREVE)

    Depois da guerra, o caos toma conta das Quatro Terras. Com os Carmesins caçando usuários mágicos e semeando a discórdia racial, surgem três heróis improváveis.

    "Nowhere boys: Temporada 3" (11/11/2018)

    O povo de Bremin está desaparecendo. Agora, uma nova equipe de garotos (e uma garota) precisa descobrir por que eles estão vivendo em um mundo praticamente deserto.

    Filmes

    "Crônicas de natal" (22/11/2018)

    Crônicas de Natal é uma aventura natalina do produtor Chris Columbus (Esqueceram de Mim, Harry Potter) e do diretor Clay Kaytis (Angry Birds - O Filme). Após flagrar o Papai Noel na véspera de Natal, os irmãos Kate e Teddy se escondem em seu trenó e acabam causando um acidente. Agora, eles vão ter que unir forças com o velhinho e seus elfos para salvar o Natal de milhões de crianças.

    "Legítimo rei" (9/11/2018) Legítimo rey.jpg

    Este drama épico retrata a história de Robert Bruce, o nobre que se tornou herói foragido durante a ocupação da Escócia pelo rei da Inglaterra. Correndo enormes riscos, Robert toma para si a coroa escocesa e lidera um grupo de homens na luta contra o poderoso exército real. Filmado na Escócia, Legítimo Rei é mais uma colaboração do diretor David Mackenzie (A Qualquer Custo) com o astro Chris Pine.

    "O outro lado do vento" (2/11/2018)

    Restaurado e finalizado quarenta anos após sua produção, este filme inédito de Orson Welles é uma sátira que retrata os últimos dias de um diretor decadente tentando reconquistar seu espaço em Hollywood. Com John Houston, Peter Bogdanovich e grande elenco.

    "A princesa e a plebeia" (16/11/2018)

    Quando descobrem que são praticamente idênticas, uma confeiteira de Chicago e uma futura princesa decidem trocar de papéis no Natal.

    "The ballad of Buster Scruggs" (16/11/2018)

    Vencedora do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza, esta antologia com seis histórias sobre o Velho Oeste tem criação e direção dos irmãos Joel e Ethan Coen. Com James Franco, Liam Neeson e Tom Waits.

    "O príncipe do natal: O casamento real" (30/11/2018)

    Um ano após ajudar Richard a conquistar a coroa de rei, Amber se prepara para o casamento. Mas os planos são ameaçados por uma crise política e pela insegurança dela em relação ao novo status. Sequência de “O Príncipe do Natal”.

    "Como superar um fora" (29/11/2018)

    Uma redatora publicitária com o coração partido se inspira em sua vida de solteira para escrever um blog e acaba se surpreendendo com o sucesso do site.

    "O feitiço do natal" (02/11/2018) O Feitiço do Natal.jpg

    Uma talentosa fotógrafa presa a um emprego sem perspectivas herda um antigo calendário que tem o poder de antecipar o futuro... e ainda por cima colocá-la no caminho do amor. Com Kat Graham (The Vampire Diaries).

    "A escuridão" (3/11/2018)

    Um adolescente se muda para uma cidade pequena e se apaixona pela vizinha. Mas há um pequeno problema: o pai dela escreve contos de terror que se transformam em realidade.

    "Últimos dias no deserto" (16/11/2018)

    Em sua peregrinação sozinho rumo a Jerusalém, Jesus Cristo encontra um garoto com a mãe gravemente doente e uma relação complicada com o pai. Enquanto tenta ajudar a família, Jesus precisa lidar com as tentações do Diabo. Com Ewan McGregor e direção de Rodrigo García.

    "Paisagem de natal" (01/11/2018)

    Depois de um fracasso nos negócios, a gerente de um restaurante vê sua vida virar de pernas para o ar com a chegada de um famoso chef com um passado secreto.

    "Boneca maldita" (20/11/2018)

    Um fabricante de brinquedos e sua esposa são aterrorizados por uma boneca amaldiçoada após seus filhos adotivos tentarem fazer contato com o espírito da mãe.

    "Lazzaro Felice" (30/11/2018)

    Lazzaro é um camponês tão bondoso que todos o consideram ingênuo. Tancredi é um nobre com uma imaginação fértil demais. Quando Tancredi pede a Lazzaro que o ajude a simular o próprio sequestro, os dois desenvolvem uma amizade improvável, que levará Lazzaro a descobrir um mundo totalmente novo.

    Patricia Kogut

    "Tribu urbana dance" (21/11/2018)

    Ao perder a reputação e também a memória, um executivo descobre uma nova vida ao lado de sua mãe biológica e um grupo de dança.

    "12 rounds 3: Lockdown" (01/11/2018)

    O detetive John Shaw vira alvo dos colegas após descobrir provas que ligam seu ex-parceiro ao assassinato de um traficante. Será que ele conseguirá provar a verdade?

    "Era uma vez um casamento" (15/11/2018)

    Prestes a ter sua grande oportunidade com a luxuosa e exclusiva festa de casamento de sua prima, a organizadora de eventos Kelsey Wilson conhece um atraente detetive particular que pode colocar tudo a perder.

    "Julieta" (15/11/2018)

    Com roteiro e direção de Pedro Almodóvar, este drama baseado em três contos de Alice Munro retrata a história de uma mãe buscando a reconexão com a filha há muito tempo desaparecida.

    "As Tartarugas Ninja: Fora das sombras" (17/11/2018)

    Com a ajuda de April e do recém-chegado Casey, as Tartarugas Ninja entram em ação depois que o Destruidor foge da prisão e planeja conquistar o mundo com Krang.

    "Death note II - O último nome" (02/11/2018)

    A batalha intelectual entre o enigmático detetive “L” e o jovem vigilante se intensifica quando Light consegue se infiltrar no grupo de investigadores próximos a “L”.

    "Death note: Iluminando um novo mundo" (02/11/2018)

    O Deus da Morte envia mais Cadernos da Morte para a Terra, causando uma onda de fatalidades por todo o mundo. Porém, o problema pode se tornar ainda maior: uma mensagem diz que aquele que tiver os seis cadernos dominará o mundo.

    "Na mira do medo" (01/11/2018)

    Quando uma gangue de sociopatas sequestra sua esposa, o médico Patrick Chen precisa reunir todas as suas forças para tentar salvá-la.

    "O turista" (01/11/2018)

    Um turista americano com o coração despedaçado flerta novamente com a decepção ao conhecer uma bela agente da Interpol.

    "A estrada 47" (06/11/2018)

    Durante a Segunda Guerra Mundial, as tropas brasileiras de detecção de minas que serviam no norte da Itália buscam coragem para dar segurança à infame Estrada 47.

    "90 minutos no paraíso" (30/11/2018)

    Durante uma viagem para o Texas, um jovem pastor sofre um grave acidente de carro e é encontrado sem sinal de vida. Ao despertar, ele afirma ter conhecido o Paraíso. Com Hayden Christensen (Guerra nas Estrelas).

    'Meu amor vai se casar (com outro)" (15/11/2018)

    Um ano após se separar da namorada, o ainda apaixonado Adam descobre que ela está noiva. Para piorar, ele é convidado para o casamento, onde terá de confrontar seus sentimentos.

    Documentários e especiais

    "Seguindo os patos: Parte 3" (01/11/2018)

    Os repórteres do BuzzFeed investigam robôs do sexo, exterminadores de superbactérias e muito mais na terceira parte desta instigante série documental.

    "Serei amado quando morrer" (02/11/2018)

    Este intrigante documentário analisa o filme inacabado de Orson Welles "O Outro Lado do Vento", no qual o diretor trabalhou por uma década antes de sua morte.

    "ReMastered: Nixon e o homem de preto" (02/11/2018)

    Este documentário retrata a visita de Johnny Cash à Casa Branca em 1970 e o contraste entre os ideais do músico e a política de Richard Nixon.

    "Trevor Noah: Filho de Patricia" (20/11/2018)

    O novo especial de stand-up do comediante Trevor Noah é uma sincera e divertida homenagem à sua mãe Patricia.

    "América Latina para imbecis, com John Leguizamo" (05/11/2018)

    Nesta versão para as telas de seu espetáculo na Broadway, John Leguizamo une história e comédia para retratar a vida de um latino nos Estados Unidos.

    "The Rolling Stones: Crossfire hurricane" (01/11/2018) The Rolling Stones_ Crossfire Hurricane.jpg

    Com imagens de arquivo e entrevistas recentes, este filme conta a história dos Rolling Stones, de adolescentes obcecados por blues a lendas do rock.

    "Loudon Wainwright III: Surviving twin" (13/11/2018)

    O cantor vencedor do Grammy Loudon Wainwright reflete sobre sua peculiar relação com o pai numa noite de intimidade, música e muitas histórias.

    "Bumping mics with Jeff Ross & Dave Attell" (27/11/2018)

    Os comediantes Jeff Ross e Dave Attell não se cansam de tirar sarro um do outro e também das pessoas na plateia. E para celebrar as boas tiradas, eles inventaram uma nova versão do típico “high five” americano.

    "The untold tales of Armistead Maupin" (01/11/2018)

    Este documentário retrata a vida de Armistead Maupin, autor de “Histórias de uma Cidade”, desde sua origem conservadora à ascensão como expoente do movimento LGBTQ.

    Kids

    "Eu e o universo" (02/11/2018)

    Jogos interativos, experimentos com câmeras ocultas, fatos curiosos e muito bom humor! Prepare-se para um divertido mergulho no mundo da Ciência.

    "She-Ra e as princesas do poder" (16/11/2018)

    Nesta nova versão da série dos anos 80, uma espada mágica transforma uma órfã na guerreira She-Ra, líder de uma rebelião contra o mal.

    Patricia Kogut links 2

    "Trolls: O ritmo continua!: Temporada 4" (02/11/2018)

    Animada como ela só, Poppy lidera os amigos no resgate do Sr. Dinkles, ajuda com a nova invenção de Guy Diamante e ensina Nina a ser útil.

    "Pokémon: A série sol e lua: Temporada 1" (01/11/2018)

    Ash, sua mãe e seu Pikachu vão para a região de Alola. Lá, Ash e Pikachu se inscrevem na escola Pokémon, onde enfrentam a abominável Equipe Skull.

    "Kubo e as cordas mágicas" (10/11/2018)

    No Japão feudal, um garoto com um olho só e poderes musicais procura a armadura encantada do pai. Na busca, ele é perseguido por seu avô maligno, o Rei Lua.

    "Cupcake e dino - Serviços gerais: Temporada 1" (13/11/2018)

    Um cupcake empreendedor e seu animado irmão dinossauro realizam todo tipo de serviços para ajudar amigos e estranhos em uma cidade maluca onde problema é o que não falta!

    "LEGO Star Wars: As aventuras dos freemakers: Temporada 2" (01/11/2018)

    Agora lado a lado com a Aliança Rebelde, os Freemakers enfrentam o Império e ameaças ainda maiores. Com tantas aventuras, só mesmo uma nova nave para dar conta!

    "Cupcake e Dino - Serviços gerais: Temporada 2" (13/11/2018)

    Não há serviço bizarro demais para um ambicioso cupcake e seu simpático irmão dinossauro, dispostos a qualquer coisa para satisfazer clientes e ajudar os amigos.

    "O natal de Angela" (01/11/2018)

    A pequena Angela tem uma ideia extraordinária quando vai com a família à igreja na véspera do Natal. Uma história comovente baseada no livro de Frank McCourt.

    "Beat Bugs: Temporada 3" (09/11/2018)

    Em mais uma temporada de divertidas aventuras e embalados pela música, os Beat Bugs ajudam seus amigos a solucionar diversos tipos de problemas.

    "Spirit - cavalgando Livre: Temporada 7" (09/11/2018) Spirit - Cavalgando Livre_ Temporada 7.jpg

    Um cavalo orgulhoso e indomável se torna amigo de uma garota forte e independente, e juntos eles embarcam nas mais incríveis aventuras.

    "Detetives da natureza: Temporada 2" (09/11/2018)

    O casal de irmãos detetives Toby e Teri está de volta para ajudar os amigos, com um montão de perguntas interessantes e muita coragem.

    "O Príncipe de Peoria" (16/11/2018)

    Ao se tornar estudante de intercâmbio nos EUA, um príncipe de 13 anos desenvolve uma amizade improvável com um pequeno gênio.

    "Pequenos espiões: Missão crítica: Temporada 2" (30/11/2018)

    Agora em uma série de animação, os pequenos espiões Juni e Carmen Cortez enfrentam uma sinistra organização para salvar o mundo. Desta vez, sem a ajuda dos pais superespiões.

    "O resgate dos desejos de Natal" (02/11/2018)

    As cartas de uma pequena cidade para o Papai Noel viraram cinzas por acidente. Agora, dois elfos precisam recuperar cada desejo perdido.


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    RIO — A emissora britânica BBC fez uma lista com os 100 melhores filmes produzidos por países com línguas que não sejam o inglês. Com indicações de 209 críticos de 43 países diferentes, o ranking final inclui apenas um brasileiro: "Cidade de Deus", do diretor Fernando Meirelles. O primeiro lugar ficou para o clássico do cinema japonês, "Os sete samurais", de Akira Kurosawa.

    No meio de 24 países e 19 línguas diferentes, o filme de Meirelles também é o único representante sul-americano a fazer parte da lista. "A viagem de Chihiro", do japonês Hayao Miyazaki, aparece como a única animação.

    Kurosawa, curiosamente, parece não fazer tanto sucesso assim no seu próprio país. Mesmo liderando o ranking, e com outros três filmes fazendo parte da lista, nenhum dois seis críticos japoneses que participaram da seleção nomeeou um filme do diretor.

    O francês é a grande língua campeã do ranking. Os 27 filmes mais bem colocados na lista foram filmados no idioma, seguidos pelo Mandarim (12). O Italiano e o Japonês ficam logo atrás, com 11 aparições cada.

    Se olharmos pelo prisma da representatividade feminina, a lista expõe uma realidade preocupante. Apenas quatro dos 100 filmes foram dirigidos ou codirigidos por uma mulher. No entanto, a emissora afirma que buscou igualdade na participação de críticos de ambos os sexos. Entre os que responderam, 94 são do sexo feminino, representando 45% dos críticos que participaram.

    Veja a lista completa:

    100. "Topio stin omichli" (Theo Angelopoulos, 1988)

    99. "Cinzas e diamantes" (Andrzej Wajda, 1958)

    98. "In the Heat of the Sun" (Jiang Wen, 1994)

    97. 'Gosto de cereja" (Abbas Kiarostami, 1997)

    96. "Shoah" (Claude Lanzmann, 1985)

    95. "Nuvens flutuantes" (Mikio Naruse, 1955)

    94. "Onde fica a casa do meu amigo?" (Abbas Kiarostami, 1987)

    93. "Lanternas vermelhas" (Zhang Yimou, 1991)

    92. 'Cenas de um casamento" (Ingmar Bergman, 1973)

    91. "Rififi" (Jules Dassin, 1955)

    90. "Hiroshima, meu amor" (Alain Resnais, 1959)

    89. "Morangos silvestres" (Ingmar Bergman, 1957)

    88. "Crisântemos Tardios" (Kenji Mizoguchi, 1939)

    87. "Noites de Cabíria" (Federico Fellini, 1957)

    86. "La Jetée" (Chris Marker, 1962)

    85. "Umberto D" (Vittorio de Sica, 1952)

    84. "O discreto charme da burguesia" (Luis Buñuel, 1972)

    83. "A estrada da vida" (Federico Fellini, 1954)

    82. "Amélie" (Jean-Pierre Jeunet, 2001)

    81. "Céline e Julie Vão de Barco" (Jacques Rivette, 1974)

    80. "Os Esquecidos" (Luis Buñuel, 1950)

    79. "Ran" (Akira Kurosawa, 1985)

    78. "O tigre e o dragão" (Ang Lee, 2000)

    77. "O conformista" (Bernardo Bertolucci, 1970)

    76. "E sua mãe também" (Alfonso Cuarón, 2001)

    75. "A bela da tarde" (Luis Buñuel, 1967)

    74. "O demônio das onze horas" (Jean-Luc Godard, 1965)

    73. Man with a Movie Camera (Dziga Vertov, 1929)

    72. "Viver" (Akira Kurosawa, 1952)

    71. "Um homem com uma câmera" (Wong Kar-wai, 1997)

    70. "O eclipse" (Michelangelo Antonioni, 1962)

    69. "Amour" (Michael Haneke, 2012)

    68. "Contos da lua vaga" (Kenji Mizoguchi, 1953)

    67. "O anjo exterminador" (Luis Buñuel, 1962)

    66. "O medo consome a alma" (Rainer Werner Fassbinder, 1973)

    65. "Ordet" (Carl Theodor Dreyer, 1955)

    64. "A liberdade é azul" (Krzysztof Kieślowski, 1993)

    63. "Spring in a small town" (Fei Mu, 1948)

    62. "A viagem da hiena" (Djibril Diop Mambéty, 1973)

    61. "Intendente Sansho" (Kenji Mizoguchi, 1954)

    60. "O desprezo" (Jean-Luc Godard, 1963)

    59. "Vá e veja" (Elem Klimov, 1985)

    58. "Desejos proibidos" (Max Ophüls, 1953)

    57. "Solaris" (Andrei Tarkovsky, 1972)

    56. "Amores expressos" (Wong Kar-wai, 1994)

    55. "Jules e Jim" (François Truffaut, 1962)

    54. "Comer beber viver" (Ang Lee, 1994)

    53. "Pai e filha" (Yasujirô Ozu, 1949)

    52. "A grande testemunha" (Robert Bresson, 1966)

    51. "Os guarda-chuvas do amor" (Jacques Demy, 1964)

    50. "O atalante" (Jean Vigo, 1934)

    49. "Stalker" (Andrei Tarkovsky, 1979)

    48. "Viridiana" (Luis Buñuel, 1961)

    47. "4 meses, 3 semanas e 2 dias" (Cristian Mungiu, 2007)

    46. "O boulevard do crime"(Marcel Carné, 1945)

    45. "A aventura" (Michelangelo Antonioni, 1960)

    44. "Cléo das 5 às 7" (Agnès Varda, 1962)

    43. "Bom trabalho" (Claire Denis, 1999)

    42. "Cidade de Deus" (Fernando Meirelles, Kátia Lund, 2002)

    41. "Tempo de viver" (Zhang Yimou, 1994)

    40. "Andrei Rublev" (Andrei Tarkovsky, 1966)

    39. "Close-Up" (Abbas Kiarostami, 1990)

    38. "Um dia quente de verão" (Edward Yang, 1991)

    37. "A viagem de Chihiro" (Hayao Miyazaki, 2001)

    36. "A grande ilusão" (Jean Renoir, 1937)

    35. "O leopardo" (Luchino Visconti, 1963)

    34. "Asas do desejo" (Wim Wenders, 1987)

    33. "Playtime" (Jacques Tati, 1967)

    32. "Tudo sobre minha mãe" (Pedro Almodóvar, 1999)

    31. "A vida dos outros" (Florian Henckel von Donnersmarck, 2006)

    30. "O sétimo selo" (Ingmar Bergman, 1957)

    29. "Oldboy" (Park Chan-wook, 2003)

    28. "Fanny e Alexander" (Ingmar Bergman, 1982)

    27. "O Espírito da Colmeia" (Victor Erice, 1973)

    26. "Cinema Paradiso" (Giuseppe Tornatore, 1988)

    25. "Yi Yi" (Edward Yang, 2000)

    24. "O encouraçado Potenkim" (Sergei M Eisenstein, 1925)

    23. "A paixão de Joana d'Arc" (Carl Theodor Dreyer, 1928)

    22. "O labirinto do Fauno" (Guillermo del Toro, 2006)

    21."A separação" (Asghar Farhadi, 2011)

    20. "O espelho" (Andrei Tarkovsky, 1974)

    19. "A batalha de Argel" (Gillo Pontecorvo, 1966)

    18. "A cidade do desencanto" (Hou Hsiao-hsien, 1989)

    17. "Aguirre, a cólera dos Deuses" (Werner Herzog, 1972)

    16. "Metropolis" (Fritz Lang, 1927)

    15. "Pather Panchali" (Satyajit Ray, 1955)

    14. "Jeanne Dielman" (Chantal Akerman, 1975)

    13. "M" (Fritz Lang, 1931)

    12. "Adeus, minha concubina" (Chen Kaige, 1993)

    11. "Acossado" (Jean-Luc Godard, 1960)

    10. "A doce vida" (Federico Fellini, 1960)

    9. "Amor à flor da pele" (Wong Kar-wai, 2000)

    8. "Os incompreendidos" (François Truffaut, 1959)

    7. "8 1/2" (Federico Fellini, 1963)

    6. "Persona" (Ingmar Bergman, 1966)

    5. "A regra do jogo" (Jean Renoir, 1939)

    4. "Rashomon" (Akira Kurosawa, 1950)

    3. "Era uma vez em Tóquio" (Yasujirô Ozu, 1953)

    2. "Ladrões de bicicleta" (Vittorio de Sica, 1948)

    1. "Os sete samurais" (Akira Kurosawa, 1954)


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    RIO - A competição acirrada entre canais e serviços de streaming por estrelas consagradas tem feito os salários de atores dispararem em produções para a televisão. De acordo com uma reportagem da revista "Variety", astros como Reese Witherspoon, Javier Bardem e Jennifer Aniston receberam mais de US$ 1 milhão por episódio em produções recentes.

    Outro fator que tem elevado os salários, a publicação indica, foi a aprovação de uma lei estadual na Califórnia que proíbe empregadores de perguntarem quanto o contratado recebia em sua função anterior. A lei foi criada para promover a equidade salarial — como mulheres e minorias costumam receber menos em seus salários iniciais, era mais difícil combater a diferença em relação a homens brancos mesmo conforme se progredia na carreira, já que empregadores em Hollywood costumavam se basear no histórico salarial de cada contratado.

    Confira alguns dos salários divulgados abaixo (valores por cada episódio).

    Comédias:

    John Goodman, Laurie Metcalf e Sara Gilbert ("The Conners", ABC): US$ 375 mil

    Candice Bergen ("Murphy Brown", Warner): US$ 250 mil

    Jennifer Garner ("Camping", HBO): US$ 150 mil

    Tyler Alvarez e Griffin Gluck ("American vandal", Netflix): US$ 2.500

    Realities e talk shows:

    Kelly Clarkson ("The Voice", NBC): US$ 560 mil

    Dwayne Johnson ("Titan games", NBC): US$ 450 mil

    James Corden e Drew Barrymore ("World's best", CBS): US$ 350 mil

    Alec Baldwin ("Alec Baldwin Show, ABC): US$ 300 mil

    Norm Macdonald ("Norm Macdonald has a show", Netflix): US$ 75 mil

    Karamo Brown, Bobby Berk, Johnathan Van Ness, Tan France e Antoni Porowski ("Queer eye", Netflix): US$ 7,5 mil

    Drama:

    Javier Bardem (Série sobre Hernán Cortés ainda sem nome definitivo, Amazon): US$ 1,2 milhão

    Reese Witherspoon (Série ainda sem nome definitivo, Apple): US$ 1,1 milhão

    Jennifer Aniston (Série ainda sem nome definitivo, Apple): US$ 1,1 milhão

    Elisabeth Moss ("Handmaid's tale", Hulu): 1 milhão Links séries de TV 30/10

    Norman Reedus ("The walking dead", AMC): 1 milhão

    Julia Roberts ("Homecoming", Amazon): US$ 600 mil

    Steve Carell (Série ainda sem nome definitivo, Apple): US$ 600 mil

    Sean Penn ("The First", Hulu): US$ 500 mil

    Anthony Mackie ("Altered carbon", Netflix): US$ 475 mil

    Henry Cavill ("The witcher", Netflix): US$ 400 mil

    Benicio Del Toro ("Escape at Dannemora", Showtime): US$ 400 mil

    Winona Ryder, David Harbour, Millie Bobby Brown ("Stranger things", Netflix): US$ 350 mil

    Joel Kinnaman (Série de ficção científica ainda sem nome definitivo, Sony): US$ 325 mil

    Elizabeth Olsen ("Sorry for your loss", Facebook): US$ 250 mil

    Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton e Noah Schnapp ("Stranger things", Netflix): US$ 250 mil

    Antonio Banderas ("Genius:Picasso", Nat Geo): US$ 200 mil

    Patricia Arquette ("Escape at Dannemora", Showtime): US$ 200 mil

    Sadie Sink e Dacre Montgomery ("Stranger things", Netflix): US$ 150 mil

    Stephen Amell ("Arrow", Warner): US$ 125 mil

    Grant Gustin ("The Flash", Warner): US$ 100 mil

    KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes e Cole Sprouse ("Riverdale", Warner): US$ 40 mil


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    RIO — A diretora Ava DuVernay, indicada ao Oscar em 2015 por "Selma", está produzindo, em parceria com a Netflix, um documentário sobre a vida do cantor Prince. Segundo o site "Deadline", os realizadores têm total apoio e participação dos herdeiros do artista, contando com entrevistas, imagens de arquivo e fotos, além de material inédito. A produção está em andamento há alguns meses.

    Links Ava DuVernay

    A escolha para comandar o longa não poderia ser diferente. De acordo com a publicação, antes de falecer o próprio Prince teria tentado contato com a diretora para a realização de um projeto conjunto.

    “Prince era um gênio e uma alegria para os sentidos. Não havia ninguém igual a ele. Ele destruiu toda noção préconcebida, esmagou todas as barreiras e compartilhou tudo que estava em seu coração usando sua música", afirma a diretora. "O único jeito que sei como fazer esse filme é com amor. E com muito carinho. Estou honrada de fazê-lo e agradecida pela oportunidade confiada a mim"

    Esse será o terceiro documentário de DuVernay. Em 2008, a diretora estreiou nos cinemas com "This is the life", sobre a cena alternativa do hip-hop na Los Angeles dos anos 90. Há dois anos, também em parceria com a Netflix, ela lançou "A 13ª emenda", uma análise do sistema carcerário americano e seu racismo estrutural. O filme foi indicado ao Oscar de melhor documentário.


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    RIO — A Netflix está considerando lançar "Roma", do diretor Alfonso Cuarón, nos cinemas duas semanas antes de liberar o filme em sua plataforma de streaming. Segundo o site "Deadline", os detalhes ainda não foram definidos, mas o motivo seria a data marcada para a estreia simultanea do longa: 14 de dezembro.

    Por ser no fim no ano, muito próximo do Natal, o lançamento nos cinemas poderia coincidir com a chegada de grandes blockbusters. Assim, a nova data escolhida seria 30 de novembro.

    Links Netflix

    Se confirmada, a decisão seria inédita para os padrões da Netflix, que costuma lançar suas grandes produções no cinema e na plataforma ao mesmo tempo. Ainda de acordo com a publicação, o plano é percorrer outras cidades americanas além Los Angeles e Nova York.

    Para a ocasião, a Netflix estaria alugando diretamente salas de cinema nos EUA para ficar com o total da bilheteria arrecadada. A prática usual é a distribuídora dividir os ganhos com o local de exibição.

    "Roma" se passa no começo dos anos 70 e acompanha um ano de uma família de classe média vivendo na Cidade do México. O filme já foi exibido nos principais festivais no mundo, ganhando o Leão de Ouro no Festival de Veneza.


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    RIO - No hoje longínquo ano de 2000, quem escutava rock há de se lembrar de “Relationship of command”, terceiro álbum do grupo americano At The Drive-In. Lançado pelo Grand Royal (selo dos Beastie Boys), ele trazia uma banda em ponto de bala, fazendo uma música selvagem, precisa e elaborada, que alguns definiriam como pós-hardcore. Dezoito anos depois, o ATDI enfim chega ao Brasil para shows no dia 15 de novembro em São Paulo (Popload Festival, no Memorial da América Latina), 17 no Rio (Circo Voador) e 18 em Porto Alegre (Opinião).

    A memória do At The Drive-In nos palcos era a de cinco músicos incontroláveis, que executavam movimentos acrobáticos, como que para sublinhar a alta intensidade de sua música. Em entrevista por telefone, o baterista Tony Hajjar deu a real sobre o que esperar em 2018:

    — Muita coisa mudou, somos mais velhos, mas ainda temos a mesma energia. Podem aguardar um show honesto: você logo saberá quando estamos bem ou mal. Mas, na maior parte das vezes, damos tudo de nós o tempo todo. Isso não mudou. Links At The Drive-In

    Meses depois de lançar “Relationship of command”, já em 2001, a banda implodiu. O vocalista Cedric Bixler-Zavala e o guitarrista Omar Rodríguez-López criaram o Mars Volta, grupo de orientação psicodélica e progressiva que chegou a se apresentar em São Paulo, no Tim festival de 2004, e em Itu, em 2010, no SWU. Tony Hajjar e seus companheiros restantes formaram o Sparta. Em 2012, os músicos fizeram as pazes e retornaram com o At The Drive-In, que cinco anos depois lançou o álbum de inéditas “in.ter.a.li.a”.

    — Quando nos certificamos que nossa relação era novamente boa, decidimos que íamos fazer shows e compor algumas músicas. Fizemos um disco inteiro enquanto estávamos na estrada — conta o baterista. — Logo depois que paramos com a banda e também um bom tempo depois, vimos outros grupos que tomaram o nosso som como referência. É gratificante.

    Para Hajjar, não existe nada de Mars Volta ou Sparta no nova encarnação do ATDI:

    — A química dessas cinco pessoas juntas é o que faz a diferença no At The Drive-In. A gente não fica pensando “ah, isso se parece com as outras bandas que tivemos...”. A gente seguiu adiante e fez algo diferente. O processo de composição foi bem natural. At The Drive In - Hostage Stamps (Official Music Video)

    Depois de trabalhar com Ross Robinson (Sepultura, Korn, Slipnot) em “Relationship of command”, o At The Drive-In optou por Rich Costey (de álbuns do Muse e Foster The People) para assinar “in.ter.a.li.a”.

    — Na verdade, Omar (Rodríguez-López) fez boa parte da produção, e Rich chegou bem mais tarde no processo — corrige Tony Hajjar. — Eu não sabia como ia ser essa coisa de ser produzido por alguém que estava na banda, mas acabou sendo bem legal. Ao entrar, Rich fez questão de que gravássemos as nossas ideias logo. At The Drive-In - interalia


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    RIO - Elogiada produção da BBC America, o thriller “Killing Eve” faz sua estreia no Brasil no Globoplay. A partir de quarta-feira, os oito episódios da primeira temporada estarão disponíveis para os assinantes do serviço. Na trama, Sandra Oh é Eve, uma investigadora em busca da assassina de aluguel Villanelle (Jodie Corner).

    Concebida pela atriz e roteirista inglesa Phoebe Waller-Bridge (criadora-protagonista de “Fleabag”), a série recebeu duas indicações ao Emmy deste ano, de melhor roteiro para série de drama e melhor atriz para Sandra Oh. O feito fez com que a atriz americana fosse a primeira mulher de origem asiática a ser indicada ao prêmio. A base da série é a coletânea de novelas "Codename Villanelle", do escritor britânico Luke Jennings. LINKS SÉRIES

    Elogiada pela crítica, a série inovou ao apresentar duas mulheres em um thriller de espionagem. Durante a trama, Eve e Villanelle desenvolvem uma complexa e mútua obsessão.

    "Eu amei a ideia de que essas duas mulheres não parecem precisam se ver para sentirem a presença de uma e outra. Elas dão vida uma à outra de uma forma que é muito mais complexa do que uma relação romântica. É sexual, intelectual, aspiracional. Eu amei experimentar em como uma mulher pode f*der com a outra", afirmou Waller-Bridge em entrevista ao "New York Times".

    Assistida por mais de 1 milhão de espectadores nos Estados Unidos, a série terá uma segunda temporada, que atualmente está sendo gravada na Europa.


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    RIO — Por pouco o 20º Festival do Rio não acontece. Originalmente previsto para outubro, ele começa nesta quinta-feira, com sessão de “Viúvas”, de Steve McQueen, no Odeon, e é encerrado dia 11 com “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues, o representante brasileiro na corrida para o Oscar. Alvo de especulação, o adiamento foi provocado por falta de patrocinadores. Foi necessário mais tempo para se ajustar ao orçamento reduzido.

    — Houve momentos em tive vontade de jogar a toalha — admite Ilda Santiago, diretora do evento. — Teve gente que sugeriu fazer um festival com poucos filmes ou só com uma mostra, mas isso não é o nosso perfil.

    Serão cerca de 200 títulos de 60 países exibidos em 20 locais da cidade, durante 11 dias — uma redução em relação aos 250 filmes da edição anterior. Mas Ilda acredita que a experiência não muda para os espectadores (veja a programação completa no site). É que os cortes ocorreram nos bastidores, ela diz.

    Há, por exemplo, menos convidados internacionais. Graças ao apoio de consulados e produtores, nomes de destaque ainda estão presentes, como o francês Olivier Assayas, que vem apresentar “Vidas duplas”, seu longa que tem Juliette Binoche no elenco. Festas para convidados ficaram de fora. 20 Festival do Rio 3010

    Além disso, mostras especiais foram canceladas. Passagens e hospedagens para equipes dos filmes, limitadas.

    A edição passada foi a primeira sem o apoio da Prefeitura. Este ano não é diferente.

    — No caso da Première Brasil, vitrine do cinema nacional, não cortamos o número de filmes. A ideia era não penalizar o público de maneira alguma — diz Ilda.

    Ao todo, são 84 obras brasileiras (ou coproduções) na programação: 64 longas e 20 curtas, entre ficções e documentários. “Inferninho”, de Pedro Diogenes e Guto Parente, é uma pérola nesse caldeirão. Com pegada surreal, os cineastas retratam o romance entre a dona de um bar e um marinheiro enquanto o estabelecimento tenta resistir à especulação imobiliária. O filme, de baixo orçamento, causou burburinho em Roterdã e Brasília.

    Uma novidade desta edição são quatro clássicos nacionais em versão restaurada: “Central do Brasil” (1998), de Walter Salles; “Pixote: a lei do mais fraco” (1981), de Hector Babenco; e “Rio 40 graus” (1955) e “Rio Zona Norte” (1957), ambos de Nelson Pereira dos Santos, morto em abril deste ano.

    A mudança de data, no entanto, tornou inevitável a presença de longas não inéditos na Première Brasil, uma das seções mais concorridas. Em competição, as ficções “Domingo”, de Clara Linhart e Fellipe Barbosa; “Tinta bruta”, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher (prêmio Teddy em Berlim); e “A sombra do pai”, de Gabriela Amaral Almeida, já foram projetados em Brasília ou na Mostra de São Paulo.

    — Quase todos os realizadores demonstraram preocupação com a possibilidade de ter suas obras excluídas do Festival do Rio por terem passado em outros eventos, mas fizemos a seleção sem dar tanto peso à trajetória dos filmes. O mais importante era apresentar uma programação diversa, característica que nos define — defende Ilda.

    Destaques internacionais

    Como de praxe, o evento traz filmes premiados em outros festivais internacionais. “Não me toque”, da romena Adina Pintilie, foi o grande vencedor, este ano, do Urso de Ouro em Berlim.

    De Cannes, vêm “Em chamas”, de Lee Chang-dong, prêmio da crítica; “Assunto de família”, de Hirokazu Koreeda, ganhador da Palma de Ouro; “Infiltrado na Klan”, de Spike Lee, grande prêmio do júri; e “Cafarnaum”, de Nadine Labaki, prêmio do júri.

    Há novos trabalhos de diretores consagrados, como o dinamarquês Lars von Trier (“A casa que Jack construiu”), o francês Jean-Luc Godard (“Imagem e palavra”), o britânico Mike Leigh (“Peterloo”), o sérvio Emir Kusturica (“El Pepe, uma vida suprema”) e o iraniano Jafar Panahi (“3 faces”).

    Dois docs sobre arte se destacam: “Kusama: infinito”, de Heather Lenz, sobre a artista japonesa Yayoi Kusama; e “Ferrante fever”, de Giacomo Durzi, sobre a autora italiana Elena Ferrante.


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    SÃO PAULO - Naomi Watts foi escalada para o elenco de uma das séries derivadas de Game of Thrones que estão em preparação pela HBO. A atriz deve integrar o piloto do prelúdio que escrito pela roteirista Jane Goldman, conhecida por seu trabalho em "Kick-Ass - Quebrando tudo" (2010)", e que se passa cerca de 10 mil anos antes dos eventos testemunhados na série original.

    Por enquanto, o que se sabe sobre a personagem de Naomi é que ela vai interpretar "uma socialite que esconde um segredo sombrio". No entanto, os detalhes estão sendo mantidos a sete chaves. Recentemente, a atriz também atuou no recente revival de "Twin Peaks", produzido pela Showtime, e em "Gypsy", da Netflix. Prelúdio Game of Thrones

    De acordo com a imprensa especializada em mercado audiovisual nos EUA, a série de Goldman será ambientada durante a Era dos Heróis e fará a crônica da descida ao caos do mundo imaginado por George R.R. Martin na série de romances intitulada "Crônicas de Gelo e Fogo". Goldman e Martin criaram a história em parceria, mas foi ela que escreveu os roteiros dos episódios. A roteirista também terá crédito de showrunner. Ambos assinarão como produtores executivos, ao lado de Daniel Zelman e Vince Gerardis.

    Além de Goldman, há outros roteiristas escrevendo séries derivadas de "Game of thrones": Max Borenstein, Brian Helgeland, Carly Wray e Bryan Cogman. A natureza exata de cada um dos projetos está sendo mantida em segredo. Mas Martin já deixou claro que serão prelúdios e não spinoffs e que nenhum dos atores envolvidos na série original será escalado nas outras.


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    RIO — O dia 6 de outubro de 2019, o que encerra a próxima edição do Rock in Rio, terá dois representantes da nova geração do rock de arena como headliners: o trio britânico Muse e a banda americana Imagine Dragons. O Palco Mundo receberá ainda os canadenses do Nickelback e Os Paralamas do Sucesso.

    Headliner também em 2013, no Rio — e, mais recentemente, no Rock in Rio Lisboa deste ano —, o Muse volta com novidades. No próximo dia 9, chega às plataformas digitais "Simulation theory", o oitavo disco de estúdio do grupo de rock alternativo formado na pequena cidade de Teignmouth, sudoeste inglês. Links Rock in Rio

    O trabalho, que sucede o elogiado "Drones" (2015), já teve cinco singles lançados: "Pressure", "The dark side", "Something human", "Thought contagion" e "Dig down" (ouça abaixo). A capa do disco, em tom futurista/sci-fi é assinada por Kyle Lambert, que fez os pôsteres da série "Stranger things". Muse EP

    O Imagine Dragons tem sido figurinha carimbada no Brasil nos últimos anos, mas fará sua estreia no Rock in Rio em 2019. A banda de pop rock de Las Vegas, liderada pelo vocalista Dan Reynolds, tocou no Rio e em São Paulo em 2014, 2015 e 2018, sempre arrastando multidões, principalmente nos shows que fez no festival Lollapalooza.

    O quarteto, famoso por hits como "Thunder", "Radioactive" e "Believer", também estará em turnê com um novo álbum, o quarto de sua discografia. Batizado de "Origins", o trabalho coincidentemente sairá no mesmo dia 9 de novembro e já teve dois singles divulgados, "Natural" e "Zero", que faz parte da trilha do filme "WiFi Ralph". Imagine Dragons - Natural

    Sucesso no início da década de 2000, quando emplacou hits radiofônicos como “How you remind me” e “Photograph”, o grupo de post-grunge/hard rock Nickelback fez sua estreia no Brasil em 2013, exatamente no Rock in Rio (relembre como foi). Eles passaram o ano na estrada divulgando o disco “Feed the machine”, lançado em 2017. Nickelback How You Remind Me Live Rock in Rio 2013

    Já os Paralamas têm identificação direta com festival, onde se apresentaram na primeira edição, em 1985, e, 30 anos depois, em 2015. Eles foram convidados pessoalmente pelo presidente do festival, Roberto Medina, para integrar a escalação em 2019. Herbert Vianna, João Barone e Bi Ribeiro consideram que a estreia no evento foi fundamental para abrir as portas da América Latina para sua música. Paralamas do Sucesso - Óculos (Rock in Rio 1985)

    Com essa, três noites do Palco Mundo tiveram as programações anunciadas. O dia 4 será dedicado ao rock pesado, com Iron Maiden, Scorpions, Megadeth e Sepultura no Palco Mundo, e Canto Cego no Espaço Favela. P!nk, Black Eyed Peas e Anitta, além de uma atração ainda a ser divulgada, são atrações no dia 5, dedicado ao pop.

    Em sua oitava edição brasileira, o Rock in Rio será realizado nos dias 27, 28 e 29 de setembro, e 3, 4, 5 e 6 de outubro.

    No dia 12 de novembro, às 19h, será iniciada a venda do Rock in Rio Card, com o qual o cliente garante acesso a um ou mais dias do festival antes mesmo do anúncio completo do line-up.

    Veja a escalação do Rock in Rio 2019, até o momento:

    4 de outubro

    Palco Mundo

    Iron Maiden

    Scorpions

    Megadeth

    Sepultura

    Espaço Favela

    Canto Cego

    5 de outubro

    Palco Mundo

    P!nk

    Black Eyed Pead

    Anitta

    6 de outubro

    Palco Mundo

    Muse

    Imagine Dragons

    Nickelback

    Paralamas do Sucesso


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    TORONTO — As viúvas armadas são quatro: Veronica (Viola Davis), Linda (Michelle Rodriguez), Belle (Cynthia Erivo) e Alice (Elizabeth Debicki). Decididas a terminar o serviço inacabado dos respectivos maridos — criminosos que perderam a vida em um confronto com a polícia. O pano de fundo é uma eleição local na corrupta Chicago dos dias de hoje. O dinheiro, a ganância e a sobrevivência dos respectivos núcleos familiares são os principais combustíveis da trama. A direção é do britânico Steve McQueen (vencedor do Oscar com “Doze anos de escravidão”), em seu filme mais escrachadamente comercial. E o roteiro tem o toque de Gillian Flynn, autora do sucesso “Garota exemplar”. O longa teve estreia mundial no Festival de Toronto, em setembro, é unanimidade de crítica nos dois lados do Atlântico Norte e abre, nesta quinta, o Festival do Rio. “As viúvas” estreia em grande circuito no Brasil no dia 29/11.

    — Este filme é sobre a sociedade de hoje, a realidade do agora. Não queria que as protagonistas fossem arquétipos femininos típicos de Hollywood. Quero filmar sobre nós que estamos aqui agora e não sobre o que pensam que eu deveria estar fazendo — diz o diretor.

    “As viúvas”, de fato, não é exatamente a história que se associaria de imediato ao artista plástico e diretor de 49 anos, que anteriormente assinou títulos mais obviamente autorais, como “Hunger” (2008) e “Shame” (2011). O thriller, inspirado em uma série televisiva inglesa dos anos 1980, é mais pipoca do que cabeça e conta com elenco estelar, com destaque, no flanco masculino, para Liam Neeson, como Henry, o líder dos criminosos, com quem Veronica era casada. E um duo que namora com o humor negro formado por Robert Duvall e Colin Farrell, pai e filho mais ou menos unidos na tentativa de manter o domínio sobre área da cidade tradicionalmente irlandesa e cada vez mais repleta de eleitores afro-americanos.

    Inspirado em série de TV

    Em 1983, McQueen, adolescente e negro, viu, na telly, a série em seis episódios “Widows”, de Lynda La Plante. A inspiração da quase novela era o universo da ficção pulp e as narrativas de liberação feminina achatadas pela revolução conservadora do duo Reagan-Thatcher. Abra os olhos na sala de cinema, no entanto, e o que se vê agora é a velocidade, as cores e as cenas de violência do cineasta que encontrou, naquelas personagens, uma parábola sobre a necessidade de se dar uma banana para as expectativas dos outros — mesmo as daqueles que vivem no submundo mais vil. Trailer de As viúvas

    — Veja bem, encontrar aquelas mulheres empoderadas na TV, quando eu tinha 13 anos, em plena sala de estar de minha casa em Londres, foi libertador.

    Geografia, aqui, é, garantem diretor e elenco, um detalhe. E a Veronica de Viola Davis poderia arquitetar sua vingança — de significado muito maior do que o inicialmente esperado, de Londres, Chicago ou uma das metrópoles brasileiras. Cotada para sua terceira indicação ao Oscar pelo papel, a atriz diz que foi fundamental atuar contra as expectativas do público, invertendo a lógica do thriller:

    — Você descobre quem é, de fato, ao enfrentar dificuldades. Estas mulheres oferecem uma metáfora sobre como mudanças acontecem em nossas vidas. Elas vêm quando não há outra saída. E nós as recebemos, inevitavelmente, aos berros. E, exatamente como ao atuar, nos transformamos em outras.

    Eduardo Graça se hospedou a convite do Festival de Toronto


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    O barroquismo brasileiro é o assunto — e o título — do ciclo de conferências da Academia Brasileira de Letras de novembro. O evento, que tem coordenação do acadêmico Merval Pereira, começa nesta quinta-feira, às 17h30m, no Teatro R. Magalhães Jr. A palestra de abertura é do consultor em comunicação, escritor, articulista e empreendedor social Jorge Maranhão, que falará sobre as transições culturais do barroco para os campos da política, da justiça, da moral e dos costumes.

    — O barroquismo brasileiro é uma metáfora do país que herdou o olhar barroco das artes plásticas desde o século XVI, que se mantém enraizado na nossa cultura até os dias de hoje — diz Merval Pereira, imortal da cadeira 31 e colunista do GLOBO. — Vamos abordar as distorções brasileiras entre a teoria e a prática, o pensar e o agir, entre o código moral e a conduta social, entre a lei e observância da lei no cotidiano de nossa sociedade, onde há leis que simplesmente não pegam.

    Um tema muito atual a ser analisado, segundo Merval, são as consequências da distorção na relação entre governantes e governados, que “fogem de seus deveres cívicos, vistos quase sempre como supérfluos ou anacrônicos”, completa o jornalista.

    — Uma transposição cultural desastrosa do barroco, segundo a tese do conferencista Jorge Maranhão. A ideia é que, analisados os entraves barrocos ao exercício de nossa cidadania, possamos partir para uma nova narrativa de país que nos leve a uma sociedade contemporânea menos desigual, superando as dificuldades burocráticas, semânticas e até mesmo psicológicas, propiciando oportunidades iguais para todos.

    Jorge Maranhão está lançando um livro sobre o assunto, “Distorcer o Brasil — De sua cultura de torções, contorções e distorções barroquistas”, que mostra como eventos políticos conhecidos de 2018 remetem aos traços básicos da cultura barroca.

    — O título é um jogo de palavras — diz Maranhão. — À primeira vista, pode se pensar que “destorcer” é desvirtuar, mas na verdade o Brasil já está bastante desvirtuado. A ideia é desfazer a torção, isto é, a sua cultura de torções.

    O ciclo terá mais três palestras nas quintas-feiras de novembro, no mesmo local e horário, com os seguintes dias, conferencistas e temas, respectivamente: dia 8, Mário Guerreiro, Persuadir ou Convencer: 22, Nelson Jobim, O Juridiquês Como Legado Barroquista; e 29, Denise Maurano, A Arte e a Alma Barroca Brasileira.


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    RIO — O sucesso de "Cobra kai", série que retorna ao mundo do filme "Karatê Kid", parece estar dando frutos. Com o primeiro episódio da websérie ultrapassando a marca de 50 milhões de visualizações, a segunda temporada já está confirmada para o começo de 2019.

    Para celebrar a conquista, a conta oficial da produção publicou uma postagem no Twitter com o trio de protagonistas da série, incluindo os atores William Zabka e Ralph Macchio, ambos presentes no filme de 1984.

    Tuíte Cobra Kai

    A série exibida no Youtube Premium, serviço pago da plataforma de vídeos, mostra a vida de Johnny Lawrence (William Zabka), famoso antagonista do filme original, buscando reerguer o Cobra Kai Dojo. Isso faz com que a rivalidade com Daniel LaRusso (Ralph Macchio), que sofre com a morte de seu mestre, também ressurja.


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    RIO — O diretor Abdellatif Kechiche, vencedor da Palma de Ouro pelo filme "Azul é a cor mais quente", está sendo investigado por agressão sexual. Segundo o site "Deadline", a promotoria de Paris abriu o caso após a denúncia de uma jovem atriz contra o cineasta.

    O abuso teria acontecido em julho, durante um jantar de comemoração realizado em um apartamento de amigos em comum. A atriz, que não teve sua identidade revelada, prestou queixa à polícia no dia 6 de outubro, mas o ocorrido só veio à tona recentemente.

    Links assédio Abdellatif Kechiche

    "Azul é a cor mais quente", filme que rendeu estrelato a Kechiche, conta a história de uma intensa relação entre duas jovens. As picantes cenas de sexo entre as duas gerou controvérsia, com alguns chegando a acusar o diretor de retratar a relação sexual entre mulheres de forma exageradamente erotizada.


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    RIO — Aluna de grande nomes das artes brasileiras, como Oswaldo Goeldi, Iberê Camargo e Darel Valença Lins, a gravurista Anna Letycia criou, em 1977, a Oficina do Ingá, em Niterói, que formou gerações de artistas nas décadas seguintes. Nos anos 1980, o projeto montado no Museu do Ingá tornou-se um polo de criação e de troca de experiências, junto ao Parque Lage e às oficinas do Museu de Arte Moderna (MAM).

    Mas não apenas estudantes interessados em gravura foram alunos de Anna Letycia: nomes como Alair Gomes, Aluísio Carvão, Rubem Grilo, Ronaldo do Rego Macedo e Analu Cunha passaram pela Oficina do Ingá, um ponto de efervescência cultural que fazia com que muitos artistas atravessassem a Baía da Guanabara.

    — Não cheguei a ser aluno da Anna, mas na época era comum irmos a Niterói e ver o que estava acontecendo na Oficina — lembra Marcus Lontra, curador da icônica coletiva “Como vai você, Geração 80?”, realizada em 1984 na Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage.19790663_RG EXCLUSIVA 06-09-2011 Reportagem de capa com artistas pásticos que estão na casa dos 80 a.jpg

    Lontra assinou a curadoria, ao lado de Viviane Matesco, da exposição “Experimentação e método”, realizada no ano passado no museu niteroiense, para celebrar os 40 anos da Oficina do Ingá. A mostra contava com obras de alunos famosos de Anna Letycia e da própria gravadora.

    — Mesmo sendo uma referência da gravura, a Anna sempre foi muito sensível e completamente aberta a outras linguagens. Talvez por isso a Oficina atraísse artistas tão diferentes, interessados naquele espaço de livre criação — destaca Lontra. — Por maior que fosse a ousadia de seus jovens alunos, todos traziam uma disciplina com o trabalho que era própria da Anna.

    Aluna de Iberê Camargo e Oswaldo Goeldi

    Nascida em Teresópolis, em 1929, Anna Letycia iniciou seus estudos artísticos com o desenho e a pintura com Bustamante Sá (1907 —1988), na Associação Brasileira de Desenho, no Rio. Na década de 1950, estudou gravura com Darel Valença Lins (1924 — 2017), na então Escola Nacional de Belas Artes (Enba). Após estudar com Iberê Camargo (1914-1994), fez curso de xilogravura com Oswaldo Goeldi (1895-1961).

    Também foi aluna de Ivan Serpa (1923-1973), participando da criação do Grupo Frente, marco no movimento construtivo brasileiro, ao lado de nomes como Abraham Palatnik, Lygia Pape, Lygia Clark, Hélio Oiticicae Franz Weissmann. Entre 1960 e 1966, lecionou gravura no ateliê do MAM.

    A partir de formas da natureza, Anna Letycia passou à abstração, dentro de um processo calcado em intensa pesquisa técnica e formal. Ficou à frente da Oficina do Ingá de 1977 até 1998, mas mesmo longe das prensas não deixou de criar. Em 1996 ganhou uma retrospectiva no Paço Imperial e, dois anos depois, foi publicado o livro “Anna Letycia”, da professora e curadora Angela Ancora da Luz.

    “A gravura dá mais trabalho, mas continuo me dedicando à pintura, às colagens. O hábito que você adquire no ateliê é difícil de perder”, disse a artista em entrevista no ano passado, por conta da exposição “Experimentação e método”.

    Anna Letycia morreu nesta terça-feira, vitima de enfisema pulmonar, aos 89 anos.


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    SÃO PAULO - “Las sandinistas!”, da americana Jenny Murray, ganhou o Troféu Bandeira Paulista 2018 na 42ª Mostra Internacional de São Paulo, encerrada ontem com a exibição de “Roma”, do mexicano Alfonso Cuarón, no Auditório Ibirapuera. Retrato de algumas das mulheres que lutaram na Revolução Sandinista, na Nicarágua, em 1979, o filme também ganhou o Prêmio do Público na categoria melhor documentário.

    O júri internacional da Competição Novos Diretores também concedeu menção honrosa ao longa brasileiro “Sócrates”. Dirigido por Alex Moratto, o filme acompanha a via-crúcis do personagem-título, que enfrenta pobreza, violência, racismo e homofobia. O corpo de jurados foi formado por Astrid Adverbe, Edgard Tenembaum, Ferzan Özpetek, Teresa Villaverde e Sergio Machado.

    Prêmios em dinheiro

    Concedido pela segunda vez na Mostra de SP, o Prêmio Petrobras de Cinema foi para dois filmes brasileiros: a ficção “Meio irmão”, de Eliane Coster, que recebe R$ 200 mil, e o documentário “Torre das donzelas”, de Susanna Lira, que ficará com R$ 100 mil. O dinheiro deve ser aplicado na distribuição e lançamento dos títulos.

    O Prêmio de Público na categoria ficção internacional ficou com “Cafarnaum”, de Nadine Labaki, sobre um garoto libanês de 12 anos que processa os pais abusivos por lhe darem vida. Links cinema

    Entre os filmes brasileiros de estreantes que participaram da seleção, a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) premiou “Meio irmão”, que trata dos efeitos de uma agressão homofóbica nas redes sociais.

    Os críticos que fizeram a cobertura local da Mostra de SP premiaram como melhor filme brasileiro a comédia romântica “Todas as canções de amor”, de Joana Mariani, com Marina Ruy Barbosa, e como melhor filme internacional o drama “Nuestro tiempo”, do mexicano Carlos Reygadas. (A. G.)


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    SÃO PAULO — Inspirado em personagem criado pelo quadrinista Luciano Cunha, “O doutrinador” chega aos cinemas nesta quinta, em 400 salas do do país, apresentando ao público um vigilante que persegue e, sempre que possível, mata políticos corruptos e inescrupulosos com requintes de crueldade. Identidade secreta de um policial federal, o anti-herói tem como motivação uma tragédia pessoal: a perda de um ente querido, atingido por uma bala perdida. Ele não pode ser atendido adequadamente em um hospital público, em condições precárias por não receber verbas do governo. Links 'O Doutrinador'

    Há muito tiro, porrada e bomba, além de uma variedade de efeitos especiais (leia a crítica do Bonequinho, que dorme). E um elenco que, tirando o protagonista, interpretado por Kiko Pissolato, e sua ajudante, uma jovem hacker encarnada por Tainá Medina, está pontuado por participações de atores veteranos como Eduardo Moscovis, Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tuca Andrada e outros. É, segundo Gustavo Bonafé, que assina o filme com Fabio Mendonça, uma tentativa de fazer aqui um tipo de cinema de entretenimento como o que existe nos Estados Unidos:

    — “O doutrinador” é um filme de entretenimento — decreta Bonafé. — Não faz apologia à violência, questiona inclusive isso. Todo mundo em volta do personagem o critica. No quadrinho tem essa carga de violência. Não íamos mexer nisso, foi um consenso geral entre todos nós. Há um público para esse tipo de filme

    O projeto prevê ainda uma série de sete episódios para o canal Space, com estreia prevista para o primeiro trimestre de 2019 — juntos, longa e programa de TV custaram R$ 16 milhões. A violência contida nele, diz o cineasta, foi um dos poucos elementos dos quadrinhos estrategicamente mantidos para atrair um público específico.

    — No quadrinho tem essa carga de violência — diz ele. — Não íamos mexer nisso, foi um consenso geral entre todos nós. Há um público para esse tipo de filme, e acho que se a gente tirasse isso iria desagradar os fãs._AA_9264.jpg

    O personagem foi criado em 2008, mas se popularizou nas redes sociais, onde os quadrinhos eram publicados, em 2013, durante as primeiras manifestações contra o governo Dilma Rousseff. Em sua origem, era um homem cuja história estava ligada à luta contra a ditadura, mas, no Brasil conflagrado de 2013, passou a combater personagens da política reinante, como a própria presidente e o então presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha. Um personagem que, como se diz hoje em dia, é “contra tudo isso que está aí”.Trailer de 'O doutrinador'

    — É um personagem dúbio, porque tem várias leituras possíveis, não dá para sair muito dele. Como os quadrinhos têm muita correspondência com a realidade, resolvemos então tirar todas essas coisas e transformar em ficção — diz a produtora executiva do filme, Renata Rezende.

    “O doutrinador” se passa na fictícia cidade de Santa Cruz, uma metrópole brasileira que se assemelha muito à São Paulo contemporânea, assim como a Gotham City de Batman tem muito de uma Nova York dos anos 1930 e 1940. E os políticos que habitam esse mundo, assim como personagens do poder judiciário e das forças policiais, são figuras completamente fictícias.

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    — Entre os políticos, tem o pastor, o cara ligado ao agronegócio, o prefeito corrupto, o cara mais ligado à comunicação. Tentamos colocar uma pitada de todos. Para evitar problemas com figuras específicas do mundo real — diz Luciano Cunha, que também colaborou no roteiro.

    Realidade desleal

    Ele observa que os quadrinhos eram “um retrato diário do que estava acontecendo na época”:

    — Não dá para competir com a realidade brasileira. É até desleal, porque nenhum roteirista conseguiria inventar as coisas que acontecem hoje em dia.

    Mesmo com todos esses cuidados, “O doutrinador” teve a estreia adiada do início de setembro para depois das eleições, de modo a evitar problemas de ordem partidária:

    — O filme foi pensando como entretenimento, não era nosso intuito gerar uma ferramenta que pudesse ser usada por um partido ou por outro. Mas de provocar uma reflexão, sim, porque o final tem isso — diz Renata.


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