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    RIO — O ator principal mudou. O diretor também. E houve até um arremesso de objeto no set. Várias dificuldades marcaram a conturbada produção de “Bohemian Rhapsody”. Mas a cinebiografia da banda britânica Queen superou os problemas de bastidor e chega aos cinemas na próxima quinta-feira. Será que a espera valeu a pena?

    A sessão para a imprensa brasileira só acontece nesta segunda-feira. Mas, lá fora, a unanimidade em torno das músicas do grupo liderado por Freddie Mercury (1946-1991) não se traduziu no filme.

    “Bohemian Rhapsody” teve pré-estreia em Londres na semana passada. o consenso é que, apesar de acertar em alguns pontos, sobretudo na performance de Rami Malek, que, diz a crítica, encarna o cantor com fidelidade assustadora, o longa se mantém na superficialidade e oferece mais um medley de músicas do que uma coletânea de grandes sucessos.

    Além disso, ao que tudo indica (ou ao menos o trailer mostra), a produção não deve explorar a sexualidade de Freddie Mercury, como sua relação com Jim Hutton, que permaneceu ao lado do artista até a sua morte, por complicações da Aids.

    Leia a reportagem completa clicando aqui.


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    RIO — Uma das disputas mais longevas do entretenimento, a batalha entre os super-heróis da Marvel e da DC Comics tem novos capítulos na televisão. Se no cinema a Marvel leva vantagem (só em 2018, emplacou sucessos como “Pantera Negra”, “Vingadores: Guerra infinita” e “Deadpool 2”), na telinha suas séries patinam e a DC que está por cima.

    Só este mês, duas séries da parceria entre Neflix e Marvel tiveram o cancelamento anunciado: “Punho de Ferro” e “Luke Cage”, ambas com duas temporadas. Enquanto o fim da primeira não chega surpreender diante das críticas negativas, a decisão de encerrar a série estrelada por Mike Colter pegou até o elenco desprevenido.

    MV5BMTA0MTU0MzMxNTNeQTJeQWpwZ15BbWU4MDc4Njc3MjQz._V1_.jpgDe acordo com o site “Deadline”, houve “divergências” entre a Netflix e a Marvel. Por enquanto, “Demolidor” e “Jessica Jones” passam bem, mas estes super-heróis, vale lembrar, pertencem à Disney, que pretende lançar seu próprio serviço de streaming no ano que vem.

    Já a DC vive a situação inversa. Enquanto filmes como “Esquadrão suicida” (2016) e “Liga da justiça” (2017) decepcionaram (só a Mulher-Maravilha se salva), a empresa coleciona sucessos em série. Lançada em 2012, “Arrow”, com as aventuras do Arqueiro Verde, deu origem à “The Flash”, “Supergirl” e outras. Fruto da parceria com o canal americano CW, todas se passam no mesmo Arrowverse (“Universo Arrow”).

    MV5BMTA5MTc2Njg1NzVeQTJeQWpwZ15BbWU4MDI0NTc1NTUz._V1_SX1500_CR0,0,1500,999_AL_.jpgAutor de “Pancadaria:Por dentro do épico conflito Marvel vs DC” (Fábrica 231), o jornalista Reed Tucker acredita que o jogo deve ficar mais acirrado.

    — Por enquanto, a Marvel está destruindo a DC no filmes, mas o Arrowverse é um sucesso. A longo prazo, a balança deve se equilibrar.

    Colaborou Emiliano Urbim


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    DAMASCO - A Síria reabriu, neste domingo, 28, parte do seu prestigioso Museu Nacional de Antiguidades de Damasco. O espaço estava fechado havia sete anos, devido à guerra civil que tem devastado o país. Os objetos expostos pertencem a diferentes períodos, “da pré-história à era islâmica”, afirmou Ahmad Dib, responsável pela Direção Geral de Antiguidades (DGA).

    Segundo ele, as autoridades trabalham agora para reabrir todo o museu em breve. A reabertura é um sinal das tentativas do governo de restaurar a normalidade na capital após uma sucessão de vitórias do exército ter encerrado a ameaça rebelde ao regime do presidente Bashar al-Assad.

    Localizado no centro de Damasco, o museu se tornou alvo de tiros um ano após o início da guerra civil, em 2011, com uma sangrenta repressão de manifestações pró-democracia. Com medo de danos ou saques, diversas peças foram transferidas para locais seguros. Os jardins, porém, haviam permanecidos abertos ao público.

    A Síria tem mais de 700 sítios arqueológicos, muitos dos quais foram destruídos, danificados ou saqueados desde o início do conflito. Desde 2012, o Departamento dos Museus armazenou cerca de 300 mil objetos e milhares de manuscritos, de todas as partes do país, em locais protegidos de incêndios, bombardeios e inundações. Mais de sete anos após o início da guerra, o regime de Bashar al-Assad, apoiado pelo exército russo, controla a capital e seus arredores.


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    SÃO PAULO — Nos anos 1930, dois garotos judeus de Cleveland, nos Estados Unidos, tiveram uma ideia maluca para incrementar a renda de suas famílias, ambas de imigrantes do Leste Europeu. Os amigos de colégio criaram a história de um jovem alienígena que, ao chegar na Terra, ganha superpoderes e combate toda a sorte de maldades.

    Depois de levar muitas portas na cara, Joe Shuster (1914-1992) e Jerry Siegel (1914-1996) eventualmente emplacariam o Superman na All-American Comics, editora que lançou o personagem em 1938, no número 1 da revista “Action Comics”. A graphic novel “A história de Joe Shuster: O homem por trás do Superman” (Aleph), que será lançada no próximo mês no Brasil, conta tudo isso sob o ponto de vista do artista que deu forma a um dos super-heróis mais populares do mundo. Saiba mais sobre quadrinhos

    Com roteiro de Julian Voloj e arte de Thomas Campi, o álbum mostra também a luta judicial de quase quatro décadas de Shuster e de Siegel para reaver os direitos do Superman e o reconhecimento da autoria do personagem. Tudo porque os amigos venderam o copyright para aquela que se tornaria a DC Comics por apenas US$ 130 — só o cheque que receberam foi leiloado em 2012 por US$ 160 mil.

    superman_detalhe.jpg

    Narrador externo

    Em entrevista ao GLOBO, Voloj, que capitaneou o projeto, conta que sua intenção inicial era contar a história dos dois como se fosse um narrador externo.

    — Isso mudou quase por acaso — conta o autor, que assina também o roteiro de “Ghetto Brother — Uma lenda do Bronx” (Veneta), com arte de Claudia Ahlering. — Em 2014, fiquei sabendo que a universidade de Columbia recebera uma caixa com correspondências de Shuster. Entrei em contato com eles e, para minha surpresa, me concederam acesso à papelada antes mesmo de começarem a catalogação.

    JV Author.jpgO que Voloj descobriu mudou sua percepção de Shuster e da história por trás do homem que inventou o figurino do Superman, o famoso colante azul, com shorts vermelho por cima e a capa esvoaçante da mesma cor — além, é claro, do famoso escudo com o “S” estilizado. Notoriamente mais reservado do que Siegel, o artista relatava em suas próprias palavras a perda progressiva da visão, o acúmulo das contas com médicos e a ameaça crescente de despejo.

    — Fiquei fascinado com tudo aquilo — diz ele, que tem entre suas referências obras como “As incríveis aventuras de Kavalier & Clay”, romance de Michael Chabon inspirado nos dois amigos. — A maior parte dessas cartas foi escrita nos anos 1960, quando ele estava vivendo na penúria, ao mesmo tempo que a DC faturava com o personagem e o cinema preparava uma de tantas superproduções inspiradas em suas histórias.

    detalhe_siegel_shuster.jpg

    Indústria crescente

    Ao acompanhar a trajetória de um dos criadores de Superman, “A história de Joe Shuster” também mostra a expansão da indústria americana dos quadrinhos, um mercado até então incipiente e pouco rentável. O Homem de Aço, na visão de Voloj e de muitos historiadores, foi fundamental para popularizar o formado das revistas de HQ e, principalmente, os super-heróis: Eles absorveram a cultura popular da época, misturaram tudo e criaram algo completamente novo

    — Eles absorveram a cultura popular da época, misturaram tudo e criaram algo completamente novo — entusiasma-se Voloj, que trabalha na pesquisa de uma nova graphic novel, agora sobre o artista americano Jean-Michel Basquiat (1960-1988). — É uma ficção científica que se passa no presente, ambientada numa cidade inventada no meio dos Estados Unidos, protagonizada por um herói de dupla identidade e que na vida civil é um simples repórter de jornal popular.

    Jornalista de formação, Voloj rejeita o rótulo de “jornalismo em quadrinhos” — uma vertente criada por Joe Sacco — para definir o seu trabalho. O autor diz ser atraído por boas histórias, independentemente de temas ou personagens. Isso explica o fato de ter em seu currículo livros sobre rap, quadrinhos e, agora, artes. Na sua lista de espera está um novo projeto com um artista brasileiro, o carioca André Diniz, que hoje mora em Portugal.

    Joe Shuster - Capa.jpg

    "A História de Joe Shuster: o homem por trás do Superman"

    Autores: Julian Voloj (roteiro) e Thomas Campi (arte). Tradução: Marcia Men. Páginas: 192. Preço: R$ 59,90.


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    RIO — A americana Sophie Allison nunca foi muito chegada em futebol, muito menos é mãe, mas foi sob a alcunha de Soccer Mommy que ela chegou mais longe do que grande parte das jovens de 20 anos. O nome — um apelido para as “donas de casa” — começou como uma piadinha ao criar um perfil no Twitter, mas, após o sucesso inicial das músicas que a artista subia no site “Bandcamp”, foi com ele que Sophie batizou sua banda, considerada uma das revelações do indie rock deste ano.

    Suíça de nascimento, criada em Nashville e revelada artisticamente enquanto estudava Music Business, em Nova York, Sophie lançou, no primeiro semestre, seu primeiro disco, “Clean” (leia crítica do disco aqui), que foi imediatamente abraçado pela crítica especializada — “a excelente estreia em estúdio de Sophie Allison é um álbum compacto de melodias claras, letras perfeitas e a lógica impossivelmente confusa da paixão”, cravou o site “Pitchfork”. Seu som, que vai do pop rock radiofônico ao lo-fi sem perder coerência, tem muito a ver com suas influências. Links streaming

    — Eu cresci ouvindo Avril Lavigne e Taylor Swift, assim como as meninas da minha idade (risos). Claro que, ouvindo meu disco, você percebe que as músicas não necessariamente dialogam com as delas, mas elas foram responsáveis por essa minha sensibilidade pop — conta ela, cujo primeiro disco comprado na vida foi “Under my skin” (2004), de Avril. — Musicalmente, eu me inspiro muito em Mitski, Angel Olsen, The War on Drugs, Slowdive e Bruce Springsteen. Não quero ser uma nova versão de alguma coisa que já aconteceu. Só quero fazer música e ter pessoas que se relacionem com elas.

    Domínio de palco

    O papo por telefone acontece pouco depois de Sophie encerrar sua maior turnê solo na Europa, que teve 14 datas entre setembro e outubro. A reportagem esteve na apresentação em Londres, no Scala, que viu seus 1.200 ingressos esgotados com uma semana de antecedência. No palco, sua postura chama atenção também pela desenvoltura com que lida com a plateia — foram muitas as gargalhadas do apertado público causadas por piadas autodepreciativas entre uma afinada na guitarra e outra.

    Soccer mommy album — Eu venho tocando música e fazendo shows desde que eu sou criança, então o palco, para mim, é algo natural. Eu me sinto confortável mesmo quando deveria estar nervosa, sabendo que tem tanta gente querendo te ver. Claro que às vezes eu sinto falta da facilidade de ser apenas a banda de abertura — brinca a cantora e compositora, que abriu a turnê conjunta de Foster the People e Paramore em julho. Links indie BR

    Sophie tem aprendido, aos poucos, a lidar com a notoriedade que ganhou nos últimos meses. Ela admite que já teve umas “crises de paranoia” pela aproximação com o mainstream. Agora, diz estar focada apenas no trabalho e na pressão natural que ele traz — como o rótulo de “salvadora da música de guitarra”, dado pela rádio australiana Purple Sneakers.

    — Quando um artista começa a mostrar talento, todo mundo tenta ser o responsável por aquela descoberta. Isso vale para jornalistas, produtores, empresários... Sempre alguém é a salvação de alguma coisa. Espero que eu vá bem, mas não quero ser uma nova versão de alguma coisa que já aconteceu. Só quero fazer música e ter pessoas que se relacionem com elas.


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    RIO — Nos shows da atual turnê do U2, 'Experience & Innocence', o cantor Bono Vox sempre se fantasia do demônio MacPhisto para fazer críticas à política internacional. Na apresentação da banda neste domingo, em Belfast, na Irlanda do Norte, Bono apontou sua artilharia verbal para Donald Trump, Rodrigo Duterte e o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro.

    "O que vocês estão olhando, Belfast? Vocês nunca viram um político antes?", questiona o músico. "Os demônios de MacPhisto estão tomando o poder ao redor do globo. Meu tipo de pessoa, como Donald, fazendo a América odiar de novo. Meu bonitão filipino, Rodrigo Duterte. Mesmo hoje, nesse dia de eleição. Duzentos milhões de pessoas prestes a ter seu carnaval transformado numa parada militar por um homem chamado Capitão Bossa Nova. Bolsonaro, não esqueçam o nome. Muitos nomes, mas apenas um rosto. O meu."

    A performance foi capturada em vídeo por um fã que publicou as imagens no YouTube. Logo na sequência, Bono segue o discurso dando a deixa para o início da canção "Acrobat", do álbum "Achtung Baby", com os versos "Não acredite no que você ouve, não acredite que você vê. Se você fechar os olhos, pode sentir o inimigo." Veja abaixo.

    U2 Bolsonaro


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    RIO — Depois de esquentar a cabeça com as loucuras de sua personagem, a Karola de “Segundo sol”, Deborah Secco está de nuca fresca. A atriz colhe os louros pela coragem de se despedir de suas madeixas de mais de 50 centímetros e pela entrega a mais um papel. A cena em que a mãe fake de Valentim (Danilo Mesquita) se descontrola ao admitir que o roubou foi alçada a uma das mais marcantes da TV em 2018 e fez as buscas pelo nome da atriz no Google crescerem 86%. Com os pés no chão, a carioca explica o que a motivou a aceitar o desafio:

    — Sou uma atriz disponível para transformações físicas. Emagreço, engordo, corto o cabelo... Não vejo problemas nisso. Quando soube dessa mudança da personagem, fiquei muito feliz. O cabelão de Karola sempre foi a sua marca. Ao cortá-lo, ela se desconstrói. Ela não tosa o cabelo para perder a vaidade, mas para ver o nascimento de uma outra Karola, de outra pessoa — explica a atriz.

    O renascimento que Deborah Secco compartilha com sua personagem foi elogiado por colegas de profissão, por integrantes do elenco e virou assunto até na boca da filha da atriz, Maria Flor, fruto de seu casamento com o ator Hugo Moura. Na internet, a menina de 2 anos opinou que a mãe ficou parecida com o Pedrinho do “Sítio do Pica-Pau Amarelo”.

    Brincadeiras à parte, o corte de Deborah foi, verdadeiramente, inspirado por outra personagem da ficção. A referência, no entanto, é distante do público infantil. Segundo a cabeleireira Mariana Gorini, responsável pelo corte, o papel da americana Mia Farrow em “O bebê de Rosemary” (1969) serviu de base:

    — Este é um corte-referência quando se pensa em curtíssimo.

    O pixie cut tem variações diversas e pode se adaptar a diferentes tipos de rosto. De acordo com a especialista, é só variar tamanhos e formatos:

    — O maior cuidado que se precisa ter é manter o couro cabeludo saudável. Algumas pessoas pensam que corte curto não é versátil, mas ele pode ser usado de várias maneiras: bagunçado, clássico e arrumado com diferentes tipos de produtos. A pomada colabora para uma finalização seca para o dia a dia; o gel é indicado para uma produção mais arrumada; e a musse para dar volume e textura.xmariana-1.jpg.pagespeed.ic.fQlSgy0lt4.jpg

    Mariana Gorini é o nome da cabeleireira responsável pelo novo curtinho de Deborah Secco, o corte joãozinho, como é conhecido popularmente o pixie. Na última semana, dos camarins de “Segundo sol”, Deborah seguiu para o FT Studio, de Fernando Torquatto, e teve o corte finalizado pela profissional.

    — Quem tiver a coragem de cortar deve cortar! Aposto que não vai querer outra coisa da vida! — encoraja a cabeleireira.

    Pelas mãos de Gorini, já passaram os fios de atrizes como Camila Pitanga, Fabiula Nascimento, Tainá Müller, Vanessa Gerbelli, Letícia Gerbelli e artistas que, em outras caracterizações, também apostaram no estilo joãozinho adotado por Deborah para a reta final da novela das nove.

    — Claudia Abreu e Regiane Alves cortam sempre e fizeram caracterização comigo para as novelas mais recentes (“A lei do amor”, de 2017, e “O tempo não para”, 2018, respectivamente) — aponta.

    Como se pode perceber, a textura do cabelo das atrizes varia. Segundo a profissional, não há restrição para a mulher que queira adotar o pixie. De acordo com Mariana, o segredo é prestar atenção em qual produto usar para modelar os fios:

    — Os cabelos cacheados e crespos, por exemplo, já possuem textura natural. Eles só vão precisar de um leave-in de hidratação e pronto!

    Um cuidado, no entanto, serve para todas: marcar no calendário o dia certo de pisar novamente no salão. Não dá para enrolar!

    — O ideal é que a manutenção seja feita, no máximo, um mês após o corte — avisa Gorini.


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    RIO — Nos shows da atual turnê do U2, 'Experience & Innocence', o cantor Bono sempre se fantasia do demônio MacPhisto para fazer críticas à política internacional. Na apresentação da banda neste domingo, em Belfast, na Irlanda do Norte, Bono apontou sua artilharia verbal para Donald Trump, Rodrigo Duterte e o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro.

    "O que vocês estão olhando, Belfast? Vocês nunca viram um político antes?", questiona o músico. "Os demônios de MacPhisto estão tomando o poder ao redor do globo. Meu tipo de pessoa, como Donald, fazendo a América odiar de novo. Meu bonitão filipino, Rodrigo Duterte. Mesmo hoje, nesse dia de eleição. Duzentos milhões de pessoas prestes a ter seu carnaval transformado numa parada militar por um homem chamado Capitão Bossa Nova. Bolsonaro, não esqueçam o nome. Muitos nomes, mas apenas um rosto. O meu."

    A performance foi capturada em vídeo por um fã que publicou as imagens no YouTube. Logo na sequência, Bono segue o discurso dando a deixa para o início da canção "Acrobat", do álbum "Achtung Baby", com os versos "Não acredite no que você ouve, não acredite que você vê. Se você fechar os olhos, pode sentir o inimigo." Veja abaixo.

    U2 Bolsonaro


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    RIO — Má notícia para os fãs de "Star Wars". O spin-off dedicado a Boba Fett, o famoso mercenário da saga criada por George Lucas, não vai mais acontecer. Segundo a "Variety", o projeto, que nunca foi anunciado oficialmente, foi descontinuado pela Disney e Lucasfilm. Os estúdios não se manifestaram sobre a decisão.

    O filme seria mais uma das tentativas de expandir o universo cinematográfico de "Star Wars", contando histórias fora das trilogias da saga. "Rogue one: uma história Star Wars" (2016), primeiro esforço do tipo, fez pouco mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias ao redor do mundo. Já "Han Solo: uma história Star Wars" (2018) decepcionou ao arrecadar cerca de US$ 390 milhões mundialmente.

    Links Star Wars

    A primeira aparição do personagem interpretado pelo ator Jeremy Bulloch foi em "Star wars: episódio V - o império contra-ataca", segundo filme da trilogia original. Ele volta no filme seguinte, "O retorno de jedi", como um mercenário do Império Galático do vilão Darth Vader.

    No momento, a Disney está trabalhando na série de TV "The mandalorian", criada pelo cineasta Jon Favreau. A narrativa vai se passar entre a queda do Império e o surgimento da Nova Ordem, retratado nos filmes mais recentes da saga. A produção, segundo anunciado por Favreau no Instagram, vai seguir as desventuras de um pistoleiro solitário pela galáxia.

    Instagram 'The mandalorian'


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    RIO — A nova comédia romântica dirigida por Paul Feig, "Last Christmas", deve contar com músicas inéditas de George Michael, uma representante do cantor confirmou ao jornal britânico "The Guardian". Outros sucessos da carreira do ícone pop britânico também estarão na trilha sonora.

    A informação do envolvimento de Michael com a produção surgiu durante uma entrevista do comediante Bryony Kimmings, um dos roteiristas envolvidos no projeto, à revista "RadioTimes", em julho deste ano. O filme é baseado na canção de mesmo nome da Wham!, antigo dueto pop do cantor, morto em 2016, aos 53 anos, vítima de insuficiência cardíaca.

    Links George Michael

    Segundo o comediante, que assinou a primeira versão do roteiro em janeiro, o longa foi ideia da roteirista e atriz vencedora do Oscar Emma Thompson e seu marido, Greg Wise.

    “Quando cheguei à bordo, George estava disposto a fazer e já tinha assinado para dizer sim, mas ele acabou falecendo. Mesmo assim Greg e Emma estavam muito afim de escrever o projeto", revelou Kimmings.

    O filme se passa em Londres e vai contar a história de um romance que acontece durante as comemorações do Natal. Emilia Clarke e Henry Golding, de "Game of thrones" e "Podres de ricos", respectivamente, irão protagonizar o longa produzido pela Universal Pictures.


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    RIO — A atriz Katherine Langford, da série "13 reasons why", surgiu de surpresa como parte do elenco de "Vingadores 4". Com estreia prevista para 2019, o filme da Marvel ainda não tem título oficial. Segundo fontes informaram ao site "The Wrap", a personagem ainda não foi revelada, mas as cenas em que ela está presente já foram filmadas.

    Links Avengers 4 Katherine Langford

    Após duas temporadas vivendo a personagem Hannah Baker, que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro em 2018, a atriz de 22 anos também vai protagonizar "Cursed", série original Netflix criada por Tom Wheeler e Frank Millier baseada na lenda do Rei Arthur.

    "Vingadores 4" promete concluir o conflito com o vilão Thanos, iniciado em "Vingadores: guerra infinita", além de encerrar a fase atual do universo cinematográfico da Marvel. Sua estreia está marcada para maio de 2019. O filme anterior, lançado este ano, arrecadou mais de US$ 2 bilhões ao redor do mundo.


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    RIO — De folga em Miami, após ser premiada e fazer uma apresentação no Latin American Music Awards na semana passada, a estrela carioca Anitta se reuniu com produtores americanos nesta segunda-feira, de acordo com sua assessoria, e apresentou a cultura brasileira e o funk.

    Um dos participantes foi o hitmaker DJ Khaled, figurinha carimbada nas paradas americanas nos últimos anos — ele é o 62º artista mais escutado no mundo, segundo dados do Spotify. Anitta e Khaled posaram para fotos e conversaram sobre uma futura parceria envolvendo o funk. O americano não conhecia o ritmo carioca, ainda de acordo com a assessoria de Anitta. Anitta no Latin AMA

    Recentemente, Khaled assinou hits como "Wild thoughts" (com Rihanna e Bryson Tiller), "No brainer" (com Justin Bieber, Quavo e Chance the Rapper) e "I'm the one" (Bieber, Chance, Quavo e Lil Wayne).

    No Latin AMA, na última quinta-feira, Anitta fez uma performance de seu mais recente single, "Medicina", que ainda levou o prêmio de melhor clipe. DJ Khaled - I'm The One ft. Justin Bieber, Quavo, Chance the Rapper, Lil Wayne


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    RIO — A partir de sua experiência como psicóloga e orientadora educacional, Robertha Blatt sonhava tocar um projeto de formação de público que pudesse despertar a sensibilidade de crianças e jovens por meio do diálogo entre obras de diferentes períodos e linguagens artísticas. Quando se reuniu com a curadora Lisette Lagnado, a proposta tomou corpo e se transformou na exposição participativa “Arte aproxima”, que será inaugurada nesta terça-feira, às 12h, no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA).

    A ideia é criar contrapontos entre obras do acervo da instituição e trabalhos de artistas contemporâneos como Ernesto Neto, Efrain Almeida, Priscila Fiszman, Emilia Estrada e Aline Gonet. As obras do MNBA continuam nos locais de sempre de exibição, mas mediadores trabalharão com o público promovendo ações artísticas e estabelecendo conexões com as peças contemporâneas. Uma delas será entre a tela “Primeira missa no Brasil” (1860), de Victor Meirelles (1832-1903); “A primeira missa no Brasil” (1948), de Cândido Portinari (1903-1962); e “Estrela Terra vibra nois. Todos somos nós”, instalação de Ernesto Neto em forma de tenda montada na ArtRio deste ano, e que agora convida o público do museu à interação. Links Artes Visuais

    — Há cinco anos abri um espaço onde montei quase um ateliê para crianças, jovens e terapia familiar — conta Robertha. — É incrível como a arte abre possibilidades de expressão nem sempre possíveis por meio verbal. Queria levar esta experiência a um novo ambiente.

    Há quase dois anos, a psicóloga começou a desenvolver o projeto com Lisette, na época responsável pela curadoria da Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage. A partir do convite inicial a Ernesto Neto, a dupla começou a conceituar a mostra e a convidar outros artistas.79610806_SC - Mostra Arte Aproxima no MNBA - “EstrelaTerra vibra nois. Todos somos nós” - Ernesto Ne.jpg

    — É uma oportunidade para lançar um outro olhar sobre obras consagradas, a partir de um contexto atual. As representações da “Primeira missa” ganham novo sentido em relação ao conceito de sagrado trazido pelo Neto — observa Lisette. — Mas não se trata de negar a produção anterior, apenas uma forma de olhá-la a partir do presente.

    A programação da mostra inclui dois encontros. Nesta quinta, às 14h30m, junto com os artistas convidados, Lisette e Robertha discutem concepção, processo criativo e expõem métodos de trabalho. Ernesto Neto ensinará meditação para as crianças dentro de sua escultura. E, no dia 10 de novembro, às 14h30m, haverá uma roda de conversa com Neto.

    “Arte aproxima”

    Onde: MNBA — Avenida Rio Branco 199, Centro (3299-0600). Quando: Ter. a sex., das 10h às 18h; sáb., dom. e fer., das 13h às 18h. Desta terça-feira a 30/11. Quanto: R$ 8. Classificação: Livre.


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    SÃO PAULO — Cinco livros de poesia, quatro romances e um volume de contos são os finalistas do Prêmio Oceanos 2018, cuja lista de dez títulos foi divulgada ontem, após reunião da comissão julgadora. Dos autores que concorrem aos quatro prêmios, cinco são brasileiros, três, portugueses e dois, moçambicanos (veja a lista completa ao lado). Os vencedores serão anunciados no dia 7 de dezembro.

    Entre os romances, destacam-se dois autores brasileiros veteranos: João Silvério Trevisan, que concorre com “Pai, pai”, e Milton Hatoum, que disputa com “A noite da espera”. O livro de Trevisan também concorre ao Jabuti. Links de livros (29-10)

    Dos livros de poesia, os dois autores brasileiros concorrentes tiveram muito destaque quando foram lançados no ano passado: Ricardo Aleixo, que assina “Antiboi”, e Marília Garcia, autora de “Câmera lenta”.

    Publicados em só um país

    Fecha a lista de brasileiros outro veterano, o contista Sérgio Sant’Anna, com “Anjo noturno”.

    De acordo com Selma Caetano, criadora, curadora e coordenadora do Prêmio, a variedade de países lusófonos representados pelos finalistas mostra que a internacionalização promovida no ano passado deu resultado:

    — Em 2017, entre os 51 semifinalistas, só dois tinham sido publicados em mais de um país de língua portuguesa. Em 2018, nenhum dos 60 livros selecionados foi publicado em mais de um — diz ela.

    A comissão julgadora, que também fará a escolha final, é formada por Ana Paula Tavares (Angola); Daniel Munduruku, Flora Sussekind, Heitor Ferraz e Julián Fuks (Brasil); Helena Buesco, Maria João Cantinho e Pedro Mexia (Portugal). Eles escolherão os quatro vencedores, que receberão prêmios em dinheiro de R$ 100 mil, R$ 60 mil, R$ 40 mil e R$ 30 mil, respectivamente, entre o primeiro e o quarto lugares.

    Veja a lista completa:

    "Hoje estarás comigo no paraíso" (romance), de Bruno Vieira Amaral (Portugal)

    "As pessoas do drama" (romance), de H.G. Cancela (Portugal)

    "Pai, pai" (romance), de João Silvério Trevisan (Brasil)

    "O Deus restante" (poesia), de Luis Carlos Patraquim (Moçambique)

    "A noite imóvel" (poesia), de Luís Quintais (Portugal)

    "Câmera lenta" (poesia), de Marília Garcia (Brasil)

    "Vácuos" (poesia), de Mbate Pedro (Moçambique)

    "A noite da espera" (romance), de Milton Hatoum (Brasil)

    " Antiboi" (poesia), de Ricardo Aleixo (Brasil)

    "Anjo noturno" (contos), de Sérgio Sant'Anna (Brasil)


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    RIO — Sabrina Sato grava, nesta segunda-feira, a última sequência de seu programa de TV. Com oito meses de gestação, a companheira do ator Duda Nagle anunciou estar se preparando para a licença-maternidade. As informações foram confirmadas pela TV Record. "No período em que a apresentadora estiver cuidando de sua bebê, a atração continuará indo ao ar normalmente", informa a emissora.

    Nesta segunda-feira, a mamãe contou que estava arrumando as malas para a última gravação: "Preparando a mala para a última gravação de palco deste ano. Vem, Zoe".

    Sabrina se ausentará dos palcos a partir da próxima terça-feira. O "Programa da Sabrina" irá ao ar em episódios gravados. Em breve, a apresentadora dará à luz Zoe, sua primeira filha com o ator Duda Nagle.


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    RIO — Com a chegada de Francisco Franco ao poder em 1939, estabelecendo uma ditadura militar após três anos de guerra civil, a Espanha passou a exercer uma censura oficial sobre seu cinema. Temas como o conflito interno, a miséria da população, a sexualidade e qualquer questão que afrontasse a moral cristã eram considerados tabu e proibidos. Ainda assim, diretores como Luis García Berlanga, Juan Antonio Bardem e Luis Buñuel encontraram formas de atravessar o bloqueio dos censores e produzir grandes filmes retratando a realidade espanhola no período.

    Essa produção está na mostra “Os filmes que driblaram a censura de Franco”, na Caixa Cultural, que vai desta terça-feira até o dia 11 de novembro. Entre os 12 longas-metragens que serão exibidos, os métodos usados pelos cineastas para passar mensagens políticas e críticas são variados. Vão desde adaptações no roteiro até a fuga com material de filmagem do país. Links cinema

    — Os filmes estrangeiros eram cortados ou tinham sua história alterada na dublagem. Já os espanhóis eram submetidos à censura desde o roteiro — destaca a curadora espanhola Marta Sánchez. — Qualquer tema que contrariasse a visão franquista do país era suprimido. As mulheres eram sempre mães ou donas de casa. Não havia fome ou violência, nem eram permitidas referências à Guerra Civil ou ao pós-Guerra. As obras deveriam retratar uma versão otimista, com um país desenvolvido e com um futuro brilhante, além de moralmente rígido.

    “A morte do ciclista” (1955) de Bardem, por exemplo, narra a história de um casal de amantes que atropela um homem. Temendo que seu relacionamento seja descoberto, eles abandonam a vítima. O cineasta fazia uma provocação à hipocrisia da burguesia espanhola diante de uma ameaça a seus privilégios, o que não foi percebido pelo governo a primeira vista.

    — Bardem sabia que para a igreja católica, para os censores, a questão dos personagens serem adúlteros iria chocar mais do que a parte política. Assim, escolheu matar os protagonistas no final, para garantir que o filme seria aprovado — conta a coordenadora da mostra, Júlia Dias.

    Cineasta do governo usava ironia

    Há também as obras que apostam nas metáforas e sátiras para enganar a censura. O cineasta Berlanga, dos premiados “Bem-vindo, Mister Marshall!” (1953) e “O carrasco” (1963), foi o primeiro a satirizar as instituições da sociedade franquista. Mesmo trabalhando por encomenda do governo, ele transformava filmes que seriam propagandistas e folclóricos em comédias com uma dose de ironia muitas vezes só percebida pelos censores quando já estava em exibição.

    Já Buñuel, para finalizar “Viridiana” (1961, vencedor da Palma de Ouro em Cannes), teve que sair do país. O filme narra a história da visita de uma jovem prestes a se tornar freira a um tio solitário, que está à beira da morte. O homem, pervertido e obcecado pela sua beleza, tenta seduzi-la de todas as formas.

    — Buñuel disse que precisava finalizar o filme com um equipamento de ponta que só existia na França. Com isso ele conseguiu tirar as cópias do país e concluir o longa do seu jeito — diz Júlia.

    Exibida anteriormente em Nova York e Londres, a mostra terá ainda três encontros sobre a importância histórica da produção no período. Mesmo após a morte de Franco, em 1975, a censura continuou na Espanha durante a transição democrática. Segundo Júlia, mostrar essas obras e debater as dificuldades é essencial para o momento atual, em que reações conservadoras à livre circulação artística crescem no mundo.

    — Esses filmes são os que puderam ser feitos, com muitas limitações. Não se pode mitificar e dizer que “ah, a censura deixa os diretores mais criativos”. Não, é uma coisa muito séria. Na Espanha, foram 40 anos em que você não podia tratar da memória do próprio país.

    Filmes de Buñuel e Pilar Miró estão entre os destaques

    “Viridiana” (1961)

    Longa que dividiu a Palma de Ouro de Cannes em 1961 com o francês “Uma tão longa ausência”, o clássico de Buñuel narra a história da personagem-título, que, pouco antes de ser ordenada , faz uma visita a seu solitário tio, que tenta seduzi-la de todas as formas, antes de morrer, o que muda completamente a sua vida. “É um dos pilares da cinematografia francesa, uma verdadeira obra de arte”, enaltece a curadora Marta Sánchez.79610442_SC_Mostra %27Os Filmes que driblaram a censura de Franco pôster do filme Viridiana.jpg

    “Furtivos” (1975)

    O longa de José Luis Borau traz a história de um caçador que conhece uma fugitiva de reformatório e a leva para morar no casebre isolado que divide com a mãe, uma convivência que gera uma tensão insustentável. Realizado ao fim da ditadura franquista, o filme é considerado um marco na luta contra a censura do regime. “Tudo o que acontece naquele bosque isolado cria uma metáfora maravilhosa da ditadura”, diz a curadora.79610444_SC_Mostra %27Os Filmes que driblaram a censura de Franco pôster do filme Furtivos.jpg

    “O crime de Cuenca” (1981)

    Baseado em uma história real, o longa da diretora Pilar Miró narra a história de dois amigos de um vilarejo em Cuenca, acusados de assassinato pelos vizinhos, que confessam o crime após serem submetidos a tortura. “O longa foi filmado em 1978, três anos após a morte de Franco, e ainda assim passou anos censurado”, comenta Marta.79610467_SC_Mostra %27Os Filmes que driblaram a censura de Franco pôster do filme O crime de Cuenca.jpg

    “Sulcos” (1951)

    O longa de José Antonio Nieves Conde mostra a mudança da família Pérez do campo para Madri, em busca de uma vida mais fácil, que nunca se realiza. “Foi uma das primeira obras a romper com a imagem da família tradicional, e a mostrar fatos como a fome e a prostituição”, ressalta a curadora.79610440_SC_Mostra %27Os Filmes que driblaram a censura de Franco pôster do filme SURCO.jpg


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    RIO — Rainha que é rainha não perde a majestade. Por isso, Marília Mendonça empresta com orgulho sua coroa à dona de uma jovem e nobre voz do sertanejo: Yasmin Santos. Aos 20 anos, a intérprete de “Saudade nível hard” vê a música ultrapassar os 22 milhões de visualizações no YouTube, oscila entre a lista #Top5 e #Top10 do Spotify e já faz mais de 35 shows por mês. Multi-instrumentista, a jovem do Guarujá (SP) começou a se apresentar de graça em bares da Baixada Santista — onde conheceu Neymar e a irmã do craque, Rafaella Santos —, e em 2018 dá seu voo mais alto: o primeiro álbum da carreira.

    — Estamos na fase de audições do CD. Ah, e, no início de 2019, pode surgir um DVD com participações — anuncia.

    Como não deixaria de ser, o nome de Marília é cotado para uma das faixas.

    — Eu chorei muito quando a vi cantar algo meu pela primeira vez. Hoje, a gente conversa pelo Instagram, ela comenta minhas músicas, pede que Deus me abençoe. Marília é sem palavras. Muitos fãs não gostam do meu timbre, acham que estou copiando. Ela faz questão de me defender e dizer que não há motivo para incentivar a concorrência. Tem espaço para todo o mundo.

    Antes de dar um salto no sertanejo, Yasmin, que compõe desde os 15 anos, precisou se virar na vida. Menina decidida!

    — Quando resolvi começar a “sofrer” no meio musical, eu já trabalhava. Comecei com 14 anos, como garçonete, depois fui bandejinha (quem serve em quiosques do Guarujá), babá... Corria atrás para ajudar em casa. A música era incerta. Mais tarde, passei com bolsa de 100% para Relações Públicas e Psicologia, e tive a compreensão dos meus pais ao dizer que queria cantar.xyasmin-santos.jpg.pagespeed.ic.e_8NZ5UMmV.jpg

    Yasmin e a família se mudaram para uma casa comprada pela cantora, que também paga a escola dos irmãos adolescentes, em São Paulo. Até pouco tempo atrás, aliás, era ela mesma que negociava seus cachês com contratantes e fazia até quatro shows por dia. Hoje, com as apresentações mais organizadas, a jovem está com a agenda controlada, mas continua a “desestabilizar” os fãs.

    — Uma vez, uma menina entrou no camarim chorando. Depois, tentou me beijar! — diz ela, que se esquivou.

    Letrista de canções românticas, Yasmin não vê chance para namoros:

    — Só quero ficar quietinha na minha e focar no trabalho.

    Curiosidades

    Primeira composição - “Estava numa casa de praia e não tinha folha. Escrevi a primeira música num papel higiênico com MC Fininho”.

    Sabe-tudo - A paulista toca violão, baixo, guitarra, bateria, lira, percussão... “Entrei na fanfarra da escola para aprender bateria porque não tinha dinheiro para comprar nenhum instrumento”, lembra ela.

    ‘Parça’ - Além de conhecer Neymar, a artista é amiga de Madson, ex-meia-atacante do Vasco.


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