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    SÃO PAULO - O filme brasileiro "Tito e os pássaros" está entre os 25 pré-selecionados para o Oscar de melhor animação. O anúncio da lista completa foi feito nesta quarta-feira pela Academia de Artes e Ciência Cinematográficas de Hollywood.

    O longa dirigido por Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto estreou na mostra competitiva do Festival de Annecy, em junho, na França. No filme, Tito é um menino de 10 anos empenhado em combater uma epidemia de medo que deixa as pessoas assustadas e doentes.

    Trailer de 'Tito e os pássaros'

    O Oscar da categoria no ano passado foi para "Viva — A vida é uma festa", da Pixar. Os outros indicados foram "O poderoso chefinho", "A ganha-pão", "Ferdinando" e "Com amor, Van Gogh". As indicações ao Oscar serão reveladas em 22 de janeiro de 2019. O 91º prêmio anual da Academia será realizado em 24 de fevereiro de 2019.

    Segue a lista completa dos filmes:

    “Ana y Bruno”

    “O Grinch”

    “O homem das cavernas”

    “Luzes no céu: Fireworks”

    “Have a Nice Day”

    “Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas”

    “Os incríveis 2”

    “Ilha de cachorros”

    “The Laws of the Universe – Part I”

    “Liz and the Blue Bird”

    “Lu over the Wall”

    “MFKZ”

    “Maquia: When the Promised Flower Blooms”

    “Mirai”

    “The night is short, walk on girl”

    “On Happiness Road”

    “Detona Ralph 2”

    “Ruben Brandt, Collector”

    “Sgt. Stubby: An american hero”

    “Gnomeu e Julieta: O mistério do jardim”

    “Pé pequeno”

    “Homem Aranha: No Aranhaverso”

    “Tall tales”

    “Os Jovens Titãs em ação! Nos cinemas”

    “Tito e os pássaros”


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    RIO — Em Hollywood para apresentar o filme brasileiro "Tito e os pássaros", do qual é um dos diretores — ao lado de Gabriel Bitar e André Catoto —, Gustavo Steinberg comemorou a pré-seleção do longa ao Oscar de melhor animação. O anúncio da lista completa, de 25 filmes, foi feito nesta quarta-feira pela Academia de Artes e Ciência Cinematográficas de Hollywood.

    — A sensação é de felicidade. A gente vem trabalhando fortemente para isto há um bom tempo — diz ele. — Estavam na nossa apresentação gente como Ennio Torresan (animador, ilustrador e pintor brasileiro radicado nos Estados Unidos e que trabalha para a Dreamworks), de filmes como Madagascar. animações brasileiras

    "Tito e os pássaros" estreou na mostra competitiva do Festival de Annecy, em junho, na França. E se tornou o primeiro filme brasileiro de animação a participar do Festival de Toronto, no Canadá.

    — Lá, eram apenas duas animações do mundo todo. A outra era francesa — lembra Steinberg.

    Trailer de 'Tito e os pássaros'

    No filme, Tito é um menino de 10 anos empenhado em combater uma epidemia de medo que deixa as pessoas assustadas e doentes. Sua história segue o sucesso de filmes de animação nacionais como "Uma história de amor e fúria" (2003), escrito e dirigido por Luiz Bolognesi, que foi a primeira animação brasileira selecionada para o Festival de Annecy. E de "O Menino e o Mundo" (2013), escrito e dirigido por Alê Abreu, que já foi vendido para mais de 80 países e disputo o Oscar de melhor filme de animação em 2016.

    — "Rio" (de Carlos Saldanha, que recebeu uma indicação ao Oscar 2012 com "Melhor Canção Original", com "Real in Rio", cantada por Sérgio Mendes e Carlinhos Brown) é um filme americano. O que abriu mesmo nossos caminhos foram os filmes independentes.


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    RIO — Em Hollywood para apresentar o filme brasileiro "Tito e os pássaros", do qual é um dos diretores — ao lado de Gabriel Bitar e André Catoto —, Gustavo Steinberg comemorou o anúncio do longa na disputa ao Oscar de melhor animação. A divulgação da lista, com 25 filmes, foi feito nesta quarta-feira pela Academia de Artes e Ciência Cinematográficas de Hollywood.

    — A sensação é de felicidade. A gente vem trabalhando fortemente para isto há um bom tempo — diz ele. — Estava na nossa apresentação gente como Ennio Torresan (animador, ilustrador e pintor brasileiro radicado nos Estados Unidos e que trabalha para a Dreamworks), de filmes como Madagascar. animações brasileiras

    "Tito e os pássaros" estreou na mostra competitiva do Festival de Annecy, em junho, na França. E se tornou o primeiro filme brasileiro de animação a participar do Festival de Toronto, no Canadá.

    — Lá, eram apenas duas animações do mundo todo. A outra era francesa — lembra Steinberg.

    Trailer de 'Tito e os pássaros'

    No filme, Tito é um menino de 10 anos empenhado em combater uma epidemia de medo que deixa as pessoas assustadas e doentes. Sua história segue o sucesso de filmes de animação nacionais como "Uma história de amor e fúria" (2003), escrito e dirigido por Luiz Bolognesi, que foi a primeira animação brasileira selecionada para o Festival de Annecy. E de "O Menino e o Mundo" (2013), escrito e dirigido por Alê Abreu, que já foi vendido para mais de 80 países e disputo o Oscar de melhor filme de animação em 2016.

    — "Rio" (de Carlos Saldanha, que recebeu uma indicação ao Oscar 2012 com "Melhor Canção Original", com "Real in Rio", cantada por Sérgio Mendes e Carlinhos Brown) é um filme americano. O que abriu mesmo nossos caminhos foram os filmes independentes.


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    SÃO PAULO - O filme brasileiro "Tito e os pássaros" está entre os 25 inscritos para disputar uma indicação ao Oscar de melhor animação. O anúncio da lista foi feito nesta quarta-feira pela Academia de Artes e Ciência Cinematográficas de Hollywood.

    Os filmes devem preencher determinadas qualificações, como exibição nos EUA, para passar para a próxima fase, ainda sem data definida. Nela restarão 16 longas, até se chegar à lista final (com até cinco títulos).

    O longa dirigido por Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto estreou na mostra competitiva do Festival de Annecy, em junho, na França. No filme, Tito é um menino de 10 anos empenhado em combater uma epidemia de medo que deixa as pessoas assustadas e doentes.

    Trailer de 'Tito e os pássaros'

    O Oscar da categoria no ano passado foi para "Viva — A vida é uma festa", da Pixar. Os outros indicados foram "O poderoso chefinho", "A ganha-pão", "Ferdinando" e "Com amor, Van Gogh". Os indicados ao Oscar serão revelados em 22 de janeiro de 2019. E a cerimônia do 91º prêmio anual da Academia está marcada para 24 de fevereiro de 2019. Tito e os pássaros

    Segue a lista completa dos filmes:

    “Ana y Bruno”

    “O Grinch”

    “O homem das cavernas”

    “Luzes no céu: Fireworks”

    “Have a Nice Day”

    “Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas”

    “Os incríveis 2”

    “Ilha de cachorros”

    “The Laws of the Universe – Part I”

    “Liz and the Blue Bird”

    “Lu over the Wall”

    “MFKZ”

    “Maquia: When the Promised Flower Blooms”

    “Mirai”

    “The night is short, walk on girl”

    “On Happiness Road”

    “Detona Ralph 2”

    “Ruben Brandt, Collector”

    “Sgt. Stubby: An american hero”

    “Gnomeu e Julieta: O mistério do jardim”

    “Pé pequeno”

    “Homem Aranha: No Aranhaverso”

    “Tall tales”

    “Os Jovens Titãs em ação! Nos cinemas”

    “Tito e os pássaros”


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    SÃO PAULO — Não era segredo que Carlos Saldanha, o animador brasileiro de "A Era do Gelo", "Rio" e "O touro Ferdinando", estava planejando seu primeiro filme de longa-metragem como diretor de "live action", ou seja, com um elenco de atores. A novidade é que ele assinou com a TriStar para dirigir a adaptação de "Tudo depende de como você vê as coisas", livro infantojuvenil de Norton Juster, com ilustrações de Jules Feiffer.

    Lançado originalmente em 1961 e publicado no Brasil pelo selo Seguinte, da Companhia das Letras, o livro acompanha as descobertas de Milo, um menino entediado que não acha graça em coisa alguma. Depois de conhecer lugares como a "terra das Expectativas" e a "ilha das Conclusões Apressadas", ele se dá conta de que tudo depende de como se vê as coisas. Matérias Carlos Saldanha

    Saldanha substitui Matt Shakman, que se desligou do projeto, segundo sites americanos, em função de conflitos de agenda. Ted Melfi escreveu a mais recente versão do roteiro, que teve a colaboração de outros roteiristas, como Michael Vukadinovich e Phil Johnston.

    O cineasta brasileiro foi um dos homenageados do Festival de Gramado deste ano, em agosto. Na ocasião, ele falou de seu desejo em dirigir longas "live action". Sua única experiência anterior em ficção com atores foi um segmento do filme de antologia "Rio, eu te amo" (2014).

    Atualmente, Saldanha está trabalhando na produção de "Cidades invisíveis", série ficcional para a Netflix, com Marcos Pigossi no elenco, que começa a ser rodada no segundo semestre, em São Paulo e no Rio.

    Ele também quer fazer uma animação totalmente produzida no Brasil. Mas, em Gramado, disse que ainda "há muito trabalho a ser feito".


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    RIO - A vida cobra seu preço, mas não manda boleto antes do vencimento, escreve Bruno Levinson em um dos poemas do livro “De qualquer jeito que se diga pode ser” (7 Letras). E a vida levou Bruno pelos caminhos da produção de espetáculos (ele criou e tocou por 20 anos o saudoso festival de música Humaitá Pra Peixe, que pretende retomar em breve em novo formato) e do texto para TV (hoje, é roteirista final do programa “Só Toca Top”), afastando-o da publicação de poesia. O volume, que ele lança esta quinta, a partir das 20h, com um sarau no clube Manouche, da Casa Camolose, é sua primeira coletânea de poemas em 15 anos.

    — Mas nesse tempo todo eu não deixei de escrever. O livro traz poemas que vão do começo do início dos anos 2000 ao começo do ano passado — conta. — Fui lendo os mais antigos e vi que aquilo ainda me representava. O livro foi a forma que eu encontrei de tirar aqueles poemas do ambiente do rascunho. Achei que iria ser legal tirar esse retrato.

    Com um romance de ficção, “O início, o princípio e o começo”, pronto para ser publicado, Bruno Levinson ressalta o caráter musical de sua poesia, que começou a mostrar em performances nos pilotis da PUC, em seus tempos de estudante.

    — Meu poema é muito embebido de música, ritmo e linguagem pop. Escrevo pensando na linguagem oral. Para o lançamento do livro, quis dar essa cara de sarau, de encontro para trocar ideias — diz o poeta, que estará acompanhado na noite pelo cantor e instrumentista Dudi Baratz e pela cantora Julia (que ele produz e que é sua parceria em canções).

    O lançamento de “De qualquer jeito que se diga pode ser” abre uma movimentada sequência de eventos no Manouche. Na sexta, o cantor Zé Ricardo continua a temporada do show “Segue o baile”. No sábado, a cantora Simone Mazzer estreia o espetáculo “Mazzer-Ant-Art”. E na terça, dia 30, o jornalista do GLOBO Leonardo Lichote inicia a série “Cria”, em conversa sobre processo criativo com a cantora e compositora Adriana Calcanhotto.


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    NOVA YORK — Com seus banquetes generosos, fugas de helicóptero e ricas descrições da exuberante costa de Cingapura, o romance "Asiáticos podres de ricos", de Kevin Kwan, praticamente implora para ser transformado em um filme. Mas quando Kwan escreveu o livro, publicado em 2013, não imaginava que isso pudesse acontecer. “Eu contei uma história que considerava muito cinematográfica. Ousava sonhar que isso aconteceria? De jeito nenhum”, disse o escritor em entrevista por telefone ao "New York Times". "Eu não achava nem que seria publicado."

    Links filmesO livro não só foi publicado como chegou às listas de mais vendidos, também deu origem a um filme (leia aqui a crítica do Bonequinho) que ficou por semanas na liderança das bilheterias americanas — impulsionado por críticas calorosas e agressivas campanhas de aluguel de salas de cinema.

    O filme, que estreia nesta quinta (25) no Brasil, carregou o peso de ser o primeiro de Hollywood com um elenco totalmente asiático em uma história contemporânea desde “O clube da felicidade e da sorte”, de 1993. Graças ao sucesso, Kwan acredita que ele já aumentou o apetite por diferentes tipos de histórias em Hollywood. Trailer do filme 'Podres de ricos'

    Qual foi a melhor reação de alguém que assistiu ao filme?

    Eu estava na Filadélfia e havia dois caras brancos na faixa dos 50 anos numa sessão. Um deles admitiu: "Eu não chorava em um filme havia muito tempo, mas nesse chorei". E o amigo completou, "Sim, eu chorei também." Aquele não era o alvo demográfico. Mas é engraçado vê-los admitindo isso e ficando tão surpresos com a própria reação. É ótimo ouvir isso, porque é no que acreditamos desde o início: essa história transcende a etnia.

    A história explora o mundo dos ricos em Cingapura, onde você cresceu. Qual foi a demonstração mais obscena de riqueza que você viu quando criança?

    ASIANS_AUTHOR_Q_A.JPGEssa entrou em "Podres de ricos": havia uma família que recentemente sofrera uma tragédia pessoal. Um conselheiro cristão chegou e começou a destruir tudo o que era chinês ou tinha algum dragão ou ídolo. Eu tinha 10 anos e lembro de acompanhar naquela enorme mansão enquanto vasos eram jogados no chão. As empregadas choravam vendo fortunas que não conseguiriam juntar em toda a sua vida sendo destruídas bem na frente delas. E depois elas precisavam literalmente varrer tudo. Eu não poderia inventar uma história dessas.

    O livro é uma sátira dessa cultura do excesso, mas Hollywood adora glorificar a riqueza. Você temia que a crítica ficasse perdida na adaptação para o cinema?

    Tive muitas conversas com Jon (Chu, diretor do filme) sobre isso. Eu conhecia e entendia a visão dele: apesar de haver cenas decadentes, era preciso ver além disso. O centro da história é uma família: um casal, uma mãe e um filho. Aí está a verdadeira riqueza louca da história.

    Enquanto outros autores vendem os diretos de seus livros por milhares de dólares, você ofereceu sua obra para as produtoras Color Force e Ivanhoe por US$ 1. O que você fez com esse dólar?

    Acho que nem recebi esse dólar, na verdade. Basicamente, eu estava tentando ser o mais amigável possível ao negócio. Não queria que as coisas corressem o risco de não darem certo por dinheiro. Eu preferia que o orçamento fosse gasto na contratação de um grande roteirista para realmente adaptar meu livro, em vez de me pagar alguma taxa de opção estúpida. E isso me deu a possibilidade de participação em todo o processo. Então cada dólar valeu a pena — esse dólar valeu a pena (risos).

    A escolha de Henry Golding, parte caucasiano, para interpretar Nick, o protagonista masculino, causou alguma controvérsia. Esse debate surgiu durante o processo de seleção?

    ASIANS_CASTING_ADV12_4.JPGDefinitivamente surgiu e foi um tema sobre o qual discutimos por muito tempo. Estávamos hiper-conscientes do que aconteceria e como as pessoas responderiam. Mas no final realmente sentimos que ele era o Nick perfeito. Tivemos que deixar de lado nossas próprias questões a respeito.

    Eu entendo o debate e fico feliz que tenha surgido. Mas sendo de Cingapura, que é uma sociedade multicultural, tendo tantos primos mestiços e vendo a luta deles como asiáticos que não são totalmente aceitos em nenhum dos lados, eu realmente tenho muita empatia por isso. Como eles não são asiáticos? Como Henry Golding, que passou a maior parte de sua vida morando na Ásia, pode não ser considerado asiático? Há cinquenta anos ele não poderia entrar em muitos clubes privados simplesmente pela sua aparência.

    Nos últimos meses, você viu uma mudança nas oportunidades em potencial para histórias asiáticas em Hollywood?

    Sem dúvida. Há um tremendo interesse agora em projetos que estou desenvolvendo. Eu também percebo isso com o elenco. Todos eles têm novas oportunidades surgindo. Eles estão recebendo ofertas de papéis e possibilidades diferentes. Estamos vendo todos esses atores encontrarem demanda de uma maneira totalmente nova e em projetos que não são apenas baseados na Ásia. O clima já está mudando.

    Agora que você superou o estereótipo, que tipos de histórias tem interesse em contar?

    Asiáticos loucos e pobres. Ou apenas asiáticos malucos de classe média. Eu escrevi três livros sobre o 1% (Além de "Asiáticos podres de ricos", ele publicou também "China rich girlfriend" e "Rich people problems"). Agora, trata-se de explorar esse amplo espectro e mostrar outras facetas dos asiáticos em todo o mundo. Eu quero mostrar como eles podem ser tão legais quanto os asiáticos ricos e loucos, se não mais.

    Também estou desenvolvendo uma série de TV com a Amazon. Ela vai se passar em Hong Kong, e acompanhará a família mais poderosa e implacável de lá. Vai ser muito diferente em tom e temas.

    (Pergunta com spoiler) A cena pós-créditos do filme estabelece um novo interesse amoroso potencial para a rejeitada Astrid (Gemma Chan). A cena é o prenúncio de uma sequência?

    leia tambémEu espero que sim. Junto com alguns atores eu me infiltrei numa exibição na Union Square e ficamos até os créditos finais. No minuto em que a cena passou, as pessoas gritavam. Foi hilário assistir.Estamos definitivamente tentando arrumar as coisas para uma sequência. Mas tudo depende do bom desempenho do filme. Não depende de nós.


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    RIO — Na esteira do movimento #MeToo, a HBO, conhecida por incluir cenas fortes de sexo em suas produções, decidiu inovar. Segundo a revista "Rolling Stone", as filmagens da nova temporada da série "The Deuce", que conta a história da legalização e ascensão da indústria pornográfica americana nos anos 70, tiveram uma presença inédita no set: Alicia Rodis, uma "coordenadora de intimidade", reponsável por dar apoio ao elenco. Ainda de acordo com a publicação, a HBO afirmou que a partir de agora todas as suas produções que tiverem cenas de sexo vão incluir um profissional do tipo.

    Audiência Weinstein links

    Primeira profissional a ocupar a vaga no canal, Rodis é uma espécie de mediadora entre o elenco e a equipe. Ela garante que os atores estejam em posição confortável para filmar cenas de cunho íntimo, revisando os roteiros e tratando com diretores e produtores sobre linguagem e medidas necessárias para criar um ambiente confortável. Se uma cena de sexo é inserida de última hora, ela costuma ser a primeira a falar com os atores sobre até onde eles aceitam ir.

    “Eu mesma não entendia o quanto isso havia sido ignorado e por quanto tempo. Existe uma dinâmica de poder tão grande nos sets de filmagem, tanta pressão, e a sensação de que o ator só engole tudo e faz", diz ela à publicação.

    Mudanças no ambiente de trabalho

    De acordo com a revista, a contratação de uma "coordenadora de intimidade" se deu após Emily Meade, que interpreta uma atriz pornô, pedir ao alto escalão da HBO a presença de um profissional durante as gravações para lhe ajudar com as cenas de sexo. Segundo ela, Rodis torna o trabalho menos desconfortável.

    “Não é que as coisas que ela faz são muito radicais. É só o fato de ter alguém além de você para pensar sobre certas coisas. Não deveria ser um conceito radical dar a alguém algo para cobrir suas partes íntimas. Mas ter alguém que faça isso, o gesto que isso representa, ajuda", pondera Meade.

    Links HBO

    Rodis, ex-atriz e dublê, passou por um treinamento antes de ocupar a vaga. Ela buscou ajuda de psicólogos, advogados da indústria do entretenimento, assistentes sociais, entre outros, para ser capaz de identificar as falhas durante as cenas de sexo e proteger os envolvidos. Para a revista, ela afirmou existir uma cultura que precisa ser mudada.

    “Estou aqui para dar voz aos atores, principalmente atores que sentem não ter uma. Também estou aqui pelos produtores, para garantir que eles saibam estar fazendo seu melhor para tornar as filmagens seguras", conta. "Aqui estamos nós, um ano após o #MeToo, e (o juiz) Brett Kavanaugh é escolhido para a Suprema Corte. Donald Trump é nosso presidente. Me diz se não precisamos disso, se não temos uma cultura que precisa ser mudada".


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    RIO — A esperada homenagem de Roger Waters à vereadora Marielle Franco aconteceu na passagem da turnê "Us + them" pelo Rio, na noite desta quarta-feira (Leia a crítica completa do show). Em um Maracanã energizado pela divisão política brasileira (foram muitos os gritos de "Ele não", respondidos por vaias edm menor proporção), Waters convidou, antes do bis, a viúva, Monica Benício; a irmã, Anielle Franco; e a filha de Marielle, Luyara Santos, para subirem ao palco.

    Enquanto o telão mostrava um obituário da vereadora, o músico inglês ex-Pink Floyd vestia uma camisa com os dizeres "Lute como Marielle Franco", com a qual se manteve até o fim da apresentação de quase três horas.

    — Marielle está conosco, nos nossos corações. De muitas maneiras, Marielle é líder deste país — afirmou o músico britânico.

    Na sequência, ele passou o microfone para as familiares da vereadora discursarem diante do público, que as recebeu com aplausos e algumas vaias.

    roger 3.jpeg“São 224 dias sem respostas. Não há democracia enquanto o Estado não responder o que aconteceu com Marielle Franco” e “Um breve comentário: isso aqui é família quer eles gostem ou não” foram algumas das declarações ditas ao microfone. Discussões acaloradas foram registradas no meio da plateia.

    Na sequência, o telão ainda mostrou as fotos de Talíria Petrone, nona deputada federal mais votada do Rio, ao lado de Renata Souza, Monica Francisco e Dani Monteiro, eleitas para a Assembleia Legislativa, todas amigas de Marielle e vinculadas ao Psol.

    — Elas representam as sementes que Marielle deixou. E essas sementes são muito importantes — disse Waters, antes de completar, entre aplausos e vaias: — Marielle acreditava nos direitos humanos. A maioria de vocês, também. Mas, infelizmente, nem todos.

    Ao longo da apresentação, em que tocou músicas de diferentes fases do Pink Floyd e também algumas de sua carreira solo, Waters repetiu o que foi feito em outras capitais brasileiras, incluindo a tarja “ponto de vista político censurado” na projeção em que chamava o presidencial Jair Bolsonaro (PSL) de “neofascista” e os dizeres “nem f***”.

    A postura de Waters foi semelhante na apresentação de São Paulo — o cofundador do Pink Floyd mencionou algumas vezes Jair Bolsonaro direta e indiretamente na apresentação. Em um dos intervalos, o telão posicionado no fundo do palco exibiu um slide onde estava escrito que "devemos resistir ao neofascismo". E, em seguida, exemplos de países e líderes políticos onde o neofascismo estaria em ascensão. Um dos países citados foi o Brasil e o líder apontado é Bolsonaro.

    Momentos depois de exibir a hashtag #Elenão no telão, antes de cantar as duas últimas canções, Waters recebeu vaias e aplausos do público por pelo menos três minutos.

    RogerWaters_2510No show de Salvador, ele prestou homenagem a Moa do Katendê, artista e capoeirista morto após uma discussão política , na madrugada após o primeiro turno da eleição.

    — Eu queria parar por um momento para lembrar um dos seus — disse Waters, naquela ocasião, claramente emocionado. — Mestre Moa, como vocês sabem, foi brutalmente assassinado em meio às suas eleições presidencias. Ele era um grande exemplo para todos nós sobre como espalhar o amor e empatia.


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    RIO - A uma semana do 25º aniversário da morte do ator River Phoenix, aos 23 anos e no auge do sucesso, sua namorada e também atriz, Samantha Mathis, falou pela primeira vez ao jornal inglês The Guardian sobre a última noite com ele. À repórter Hadley Freeman, Mathis relembrou aquele 30 de outubro de 1993, em que entrou com River ("Rio", na tradução para o português) e seus irmãos mais novos, Leaf ("Folha", agora conhecido como Joaquin) e Rain ("Chuva") no Viper Room, o clube de propriedade de Johnny Depp em Los Angeles.

    A reportagem compara Phoenix a James Dean, por também ter morrido jovem e tornado-se um mito para sua geração. Famoso por filmes como "Stand By Me" ("Conta comigo", de 1986), ele chegou a ser indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante em 1989, por sua atuação em "Running on Empty" ("O peso de um passado"). "Antes de morrer, parecia ter mais sucesso do que Tom Cruise, e sua ausência abriu espaço para outros jovens atores - (Leonardo) DiCaprio, obviamente", escreve a repórter, que destacou o talento do ator e lembrou como ele sempre odiou a fama, mas, envolvido com questões até então novas, como vegetarianismo e meio ambiente, acreditava que poderia usá-la para mudar o mundo.800px-River_Phoenix_-_hi_res_scan_(cropped).jpg

    Mathis contou à repórter que esperava estar no clube apenas para deixar os irmãos de Phoenix. "Mas, quando chegamos, ele me disse: 'Oh, há algumas pessoas tocando música hoje à noite no clube que querem que eu toque com elas - tudo bem, certo ?'", relembrou. “Eu sabia que algo estava errado naquela noite, algo que eu não entendia. Eu não vi ninguém usando drogas, mas ele estava 'alto' de uma maneira que me fez sentir desconfortável”, continuou a atriz, que contheceu Phoenix quando ambos tinham 19 anos, e contracenou com o namorado em "The Thing Called Love" ("um sonho, dois amores"), daquele mesmo ano.

    A atriz - que ganhou seu primeiro papel em 1988, numa série de TV, e até 2013 fez participações em séries como "Under the dome", "Greys Anatomy" e "Lost" - sabia que Phoeniz queria ficar no clube, e achou que não demoraria muito - afinal, algumas de suas coisas estavam no porta-malas do carro dela. Mas, "quarenta e cinco minutos depois, ele estava morto", relembrou, em lágrimas. River Phoenix

    "Eu sabia que ele estava chapado naquela noite, mas a heroína que o matou ele não usou antes de chegar ao Viper Room", continuou a namorada, que em dado momento viu o que imaginou ser Phoenix em uma briga com outro homem, e os dois sendo empurrados para fora da porta lateral do clube por um segurança. Quando ela foi para a rua depois deles, viu o ator cair no chão e entrar em convulsões na calçada.

    Mathis narrou ter tentado desesperadamente voltar ao clube para buscar ajuda, mas a porta lateral estava fechada. Então ela correu para a porta principal, procurou por Rain e Joaquin, que ligou para o 911 (emergência) pedindo ajuda em um telefonema que quase imediatamente vazaria para os jornais: “Ele está tendo convulsões! Venha aqui por favor, por favor, porque ele está morrendo, por favor ”, soluçou o garoto de 19 anos à época. Phoenix já estava imóvel quando os paramédicos chegaram, e foi declarado morto no hospital. Ele morrera de uma overdose de cocaína e heroína. Em seu corpo foram encontradas quantidades oito vezes superiores à dose letal das duas drogas, assim como efedrina e valium.79421186_US actress Samantha Mathis attends the 2018 Directors Guild of America Honors at DGA Theate.jpg

    "Uma das maiores ironias sobre Phoenix é que ele odiava a celebridade e tentou reformulá-la, mas ao fazê-lo ele inadvertidamente cunhou muitos dos clichês que agora o definem: rara é a celebridade hoje que não fala sobre vegetarianismo e meio ambiente. Ele também fez parecer legal ser um ator com um projeto paralelo - sua banda, Aleka's Attic -, pois sugeria que sua criatividade não poderia estar contida em uma forma de arte", escreveu a repórter.

    A reportagem também conta um pouco da vida de Phoenix, e de sua "infância excêntrica": seus pais, John e Arlyn - conhecida como Heart ("Coração") e mãe também de Liberty ("Liberdade") e Summer ("Verão") -, eram hippies e, quando River tinha apenas 3 anos, a família se uniu aos Filhos de Deus, um culto cristão que acreditava, entre outras coisas, que sexo sem fronteiras era uma forma de amor. A família se mudou para a Venezuela (onde João foi designado “arcebispo"), e depois para o México e Porto Rico a fim de espalhar o culto. Anos depois, Phoenix disse em uma entrevista que foi abusado sexualmente quando tinha 4 anos. O ator também nunca frequentou escolas. "Em vez disso, sua mãe entrou em contato com o diretor de elenco da Paramount, e Phoenix começou a trabalhar aos 8 anos. Seus irmão logo seguiram o exemplo.

    Samantha Mathis convesou com a repórter por telefone, de seu apartamento, em Nova York. A atriz disse ainda que nunca havia falado sobre a noite da morte do namorado com tanta profundidade antes. "'Exceto para o meu terapeuta', disse, com uma risada triste. Em parte porque ficou tão traumatizada com a morte dele que bloqueou muitas memórias. Mas ela viu recentemente, pela primeira vez desde que Phoenix morreu, 'The Thing Called Love', o último filme em que atuaram juntos, o que a fez pensar em coisas que não tinha pensado em décadas. Então, quando recebeu uma mensagem minha dizendo que queria falar com ela, pareceu-lhe que o universo queria que ela falasse sobre ele", escreveu a jornalista.


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    RIO — A Disney está planejando uma repaginada na bilionária franquia 'Piratas do Caribe'. Segundo o site "Deadline", o estúdio estaria em "conversas iniciais" com os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick para recriar a saga de Jack Sparrow. Reese e Wernick escreveram os roteiros dos dois filmes do Deadpool, o desbocado anti-herói da Marvel.

    Links Johnny Depp

    Segundo a publicação, Jerry Bruckheimer continuará como produtor, mas não está confirmado se o elenco principal será mantido. O caso mais crítico certamente é o de Johnny Depp, que encarna o pirata Jack Sparrow, protagonista da franquia.

    A lista de confusões é grande. Seus companheiros de filmagem em "Piratas do Caribe: a vingança de Salazar", quintp título da série, criticaram fortemente o comportamento do ator durante as gravações. Segundo o "The Hollywood Reporter", atrasos eram comuns e ele estaria constantemente bêbado no set.

    O ator também foi acusado pela ex-esposa de violência doméstica e sua participação em "Animais fantásticos e onde habitam" gerou controvérsia nas redes sociais. Em agosto deste ano, mais problemas: Depp foi acusado de agredir com um soco o produtor do filme "City of lies", adiando sua data de estreia.

    Links filmesEm um perfil do artista, a revista "Rolling Stone" desconstrói a imagem "cool" incorporada por Johnny Depp e o descreve como um homem solitário, triste e decadente, que não consegue aceitar o fato de seu poder de estrela estar em declínio.

    Juntos, os cinco filmes da franquia 'Piratas do caribe' já renderam mais de US$ 4,5 bilhões aos cofres da Disney. Sendo assim, é provável que o novo projeto siga adiante com ou sem Depp.

    Lançado em 2003, "Piratas do Caribe: a maldição do pérola negra" ganhou cinco indicações ao Oscar — inclusive a de melhor ator para Johnny Depp — e estabeleceu Depp como uma das grandes estrelas dos blockbusters americanos.


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    RIO — A cantora e compositora irlandesa Sinead O’Connor voltou a chamar atenção por algum assunto que não seja sua música ao anunciar, na última semana, que renunciou ao catolicismo e se convertou ao islamismo. Com isso, ela assumiu um novo nome: Shuhada. Links Shuhada’ Davitt

    "Essa é a conclusão natural da jornada de qualquer teólogo inteligente. Toda escritura leva ao Islã. O que torna todas as outras escrituras redundantes", disse a artista em seu Twitter, onde passou a adotar o nome Shuhada’ Davitt. Por enquanto, sua conta ainda é @MagdaDavitt77 — Magda tinha sido o outro nome que a cantora adotara legalmente no ano passado.

    Depois, ela postou um vídeo cantando o azan, o chamado à oração islâmico. "Essa é a minha primeira tentativa de cantar o azan. Eu errei a pronúncia de algumas palavras porque as emoções me tiraram do lugar... Mas haverá centenas de outras no palco por vir", prometeu. Sinead O’Connor

    A conversão teve uma nova página no dia seguinte, quando a irlandesa mostrou aos seguidores que ganhou seu primeiro hijab (vestimenta islâmica) da melhor amiga, Elaine: "Não vou postar uma foto porque isso é muito pessoal. E eu sou uma velha feia. Mas sou uma velha feia muito, muito, muito feliz".

    Momentos depois, porém, ela acabou postando uma foto com a roupa em frente aos dizeres: "Você tomou meu corpo, você tomou minha mente, você levou meus filhos, mas você nunca vai tomar minha voz". Sinead O’Connor 2

    No começo do ano, a cantora estava se preparando para voltar aos palcos após um longo período se recuperando de problemas em sua saúde mental. No entanto, ela acabou adiando as datas por "circunstâncias imprevistas". Sinead O’Connor 3


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    RIO — Longe da direção de filmes desde “Irma Vap: o retorno” (2006), Carla Camurati finaliza seu novo projeto, “História do tempo presente”. Em fase de montagem e previsto para o ano que vem, o documentário quer mostrar “a novela” da redemocratização do país — e de forma neutra, se possível.

    — Por meio de registros e fatos, o filme será um espelho do Brasil, sem apontar dedos — diz a atriz e cineasta, em sua produtora Copacabana Filmes, na Gávea.

    Aos 58 anos, ela comanda o 16º Fici (Festival Internacional de Cinema Infantil), em cartaz até domingo no Rio, e defende a obrigatoriedade do ensino de cinema para crianças. Diretora de “Carlota Joaquina, princesa do Brazil” (1995), filme que inaugurou a Retomada e abriu as portas para um período de crescente produção audiovisual, Carla não acredita que o cinema esteja em risco no futuro próximo. Links filmes

    Por que voltar à direção de longas com um documentário sobre a história recente do Brasil?

    A História era contada a partir de pontos de vista registrados em livros e documentos. Agora é diferente: tudo é fato. Você até pode ter uma imprensa opiniosa, mas a realidade está lá, registrada. Fico impressionada como a nação brasileira, historicamente, assina cheque em branco para eleger governantes. É como se o nosso inconsciente gostasse de heróis. Foi assim com Lula, Collor e a eleição atual. Talvez Fernando Henrique seja exceção. A questão é que não queremos um administrador que cuide do país, e sim um paladino. Este automaticamente é eleito. Não nos informamos sobre os programas de governo, não sabemos o que queremos. Meu filme quer ser neutro, sem apontar dedo para ninguém.

    Mas escolher que acontecimentos incluir no filme já não é adotar um ponto de vista?

    Fato é fato. Eu posso ter opiniões, mas o filme, não. É por isso que não terei entrevista nenhuma. Ele tem que ser um espelho do povo e dos políticos, e mostrar o que vivemos sem elipse de tempo. Nossa redemocratização é por si só um folhetim inacreditável, confuso e intenso, com impeachments e trocas de moedas, e quero apontar para uma direção que não seja os extremos.

    Sente saudade do passado?

    Não me penduro no passado nem no futuro. Se não ensinarmos em nossos filhos o olhar e a aptidão para o audiovisual, seremos analfabetos incapacitados de nos expressar. Teremos um novo apartheid

    Profissionais do cinema estão temerosos com a possível diminuição de investimentos públicos na área, nos próximos anos. E você?

    Por princípio, não sou pessimista. Especular sobre o futuro é motivo de sofrimento. Não digo que não teremos problemas. Mas o audiovisual, hoje, é tão importante para a economia que o próximo presidente vai entender que não investir nessa indústria significa perder dinheiro. Não é uma área secundária, muito pelo contrário: é uma mina de ouro, e não só para realizadores. É a mesma coisa que perguntar: “Mas você não acha que os hospitais públicos vão acabar?”. Claro que não. Mais me preocupa os radicalismos do povo do que os dirigentes do país. Links crianças SC+

    Você fundou o Fici, um festival para crianças. Acha que a cultura cinematográfica deve começar na infância?

    Tem gente que pensa no audiovisual como ferramenta, mas é uma linguagem. Deveria ser ensinado desde o começo, assim como leitura e escrita. Esqueça o cinema e pense o seguinte: a maior parte da comunicação do mundo é, hoje, feita por meio do audiovisual, em celulares, tablets e computadores. Se não desenvolvermos em nossos filhos o olhar e a aptidão para essa área, seremos analfabetos, incapacitados de nos expressar. Teremos um novo apartheid.

    Deveria ser obrigatório ensinar cinema nas escolas?

    Já é assim na França e em outros países, mas o Brasil ainda não chegou lá. Não basta botar fibra ótica e um projetor na escola. O aluno tem que ser produtor de conteúdo, e para isso é necessário um professor que saiba ensinar. Então claro que temos em mãos um problema. Quando resolvermos, será o nosso grande pulo do gato, porque além do efeito prático de desenvolver a comunicação das crianças, traremos de volta o lado lúdico para o ambiente escolar. Hoje, tudo é mais interessante que a sala de aula, até o YouTube.

    Por que a questão da educação infantil é tão importante para você?

    Venho de uma família de professores do Ensino Fundamental. Também trabalhei como assistente de professora. Na minha casa, o que uma criança pensa e como ela é tratada sempre foram assuntos sérios.

    Além do documentário, o que mais pretende fazer dentro do audiovisual?

    Estou desenvolvendo uma plataforma de conteúdo feminino chamado Mulheres Mix. Será pensada e produzida por e para mulheres a partir de 40 anos. O objetivo é consolidar o saber feminino. Mas ainda não posso falar muito sobre o projeto.


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