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    RIO — "Sempre lá estava como uma maldição/ A figura tão trágica/ Lembrando a decepção/Súbito recuei num grito/ E num grito de pavor e de horror/Vi que a mulher que o espelho refletia era eu”, declama Betty Gofman um poema de autoria de Zezé Macedo. Dama da comédia nacional, a intérprete de personagens como a Dona Bela da “Escolinha do Professor Raimundo”, conhecida pela voz esganiçada ou mesmo pelo título cruel de “mulher mais feia do Brasil” fez mais filmes do que qualquer outra atriz brasileira, mas morreu em 1999, aos 83 anos, sem jamais realizar o seu sonho de menina de viver um grande papel dramático.

    Apaixonada por Zezé, a atriz Betty Gofman decidiu comemorar seus 30 anos de carreira voltando a interpretar a colega em “A vingança do espelho — A história de Zezé Macedo” — antes uma peça com elenco maior, agora adaptada para um monólogo que estreia hoje no Teatro Laura Alvim.

    Por que a história da vida de Zezé Macedo é tão interessante?

    A grande questão é que a Zezé personifica como ninguém as pessoas que trabalham com a alma e são julgadas pelas aparências. Quando eu fui chamada pra fazer a Zezé pela primeira vez, sete anos atrás, não sabia, como a maioria das pessoas, da trajetória dela. Ela foi grande parceira de Oscarito e o Grande Otelo a chamava de Carlitos de saias. Ela nasceu em Silva Jardim e muito cedo se casou, aos 18, e logo teve um bebê que morreu ao cair do colo da sogra.

    Foi mesmo a partir daí que a voz dela mudou?

    Sim. Quando isso aconteceu, ela gritou alucinadamente e depois ficou muda. Quando a voz voltou, ficou esganiçada. Depois disso, ela resolveu vir para o Rio seguir o sonho de ser atriz. Mas só conseguiu o primeiro papel aos 38 anos. Ela era secretária de Dias Gomes, e convenceu ele a lhe dar um espaço no rádio para declamar uma poesia dela. Só que quando ela leu, só prestaram atenção na voz. A partir do momento em que as pessoas não prestaram atenção no que ela estava dizendo, virou um deboche com a voz dela. Isso a fez ser chamada para fazer comédia no cinema. 79418924_Rio de Janeiro RJ - 10-09-1994 - Zezé Macedo atriz - Foto Ana Branco - Agência O Globo - Ne.jpg

    A Zezé foi obrigada a rir de si mesma, algo que temos questionado na comédia de hoje...

    Na verdade, Zezé sofreu um grande bullying a vida inteira, porque só chamavam ela para fazer coisas que debochassem da sua voz e da fisionomia. A Zezé novinha era linda. Com um tempo, por essa loucura da busca pela beleza, ela foi esticando o rostinho. Mas cada um faz o que quer. A gente costuma olhar para quem está cheia de plástica e fazer um julgamento instantâneo. Cada um sabe a sua dor. Envelhecer não é mole para ninguém.52515586_Rio de Janeiro RJ - 18-09-1962 - Zezé Macedo Atriz - Foto Arquivo - Agência O Globo - Negat.jpg

    Quanto mais ela envelheceu, mais ela sofreu com isso de viver às custas da feiura?

    É, talvez. Juntou as duas coisas, e no poema dela que dá o título da peça ela fala nisso, de se olhar no espelho e, por causa da velhice, não se reconhecer. Se você não quiser envelhecer por dentro, acompanha as mudanças e se mantém ativo. Mas, por fora, não tem como.

    Mesmo sem realizar seu sonho, a Zezé foi bem-sucedida na carreira?

    Ela foi vitoriosa. Foi uma recordista, fez 105 filmes. Podemos dizer que ela era uma mulher poderosa e à frente do seu tempo. Porém, carregando uma tristeza lá no fundo, porque ninguém merece viver a vida sendo confinado o tempo todo a um estereótipo.

    Você também se sentiu confinada, em algum momento, a apenas um tipo de papel?

    Na verdade, não. Eu tive a sorte de viver um outro momento, em que as pessoas ao redor eram mais sensíveis. feminismo-links

    “A vingança do espelho”

    Onde: Teatro Laura Alvim — Av. Vieira Souto, 176, Ipanema (2332-2016).

    Quando: de hoje a 4/11. Sex. e sáb., às 20h. Dom., às 19h.

    Quanto: R$ 20.

    Classificação: 12 anos.


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    RIO — O ator que estrelou o clássico "Free Willy", Jason James Richter, foi preso por violência doméstica, segundo publicou o "TMZ". De acordo com o site americano, Richter foi preso na noite de segunda-feira no Vale de San Fernando, em Los Angeles, Califórnia. O ex-ator teria passado duas noites na cadeia, antes de ser libertado na quarta-feira, após pagar fiança de US$ 20 mil.

    Pessoas próximas a Richter informaram ao site que ele discutiu com a namorada por volta das 19h, da segunda-seira, em sua casa. A namorada se retirou para o quarto e trancou a porta. Richter então quebrou a porta para entrar e agredi-la.

    'Free Willy'

    Quatro horas depois, ela apareceu na delegacia de polícia e prestou depoimento alegando violência doméstica. Segundo o "TMZ", ela disse aos policiais que Richter agarrou seus pulsos. Os policiais, no entanto, afirmam que não havia nenhuma marca visível.

    O americano interpretou o personagem Jesse em três filmes da franquia "Free Willy". Na TV ele fez participações em séries como "Sabrina", e, mais recentemente, em "Bones".


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    RIO — Após três temporadas ambientadas na Colômbia, a série "Narcos" chega agora às disputas do narcotráfico no México. A Netflix divulgou o trailer oficial da quarta temporada do seriado, que tem estreia global prevista para 16 de novembro.

    Estrelada por Michael Peña e Diego Luna, "Narcos: México" vai explorar as origens da moderna guerra às drogas no país, retratando a época em que o mundo do tráfico mexicano era uma confederação solta e desorganizada de produtores e comerciantes independentes.Trailer Narcos: Mexico

    Luna ("Rogue One: Uma História de Star Wars") vai interpretar Miguel Ángel Félix Gallardo ("Félix"), o líder do cartel de Guadalajara, um dos maiores narcotraficantes da história do México e o fundador do moderno tráfico mexicano de drogas.

    Já Peña ("Homem-Formiga" e "Vespa"), vai interpretar Kiki Camarena, um agente disfarçado da DEA que obteve informações valiosas através de uma série de informantes em torno de Félix e seu novo cartel de Guadalajara, mas rapidamente se viu ao perceber tinha subestimado completamente a sofisticação do sistema de Gallardo


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    ESTOCOLMO — A Academia Sueca, organização que concede o prêmio Nobel de Literatura, selecionou um especialista em linguagens nórdicas antigas como novo membro nesta sexta-feira, em um passo para recuperar seu prestígio depois do escândalo sexual que forçou a organização a adiar a entrega do prêmio deste ano.

    Mats Malm, professor de literatura da Universidade de Gotemburgo, é o terceiro novo integrante indicado este mês para a organização de 18 membros, preenchendo todos os assentos vagos, incluindo dois disponibilizados por membros que deixaram a Academia após o escândalo.

    Links Nobel

    Fundada há 232 anos pelo rei da Suécia para proteger o idioma do país, a Academia Sueca tem escolhido o vencedor do Nobel de Literatura desde 1901. Outras organizações do país nórdico selecionam os vencedores de outras categorias e um comitê da Noruega concede o Nobel da Paz.

    A entrega do prêmio de literatura deste ano foi adiada depois que o fotógrafo franco-sueco Jean-Claude Arnault, administrador de uma fundação cultural que recebia fundos da Academia, foi acusado de estupro.

    Arnault é casado com uma integrante da organização e mantinha relações pessoais e profissionais com diversos outros membros. Ele foi condenado este mês a dois anos de prisão por estupro. O fotógrafo também foi acusado de vazar nomes de vencedores do Nobel de Literatura e a Academia Sueca está investigando seu relacionamento financeiro com ele.

    Links livrosArnault nega qualquer irregularidade e está recorrendo à condenação por estupro. Além dos dois integrantes que deixaram a academia devido ao caso, quatro outros, incluindo a mulher de Arnault, Katarina Frostenson, suspenderam sua participação.

    O chefe da Fundação Nobel, que concede os prêmios mas não escolhe os vencedores, disse que a Academia Sueca pode perder seu papel na entrega do prêmio de literatura se não recuperar sua legitimidade após o escândalo.


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    RIO — Maior audiência da TV americana, uma apresentação no intervalo do SuperBowl é um ponto alto na carreira de qualquer artista. Mas todo esse prestígio parece não ter atraído Rihanna. Segundo a revista "Us Weekly", a cantora de Barbados teria recusado um convite para cantar no intervalo da 53ª edição do Super Bowl, a grande final do futebol americano, em solidariedade ao atleta Colin Kaepernick.

    "A NFL e a CBS queriam muito que a Rihanna fosse a atração do próximo ano, em Atlanta. Eles fizeram o convite, mas ela disse não por causa da controvérsia de jogadores ajoelhando durante o hino. Ela não concorda com a postura da NFL", disse uma fonte à publicação.

    Kaepernick links

    A cantora tem histórico de se relacionar com questões sociais. Ela é fundadora da The Believe Foundation, entidade assistencial que protege crianças vítimas de doenças terminais em todo o mundo. Também é parceira da Unicef, tendo participado de duas ações: a "Moda contra a SIDA", em 2008, quando se juntou a Gucci para levantar fundos em favor de pacientes portadores da síndrome da imunodeficiência adquirida e a "There for the Philippines", em 2013, que ajudou famílias afetadas pelo ciclone Haiyan, nas Filipinas.

    Também em 2008, a cantora ajudou uma paciente com leucemia a encontrar uma medula compatível para se curar do câncer. Depois de Rihanna entrar na campanha, mais de 2 mil pessoas se inscreveram como doadores.

    Kaepernick, quarterback do San Francisco 49ers, virou persona non grata na liga — e para muitos americanos — quando, em 2016, se ajoelhou durante a execução do hino nacional americano em protesto à brutalidade policial e desigualdade racial no país. O jogador recebeu muitos ataques, inclusive do presidente Donald Trump, que o acusou de desrespeitar a bandeira dos EUA. Ele está sem time desde então.


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    RIO — O Metropolitan Museum of Art (conhecido como Met) e o Brooklyn Museum anunciaram que não usarão mais dinheiro da Arábia Saudita para programas de exibição de obras arte do Oriente Médio, segundo publicou o "New York Times". A decisão ocorreu após autoridades turcas acusarem agentes sauditas de matar o jornalista dissidente Jamal Khashoggi no consulado saudita em Istambul.

    Os programas, uma exposição de três meses sobre os refugiados sírios no Brooklyn Museum e um seminário no Met sobre curadoria de arte no Oriente Médio, fazem parte da iniciativa "Arab Art & Education".Links Museu

    Na semana passada, os museus ainda estavam avaliando continuar com suas participações no programa. No entanto, com o caso ganhado força e sendo compartilhado por funcionários da inteligência americana, decidiram reconsiderar seu envolvimento.

    Segundo o "NYT", Daniel H. Weiss, presidente e diretor executivo do Met, enviou uma nota aos participantes do seminário acadêmico afirmando que "à luz dos recentes acontecimentos decidimos que o próprio Museu financiará o evento". O Museu havia recebido US$ 20mil go governo saudita, e agora ainda está avaliando o que fará com o dinheiro.

    Já o Museu do Brooklyn afirmou por meio de nota que “acredita fortemente no valor da cultura para criar pontes e construir uma comunidade global mais conectada, cívica e empática”, como publicou o "NYT". No entanto, após as notícias sobre o assassinato do jornalista, não vai mais usar dinheiro saudita para sua exposição.


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    RIO — O temido inverno finalmente chegou para os personagens de "Game of Thrones". E, de acordo com George Martin, autor dos livros que deram origem à série da HBO, esse também pode ser um problema para nós, no mundo real. Em entrevista a "The New York Times Style Magazine", ele afirmou que, "em sentido amplo", é possível traçar um paralelo entre os perigos da chegada do inverno na série ficcional e as perigos ambientais enfrentados na vida real, confirmando uma antiga teoria dos fãs da saga.

    Links Game of thrones“As pessoas em Westeros estão lutando suas batalhas individuais por poder, status e fortuna. E essas questões estão fazendo com que ignorem a ameaça 'o inverno está chegando', que tem o potencial de destruir todos eles", disse à revista.

    Sobre a metáfora, ele afirmou que questões como direitos civis, emprego e política tomam conta dos discursos recentes e acabam distraindo as pessoas de um perigo que "pode destruir nosso mundo": o aquecimento global.

    "Enquanto nos enfrentamos e gastamos tanta energia, existe a ameaça do aquecimento global, comprovada pela maioria dos dados e 99,9% da comunidade científica", afirmou Martin. “Nada disso é importante se estivermos mortos e nossas cidades no fundo do oceano. O aquecimento global deveria ser prioridade para qualquer político capaz de olhar além da próxima eleição. Mas, infelizmente, estes são poucos", concluiu.

    Trump e trabalhos futuros

    34207290_SC EXCLUSIVO Rio de Janeiro RJ 19-02-2014 - Serie Games of Thrones de George R R. Mart.jpgOutra discussão comum entre fãs também foi abordada pelo autor. Durante boa parte da entrevista, ele fugiu de comparações entre a política de Westeros, mundo fictício onde se passa a série, e a nossa. No entanto, respondeu qual personagem ele acha mais parecido com o presidente americano, Donald Trump: o vilão Joffrey.

    "Acho que mesmo durante a campanha eu disse que Trump me lembrava o Joffrey. Eles têm o mesmo nível de maturidade emocional. E Joffrey gosta de lembrar a todos que é rei, e acha que isso lhe dá permissão de fazer qualquer coisa. Nós não estamos em uma monarquia absolutista, como em Westeros. Somos uma república constitucional. E mesmo assim Trump parece não saber o que isso significa. Ele acha que a presidência dá o poder para que ele faça qualquer coisa", disparou o escritor.

    Martin também falou sobre projetos futuros para a televisão. Perguntado sobre qual outra obra sua gostaria de ver adaptada, deu uma possível pista do que pode estar por vir.

    "Estamos trabalhando no momento em algumas produções baseadas em 'Wild Cards', série de livros que eu venho editando nos últimos 30 anos. Espero que chegue à televisão daqui um ano ou dois", revelou.

    A oitava e última temporada de "Game of thrones" tem estreia marcada para o primeiro semestre de 2019.


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    SÃO PAULO — Após mudar de data e anunciar a Première Brasil, o Festival do Rio divulgou ontem a lista total de títulos estrangeiros, completando, assim, a seleção oficial deste ano. De 1º a 11 de novembro, serão exibidos mais de 200 filmes, de mais de 60 países.

    A sessão de abertura terá “Viúvas”, de Steve McQueen, com Viola Davis. O filme de encerramento será "O Grande Circo Místico", de Carlos Diegues.

    Mesmo com o cardápio reduzido em relação a anos anteriores, o festival segue com oferta diversificada. Alguns vencedores dos principais festivais internacionais, casos de “Assunto de família” (Palma de Ouro em Cannes), de Hirokazu Kore-eda, e de “Não me toque” (Urso de Ouro em Berlim), de Adina Pintilie. Ambos já estão em cartaz na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que vai até o dia 31 de outubro.

    Links filmesMas também há alguns filmes exclusivos do festival carioca. Entre eles, trabalhos inéditos de diretores consagrados, como o britânico Mike Leigh, que apresenta “Peterloo”, e o cineasta e artista plástico Julian Schnabel, que traz “No portal da eternidade”, biografia de Van Gogh.

    Outra tendência são os documentários com perfis consagrados: “Kusama — Infinito”, de Heather Lenz, sobre a artista japonesa Yayoi Kusama; “Ferrante fever”, de Giacomo Durzi, sobre a misteriosa escritora italiana Elena Ferrante, e “El Pepe, uma vida suprema”, de Emir Kusturica, sobre o ex-presidente uruguaio José Mujica.

    Première Brasil

    Na Première Brasil serão exibidos 48 longas e 20 curtas de diretores estreantes e consagrados. O público poderá escolher o melhor filme nas categorias ficção, documentário e curta, através do voto popular. Um júri oficial vai eleger as demais categorias.

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    Confira a programação completa abaixo

    MOSTRA PANORAMA

    O mau exemplo de Cameron Post (The miseducation of Cameron Post), de Desiree Akhavan

    Colette (Colette), de Wash Westmoreland

    A pé ele não vai longe (Don't worry, he won't get far on foot), de Gus Van Sant

    Sem rastros (Leave No Trace), de Debra Granik

    Vida selvagem (Wildlife) de Paul Dano

    Fátima, de João Canijo

    Bisbee '17 (Bisbee '17), de Robert Greene

    O Termômetro de Galileu, de Teresa Villaverde

    Vision, de Naomi Kawase

    A Névoa Verde (The green fog), de Guy Maddin, Evan Johnson, Galen Johnson

    Grass (Grass) de Hong Sangsoo

    Utøya - 22 de julho (U - July 22), de Erik Poppe

    Não me toque (Touch me not) de Adina Pintilie

    3 Days in Quiberon, de Emily Atef

    Imagem e palavra (The Image Book), de Jean-Luc Godard

    Asako I & II (Asako I & II), de Ryûsuke Hamaguchi

    Conquistar, amar e viver intensamente (Sorry Angel), de Christophe Honoré

    Amor até as cinzas (Ash Is Purest White) de Jia Zhangke

    Assunto de família (Shoplifters), de Hirokazu Koreeda

    Cafarnaum (Capernaum) de Nadine Labaki

    Em chamas (Burning), de Lee Chang-dong

    Infiltrado na Klan (BlacKkKlansman), de Spike Lee

    3 faces (Three Faces) de Jafar Panahi

    Guerra Fria (Cold War) de Pawel Pawlikowski

    Verão (Summer), de Kirill Serebrennikov

    Dez anos Tailândia (Ten Years Thailand), de Apichatpong Weerasethakul, Aditya Assarat, Chulayarnnon Siriphol, Wisit Sasanatieng

    O momento Plutão (The Pluto Moment), de Ming Zhang

    A casa que Jack construiu (The House that Jack Built), de Lars von Trier

    A prece (The prayer), de Cédric Kahn

    Praça pública (Place Publique), de Agnès Jaoui

    Amanda (Amanda), de Mikhaël Hers

    Memória da dor (Memoir of War), de Emmanuel Finkiel

    Maria Callas - em suas próprias palavras (Maria by Callas), de Tom Volf

    Raiva (Rage), de Sérgio Tréfaut

    A queda do império americano (The Fall of the American Empire), de Denys Arcand

    A cada momento (Each and every moment), de Nicolas Philibert

    Peterloo, de Mike Leigh

    White boy Rick (White Boy Rick), de Yann Demange

    O favorito (The front runner), de Jason Reitman

    Se a rua Beale falasse (If Beale street could talk), de Barry Jenkins

    Vidas duplas (Double Lives), de Olivier Assayas

    No portal da eternidade (At eternity’s gate), de Julian Schnabel

    A quietude (The Quietude), de Pablo Trapero

    El Pepe, uma vida suprema (El Pepe, una vida suprema), de Emir Kusturica

    Seu rosto (Your Face), de Tsai Ming-Liang

    Monrovia, Indiana (Monrovia, Indiana), de Frederick Wiseman

    O hotel às margens do rio (Hotel by the river), de Hong Sangsoo

    Túmulos sem nome (Graves Without a Name), de Rithy Panh

    Nunca deixe de lembrar (Never Look Away), de Florian Henckel von Donnersmarck

    A rota selvagem (Lean on Pete), de Andrew Haigh

    O ódio que você semeia (The hate u give), de George Tillman Jr.

    A vida em si (Life itself), de Dan Fogelman

    Vox Lux (Vox Lux), de Brady Corbet

    Tyrel (Tyrel), de Sebastián Silva

    A excêntrica família de Gaspard (Gaspard at the Wedding), de Antony Cordier

    Eu sou Tempesta (I am Tempesta), de Daniele Luchetti

    O Caravaggio roubado (The Stolen Caravaggio), de Roberto Andò

    O que você irá fazer quando o mundo estiver em chamas (What You Gonna Do When the World's on Fire?) de Roberto Minervini

    Meu próprio bem (My own good), de Pippo

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    EXPECTATIVA 2018

    Tempo comum (Ordinary Time), de Susana Nobre

    Skate Kitchen (Skate kitchen), de Crystal Moselle

    Terra firme (Anchor and hope), de Carlos Marqués-Marcet

    Culpa (The guilty), de Gustav Möller

    O quebra-cabeça Puzzle, de Marc Turtletaub

    Um elefante sentado quieto (An elephant sitting still), de Hu Bo

    Adam (Adam), de Maria Solrun

    Longa jornada noite adentro (Long day's journey into night) de Bi Gan

    Rafiki (Friends), de Wanuri Kahiu

    Carmen & Lola (Carmen and Lola), de Arantxa Echevarria

    O mundo á seus pés (The world is yours), de Romain Gavras

    A nossa espera (Our struggles), de Guillaume Senez

    Palace II - 3 Quartos com Vista para o Mar (Palace II) de Rafael Machado / Co-direção: Gabriel Corrêa e Castro

    Pedro e Inês, o amor não descansa (The dead queen) de António Ferreira

    A árvore (The tree) de André Gil Mata

    Shade – entre bruxas e heróis (The Witch Hunters), de Rasko Miljkovic

    Querido filho (Dear Son) de Mohamed Ben Attia

    Entre tempos (Ricordi?), de Valerio Mieli

    Yomeddine (Yomeddine) de A.B. Shawky

    A costureira de sonhos (Sir) de Rohena Gera

    A última criança (Last Child), de Shin Dong-seok

    Longe da árvore (Far from the tree) de Rachel Dretzin

    Girl, de Lukas Dhont

    PREMIÈRE LATINA

    Miriam mente (Miriam Lies), de Natalia Cabral, Oriol Estrada

    A Rainha do medo (The queen of fear), de Valeria Bertuccelli, Fabiana Tiscornia

    A cama (The bed), de Mónica Lairana

    Cinzas (Cenizas), de Juan Sebastian Jacome

    Virus Tropical (Virus tropical), de Santiago Caicedo

    O dia que resistia (The endless day), de Alessia Chiesa

    El motoarrebatador (The snatch thief), de Agustín Toscano

    Pássaros de verão (Birds of Passage), de Ciro Guerra, Cristina Gallego

    Minha obra prima (My masterpiece), de Gastón Duprat

    Happy hour - Verdades e consequências (Happy hour), de Eduardo Albergaria

    Tarde para morrer jovem (Too late to die young), de Dominga Sotomayor

    A Camareira (The chambermaid), de Lila Avilés

    Belmonte (Belmonte), de Federico Veiroj

    Acusada (The Accused), de Gonzalo Tobal

    Família submersa (A family submerged), de María Alché

    Vermelho sol (Rojo), de Benjamin Naishtat

    José (Jose), de Li Cheng

    Humanpersons (Humanpersons), de Frank Spano

    O amor não descansa (An unexpected love), de Juan Vera

    O anjo (The angel), de Luis Ortega

    Museu (Museum), de Alonso Ruizpalacios

    Compra me um revólver (Buy me a gun), de Julio Hernández Cordón

    MIDNIGHT

    MATANGI / MAYA / M.I.A. (MATANGI / MAYA / M.I.A.), de Stephen Loveridge

    A geraçao da riqueza (Generation wealth), de Lauren Greenfield

    Três estranhos idênticos (Three identical strangers), de Tim Wardle

    Game girls (Game girls), de Alina Skrzeszewska

    Profile (Profile), de Timur Bekmambetov

    A Valsa de Waldheim (The Waldheim waltz), de Ruth Beckermann

    Futebol Infinito (Infinite Football), de Corneliu Porumboiu

    As filhas do fogo (The daughters of fire), de Albertina Carri

    Selvagem, de Camille Vidal-Naquet

    Faca no coração (Knife + heart), de Yann Gonzalez

    Morra, monstro, morra (Murder Me, Monster), de Alejandro Fadel

    Amazônia Groove, de Bruno Murtinho

    Operação Overlord (Overlord), de Julius Avery

    Imagine (Imagine), de John Lennon, Yoko Ono

    Buddies (Buddies), de Arthur J. Bressan Jr.

    The Cleaners (The cleaners), de Hans Block, Moritz Riesewieck

    Obscuro barroco (Obscuro barroco), de Evangelia Kranioti

    Alterscape, de Serge Levin

    FILM DOC

    Hal Ashby (Hal), de Amy Scott

    - Be natural: a historia não contada da primeira cineasta do mundo (Be natural: the untold story of Alice Guy-Blaché), de Pamela B. Green

    Os olhos de Orson Welles (The eyes of Orson Welles), de Mark Cousins

    Friedkin Uncut (Friedkin uncut), de Francesco Zippel


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    RIO — Duas vezes vencedora do Oscar de melhor atriz, Hilary Swank surpreendeu de novo. Sua atuação no drama “Tudo o que tivemos”, que estreou nesta sexta-feira nos Estados Unidos e deve chegar aos cinemas do Brasil em janeiro, vem sendo considerado um dos melhores de sua carreira.

    De quebra, marca o retorno da atriz a Hollywood após três anos afastada por causa de um grave problema de saúde do pai, submetido a um transplante de pulmão. Quando os médicos deram a ele pouco tempo de vida caso não realizasse o procedimento, Hilary largou tudo para ficar ao seu lado.

    — Ninguém espera que uma coisa dessas aconteça com a gente. Mas, quando acontece, como devemos reagir? — diz a atriz de 44 anos, por telefone. — Foi um dos momentos mais difíceis da vida, mas é o que você precisa fazer nessas horas. A mãe de uma amiga próxima acabou de ser diagnosticada com demência e vai passar pela mesma coisa. O trabalho do cuidador é algo que me emociona.

    Não à toa, seu último papel de destaque foi em “Um momento pode mudar tudo” (2014), no qual viveu uma pianista diagnosticada com esclerose lateral amiotrófica (ELA) que recebe os cuidados de uma aluna durante o doloroso processo da perda de movimentos. A generosidade do apoio a uma pessoa doente volta à tona em “Tudo o que tivemos”. Trailer de 'What they had'

    Exibido pela primeira vez no Festival de Sundance, em janeiro, o longa de estreia de Elizabeth Chomko gira em torno de Bridget (Hilary), uma mulher que retorna à casa dos pais para uma emergência familiar: sua mãe Ruth (Blythe Danner), vítima de Alzheimer em estágio avançado, foi encontrada vagando sozinha numa tempestade de neve.

    BRIGAS, GRITOS E ABRAÇOS

    O incidente faz o filho Nick (Michael Shannon) querer colocá-la numa casa de repouso, mas o patriarca Burt (Robert Forster) rejeita a ideia — discórdia que resulta em brigas frequentes na família. No meio disso tudo, Bridget enfrenta uma crise com o marido Eddie (Josh Lucas) e, para piorar a situação, sua filha Emma (Taissa Farmiga) não quer mais voltar para a faculdade.

    — A gente sempre sente que só a nossa família é doida e disfuncional. Mas aí crescemos e entendemos que acontece com todo mundo. Mesmo assim, existe um amor implacável dentro das dinâmicas familiares. Eu adoro quando parentes brigam, gritam uns com os outros e, no minuto seguinte, se abraçam e dizem se amar. Família é isso — afirma Hilary.

    Seu papel em “Tudo o que tivemos” destoa daqueles que lhe renderam o prêmio mais importante do cinema americano. Se em “Meninos não choram” (1999) e “Menina de ouro” (2004) ela interpretava mulheres que precisavam lutar para atingir seus objetivos — às vezes atravessando situações trágicas —, desta vez Hilary compõe uma personagem vulnerável e cheia de defeitos, em um roteiro que embala assuntos sérios com humor e leveza.

    — Ou seja, Bridget é uma americana contemporânea, em parte parecida comigo também. Acho que mulheres, por natureza, são seres protetores. Tomam conta de todos ao redor, mesmo que às vezes não se sintam fortes por dentro.

    Para a atriz, lançar uma história de afeto em tempos conturbados é um lembrete da importância da união. Ela exemplifica com o movimento #MeToo e até a eleição brasileira:

    — Aqui nos EUA, as mulheres passaram a se ajudar para lidar com o que está acontecendo. Mas o mundo inteiro enfrenta problemas, inclusive o Brasil. É importante que vocês se mantenham juntos, votem e usem suas vozes para ajudar outras pessoas. Essa é a nossa responsabilidade e obrigação. Inclusive, adoraria ir ao Brasil, porque todas as pessoas daí que eu conheço são gentis, calorosas e engraçadas.

    Agora, a carreira de Hilary — que em agosto se casou com Philip Schneider, um empreendedor de causas sociais, numa cerimônia secreta — está a todo vapor. Este ano, já apareceu na série “Trust” (disponível no Fox APP), na qual canalizou a angústia de Gail Getty, a mãe do herdeiro bilionário John Paul Getty III, sequestrado na Itália em 1973. E, recentemente, filmou o suspense de ficção científica “I am mother” (ainda sem previsão de lançamento), sobre um robô que cuida de uma adolescente em um planeta devastado.

    — Sim, são projetos completamente diferentes entre si, mas eu amo contar histórias. Não existe isso de falar: “Ah, agora vou atrás de uma ficção científica”. O gênero não importa, e sim papéis desafiadores, com os quais eu possa aprender coisas novas.


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    LYON — A atriz e produtora norte-americana Jane Fonda recebeu o Prêmio Lumière 2018, durante a décima edição do Festival Lumière de Lyon, na França, em cerimônia realizada na noite da última sexta-feira.

    — As duas coisas mais formidáveis são a luz e o amor — declarou a premiada, em perfeito francês, antes de dizer que estava "muito emocionada". leia também

    Jane Fonda, de 80 anos, é a segunda mulher a receber a láurea, um importante reconhecimento do trabalho de personalidades da sétima arte — em 2016, Catherine Deneuve foi agraciada com o troféu.

    Diretor do evento e também principal liderança na organização do Festival de Cannes, Thierry Frémaux ressaltou que Fonda "faz parte das grandes mulheres independentes de Hollywood", adjetivando-a como uma "rebelde pura".

    — Não é a única artista que se comprometeu com causas políticas nos anos 1960, mas nos lembramos dela como uma das que fez isso em um período que não era fácil — acrescentou.

    79435723_US actress Jane Fonda reacts after receiving the Lumiere Award during the 10th edition of t.jpg

    Vencedora do Oscar de Melhor Atriz por "Klute — O passado condena" (1972) e "Amargo regresso" (1979), Fonda ministrou uma "masterclass" sobre o ofício artístico, num teatro na cidade francesa, durante a qual recordou o próprio engajamento em questões humanitárias (como a contudente crítica à Guerra do Vietnã), garantindo que "se tornou uma atriz melhor graças ao ativismo".

    — Quando se é ignorante, podem nos perdoar. Mas uma vez que sabemos das coisas, não podemos virar as costas — ressaltou a atriz.

    Grande parte da atual edição do Festival Lumière é dedicada à filmografia de Jane Fonda, com produções como "Jaula Amorosa", de René Clément (1964), "Stanley & Iris", de Martin Ritt (1990), e "Barbarella", de Roger Vadim (1968).


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    Uma semana após anunciar o cancelamento da série "Punho de ferro", a Netflix deretou o fim de outra produção desenvolvida em conjunto com a Marvel: inspirada no superherói homônimo, "Luke cage" não ganhará mais sequência no serviço de streaming.

    A notícia foi veiculada por um comunicado publicado por ambas as empresas. "Infelizmente, 'Luke Cage' não retornará para a terceira temporada. Todos na Marvel Television e na Netflix são gratos à dedicação dos roteiristas, do elenco e da equipe que deram vida ao Herói do Harlem nestas duas últimas temporadas, e também a todos os fãs que apoiaram a série", afirmou a nota. Leia mais...

    Nos bastidores da indústria audiovisual em Hollywood, o fato foi recebido com surpresa. Segundo o portal Deadline, o produtor Cheo Hodari Coker e um grupo de roteiristas já estariam desenvolvendo, há pelo menos seis meses, os novos rumos da história protagonizada pelo ator Mike Colter. Ainda de acordo com o site, executivos da Netflix não teriam aprovado os scripts inéditos, mesmo após determinarem mudanças significativas na trama.

    Como informado pelo Deadline, o alto custo da série — mesmo com os benefícios fiscais concedidos pelo governo de Nova York —, associada a uma audiência pouco elevada, teria sido outro fator de peso para a decisão.

    Vale lembrar que a Disney, atual proprietária da Marvel, planeja lançar, em breve, um serviço de streaming que concorra com a própria Netflix. Por isso, a nova especulação recai sobre "Demolidor", outra série da Marvel desenvolvida no catálogo da gigante do streaming.

    É segunda vez que uma série da Marvel para a Netflix é cancelada. Além de "Punho de Ferro" e "Luke Cage", as histórias de "Demolidor", "Jessica Jones", "Justiceiro" e "Os Defensores" (uma reunião de todos os personagens) também estão disponíveis na plataforma. A terceira temporada de "Demolidor", inclusive, foi lançada na última sexta-feira, 19.


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    RIO — Presente em mostras como "Ex-África", no CCBB do Rio, na 11º Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, ou em "Recortes da arte brasileira", na Berlin Art Fair, Arjan Martins é o vencedor do Prêmio Pipa 2018. Indicado em 2010, 2011, 2014, 2016 e 2017, o carioca vai receber o prêmio de R$ 130 mil, valor que inclui sua participação no programa de residência artística da Residency Unlimited, em Nova York, por três meses.

    Martins, que neste ano concorreu com Eli Sudbrack, Romy Pocztaruk e Vivian Caccuri, também venceu o Pipa Voto Popular Exposição 2018. As quatro exposições seguem em cartaz no Museu de Arte do Rio (MAM) até o dia dia 27, quando será llançado o catálogo desta edição.

    12737690_SC Rio de Janeiro RJ 30-06-2014 - Artes visuais O artista visual Arjan Martins ganha exposi.jpgO vencedor foi escolhido entre os quatro finalistas pelo Júri de Premiação, que este ano foi formado pela artista Iole de Freitas, os curadores Fernando Cocchiarale (MAM-RJ), Paulo Miyada (Instituto Tomie Ohtake) e Michelle Sommer e o curador do Instituto PIPA, Luiz Camillo Osorio.


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    RIO — É luz, mas não é iluminação. Preenche o palco, mas não é cenário. É efeito visual, mas não é especial. E não possui uma categoria de premiação específica, mas as mais de cem peças, 35 filmes e 16 séries de TV que as utilizaram abocanharam muitos prêmios Shell, Festival do Rio e É Tudo Verdade. As projeções cênicas, animações e os videografismos produzidos pelos irmãos Rico e Renato Vilarouca têm em comum o objetivo de surpreender o público com soluções através de imagens. E eles agora resolveram desbravar o universo da realidade virtual.

    Em “Isaac no mundo das partículas”, peça infantil montada este ano, incorporaram a narrativa imersiva da realidade virtual nas projeções, em um mergulho decidido nas pesquisas da área.

    Com a Armazém Companhia de Teatro, fizeram “A marca da água” — primeira encenação em língua portuguesa vencedora do prêmio Fringe do Festival de Edimburgo. Mas o currículo é variado: vai do último espetáculo da Xuxa aos shows de MC Sapão e Anitta, passando pela premiada montagem da peça “O escândalo Philippe Dussaert”, com Marcos Caruso.

    A maleabilidade dos Vilarouca traz referências dos vídeos do Kraftwerk, dos cenários de Josef Svoboda, das ilustrações deDave McKean, com um quê de Terry Gilliam e do The Cure.

    34476546_SR Rio de JAneiro RJ 03-09-2013 Espetáculo A Marca da Água em Teresópolis Foto Divulgação.jpgAs projeções são marcadas pelo uso de soluções tecnológicas originais. Todas cozinhadas em um bunker em Santa Teresa, onde Macs, PCs e nove telas dispostas em 180 graus processam simultaneamente os 20 GB de imagens que a dupla produz diariamente.

    — Somos camaleões. O que fazemos pode ser uma parede ou uma luz. Pode resumir o sentido da cena ou pode ser cenário. Só não pode atrapalhar a dramaturgia — diz Renato.

    Os irmãos começaram a trabalhar ainda adolescentes, quando pregaram uma CPU de computador na parede e usaram o armário embutido como desktop .

    — Éramos geeks antes de eles existirem — brinca Rico.

    Produtor, diretor e ator (no papel de Martin Luther King) da peça “O topo da montanha”, Lázaro Ramos conta por que escolheu os irmãos para fazer intervenções no cenário:

    — O trabalho deles busca a textura ideal para contar a história da melhor maneira possível.

    Mas a criatividade não se limita aos palcos de espetáculos e shows. Desde a parceria em “Utopia e barbárie” (2010), o documentarista Silvio Tendler não dispensa o trabalho dos Vilarouca:

    — A computação gráfica está hoje integrada à linguagem documental. O que antes era incipiente se transformou em narrativa de fato. Os Vilarouca têm bom gosto e ousadia e suas animações fortalecem muito os documentários — diz.


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