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    RIO — O cantor Criolo deixou seus fãs em polvorosa com o lançamento do clipe da música "Boca de lobo". Nas redes sociais, internautas identificaram no vídeo referências a diversas tragédias ocorridas recentemente no Brasil.

    Entre elas estão o incêndio do Museu Nacional do Rio de Janeiro; o desastre ambiental em Mariana, em Minas Gerais; e o escândalo da "máfia da merenda" em São Paulo. Pela diversidade de referências e críticas políticas, o clipe chegou a a ser comparado a "This is america", de Childish Gambino, por alguns fãs.

    A produção do clipe de "Boca de lobo" é de Denis Cisma, Pedro Inoue e Will Etchebere.

    Veja o clipe de 'Boca de lobo':

    Boca de lobo


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    RIO — Uma chuva de críticas negativas ao filme "Venom", que narra a origem do anti-herói da Marvel, chamaram a atenção nos últimos dias. Fãs da cantora Lady Gaga estariam tentando boicotar o filme com a intenção de influenciar o público a assistir "Nasce uma estrela", filme estrelado pela cantora pop e o astro Bradley Cooper. Os dois estreiam esta semana nos EUA — no Brasil "Venon" estreia nesta quinta (04) e "Nasce uma estrela" na semana que vem. O esforço, no entanto, parece desnecessário uma vez que a própria crítica especializada vem enaltecendo o drama musical e detonando o longa da Marvel. Links filmes

    Assim que o embargo sobre "Venom" caiu, várias críticas negativas começaram a aparecer no Twitter, mas a similaridade entre elas chama a atenção. A mensagem que diz "sou o maior fã da Marvel, mas acabei de assistir #Venom e não sei o que dizer. Fácilmente o pior filme do ano. Esperava muito mais e agora estou desapontado" foi replicada por diversos perfis.

    Procurado pelo "Buzzfeed", um dos perfis que publicou a postagem afirmou que existia um esforço coordenado de fãs para boicotar "Venom".

    "Somos nós, fãs da Lady Gaga, criando perfis falsos para detonar a estreia de Venom. Ambos estão sendo lançados no mesmo dia, então queremos mais audiência para Nasce uma estrela", disse o responsável pelo perfil @LGMonster95 ao site.

    Críticas negativas Venom

    Fora da bolha de fãs da cantora, a recepção do filme da Marvel também não têm sido das melhores. No site Rotten Tomatoes, que agrega críticas de diversos veículos do mundo, o filme tem aprovação de 27%. O crítico Justin Chang, do "Los Angeles Times", afirmou que "Venom parece um veneno bem fraco". Todd McCarthy, do "Hollywood Reporter", disse ser "um forte candidato a filme menos maravilhoso da Marvel". Para Peter Bradshaw, do "The Guardian", o filme "passa longe da excelência do universo cinematográfico da Marvel".

    Já "Nasce uma estrela" teve uma recepção muito mais amigável. Com uma aprovação de 95% no Rotten Tomatoes, o filme foi muito elogiado pela crítica. Peter Travers, da revista "Rolling Stone", descreveu o filme como "um dos melhores do ano" e "um clássico moderno musical". Justin Chang chamou o filme de "sincero e corajoso".

    Trailer de 'Nasce uma estrela' (2018)


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    RIO — Geoff Emerick, engenheiro chefe de gravação dos Beatles que trabalhou em alguns dos mais importantes álbuns da banda, morreu aos 72 anos. A causa da morte foi um ataque cardíaco, segundo publicou seu empresário, William Zabaleta, em um comunicado oficial nas redes sociais.

    Emerick começou a trabalhar como engenheiro assistente na Abbey Road com apenas 15 anos. Apenas alguns meses depois, estava cara a cara com John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr em um estúdio de Londres. Ele foi responsável por gravações pioneiras da banda como “Love Me Do”, “I Want To Hold Your Hand”, “She Loves You” e “A Hard Day's Night”.

    LEIA MAIS: Geoff Emerick, engenheiro de som dos Beatles, critica a música pop atual

    Mais tarde, tornou-se engenheiro-chefe do grupo, e dirigiu "Revolver", “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band,” "The White Album", "Abbey Road", além de "Penny Lane" e "Strawberry Fields Forever".

    Geoff Emerick - Beatles


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    RIO — Morreu, aos 95 anos, o compositor Casquinha, um dos baluartes da velha guarda da Portela. O músico estava internado há duas semanas no Hospital São Matheus, em Bangu, com um quadro de insuficiência renal. A causa da morte foi infecção generalizada, segundo o site oficial da Portela.

    Autor de clássicos como "Recado" e "A Chuva Cai", foi gravado por grandes nomes da música brasileira. Entre eles: Paulinho da Viola, Elza Soares, Nara Leão, Jair Rodrigues, Beth Carvalho e Zeca Pagodinho. Casquinha - 'Recado'

    Passou a frequentar os ensaios da Portela a convite de Candeia, de quem se tornou parceiro musical. Em 1959 escreveram juntos (ao lado ainda de Waldir 59, Altair Prego e Bubu) o samba-enredo "Brasil, Pantheon de Glórias", com o qual a Portela foi campeã na Sapucaí.

    13234733_GG Segundo Caderno Rio de Janeiro 09-04-2014 agência Globo Gravação do DVD de Casqui.jpg

    Casquinha (seu nome de batismo era Otto Enrique Trepte) era integrante da velha guarda da escola azul e branco desde o lançamento do primeiro disco do grupo em 1970.

    Em 2001, gravou ainda "Casquinha da Portela", seu único disco solo. Já em 2014, teve sua obra registrada no DVD "Casquinha da Portela - O Samba Não Tem Cor".

    O velório será ser realizado na quadra da Portelinha (antiga sede da Portela).


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    RIO — O 3 de outubro de 2018 poderia ser apenas mais um dia comum, mas acabou se tornando especial para os fãs de "Meninas malvadas" simplesmente por cair numa quarta-feira. O longa-metragem estrelado por Lindsay Lohan, um clássico pop para o público adolescente dos anos 2000, virou o assunto mais comentado do mundo no Twitter graças a essa coincidência do calendário que reúne duas referências importantes em diálogos do filme.

    Links Meninas Malvadas

    Na história, Cady Heron, vivida por Lohan, se matricula numa escola pela primeira vez após ser educada em casa, na África. Depois de fazer amizade com os deslocados Janis e Damian, ela é aceita no grupo mais popular do colégio, liderado por Regina George (Rachel McAdams).

    Em certo momento, a protagonista relembra um diálogo corriqueiro do dia 03 de outubro em que sua paixão platônica da escola, o galã Aaron Samuels (Jonathan Bennet), pergunta em que dia estavam. A partir disso, os fãs começaram a celebrar a data.

    03 de Outubro (Meninas Malvadas)

    Hoje, no entanto, o dia ganhou um contorno especial: para andar no grupo de patricinhas, uma das regras é usar rosa às quartas-feiras. A coincidência entre as referências fez os adoradores do filme explodirem nas redes.

    O próprio elenco fez postagens celebrando o dia. Lindsay Loham fez um vídeo no Instagram reproduzindo a cena.

    Lindsay Lohan

    Jonathan Bennett, ator que interpretou Samuels, e Amanda Seyfried, que vive a personagem responsável pela frase sobre as quartas-feiras, também se manifestaram em relação a data.

    Amanda Seyfried

    Jonathan Bennett


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    RIO — A Ticketmaster está sendo processada nos EUA sob a acusação de trabalhar em parceria com sites de revenda de ingressos. Segundo a revista "Rolling Stone", o escritório de advocacia Hagens Berman entrou com uma ação coletiva por "práticas de negócios injustas e ilegais".

    A denúncia surgiu após uma reportagem da emissora "CBC News", mostrando como o site permitia a criação de contas falsas para que cambistas conseguissem burlar o limite máximo de compra de ingressos por pessoa.

    Ticketmaster

    “Você já se perguntou por que a Ticketmaster não tem sido capaz de se livrar dos cambistas que compram grandes quantidades de ingressos no site e depois revendem por muito mais caro minutos depois? A resposta: a Ticketmaster não quer se livrar dos cambistar porque eles têm trabalhado juntos", diz a acusação.

    Para expor o esquema, jornalistas da "CBC News" se disfarçaram de cambistas durante a conferência Ticket Summit de 2018, em Las Vegas. Usando câmeras escondidas, eles conversaram com representantes da empresa que admitiram fazer vista grossa para o esquema de compra de ingressos. Ela ganhava parte das revendas feitas pelo site através de taxas.

    Na época, a Ticketmaster afirmou não ser responsável pelos ingressos vendidos em sua plataforma e nem ter controle sobre os preços praticados. Em nota após a veiculação da reportagem, a empresa também afirmou ser "categoricamente falsa" a afirmação de que teria algum tipo de programa para permitir que cambistas comprassem grandes quantidades de ingressos.


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    RIO — Títulos como “Drink me”, “Maresia”, “Invisibilities” e “Meu Rio” podem até dar pistas sobre as inspirações de Paula Klien nas abstrações feitas com nanquim sobre tela e papel, que a artista apresentou na oitava edição da ArtRio, encerrada no último domingo, ou que estarão expostas na Bienal de Arte Contemporânea de Salerno (de 6 de outubro a 18 de novembro) ou na 29º edição da Arte Padova (16 a 19 de novembro), ambas na Itália.

    No entanto, por trás das formas fluidas que se espraiam sobre telas e objetos escultóricos, esconde-se o elemento que fornece à carioca tanto o tema central como sua matéria-prima: o tempo.

    Também destacada na individual “Extremos líquidos” (que ficou em cartaz até setembro na Casa de Cultura Laura Alvim) ou em mostras em galerias como a Emmathomas (São Paulo), a aquabitArt (Berlim) e a SaatchiGallery (Londres), a série em nanquim foi desenvolvida durante uma residência de cinco meses na capital alemã, em 2015.

    Em seu ateliê, no Rio, Paula cria marcas com a tinta nas telas, colocadas diretamente sobre o chão. Depois, literalmente lava as manchas com água. Uma vez seca, a obra passa pelo mesmo processo até que a artista considere ter chegado a um resultado ideal.

    Marga Moon Ridas.jpg— Uso pincel, espátula, rodo e até partes do corpo para criar as manchas sobre a tela. Depois retiro o excesso com um regador, e a tela é levantada por meu assistente para que o nanquim e a água escorram. Esse processo é muito rápido, mas é preciso um bom preparo físico — diverte-se Paula. — Às vezes trabalho seis horas numa tela, mas posso levar até quatro dias, porque é preciso estar quase seca para voltar a interferir de novo.

    Inspirada pela arte oriental, Paula vê nas múltiplas sobreposições as diferentes fases da vida:

    Links ArtRio— O sentido central do trabalho é a beleza do tempo. As camadas são como cicatrizes, marcas que levamos vida afora. São nossas lembranças, algumas conseguimos apagar, outras permanecem — analisa a pintora. — As telas acabam ganhando “idades” diferentes de acordo com as vezes em que são trabalhadas. Digo que as obras podem ser jovens, maduras ou velhinhas.

    Depois das exposições recentes e de outras realizadas no ano passado, em cidades como Berlim, Nova York e Buenos Aires, Paula vai tirar o restante do ano para uma pausa, antes de voltar a se dedicar ao trabalho em 2019.

    — Venho trabalhando muito desde que comecei com o nanquim, em 2016 eu praticamente morei no ateliê. No ano passado, além de pintar, viajei muito com as obras, só em Berlim fiz quatro exposições — conta Paula, que também é fotógrafa. — Agora preciso dar um tempo até para ver como vou dar sequência à série, essa pausa também é importante para a criação.


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    RIO — O patrimônio cultural brasileiro é o tema do ciclo de conferências do mês de outubro da Academia Brasileira de Letras. Coordenado pelo acadêmico Arno Wehling, o programa abre nesta quinta, 4, com a palestra do jurista e educador Joaquim Falcão: "A Constituição e o patrimônio cultural".

    O acadêmico eleito para a cadeira 3 da ABL vai falar sobre os conflitos entre dispositivos da Constituição em casos que envolvem patrimônios culturais, como a vaquejada, ou a liberdade de expressão, como o fechamento da exposição "Queermuseu".

    Criticada por ativistas e defensores dos direitos dos animais, a vaquejada foi reconhecida como patrimônio cultural brasileiro. A Constituição protege o patrimônio nacional. Porém, a prática da vaquejada atinge a defesa da fauna e da flora, também prevista na Constituição. Não à toa, é um tema que causa conflitos entre defensores e críticos.

    Em casos como o do "Queermuseu", é a liberdade de expressão, defendida pela Constituição, que fica em risco. Os detratores da exposição, por sua vez, afirmam estar defendendo as crianças — outro item presente no documento.

    — Existe hoje um neomoralismo que parte muito mais da sociedade do que dos governos — avalia Falcão. — Há várias formas de enfrentar o recrudescimento da liberdade de expressão, uma delas é dar uma maior transparência ao que está ocorrendo nas expressões culturais. Por exemplo, uma indicação de idade clara para que os pais possam tomar a decisão pelos filhos. São as pessoas que têm que tomar as suas decisões, não é o Estado que tem que ser agente da moralização.

    O ciclo terá mais três palestras nas quintas-feiras de outubro, no mesmo local e horário, com os seguintes dias, conferencistas e temas, respectivamente: dia 11, Maria Cecília Londres, "Uma breve trajetória do patrimônio cultural brasileiro: políticas, atores, perspectivas"; dia 18, Marcia Sant’Anna, "Política urbana e patrimônio: monumento, documento e espetáculo"; e dia 24, Ulpiano Bezerra de Meneses, "Dicotomias no campo do patrimônio cultural".


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    RIO — No ar nos canais Gloob e Gloobinho, a animação “Clube da Anittinha” é mais uma investida da cantora Anitta no público infantil. A série de desenhos, que foca temas como meio-ambiente, amizade e o respeito às diferenças, também é repleta de música, e já tem sua segunda temporada confirmada para 2019.

    Cada episódio do desenho apresenta uma composição inédita, interpretada pela cantora, que ainda dubla a voz da personagem principal. Todas as canções do desenho estarão disponíveis no Spotify, após a exibição dos episódios.

    Na trama, Anittinha estará sempre acompanhada do seu trailer chamado Poderosa, que se transforma em trio elétrico cada vez que é acionado com o comando “Prepara, Poderosa!”. A personagem também aparece cercada por seus cinco cachorros, seus amigos (Marshmelle, Gatrick, Juju Coral e Estreller) e sua família (a mãe, Rositcha, o pai, Mauro Mar, e o irmão, Renuvem).

    anitta1.jpgOs episódios vão ao ar, diariamente, até o dia 11, no Gloob, às 17h30 e, no Gloobinho, às 18h30. No dia 12 de outubro, haverá uma maratona, que exibirá todos os episódios seguidos, a partir das 20h30, no Gloob, e de 12h30, no Gloobinho. A animação também estará disponível no Gloob Play e no Gloobinho Play, e, também, no Youtube, no canal "Clube da Anittinha".

    A animação é produzida pela Birdo Studio, assim como os roteiros, que tiveram a colaboração de profissionais como Janaína Tokitaka e Victor Sarro. O Gloob e o Gloobinho já confirmaram uma nova temporada para 2019.


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    RIO - Depois de vencer um prêmio no campeonato de futebol do Sapiência, Santiago (Giovanni Dopico) homenageou Michael (Pedro Vinícius) na frente de todos os colegas, em "Malhação". E quando ambos ficaram a sós, a comemoração continuou com um beijo entre eles.

    O beijo gay foi celebrado nas redes sociais. "Eu vivi para ver essa cena", escreveu um fã no Twitter. "Que avanço incrível, mesmo que isso não represente nada pra muita gente", analisou outro usuário do Twitter.

    Beijo Malhação

    E vem mais por aí: Michael apresentará o novo namorado para a mãe, no capítulo que vai ao ar na quinta, dia 4.

    Beijo

    Beijo 3

    Beijo 5

    "Meu filho! Mas que garoto lindo! Agora entendi por que você ficou daquele jeito", dirá Beth (Gorete Milagres).


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    RIO — Se “Vai passar mal”, primeiro disco de estúdio de Pabllo Vittar, representou uma entrada com o pé na porta, “Não para não” aparece como a consolidação de um fenômeno, apresentando novas possibilidades e sequências de beats imprevisíveis, assinadas pelo produtor Rodrigo Gorky e por seu time, Brabo Music.

    Não há mais a necessidade de gritos como “Todo dia”, hit libertário que ecoa em carnavais, ou “Sua cara”. O novo trabalho de Pabllo é, tematicamente, mais polido, mas é também mais frenético, mais pista. Em seu grande acerto, é mais Pabllo: com ritmos nordestinos e nortistas que a drag queen cresceu ouvindo e versos que refletem os discursos sobre paixões, desilusões e voltas por cima de sua geração. Links Pabllo Vittar

    A começar por “Buzina”, abertura que serve como uma espécie de pot-pourri do carrossel de ritmos que surgirão ao longo dos 27 minutos de disco. Passa por tecnobrega, forró, carimbó e EDM, alternando velocidades e sensações. Pabllo apresenta versatilidade vocal ao adotar tom mais grave em “Seu crime”, forró com introdução de afrobeat, e se joga (“eu não sou santa e a pista tá fervendo”) no pagodão eletrônico “Problema seu”, que já nasceu com cara de hit. Misto de r&b com Aviões do Forró, a balada “Disk me” oferece um breve respiro que tem tudo para virar o momento olhos fechados e mãozinhas para o céu nos shows.

    A metade final de “Não para não” traz a seção de parcerias (ou “feats”, como os jovens preferem). “Ouro”, faixa pop com refrão chiclete, dá voz a Urias, fiel escudeira de Pabllo, que mostra rimas de hip-hop em participação de destaque. Já o axé “Trago seu amor de volta” peca pela falta de química entre Pabllo e o sambista Dilsinho, em performance pouco inspirada. Pabllo Vittar - Problema Seu (Official Music Video)

    A dobradinha com Ludmilla em “Vai embora” é o ponto mais alto: a ideia de misturar o trap e o funk com o pagode baiano do grupo ÀTTØØXXÁ funciona, e traz alguns dos versos mais divertidos do disco — Ludmilla canta, por exemplo, “se prepara para a faxina, eu vou passar o rodo”, e “falo mais uma vez para que você entenda, Ministério da Saúde não me recomenda”.

    Fugaz, o disco acaba como começou: para cima, bailando com a canastrona “No hablo español” e com a rasteirinha EDM “Miragem”.

    Cotação: bom.


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    RIO — O GLOBO enviou perguntas sobre cultura aos cinco candidatos mais bem colocados na corrida eleitoral, segundo a última pesquisa do Ibope: Eduardo Paes (DEM), Romário (Podemos), Indio da Costa (PSD), Wilson Witzel (PSC) e Tarcísio Motta (PSOL). Romário e Indio não responderam a todas as perguntas.

    Veja que livros, peças e filmes os candidatos andam consumindo, e suas principais propostas para a área:

    Quais serão as principais diretrizes para a cultura?

    PAES: Vou reposicionar o papel da cultura na agenda do desenvolvimento do estado com a a melhoria do ambiente de negócios, a desburocratização dos mecanismos de incentivo e novos arranjos de fomento à produção cultural da capital e do interior. O setor terá papel estratégico na retomada do crescimento.

    ROMÁRIO: Descoberta de novos talentos e incentivo à produção cultural do Rio, principalmente dos jovens das favelas. O governo dará visibilidade aos movimentos culturais e buscará parcerias e investimentos que impulsionem a cultura em todo o estado e não só na capital. O objetivo é estimular as vocações de cada região.

    ÍNDIO: A cultura é uma atividade econômica mal aproveitada, mas que pode ser altamente lucrativa, geradora de empregos, impostos, investimentos e conhecimento. O governo do estado será garantidor da infraestrutura pública para apoio às manifestações culturais — caso do transporte e segurança .

    WITZEL: Sinergia com educação, esporte e lazer, para construir uma educação integral dos jovens. Fomento à cultura clássica e popular; e busca pela autossustentabilidade dos aparelhos culturais.

    TARCÍSIO: Democratizar o Conselho Estadual de Cultura, efetivar o Fundo Estadual e instituir um Plano Estadual, garantindo participação ampla, direta e descentralizada da sociedade. Vamos criar Pontos de Cultura em todas as regiões do estado para incentivar a arte popular e articular projetos com escolas estaduais.

    Qual foi o último livro que leu? E o último show, filme, peça e exposição que viu?

    PAES: Livro — “Leonardo Da Vinci”, de Walter Isaacson. Filme — “7 dias em Entebbe”, de José Padilha. Exposição — “O Rio do samba”, no MAR. Peça — as que vi no Kennedy Center, em Washington.

    WITZEL: Livro — “Jogando para ganhar: teoria e prática da guerra política”, de Roberto Motta, e “Lacerda na Guanabara, a reconstrução do Rio de Janeiro nos anos 1960”, Mauricio Dominguez Perez. Show — Sandra de Sá, no Blue Note. Filme — “Polícia Federal — a lei é para todos”, de Marcelo Antunez. Peça —“A pequena sereia, o musical”, com meus filhos pequenos; Exposição: Visita que fiz ao Museu Imperial, em Petrópolis.

    TARCÍSIO: Livro — “O homem que amava os cachorros”, de Leonardo Padura. Filme: “Auto de resistência”, de Natasha Neri e Lula Carvalho. Peça — “Conselho de classe”, com a Cia. dos Atores. Show — Paulinho da Viola. Exposição: “Queermuseu”, no Parque Lage.

    LEIA A MATÉRIA COMPLETA COM TODAS AS REPOSTAS DOS CANDIDATOS


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    RIO — O GLOBO enviou perguntas sobre cultura aos cinco primeiros colocados na corrida presidencial, segundo a mais recente pesquisa do Ibope. Da Lei Rouanet ao futuro do Museu Nacional, veja que o que os presidenciáveis pensam para a cultura do país, e os livros, peças, filmes e músicas que andam fazendo suas cabeças.

    Ciro Gomes (PDT) não se manifestou, mas a reportagem pinçou propostas para a cultura que estão em seu plano de governo e respondem a parte das questões. Líder da disputa, Jair Bolsonaro (PSL) também não respondeu. Em seu plano de governo não há propostas para a cultura.

    Quais serão as principais diretrizes do seu governo para a Cultura?

    Haddad: Vamos recuperar o ministério, alvo de desmonte e esvaziamento entre 2016 e 2018, e assegurar sua atuação em todo país. Desenvolver e fortalecer políticas setoriais para artes, cultura popular, cultura digital e games, museus, bibliotecas, direitos autorais, moda, audiovisual e outras expressões.

    Ciro: A cultura terá papel estratégico na afirmação da nossa identidade nacional. Nossa ideia é que o estímulo à cultura tenha a ênfase necessária para que o Brasil se reconheça na sua diversidade regional, nas suas diversas expressões tradicionais e históricas, mas também nas novas estéticas, na vanguarda, passando pela culinária, artesanato, artes cênicas e plásticas, audiovisual e música.

    Alckmin: Vamos direcionar e aumentar os recursos do Fundo Nacional de Cultura para o desenvolvimento criativo de todas as regiões. Serão criados editais públicos específicos para propostas de baixo orçamento. É importante, ainda, que a sociedade civil organizada passe a atuar de modo assertivo na administração dos projetos nacionais em conjunto com os equipamentos públicos de cultura.

    Marina: Assumimos compromisso de fortalecer as políticas culturais. Entre as propostas prioritárias estão: promover a educação artística nas escolas; fomentar e apoiar a produção cultural por meio de editais, bolsas e premiações, da revitalização dos pontos de cultura e da intensificação dos percursos de circulação de artistas pelo país; e fortalecer a política de preservação do patrimônio.

    Qual foi o último livro que leu? E o último show, filme, peça e exposição que viu?

    Haddad: Livro — “Um defeito de cor”, de Ana Maria Gonçalves. Filme — “Wild, wild country” (série), de Maclain e Chapman Way. Show — Não respondeu. Peça — “Um panorama visto da ponte”, dirigida por Zé Henrique de Paula. Exposição — “Picasso e a modernidade espanhola”, no CCBB

    Alckmin: Livro — “A diplomacia na construção do Brasil: 1750-2016”, de Rubens Ricupero. Filme — “O destino de uma nação”, de Joe Wright. Show — Roberto Carlos. Peça — “60! Década de arromba”, dirigida por Frederico Reder. Exposição — “Modos de ver o Brasil: Itaú Cultural 30 anos”

    Marina: Livro — “Mudança radical”, de Henry Mitzenberg. Filme — “O caminho para a liberdade”, de Justin Chadwick. Show— “Ofertório”, de Caetano, Moreno, Tom e Zeca Veloso. Peça — uma esquete do grupo Jovens da Verdade, de comediantes evangélicos. Exposição — “Os Kayapó e Yairati - Saberes e lutas compartilhadas”, no Museu Goeldi.

    LEIA A MATÉRIA COMPLETA COM TODAS AS RESPOSTAS DOS CANDIDATOS


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    RIO — O período 2017/2018 foi intenso para Pabllo Vittar. Recapitulando: teve o lançamento do primeiro disco (“Vai passar mal”), com várias músicas batendo muitos milhões de audições no streaming, a participação no Rock in Rio (uma casquinha espertamente tirada por Fergie no Palco Mundo), a indicação ao Grammy Latino por “Sua cara”, ao lado de Major Lazer e Anitta... Ícone da cena LGBTQI+, a cantora mostra que quer manter o ritmo — não à toa, seu segundo álbum, que chega nesta noite às plataformas digitais, foi batizado de “Não para não”.

    Com a promessa de mostrar todas as influências musicais desde a infância— ela nasceu no Maranhão e cresceu no Pará —, Pabllo combina pop, forró, tecnobrega, axé e até carimbó e guitarrada no disco, seu primeiro por uma grande gravadora (Sony). E lança mão, claro, de parcerias com nomes como Ludmilla e Dilsinho.

    Nesta entrevista, a cantora dá detalhes do disco (leia a crítica), conta que não mira em carreira internacional e explica como lida com os haters. Links Pabllo Vittar

    No disco, há ritmos como brega, forró, pop e até balada romântica. Versatilidade ou falta de definição?

    Quis trazer toda a minha bagagem musical, desde quando eu morava em Santa Izabel do Pará e ouvia cúmbia, carimbó, tecnobrega e guitarrada. No Maranhão, ouvia o axé e os pagodes baianos. Toda essa carga de influências foi trabalhada de uma forma mais polida para esse projeto. A Pabllo Vittar está todinha nesse álbum, não tenho como ir contra as minhas origens.

    Como se sente lançando por uma gravadora?

    A Sony me deu estrutura para alcançar outros níveis profissionais como, por exemplo, gravar o álbum em Los Angeles. A diferença de “Vai passar mal” (independente) é que ali a repercussão aconteceu de forma mais orgânica, os próprios fãs colocaram o álbum para cima. Foi bom porque pude ver a recepção do público.

    Por que investir em um álbum em vez de focar nos singles?

    Fico ansiosa quando uma artista como a Rihanna está para lançar um álbum novo. Ela gastou tempo fazendo as músicas, elaborando os conceitos, o visual... Adoro os singles, mas acho que são algo passageiro. Você lança hoje e, em duas semanas, precisa de outro. Pabllo Vittar - Problema Seu (Official Music Video)

    Você fez parcerias com a argentina Lali Espósito, o americano Diplo e a inglesa Charli XCX, entre outros. Planeja uma carreira lá fora?

    Não estou correndo atrás de carreira internacional. Mas, se vem convite, estou aqui para somar. A próxima parceria, ainda não gravada, será com uma canção da AlunaGeorge, em inglês.

    Você tem só três anos de carreira. O maior desafio é manter sua notoriedade ou enfrentar o preconceito dos conservadores?

    Não estou nem aí para o preconceito. Isso vai sempre existir, e eu vou sempre focar no melhor. Minha intenção é levar meu show para todos os lugares e oferecer diversão para as pessoas. Major Lazer - Sua Cara (feat. Anitta & Pabllo Vittar) (Official Music Video)

    Como lida com os haters?

    Não me afetam mais. Mas isso não foi do dia pra noite. Saí lá de uma cidadezinha, não era ninguém, e, do nada, ganhei notoriedade. Todo mundo começou a palpitar na minha vida e xingar sem me conhecer. Consigo lidar porque, no fim das contas, tem mais gente para me amar do que para odiar.

    Qual o papel de uma artista como você no país em que tantos homossexuais são assassinados todo ano?

    Mostrar que é desnecessário ter tanto ódio por nós da comunidade LGBTQI+. Nosso trabalho tem força política, as pessoas que ouvem nossa música precisam saber que lutamos por elas também.


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    BELO HORIZONTE — Símbolo de humildade e devoção, São Francisco de Assis, que é celebrado nesta quinta-feira (4 de outubro), inspirou diversos artistas ao longo do tempo. Do renascimento ao barroco, do século XV ao XVIII, a exposição “São Francisco na arte de mestres italianos” reúne obras inéditas no Brasil feitas por artistas como Tiziano (1480-1576). Em cartaz na Casa Fiat de Cultura, em Belo Horizonte, até o dia 21 de outubro, a mostra chega no mês seguinte ao Rio, onde poderá ser vista no Museu Nacional de Belas Artes, de 5 de novembro a 27 de janeiro de 2019.

    — São Francisco era rico e decidiu viver como pobre para passar uma mensagem de amor e generosidade. Além disso, emanava um carisma que levou dezenas de artistas a contarem sua trajetória. É o santo mais representado da história da arte — diz o italiano Stefano Papetti, um dos curadores da exposição ao lado de Giovanni Morello.

    A mostra apresenta um estudo da iconografia de Assis a partir de 20 obras de, além de Tiziano, nomes como Perugino (1446-1523), Guercino (1591-1666) e Guido Reni (1575-1642). São trabalhos que vieram de 15 museus de sete cidades italianas, além do quadro “St. Francis contemplating a skull”, de Cigoli (1559 -1613), que pertence a um colecionador particular de Nova York e saiu de lá especialmente para a mostra no Brasil.

    79186555_SC_ Exposição São Francisco de Assis St. Francis Contemplating A Skull 1604-07 de Cigoli.jpg

    — É um quadro que só pode ser visto fora da Itália, já que o proprietário tem medo que o governo italiano o retenha, e por isso nunca o cede para mostras por lá — conta Papetti.

    Circular pela exposição é acompanhar a evolução de três fases da representação do santo dos pobres. Elas estão dividas nas seções “Imagem”, “Os estigmas” e “Conversas sagradas”. Na primeira, sua aparência simples e sofrida é enfocada, tendo como influência as primeiras representações que seguiram sua canonização dois anos após sua morte em 1226.

    Em “Os estigmas”, sai de cena o São Francisco magro e abatido, para dar lugar a um homem angelical e de força espiritual. Nessas obras também está representado o aparecimento dos “estigmas” no corpo de Francisco — marcas semelhantes aos pontos da crucificação de Jesus Cristo. É o episódio mais retratado da vida do santo e o núcleo com maior número de pinturas da exposição.

    79186535_SC_ Exposição São Francisco de Assis San Francesco riceve le stimmate 1570 de Tiziano Vecel.jpg

    Essa fase de sua iconografia é influenciada pelas pinturas de Giotto (1267-1337) na Basílica Superior de Assis. Os famosos afrescos da igreja que fica na Itália central também podem ser "vistos" na exposição graças a uma experiência de realidade virtual com óculos 3D.

    Já na última parte da mostra, “Conversas sagradas”, a imagem do santo aparece associada à Virgem Maria com o Menino Jesus, além de outros santos franciscanos. Esta fase é considerada o ápice da sua importância religiosa, ao representá-lo ao lado das figuras mais importantes do catolicismo.

    Padroeiro da Itália, dos animais e da natureza, São Francisco de Assis é celebrado pela igreja católica anualmente no dia 4 de outubro. Em 2013, foi escolhido pela primeira vez para "batizar" um papa pelo argentino Jorge Mario Bergoglio — atual líder máximo da igreja católica. Sinal de sua atualidade, defende o curador Stefano Papetti:

    — Ele é um santo muito moderno e importante para a religião católica e a humanidade. Eu o considero o primeiro ecologista da História, por sua preocupação com o meio ambiente. Era muito interessado na paz e em criar laços. Questões que permanecem até hoje.

    * Jan Niklas viajou a convite da Casa Fiat de Cultura


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    RIO — A atriz Gwyneth Paltrow afirmou, em entrevista a "Marie Claire" britânica, não saber o que teria acontecido caso Brad Pitt, na época seu namorado, não tivesse a protegido do produtor Harvey Weinstein, acusado por diversas mulheres de abuso sexual. Ela conta que Pitt teria usado sua influência para confrontar o produtor "quando ela não era ninguém" e que Weinstein teria medo do ator.

    Gwyneth Paltrow links

    "Se não fosse por ele, não sei se teria sido demitida ou coisa parecida. Mas, em vez disso, Harvey disse 'Ok, vamos deixar isso para trás'. Acho que ele queria manter Brad ao seu lado", disse atriz à revista.

    Segundo ela, o ator ameaçou Weinstein de morte após descobrir que ele teria tentado levá-la para um quarto de hotel e pedido para que ela o massageasse. A celebridade foi uma das 15 atrizes de Hollywood que afirmaram terem sido abusadas pelo produtor. Cerca de 87 mulheres também já denunciaram Harvey Weinstein por assédio.

    Gwyneth Paltrow trabalhou com Weinstein durante as décadas de 1990 e 2000, atuando em filmes como "Mais que o acaso", "Emma" e Shakespeare Apaixonado, que lhe rendeu o Oscar de melhor atriz.


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